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Poema melancólico sobre a despedida e a passagem do tempo. O vento leva as memórias da infância e do outono, deixando apenas a solidão, a ausência e a saudade.
Poema melancólico sobre a despedida e a passagem do tempo. O vento leva as memórias da infância e do outono, deixando apenas a solidão, a ausência e a saudade.
Memórias afetuosas de infância e juventude ao lado da avó, dona Estelita. Entre partidas de cartas, confidências e uma mangueira, um relato de amor.
Um eu-lírico caminha melancolicamente por memórias, solidão e dor, sentindo-se um eterno vizinho do mundo em meio a um cenário de frio e nostalgia.
Carlinhos relembra sua infância com o pão de queijo da dona Adélia, o amor platônico por Fernanda, uma mentira sobre a ruiva Mara e, anos depois, reencontra…
Narrativa poética sobre reter o luar por meio de memórias e magia. O autor mistura nostalgia com um guia fantástico para capturar e guardar raios lunares.
Hoje trago traços cruzando as corridas de um amanhã coberto de hosanas preso na garganta de quem canta com esperança o hino que embala as almas, enche o imo…
As horas me chamam… O Pêndulo da Inspiração badala versos, versos divorciados de rimas. A Pena, embebida na seiva azul, baila ao compasso de velha sonata…