Dor no joelho: a dor existencial em Bhatiyar Hidayet
Bhatiyar Hidayet traduz a opressão existencial e o desejo de fuga em “Dor no joelho”, um poema profundo sobre o peso de resistir aos tribunais da vida
Natural do vilarejo de Yukhari Askipara, no distrito de Gazakh, Azerbaijão. Amante das letras, escreve poesia desde os tempos de escola. Formou-se pela Universidade do Azerbaijão e trabalha como professor de História.É autor de quatro livros de poesia: The Hem of Sorrow (2003), White Darkness (2012), Tecnislər (2025) e The Nearest Star (2025). Seus poemas foram traduzidos para diversos idiomas e publicados em revistas literárias internacionais e periódicos online.
Bhatiyar Hidayet traduz a opressão existencial e o desejo de fuga em “Dor no joelho”, um poema profundo sobre o peso de resistir aos tribunais da vida
Um diálogo de bairro sobre a morte na prisão se transforma em uma ironia cortante quando o destino de uma galinha revela a farsa dos rituais humanos.
Uma crítica social profunda e irônica sobre a pobreza e a existência. O colunista Bahtiyar Hidayet usa a metáfora do cigarro para traçar uma ‘Lição de Religião’.
Bahtiyar Hidayet celebra a beleza de Jennifer Lopez em um poema que entrelaça amor, tempo, sensualidade e admiração em imagens poéticas marcantes.
Entre pedras e corações endurecidos, o poema questiona a humanidade e sugere que ainda vivemos na Idade da Pedra, apesar das roupas modernas.
Uma reflexão profunda sobre o choque entre a sensibilidade da natureza e a ignorância burocrática das cidades, através da poesia de Bahtiyar Hidayet.
A empolgação de um historiador que confunde carne congelada com fóssil e termina endividado no cartão. Ria com o poema ‘Fogo e Gelo’ no Jornal ROL.