O ébrio
Sozinho na penumbra da madrugada fria, o homem embriagado e angustiado aceita seu destino silencioso, deixando o tempo cuidar de sua dor.
Sozinho na penumbra da madrugada fria, o homem embriagado e angustiado aceita seu destino silencioso, deixando o tempo cuidar de sua dor.
Análise poética de uma crise profunda: da dor extrema de uma alma encurralada e manipulada à dolorosa caminhada de resiliência e reconexão com o Céu.
A caneta é o para-raios da angústia, colhendo o fogo que o peito não diz; entre a página branca e a hora injusta, o poeta é o mestre da cicatriz.
Esta é a realidade, porque nela contém dor e ódio angústia e memórias. Fechem as bocas e abram os ouvidos, porque o que eu vou contar é a verdade
Tum tum, Tum tum, dois batimentos por vez. Foi assim que eu senti meu coração bater. Sabes quantos segundos tem um milésimo? Não. Ou talvez saibas. Será que…
Olhar distante, cabeça pra baixo, corpo doce, alma vazia. Você já comeu pó? Arranhou seu rosto chorando? Sentiu angústia e olhou de lado e estava sozinho?
Caminhava olhando para baixo… Vez por outra, olhava para os lados e para a frente, mas não importavam as paisagens, as pessoas… Vivia ensimesmado…