Quando a alma vai embora
O poema retrata o vazio profundo e a ausência deixados pela partida da alma, restando apenas marcas de saudade na memória e um corpo sem história ou horizonte.
O poema retrata o vazio profundo e a ausência deixados pela partida da alma, restando apenas marcas de saudade na memória e um corpo sem história ou horizonte.
Entre o silêncio e a calma da noite, Karen Iveth Orellana encontra um refúgio íntimo onde a alma repousa, se recolhe e reencontra sua própria verdade
Em Saudade, Laskiaf Amortegui transforma a casa em guardiã das lembranças, revelando a ausência da mãe e a permanência da memória familiar.
Em “Inimaginável”, Evani Rocha transforma saudade, ausência e incerteza em imagens poéticas de amor, perda e um futuro que inquieta a alma.
Elisa Mascia transforma a espera amorosa em experiência sagrada, na qual ausência, desejo e reencontro conduzem à comunhão e à transcendência.
Abra o coração para ‘5 de setembro’, o tocante poema de Adriana Rodríguez sobre a melancolia do tempo, a distância e a intensidade do amor. No Jornal ROL
Começa sempre com uma medida. Não de tempo, nem de distância, mas de ausência. Como se o vazio pudesse ser calculado em metros, pesado em silêncio…