Olhos de poeta
No céu da poetisa, a lua vira poesia, a aurora ganha cor e o amor vira flor. Sob o olhar boêmio, a jornada é infinita, a vida é fugaz e a morte se faz etérea.
No céu da poetisa, a lua vira poesia, a aurora ganha cor e o amor vira flor. Sob o olhar boêmio, a jornada é infinita, a vida é fugaz e a morte se faz etérea.
As horas me chamam… O Pêndulo da Inspiração badala versos, versos divorciados de rimas. A Pena, embebida na seiva azul, baila ao compasso de velha sonata…
Meu cantinho poético, amo este lugar.
Dele saem meus versos, diário poético.
Meu cantinho de paz.
No eco da saudade, te convido a lembrar. Fechas os olhos, e lá estarei a sorrir, a te contemplar. Com ternura, segredos ao vento vou te confessar.
Guilherme César Machado de Araújo escreve poesias desde 2002, tendo ingressado no saite Recanto das Letras em 2011, visando compartilhar seus textos.
Escrevo quem significo deixando versos livres sentirem meu existir. Sem olhares descrevo meu sentir; choro chuva de adequadas lágrimas, vivendo na primavera…
Dentro de mim, uma voz chorosa ecoa. Sinto o coração queimar no peito, urge expor o que vai na alma! Lá no íntimo, essa voz lacrimosa clama por alívio…