O canto d’aurora
Às madrugadas de madrugadas, sem abalroares d´águas sobre o chão, acorda vivos, caminhantes e esperanças, tom´almas, corações, se faz canção.
Às madrugadas de madrugadas, sem abalroares d´águas sobre o chão, acorda vivos, caminhantes e esperanças, tom´almas, corações, se faz canção.
Olhar distante, cabeça pra baixo, corpo doce, alma vazia. Você já comeu pó? Arranhou seu rosto chorando? Sentiu angústia e olhou de lado e estava sozinho?
Nos trilhos, nos assobios das palavras, nos sons dos antepassados, nos abismos que abriga as almas é o meu caminho, meu espinho belo, Alimento estético…
Entre sombras e suspiros de saudade, ecoa a voz taciturna do amor, como um sussurro que invade o coração sedento por calor. Um beijo que deseja ser abraço…
Ao longo das décadas que se passaram… Desde a primeira matéria que aqui brotou, há muito a agradecer, sem sombra de dúvida… O Jornal Rol, robusto pilar,…
Poema ‘Na sombra da existência’
Um lindo poema da autora Ana Kelly
As gárgulas das horas trazem lembranças tóxicas e acoitam as almas enquanto bordam nas almofadas dos sonhos e em angustiantes poemas os barcos afundados…