Lembranças
Uma mente apaixonada chora amores impossíveis de tocar. Seria uma lembrança real ou ilusão de vazios? Onde estás, amor do meu ontem?
Uma mente apaixonada chora amores impossíveis de tocar. Seria uma lembrança real ou ilusão de vazios? Onde estás, amor do meu ontem?
Entre perdas, frestas e dores, a alma se desfaz para renascer: pela fé e no ritmo da natureza, encontra resiliência, paz e o voo de uma vida inteira.
No céu da poetisa, a lua vira poesia, a aurora ganha cor e o amor vira flor. Sob o olhar boêmio, a jornada é infinita, a vida é fugaz e a morte se faz etérea.
Reflexão íntima e poética que cruza a física e o sentimento, mostrando como a entropia e o caos moldam o amor, o tempo e a nossa busca por liberdade.
Sozinho na penumbra da madrugada fria, o homem embriagado e angustiado aceita seu destino silencioso, deixando o tempo cuidar de sua dor.
Em meio a um deserto equatorial e lembranças de chuva, o poema explora a dor, o amor passageiro e a partida, culminando numa estranha quietude final.
Poesia romântica sobre dois amantes virtuais que encontram na literatura de Pessoa, Drummond e Caio Fernando o refúgio para viver uma paixão intensa e atemporal