maio 06, 2026
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Nudez poética

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Sergio Diniz da Costa: ‘Nudez poética’

Sergio Diniz
Sergio Diniz
A Pena, embebida na seiva azul, baila ao compasso de velha sonata
A Pena, embebida na seiva azul Baila ao compasso
de velha sonata
Microsoft Bing. Imagem criada pelo Designer

As horas me chamam…

O Pêndulo da Inspiração badala versos

Versos divorciados de rimas.

A Pena, embebida na seiva azul,

Baila ao compasso de velha sonata

Gemendo canções nostálgicas.


Poeta das horas silenciosas

Sopro versos como infantes bolhas.

Desnudo minh’alma das máculas vespertinas.


Sou solitário poeta de seres encantados

Solitária câmara desfilando formas.

Criador e criatura, ao bafejo de sonhos.

Minha alma e minha Pena:

A nudez de meus versos se cobriu

Das recatadas vestes do amanhecer.

O poeta parte… derradeiro.


Sergio Diniz da Costa


Contatos com o autor

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Sergio Diniz da Costa
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2 thoughts on “Nudez poética

  1. Magnânimo poema, enriquecedor de minha alma como um reflexo amoroso de divindade inspiradora.
    Parabéns pela obra prima!

    1. Gratíssimo por seu comentário, Ella!

      Esse poema é da minha primeira fase poética, antes dos 30 anos de idade.

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