Uma estrela a menos
Uma estrela desejada é finalmente alcançada, mas sua luz se desfaz entre os dedos, deixando no céu uma ausência e, na mão, um vazio maior.
Uma estrela desejada é finalmente alcançada, mas sua luz se desfaz entre os dedos, deixando no céu uma ausência e, na mão, um vazio maior.
Na busca por Deus, o eu se dissolve até desaparecer, deixando apenas a paradoxal plenitude do vazio e uma experiência radical de transcendência.
O texto reflete sobre a arquitetura, o vazio e o inevitável colapso da realidade material, sugerindo que o universo tenta localizar um endereço inexistente.
O poema retrata o esgotamento existencial e a dor silenciosa. Sem voz, o sofrimento torna-se intraduzível, culminando no vazio e na perda do próprio ser.
A primeira coisa que desapareceu não foi uma pessoa, nem um objeto, nem uma lembrança. Foi uma certeza. Talvez você conheça essa sensação. Talvez não. Talvez…
Começa sempre com uma medida. Não de tempo, nem de distância, mas de ausência. Como se o vazio pudesse ser calculado em metros, pesado em silêncio…
A dor era tudo que eu sentia; mesmo tentando fugir dela ela doía. Eu não quero ser o tipo de ser humano que chora, sem uma pedra nas mãos. Não quero estar vazia