O ébrio
Sozinho na penumbra da madrugada fria, o homem embriagado e angustiado aceita seu destino silencioso, deixando o tempo cuidar de sua dor.
Sozinho na penumbra da madrugada fria, o homem embriagado e angustiado aceita seu destino silencioso, deixando o tempo cuidar de sua dor.
Em meio a um deserto equatorial e lembranças de chuva, o poema explora a dor, o amor passageiro e a partida, culminando numa estranha quietude final.
Poesia romântica sobre dois amantes virtuais que encontram na literatura de Pessoa, Drummond e Caio Fernando o refúgio para viver uma paixão intensa e atemporal
O poema reflete sobre a vida, mostrando como a beleza traz cor, os medos tiram o sabor, mas o amor surge como a força essencial para dar verdadeiro sentido à…
Apesar de ter olhos, não consigo ver coisas belas. Embora tenha ouvidos, não consigo ouvir notas doces. Tenho um coração, mas nele não nascem sentimentos.
Minha saudade virou interrogação, não vejo por que a sentir. Para que sentir saudade de algo ou alguém tão irreal de sentimentos? Nem toda saudade precisa…
Na poesia me encontro. Garimpando letras, formando palavras, dando forma aos sentimentos. Com a poesia, mesmo na feiura, encontra-se o belo. O árido fica…