Pietro Costa: quando a poesia rompe fronteiras e transforma a palavra em território de encontro


Pietro Costa
- Palavras secas - 26 de outubro de 2026
- Concurso Literário Poesias sem Fronteiras - 20 de outubro de 2026
- Quinto giro solar - 13 de outubro de 2026

Natural de Brasília (DF), é escritor, poeta e Assessor Jurídico de 2ª Instância do MPU (PGJM). Autor de 11 livros, ganhou projeção internacional com O Barco e o Verbo: 10 Anos de Travessia Literária, lançado na London Book Fair 2026, onde recebeu o título Royal Writer of the Year. Seu livro Requintes de Sensibilidade (2025) foi lançado no Salão do Livro de Genebra 2026, ampliando o alcance de sua poesia no cenário europeu. Vencedor do Troféu Clarice Lispector 2024 (SolRidente) e do 1º Concurso Mágico de Oz 2025 (A Matemática da Presença), integrou a delegação brasileira no Festival Internacional de Poesia de Bucareste (2025). Professor de Escrita Criativa, Idealizador e Facilitador do LabVerso: Núcleo de Poéticas Experimentais e Mentoria Literária de Alta Formação, Doutor Honoris Causa Mult., soma mais de 400 participações em coletâneas literárias.


Pietríssimo, seu poema transborda humanismo! Acredito poiamente que a tem a capacidade de romper fronteiras geográficas, culturais e, principalmente, afetivas. Os elementos do poema: alfândega, mapa, arquipélago, porto, oceano e barco — coroam uma belíssima metáfora do verbo, representando um elo entre pessoas e mundos!
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