Sergio Diniz da Costa: ‘Nudez poética’


de velha sonata
Microsoft Bing. Imagem criada pelo Designer
As horas me chamam…
O Pêndulo da Inspiração badala versos
Versos divorciados de rimas.
A Pena, embebida na seiva azul,
Baila ao compasso de velha sonata
Gemendo canções nostálgicas.
Poeta das horas silenciosas
Sopro versos como infantes bolhas.
Desnudo minh’alma das máculas vespertinas.
Sou solitário poeta de seres encantados
Solitária câmara desfilando formas.
Criador e criatura, ao bafejo de sonhos.
Minha alma e minha Pena:
A nudez de meus versos se cobriu
Das recatadas vestes do amanhecer.
O poeta parte… derradeiro.
Sergio Diniz da Costa
Contatos com o autor
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Natural de Sorocaba (SP), é escritor, poeta e Editor-Chefe do Jornal Cultural ROL. Acadêmico Benemérito e Efetivo da FEBACLA; membro fundador da Academia de Letras de São Pedro da Aldeia – ALSPA; Acadêmico Imortal Fundador da Académie Léon-Gontran Damas des Lettres et Arts de la Guyane française; Fundador Imortal del Núcleo de Artes, Ciências e Letras de Assunção|Paraguai e membro da Academia dos Intelectuais e Escritores do Brasil – AIEB. Autor de 8 livros. Jurado de concursos literários. Recebeu, dentre vários titulos: pelo Supremo Consistório Internacional dos Embaixadores da Paz, Embaixador da Paz e Medalha Guardião da Paz e da Justiça; pela Real Ordem dos Cavaleiros Sarmathianos, Benfeitor das Ciências, Letras e Artes; pela FEBACLA: as Comendas: Baluarte da Literatura Nacional; Láurea Acadêmica Qualidade Ouro; Chanceler da Cultura Nacional e Ativista da Cultura Nacional ; pelo Centro Sarmathiano de Altos Estudos Filosóficos e Históricos, Benemérito Pesquisador em Artes e Literatura e Dr. h. c. mult.; Pela Academia de Letras de São Pedro da Aldeia, o Título Honra Acadêmica, pela categoria Cultura Nacional e Belas Artes; Grão-Mestre das Artes; Mestre dos Saberes Luso-Brasileiro; pela Academia dos Intelectuais e Escritores do Brasil – AIEB, Grandes Escritores do Brasil.


Magnânimo poema, enriquecedor de minha alma como um reflexo amoroso de divindade inspiradora.
Parabéns pela obra prima!
Gratíssimo por seu comentário, Ella!
Esse poema é da minha primeira fase poética, antes dos 30 anos de idade.