out
2026
26
Palavras secas
Um retrato cru e profundamente poético sobre a fome, a terra árida e o silêncio, ecoando a aspereza cortante da grande obra de Graciliano Ramos.
Um retrato cru e profundamente poético sobre a fome, a terra árida e o silêncio, ecoando a aspereza cortante da grande obra de Graciliano Ramos.
Virgínia assunção: ‘Na Terra da Asa Branca- Uma bricolagem literária com Luiz Gonzaga’ Naquela tarde, quando “a asa branca bateu asas do sertão”, seu Luiz já sabia: era dia de arrastar o pé. A sanfona gemia no canto da sala, chamando feito
Fim de tarde. Na várzea do meu sertão, mata seca, chão ressequido, solidão. Galhos secos e avencas, espinhos de mandacarus perfuraram meu peito. Feridas…
Mãe, sábia como a brisa da manhã, traz consigo a luz que desfaz toda sombra, E no olhar, a ternura que acalma e embala. É amor que em cada gesto se assombra…