Palavras clínicas
Ainda não sei o que dizer pra o mundo quando de ti perguntarem. Não faço a mínima ideia do que dizer pra mim na hora de dormir. Minha boca, Meus olhos…
Ainda não sei o que dizer pra o mundo quando de ti perguntarem. Não faço a mínima ideia do que dizer pra mim na hora de dormir. Minha boca, Meus olhos…
Não vou fugir desta vez, não. Não vou correr pra me esconder. Se vais cavar minha cova, que seja com honra. Ou queres cremar? Seja lá como quiseres, eu vou…
O meu rosto está seco, morno e fechado. Eu queria morrer de chorar, deixar toda água
do meu corpo jorrar, correr até seu corpo e me desfazer como lama.
Loide Afonso: Poema ‘Grito silencioso’ O sol, sempre brilha Pra os grandes e pequenos Pretos E brancos Amarelos e vermelhos Putos e kotas Altos e baixos Frescos e secos Aqui, o brilho é o mesmo O céu sempre sereno Os raios, oh!
Foram passos largos e rápidos, batimentos cardíacos sem velocidade definida, corpo suando, adrenalina a mil, olhos embaçados, música alta do vinil.
Com quantos paus se constrói uma canoa, afinal? Os tais faróis da cidade quase não brilham. Piscam cima, baixo afinal, eles não são obrigados a nos iluminar…
A dor era tudo que eu sentia; mesmo tentando fugir dela ela doía. Eu não quero ser o tipo de ser humano que chora, sem uma pedra nas mãos. Não quero estar vazia