Lembranças
Uma mente apaixonada chora amores impossíveis de tocar. Seria uma lembrança real ou ilusão de vazios? Onde estás, amor do meu ontem?
Uma mente apaixonada chora amores impossíveis de tocar. Seria uma lembrança real ou ilusão de vazios? Onde estás, amor do meu ontem?
Adriana Rocha: ‘Entre ausências e retornos’ Há ausências que não fazem barulho, mas ecoam… A cada nova edição do Jornal ROL, reencontro a alegria de ler textos que inspiram e de ver novos colegas enriquecendo esse espaço de reflexão e diálogo. Sinto
Poema melancólico sobre a despedida e a passagem do tempo. O vento leva as memórias da infância e do outono, deixando apenas a solidão, a ausência e a saudade.
E quando o sol enfim romper a noite, restará de ti apenas o rumor suave que a manhã carrega — o sopro que abandona os frutos, a claridade que se desfaz como…
Muito cedo, descobri que Papai Noel era só uma foto, ou algum senhor de barbas brancas, com roupas vermelhas, e ar bonachão. Literalmente, nunca acreditei…
Cruzamos tempo, espaços e caminhos, dormindo ao som dos ventos, distraídos, mas hoje, enfim, nos vemos reunidos, quebrando a solidão dos desalinhos.
Minha saudade virou interrogação, não vejo por que a sentir. Para que sentir saudade de algo ou alguém tão irreal de sentimentos? Nem toda saudade precisa…