Diário de bordo do ontem
poema navega pela memória e escrita como mares da alma. A caneta rompe o escuro do ontem, achando no presente o porto secreto de nossa essência.
poema navega pela memória e escrita como mares da alma. A caneta rompe o escuro do ontem, achando no presente o porto secreto de nossa essência.
Poema lírico reflete sobre a dor da saudade e o peso de lembranças amargas. A tristeza se transforma em conforto ao celebrar o sorriso de quem já se foi.
Uma reflexão autobiográfica de um militar e escritor português sobre suas mais de quatro décadas dedicadas à literatura, ao serviço e à família.
Memórias afetuosas de infância e juventude ao lado da avó, dona Estelita. Entre partidas de cartas, confidências e uma mangueira, um relato de amor.
Um eu-lírico caminha melancolicamente por memórias, solidão e dor, sentindo-se um eterno vizinho do mundo em meio a um cenário de frio e nostalgia.
Esta é a realidade, porque nela contém dor e ódio angústia e memórias. Fechem as bocas e abram os ouvidos, porque o que eu vou contar é a verdade
I rise at 4am as I have for the past 16 years but there’s no-one to call at this ungodly hour. I have ungodly needs. I’m tempted by Ouiji boards, but in…