Clarões amorosos
Quando juraste tornar-te a minha voz e o meu eco, por que é que andorinhas voaram do meu peito e o horizonte se expandiu?! Uma mulher basta? – Tu és todas…
Quando juraste tornar-te a minha voz e o meu eco, por que é que andorinhas voaram do meu peito e o horizonte se expandiu?! Uma mulher basta? – Tu és todas…
Quero que o filme me surpreenda, me sacuda, me faça duvidar das minhas próprias emoções. Quero aquele instante em que você se senta, as luzes se apagam, e…
“Sempre haverá o botão de uma rosa se abrindo”. Assim ouvi, adentrando no jardim em ruína. De quem era aquela voz? Por que a mim se dirigia? E onde estavam…
Como eu sei que é uma cotovia que me canta à janela nas manhãs de sentinela… graças à beleza de seu canto proverbial, a cotovia… O pássaro pontual me habita…
Não há porque tentar imitar os contornos de um sorriso mais bonito. Também não é preciso elevar a voz para que eu o escute. Seu sorriso é o mais encantador…
Já pouco sei de ti… de nós já só restam fragmentos… Rasguei a tua imagem… apaguei a tua voz… Lavei os vestígios de ti na minha alma… Arrefeci o teu toque…
Nos ventos a soprar, encontro minha voz, coragem e fé, na jornada sem repousar. Estrelas guiam, estradas se revelam, E no mar sereno, o brilho que se espelha.