jul
2026
30
O ébrio
Sozinho na penumbra da madrugada fria, o homem embriagado e angustiado aceita seu destino silencioso, deixando o tempo cuidar de sua dor.
Sozinho na penumbra da madrugada fria, o homem embriagado e angustiado aceita seu destino silencioso, deixando o tempo cuidar de sua dor.
O poema celebra a rica biodiversidade de aves do cerrado brasileiro, exaltando seus cantos, cores e presenças em árvores, campos e riachos.
Encante-se com estes versos sobre a energia e a beleza das Cataratas do Iguaçu, uma maravilha que renova a alma e celebra a natureza do Brasil!
Poema lírico e melancólico sobre a passagem do tempo, superação do medo e as inevitáveis dualidades da vida, onde a dor, a memória e a morte se entrelaçam.