O angolano hoje
Descubra uma reflexão marcante sobre as contradições, aparências e dilemas sociais da identidade angolana atual nesta análise profunda do poema.
Descubra uma reflexão marcante sobre as contradições, aparências e dilemas sociais da identidade angolana atual nesta análise profunda do poema.
Aparências e mentiras sustentam famílias que escondem vícios e falsidades. Distantes do afeto, os pais vivem na hipocrisia, deixando filhos na beira do abismo.
Poema lírico e melancólico sobre a passagem do tempo, superação do medo e as inevitáveis dualidades da vida, onde a dor, a memória e a morte se entrelaçam.
Já que o dia nasceu sem sequer nos avisar, vamos! Despertar a luta ainda não vencida.
Vamos! Amarrar o cinto e pular os buracos e participar da corrida…
O som da cidade é denso, é intenso, tem poesia no seu quotidiano. Correm as quitandeiras ao som de seus cânticos vermelhos, o sol nasce beijando sua pele…
E se no amanhã a gente não se vê me lembrei de você; se os dias forem tensos e corroer os meus medos, serei seu entardecer… E se no amanhã o seu mundo…
E lá se vai a sorte da gente, da gente que clama para frente, que limpa o caminho e faz o diferente. O dia nasce e a gente apela aos deuses um pedaço de…