Conchas e o mar adentro
Conchas esmagadas em sofrido aperto contritas consternadas pelo vento, constantes sopros desmesurados neste amor que une graciosas pérolas, rochas com a…
Conchas esmagadas em sofrido aperto contritas consternadas pelo vento, constantes sopros desmesurados neste amor que une graciosas pérolas, rochas com a…
A dor era tudo que eu sentia; mesmo tentando fugir dela ela doía. Eu não quero ser o tipo de ser humano que chora, sem uma pedra nas mãos. Não quero estar vazia
Gosto da forma desenfreada que o vento e ambiente casou entre entradas e saídas
Idas e vindas, risadas e o crush das câmeras. Atenção, isto não é…
Já fui semente ao pó desamparada, sem luz, sem água, à terra me entreguei;
na luta agreste, em dor desesperada, ergui-me ao sol, no fogo me encontrei.
Sempre vi o frio como poesia sazonal. Ele chega devagar, no começo do outono, cortante e sussurrante — um frio que as pessoas desprezam, até que percebem
Sobre a mesa os cotovelos magros, e as mãos com seus dedos longos e finos apoiando o queixo… Era uma mesa de madeira lisa, dura, silenciosa. Os lábios…
Eliana Hoenhe Pereira: Poema ‘Revisitei o meu passado’ Revisitei o meu passado! Um roteiro inacabado em construção e sem buracos no coração. Naveguei em um mar de lembranças fui até onde o coração alcança. Um ciclo constante, em direção ao horizonte. Às