José Antonio TorresImagem gerada por IA da Meta. Gerada em 01 de abril , às 07:23
Ao despertar, abro o livro da vida. É como se abrisse a janela da alma e deixasse fluir de mim os melhores sentimentos.
Muitas páginas já foram escritas… Algumas ainda por escrever. Há muitas flores, alguns espinhos, mas procuro sempre ressaltar o que vale a pena se ver.
Não escrevo sobre mágoas, pois elas em mim não residem. Prefiro enaltecer e dar cores aos momentos de felicidade e de amor.
Nos jardins, aromas que inebriam. Nas estradas, novos amigos surgem. Mares, montanhas e luzes nos maravilham todos os dias.
Minha pena desliza pelas folhas deste livro, registrando cada momento. Só desejo que, ao fim da minha jornada, não haja dor e nem lamentos.
Que eu possa transmitir a quem o ler, que a vida, apesar das tristezas, deve ser vivida intensamente. Sem medos, fraquezas ou dúvidas e atento às belezas e oportunidades de ser feliz imensamente.
Palavras que viram ação: literatura engajada marca lançamento de As Magias da Sustentabilidade
Capa do livro As Magias da Sustentabilidade
Evento na AFPESP reúne autores de todo o país em coletânea que une literatura, consciência ambiental e impacto social
São Paulo – Na manhã de quinta-feira, 19 de março de 2026, a sede da AFPESP (Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo) foi palco de um raro momento de pausa em meio à correria paulistana. O lançamento da coletânea As Magias da Sustentabilidade, realizado às 10h, transformou o espaço em um encontro de ideias, afetos e propósitos.
Mais do que uma sessão de autógrafos, o evento apresentou ao público uma proposta clara: usar a literatura como ferramenta de conscientização ambiental e transformação social.
Organizada pela escritora Maria Rosana Navarro e lançada pela Sensibiliza, a antologia reúne autores de diferentes regiões do Brasil, construindo um mosaico de vozes que dialogam com um dos temas mais urgentes da atualidade. A obra aposta em um diferencial importante: trata a sustentabilidade não apenas como discurso, mas como experiência sensível, aliando imaginação, afeto e responsabilidade.
📚 Diversidade de vozes e olhares
A coletânea se destaca pela pluralidade. Autores de cidades como Porto Alegre, Fortaleza, Bahia, Ubatuba, e tantas outras cidades contribuem com narrativas que ampliam o olhar sobre as questões ambientais no país.
Entre os participantes, a escritora Vanessa Leite reforça sua marca autoral ao transformar elementos da natureza em experiências poéticas acessíveis ao público. Já o escritor Josemir Lemos, reconhecido por sua atuação na literatura infantil, contribui com sua habilidade de abordar temas complexos de forma lúdica e envolvente.
Também integra a obra o médico e ambientalista Gilberto Natalini, cuja trajetória pública fortalece o diálogo entre literatura, política e sustentabilidade, ampliando o alcance da proposta da coletânea.
🌎 Literatura que gera impacto
Um dos pontos mais relevantes do projeto vai além das páginas do livro. Parte da renda arrecadada com a venda da coletânea será destinada à ONG Batalha Animal, que atua na proteção e cuidado de animais em situação de vulnerabilidade.
A iniciativa conecta, de forma concreta, os pilares da sustentabilidade: ambiental, social e econômico. Mostrando que a literatura pode ultrapassar o campo simbólico e gerar impacto.
💡 Inovação e propósito
O evento contou ainda com a presença do ilustre Fábio Fox, presidente da Sensibiliza, do chamado setor 2.5, modelo que une a lógica da iniciativa privada com o compromisso social, reforçando a importância de parcerias entre cultura, empreendedorismo e responsabilidade coletiva.
A proposta dialoga diretamente com um novo perfil de leitor: mais atento, mais crítico e em busca de obras que não apenas contem histórias, e sim que provoquem reflexão e ação.
🌱 Entre a magia e a realidade
Ao longo do evento, ficou evidente que As Magias da Sustentabilidade encontra um equilíbrio raro. A obra não se apoia em discursos alarmistas nem em fantasias vazias. Em vez disso, constrói pontes entre sensibilidade e consciência, oferecendo ao leitor caminhos possíveis para compreender, e enfrentar os desafios ambientais do presente.
“Quando a literatura toca o coração, ela abre espaço para a mudança”, comentou um dos participantes durante o evento.
✨ Um movimento que já começou
Com lançamento presencial em São Paulo e previsão de encontro online para reunir autores de diferentes regiões, a coletânea se consolida como um projeto que ultrapassa barreiras geográficas e amplia o diálogo nacional.
Mais do que um livro, As Magias da Sustentabilidade se apresenta como um movimento.
E, ao que tudo indica, o feitiço já começou a fazer efeito: palavras que educam, histórias que sensibilizam e ações que transformam mostram que a literatura ainda é uma das ferramentas mais poderosas para mudar o mundo.
👉 Não é apenas um livro, e deveras um convite à mudança. Garanta já o seu exemplar de As Magias da Sustentabilidade e faça parte dessa transformação. Disponível agora na Hotmart. 🌱
Paulo Siuves: ‘Ninguém entra duas vezes no mesmo rio’
Paulo SiuvesImagem criada por IA do Gemini – 19 de fevereiro de 2026, às 16h25
Saí de casa e vi um ônibus passar. Não era só um ônibus. Era uma cápsula do tempo.
Painel digital, porta automática, câmera interna, letreiro de LED. Só o motor barulhento não mudou — continua o nosso velho e bom busão.
Quase nada nele parecia com os que passavam quando eu era moleque. Os de antes gemiam, tremiam, soltavam fumaça, tinham bancos duros e janelas que se abriam à força. Hoje tem ar-condicionado.
Quarenta anos de tecnologia entre um veículo e outro — e, mesmo assim, a rua era a mesma. O ponto era o mesmo. O asfalto era o mesmo. Só eu não era.
O que passa pela retina é presente. O que passa pela memória é outra cidade. Outro corpo. Outro tempo. Outro eu.
Há coisas que mudam fora da gente. Outras mudam dentro. E há aquelas que mudam a gente por dentro.
De tempo em tempo, alguém surge lá dentro. Um outro eu — mais ranzinza, mais cansado. Enquanto o anterior permanece ali, em suspensão, esperando para ver o que vai acontecer.
Ser arguido por alguém no espelho é rotina. Um sujeito que me encara como se fosse testemunha de um crime que eu não lembro de ter cometido. Um desaforo íntimo. Um confronto sem plateia. Às vezes penso: como é que eu ainda não dei um soco naquele sujeito?
Os que morreram dentro de mim não me incomodam. O que fumava, por exemplo — já foi tarde. Morreu no fim de 2009. Esses eu enterrei em silêncio. Esses descansam.
O problema são os outros. Os que se recusam a morrer. Os que voltam como requerentes da própria existência. Os que batem à porta da consciência pedindo explicação. Os que me confrontam toda vez que o espelho acende.
E a mão… Essa mão que amanhece sem pedir licença. Eu olho e não reconheço a pele. Não é a pele que eu lembro. Não tinha tantas rugas. Não tinha tantas histórias. Minha memória guarda uma mão lisa — de quinze, talvez vinte anos. Não essa pele quase sexagenária que agora habito como se fosse de outro endereço.
Às vezes não parece envelhecimento. Parece troca de identidade sem aviso prévio. Como se eu tivesse sido atualizado sem ler os termos do contrato.
Acho que é exatamente isso: não somos feitos de um tempo só. Somos sobreposições. Camadas, pessoas. Versões em conflito. Arquivos vivos.
E, como a cidade, a gente muda de pele sem pedir permissão à memória. O corpo vira outro prédio. O rosto vira fachada velha. O olhar vira outra rua. E a gente caminha dentro de si como quem visita um museu sem placas.
No fim, eu acho que não envelheci. Só acordei num corpo que ainda estou aprendendo a habitar — enquanto versões antigas de mim continuam andando alguns passos atrás, me olhando, em silêncio, como quem pergunta: “foi isso que você fez com a vida que a gente sonhou?”
Advertência: Esta antologia é somente para quem ainda tem uma criança dentro de si, querendo construir mundos imaginários!
Capa da Antologia Manoel de Barros O Poeta das Miudezas
A ANTOLOGIAMANOEL DE BARROS – O POETA DAS MIUDEZAS, organizada por Verônica Moreira e Sergio Diniz da Costa, visa reunir textos de poetas brasileiros que preservam dentro de si um passado em que a tecnologia não substituía o encantamento pela beleza e a importância das coisas que, mais do que impressionar apenas os olhos, impressionavam a alma; as coisas aparentemente insignificantes e do cotidiano, como insetos e pedras, vistas com um olhar próprio das crianças que continuam brincando dentro de si.
UMA BREVE BIOGRAFIA
Manoel Wenceslau Leite de Barros (Cuiabá, 19 de dezembro de 1916 — Campo Grande, 13 de novembro de 2014), conhecido como O Poeta das Miudezas, foi um poeta brasileiro do século XX, pertencente, cronologicamente, à Geração de 45, mas formalmente ao pós-Modernismo brasileiro, se situando mais próximo das vanguardas europeias do início do século e da Poesia Pau-Brasil e da Antropofagia de Oswald de Andrade.
Foi considerado um dos maiores poetas do Brasil, e dos mais aclamados nos círculos literários do Brasil. Seu trabalho tem sido publicado em Portugal, onde é um dos poetas contemporâneos brasileiros mais conhecidos, na Espanha e na França.
Dentre os inúmeros prêmios recebidos, destacam-se o Prêmio Jabuti de Literatura (1989), na categoria Poesia, como o livro ‘O guardador de águas’ e o Prêmio Jabuti de Literatura (2002), na categoria livro de ficção, com ‘O fazedor de amanhecer’.
São características da poesia de Manoel de Barros:
Valorização do pequeno: Em vez de focar em temas grandiosos, ele dedicava seus versos a detalhes que passam despercebidos, encontrando profundidade e significado no que é mínimo e aparentemente trivial.
Perspectiva infantil: O poeta abordava o mundo com a curiosidade, a admiração e a limpidez de uma criança. Essa visão infantil não era ingênua, mas uma forma de desconstruir o olhar adulto para redescobrir o mundo com mais intensidade e encanto.
Natureza como fonte: A natureza, com seus bichos, plantas e rios, era sua principal fonte de inspiração. Ele a via como um laboratório de palavras e um espaço onde as ‘miudezas’ ganhavam voz e vida em seus poemas.
Celebração do cotidiano: Seus poemas exploravam a beleza oculta no dia a dia, nos objetos abandonados e nas experiências comuns, mostrando que a poesia está em todos os lugares, bastando saber ‘ouvir’ e ‘ver’.
REGULAMENTO
1. DO LIVRO IMPRESSO:
A antologia, com tamanho 14cm x 21 cm, e miolo colorido, será editada sob o Selo Ver-Arte.
A inscrição é gratuita e permitida para autores (as) brasileiros(as) maiores de 16 anos residentes em qualquer região do país, no período de 10 de fevereiro de 2026 a 20 de março de 2026, pelo e-meio antologiamanoeldebarros@gmail.com, com o título Antologia Manoel de Barros O Poeta das Miudezas.
Observação 1: O total de coautores será de 50. Portanto, se antes do prazo final das inscrições atingir esse número, as inscrições serão consideradas encerradas.
Observação 2: No envio do texto, pelo e-meio acima, deverão seguir, por anexos, uma foto com ótima resolução, e uma biografia, com 15 linhas no máximo (observado a formatação da página, de acordo com o item 6, c), sendo que, no total de linhas poderá constar o endereço das redes sociais.
4. GÊNERO: Poema
5. TEMA: Miudezas da vida.
6.DO TEXTO:
a)apenas um texto, redigido em português, digitado no Word, e inédito, ou seja, que não tenha sido veiculado em qualquer mídia, garantindo o coautor (a) que o texto é de sua autoria e isento de plágio, de conformidade com o Item 11.1.
b) deve vir revisado. Para tanto, sugere-se o uso de um dos seguintes revisores gratuitos (mas podem ser outros): languagetool.org/pt-BR e QuilBot;
c) FORMATO DA PÁGINA:
Papel: A5;
Fonte: Bookman Old Style;
Tamanho: 12
Espaçamento: simples;
Alinhamento: justificado
MARGENS:
Esquerda: 2,5 cm;
Direita: 1,5 cm;
Superior: 2,0 cm;
Inferior: 1,5 cm;
Obs.: Se o coator (a) encontrar dificuldade de diagramar para o envio do poema, entrar em contato com os organizadores, pelo mesmo e-meio (antologiamanoeldebarros@gmail.com).
e) Quantidade de linhas: cada página deve conter no máximo 22 linhas (versos), com os espaços incluídos, entendendo-se por espaços todas as quebras de estrofes. E os autores devem observar que versos longos podem ocupar mais de uma linha na formatação.
7. VALOR DA ADESÃO:
R$ 250,00 (duzentos e cinquenta Reais), podendo ser pagos em duas parcelas de R$ 125,00 (cento e vinte e cinco Reais), com depósitos pelo Pix veronicanoe398@gmail.com, em nome de Verônica Moreira.
Obs.: O pagamento da primeira parcela deverá ser comprovado no ato da inscrição e envio do texto, da foto e da biografia. E o da segunda parcela, até o final do mês subsequente.
8. PÁGINAS EXTRAS:
Para cada página extra será acrescentado o valor de R$ 50,00 (cinquenta Reais).
9. DO RECEBIMENTO DE EXEMPLAR:
Cada coautor (a) receberá um exemplar da antologia. Em havendo interesse de obter outros exemplares, cada exemplar terá o valor de R$ 50,00 (cinquenta Reais), mais o valor do envio postal.
10. DA CONFECÇÃO DE CARDS:
Com a inscrição e o valor pago integralmente, cada coautor (a) receberá um card para a divulgação de sua participação na antologia.
11. DISPOSIÇÕES FINAIS:
11.1 Do ineditismo do texto
O coautor (a) declara que o texto é de sua autoria, inédito e isento de plágio, nos termos da Lei nº 9.610/88, responsabilizando-se expressamente por futura contestação por parte de terceiros, bem como estando sujeito às penas previstas no artigo 184 do Código Penal, que disciplina a violação dos direitos autorais.
Ver Declaração de Responsabilidade no final deste Regulamento, o qual deve ser preenchido, assinado e enviado, via scanner, para o e-meio antologiamanoeldebarros@gmail.com.
Dos Direitos Autorais e Concessão de Uso (Ver TERMO DE AUTORIZAÇÃO PARA PUBLICAÇÃO EM ANTOLOGIA ao final do Regulamento).
Pelo presente instrumento, cada coautor (a) cede aos organizadores (Verônica Moreira e Sergio Diniz da Costa) o direito de uso não exclusivo da obra para a primeira edição da antologia, em formato impresso e/ou digital, abrangendo a publicação, divulgação e distribuição da coletânea.
Os direitos autorais de cada obra individual, incluindo, mas não se limitando a, direitos de reprodução, adaptação, distribuição e comunicação ao público fora do contexto desta antologia, permanecem integralmente com os respectivos coautores.
Os organizadores comprometem-se a incluir o nome do coautor (a) em todas as reproduções de sua obra na antologia, garantindo o direito de paternidade (crédito autoral)
11.2 Da observância das cláusulas deste Regulamento
O coautor (a) fica ciente de que deve observar as disposições deste Regulamento, sob pena de a inscrição ser desconsiderada, sem a devolução do valor pago.
11.3 Dúvidas sobre o Regulamento
Dúvidas decorrentes do Regulamento, em razão de cláusulas não previstas, serão solucionadas pelos organizadores.
11.4 Data de lançamento da antologia
Salvo motivo de força maior, devidamente comunicado aos (às) coautores (as), a antologia será lançada no mês de maiode 2026;
Verônica Moreira e Sergio Diniz da Costa – Organizadores.
Card de divulgação da Antologia Manoel de Barros o Poeta das Miudezas
ANEXO
TERMO DE AUTORIZAÇÃO PARA PUBLICAÇÃO EM ANTOLOGIA
Nome _________________, nacionalidade, estado civil ___________, profissão ________________, RG ____________ CPF ______________, endereço residencial ______________________________________________________________________, pelo presente termo, autorizoVERÔNICA MOREIRA, brasileira, casada, poetisa, CPF nº 084.247.126-09, residente e domiciliada na Rua Jorcelino Miranda, 355 – Esplanada – CEP 35300-324 – Caratinga-MG, e SERGIO DINIZ DA COSTA, brasileiro, casado, jornalista, RG nº 9.718.845 e CPF nº 020.791.448-63, residente e domiciliado na Rua Belmira Loureiro de Almeida, 484 – Condomínio Piazza Del Platano – apartamento 44, Bloco P – Jardim Piratininga – CEP 18016-321 – Sorocaba (SP), a publicar, na qualidade de Organizadores, e pelo Selo Ver-Arte, na antologia Manoel de Barros – O Poeta das Miudezas, o poema __________________, cedendo-lhes os direitos patrimoniais de autor, dele decorrentes.
Declaro que o poema, cujos direitos patrimoniais foram cedidos, é de minha autoria e inédito, e que assumo, portanto, a responsabilidade que me cabe pelo seu conteúdo, perante a Lei nº 9.610/1988, que versa sobre a proteção dos direitos autorais, isentando os Organizadores ou o Selo Ver-Arte, em quaisquer processos judiciais, caso venham a ocorrer em relação ao texto enviado, devendo, contudo, os Organizadores garantir que os conceitos e pensamentos aí expressos permaneçam fiéis ao original.
Declaro, ainda, estar ciente de que a obra coletiva acima nominada poderá divulgada por todos os meios publicitários, impressos e pela internet (texto, imagem, som, vídeo, lançamentos, debates, entrevistas, entre outros.
Declaro, por fim, estar de acordo que, tão logo a publicação da mencionada antologia seja efetivada, esta autorização reger-se-á pelas cláusulas estabelecidas no respectivo Contrato de Sessão e Transferência de Direitos Patrimoniais de Autor, a ser celebrado entre os Organizadores e o Selo Ver-Arte.
As inscrições ao II Prêmio Laurel Verbum de Literatura de Entretenimento foram prorrogadas até o dia 15 de fevereiro de 2026
Card do II Prêmio Laurel Verbum de Literatura de Entretenimento
As inscrições para o II Prêmio Laurel Verbum de Literatura de entreterimento foram prorrogadas aé o dia 15 de fevereiro de 2026.
O que é o Prêmio Laurel Verbum?
O Prêmio Laurel Verbum de Literatura de Entretenimento é uma iniciativa dedicada a descobrir e consagrar talentos literários, celebrando obras que cativam o público pela criatividade e narrativa. O prêmio busca elevar o patamar da literatura de entretenimento nacional, reconhecendo o mérito de autores que dominam a arte de contar histórias.
Como funciona?
O processo seletivo ocorre em etapas rigorosas:
Inscrição e Avaliação:
Autores submetem suas obras (físicas ou digitais), que são analisadas por uma comissão julgadora composta por especialistas do setor.
Seleção de Finalistas:
Após uma análise técnica detalhada, são selecionadas as obras que mais se destacaram em cada categoria.
Noite de Gala:
O auge da premiação acontece em um evento solene, onde os vencedores são revelados em uma celebração à cultura.
Data da premiação
23/05/2026, em Santo André (SP), na Associação dos servidores públicos municipais de Santo André.
A Experiência do Evento
A noite de premiação é um encontro artístico de alto nível, reunindo poetas, músicos e fotógrafos profissionais em uma atmosfera de celebração. Além de honrar os finalistas e seus convidados, o evento promove o networking e a confraternização com um buffet exclusivo para encerrar a noite com chave de ouro.
Categorias
Melhor Poesia, Melhor Conto, Melhor Romance de Entretenimento, Melhor Fantasia e Ficção Científica de Entretenimento, Melhor Suspense de Entretenimento, Melhor Literatura Infantojuvenil de Entretenimento, Melhor Jornalismo e Documentário de entretenimento (Reportagens/Biografia), Melhor Aventura de Entretenimento, Melhor Poesia em língua inglesa, Melhor Conto em língua inglesa.
Coletânea Pedagógica destaca a arte como linguagem transformadora na formação docente
Card da Coletânea Pedagógica – Vol. 1
Obra reúne produções de alunos de Pedagogia da FAF e propõe uma nova visão sobre o ensino da arte na Educação Infantil.
A Editora Gotland lança o volume 01 da Coletânea Pedagógica: Entre Cores e Letras– A Pedagogia da Expressão, resultado de um projeto educativo desenvolvido com os alunos do curso de Pedagogia da Faculdade do Futuro (FAF), sob coordenação do professor Fabrício Santos, também editor-chefe da publicação.
A coletânea apresenta textos autorais e planos de aula voltados para o ensino da arte na Educação Infantil, propondo abordagens criativas, afetivas e inclusivas para o trabalho pedagógico. A obra é fruto das atividades desenvolvidas na disciplina ‘Ensino da Arte’, e revela como a arte pode ser instrumento de formação sensível, crítica e transformadora.
“Mais do que uma coletânea, este livro é um manifesto artístico-pedagógico que celebra o encontro entre estética e educação, entre teoria e prática, entre o sentir e o saber”, afirma o professor Fabrício Santos.
Com linguagem acessível e conteúdo prático, o livro convida à reflexão sobre a importância da expressão artística na formação dos futuros professores, valorizando o olhar, a escuta e a criatividade como elementos essenciais no processo de ensinar e aprender.
A publicação marca o início de uma série de volumes que pretendem registrar e difundir experiências pedagógicas inovadoras, fortalecendo o diálogo entre universidade e práticas educacionais humanizadas.