O Som das Cores

O Som das Cores é uma exposição que celebra o encontro da pintura com  a música de Fefê Gurman: uma jornada criativa e intuitiva capaz de transformar e renovar sua visão de mundo

Cartaz da exposição ‘O Som das Coisas’

O ‘Som das Cores’ é uma exposição que celebra o encontro da pintura com  a música de Fefê Gurman: uma jornada criativa e intuitiva capaz de transformar e renovar sua visão de mundo.

Fefê Gurman é um artista plástico paulistano, que conviveu com os povos Shipibo da Amazônia Peruana  obtendo conexão com sua arte e espiritualidade. Respirou cultura enquanto esteve inserido na cena musical da Bahia. E foi durante a pandemia, quando vivia numa ecovila na Chapada da Contagem, que Fefê despertou nas artes plásticas um novo caminho criativo.

As obras de Fefê serão exibidas no Centro Cultural Mestre Assis do Embu de 8 de agosto a 5 de setembro de 2026.

A exposição ‘O Som das Cores’ reflete a riqueza e diversidade de sua trajetória artística e vivencial, apresentando quadros feitos com tinta acrílica e texturas.

Reconhecido por suas composições gravadas por Ivete Sangalo, Preta Gil, Lenine e Seu Jorge, mergulhou na pintura durante o isolamento, transformando emoções e vivências em mais de cem obras únicas. Essa exposição expressa em cores a música da vida.

Estrutura da Exposição

A exposição está dividida em quatro séries, permitindo ao público testemunhar a evolução artística de Fefê, sua conexão com a música e as influências que moldaram sua obra.

1.O Olhar

A série O Olhar expressa sobre os sentimentos dos observadores e também sobre o contexto do coletivo que o olho visualizar..

2.Visões

Nesta série, as obras contêm influências xamânicas que envolvem visões, sonhos e suas interpretações. As visões são mensagens de ensinamento. Esta seção contará com obras de natureza mais intuitiva.

3. Mosaico

Inspirada em murais de azulejos, esta série mostra uma maneira vibrante e colorida de pintar com influências de caleidoscópio e mosaicos.

4. Tempo

Esta série abordada influências do movimento digital com misturando formas naturais e artificiais.

https://drive.google.com/file/d/1ljtJ7dlu548KbZIbWReq5uMaAiObotZE/view

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Café, Livros & Arte

Casa Kennedy realiza edição especial do Café, Livros & Arte em homenagem ao legado de Maria Prestes de Albuquerque

edição especial do Café, Livros & Arte em homenagem ao legado de Maria Prestes de Albuquerque

A Casa Kennedy – Centro Cultural Brasil Estados Unidos promove, no próximo 25 de julho, às 16 horas, uma edição especial do Café, Livros & Arte em homenagem aos 99 anos de nascimento da artista plástica Maria Prestes de Albuquerque Ferreira, uma das grandes referências da cultura de Itapetininga.

O evento contará com uma exposição em homenagem à artista com curadoria de Ana Elisa Bloes Meirelles de Arruda e Miranda e Walkiria Paunovic.

A homenageada

Nascida em 17 de maio de 1927, em Itapetininga, Maria Prestes de Albuquerque construiu uma trajetória marcada pela dedicação às artes e à cultura. Filha de José Prestes de Albuquerque e Maria Aparecida de Albuquerque, era sobrinha do ex-presidente do Estado de São Paulo, Júlio Prestes. Ao longo da carreira, estudou pintura com mestres como Alberto Thomazzi e Oscar Campiglia e teve suas obras expostas em importantes salões e mostras no Brasil e no exterior, incluindo Portugal e França.

Além da expressiva produção artística, Maria Prestes também deixou sua marca na vida cultural da cidade como cofundadora e membro atuante da Academia Itapetiningana de Letras, contribuindo para a valorização das artes, da literatura e da preservação da memória itapetiningana.

O encontro na Casa Kennedy terá apresentação musical de Caio Galdino e a presença de escritores convidados e será um momento de celebração da história da artista e de seu legado, reunindo arte, cultura e confraternização em um ambiente aberto ao público. A iniciativa busca manter viva a memória de uma personalidade que ajudou a fortalecer a identidade cultural de Itapetininga e inspirou gerações de artistas e intelectuais.

Maria Prestes de Albuquerque faleceu em 31 de dezembro de 2014, aos 87 anos, em Piracicaba, e foi sepultada no Cemitério do Santíssimo, em Itapetininga.

Serviço

Evento: Café, Livros & Arte – Homenagem aos 99 anos de Maria Prestes de Albuquerque Ferreira

Data: 25 de julho de 2026 (sábado)

Horário:
16h

Local: Casa Kennedy – Centro Cultural Brasil Estados Unidos

Endereço: Rua Prudente de Moraes, 716 – Centro – Itapetininga

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Rampa, o Paraíso Escondido

Renata Barcellos

“Exposição e espetáculo: ‘Rampa, o Paraíso Escondido’”

Logo da seção Entrevistas ROLianas

Card da exposição e espetáculo: ‘Rampa, o Paraíso Escondido
Card da exposição e espetáculo:Rampa, o Paraíso Escondido

Entre os dias 14 e 17 de junho de 2026, o público de São Luís teve a oportunidade de conhecer e se encantar com a exposição fotográfica ‘Rampa, o Paraíso Escondido’, realizada no Golden Shopping Calhau, com visitação aberta das 10:00 às 22:00. Esta apresentou um olhar sensível sobre o povoado de Rampa, localizado no município de Humberto de Campos (MA).

Foi revelado através das imagens, a beleza de suas paisagens, seus rios, sua cultura, sua religiosidade e os modos de vida de uma comunidade que mantém viva sua relação com a natureza e suas tradições. Quem foi apreciar, com certeza, ficou com vontade de conhecer a região. “Partiu, Rampa!?”

A abertura do evento foi marcada pelo espetáculo teatral ‘Rampa, o Paraíso Escondido’, pesquisa e criação de Josimael Caldas. O multiartista realizou três apresentações emocionantes, envolvendo o público em uma experiência poética de memória, identidade e pertencimento.

Em cena, Rampa ganhou voz e corpo através da personificação do território. Assim, conduziu os espectadores por uma viagem pelo rio Maparí, pelas manifestações culturais, pela fé em São Sebastião e pelas histórias de um povo que carrega no cotidiano a força de suas raízes.

Com música ao vivo, poesia, expressão corporal e projeções fotográficas, o espetáculo despertou a atenção de diferentes públicos e recebeu uma resposta extremamente positiva dos visitantes. Humbertuenses que estiveram presentes vivenciaram um momento de reconhecimento e emoção ao verem sua terra representada artisticamente, fortalecendo o sentimento de orgulho e pertencimento. Lindo espetáculo “pluriartes”!!!!

A exposição e o espetáculo transformaram o espaço em um encontro de memórias, afetos e celebração da identidade cultural de Rampa. Assim, mostrou como a beleza de um lugar também vive nas histórias das pessoas que o constroem. Mantenhamos viva a história de nossa região!!! Transmitamo-na aos nossas crianças e jovens!!!!

A mostra fotográfica é um produto do longa-metragem documentário “Josimael Caldas: a trajetória de um artista no teatro maranhense”. Aguardemos!!! Em breve, será apresentado ao público, ampliando o registro da trajetória artística e da relação deste multiartista com sua terra natal. Já curiosa para assistir ao próximo projeto!!!

Enfim, ‘Rampa, o Paraíso Escondido’ foi um show das diversas expressões artísticas!!!! Mais que uma exposição e um espetáculo, foi uma homenagem à memória, à cultura e à riqueza humana de um território. Esta região merece continuar revelando seus encantos.

Realização: Governo Federal através do Ministério da Cultura e lei Aldir Blanc

Apoio: Governo do Estado através da Secretaria de Estado da Cultura

Produção: Egger Consulting

Informações sobre o povoado de Rampa

Localização: município de Humberto de Campos, na região dos Lençóis Maranhenses, no norte do estado do Maranhão. O município integra a mesorregião Norte Maranhense e a microrregião dos Lençóis Maranhenses.

Área territorial do município: de aproximadamente 1.714,625 km², com população de cerca de 25 mil habitantes segundo o Censo 2022 do IBGE.

Geografia da região: apresenta relevo predominantemente plano e baixo, típico das áreas costeiras maranhenses, favorecendo a existência de campos inundáveis, igarapés, manguezais e lagoas sazonais. O clima é tropical quente, com períodos chuvosos e secos bem definidos, característica comum do litoral norte maranhense.

Vegetação do município: composta por formações de Cerrado, vegetação costeira, áreas de manguezal e ecossistemas de transição entre o litoral e o interior do Maranhão. As paisagens locais apresentam campos abertos, vegetação rasteira, áreas alagáveis e forte influência dos ventos litorâneos.

Economia: pesca artesanal, agricultura familiar e extrativismo, atividades tradicionais presentes em grande parte das comunidades rurais do litoral maranhense.

Minicurrículo: JOSIMAEL CALDAS: pedagogo, graduado pela universidade estadual do maranhão. capacitação em projetos culturais pela fundação Getúlio Vargas. Professor de artes cênicas, ator e diretor teatral. É membro da Academia Atheniense de Letras e Artes – ATHEART, cadeira nº 10, tendo como patrono o conterrâneo Humberto de Campos, e membro da Sociedade de Cultura Latina do estado do Maranhão.

ENTREVISTA

1 – O QUE TE MOTIVOU A ORGANIZAR A EXPOSIÇÃO E ESPETÁCULO “RAMPA, O PARAÍSO ESCONDIDO”?

Josimael Caldas: A motivação para organizar a exposição e o espetáculo “Rampa, o Paraíso Escondido” nasceu a partir da realização do longa-metragem documentário Josimael Caldas: A Jornada de Um Artista no Teatro Maranhense”.
Durante o processo de gravação do documentário em Rampa, minha terra natal, o encontro com as paisagens, as belezas naturais e os modos de vida da comunidade, despertou um novo olhar sobre esse território tão rico em memória, cultura e afetos. As imagens registradas durante as filmagens revelaram um lugar de grande beleza: o rio Maparí, os caminhos, a vegetação, os espaços de convivência e a relação harmoniosa entre o povo e a natureza.

Essas fotografias ultrapassaram o registro documental e passaram a contar uma história própria, inspirando a criação de uma exposição que pudesse apresentar ao público a essência e os encantos de Rampa.
A partir dessa inspiração visual, surgiu também o espetáculo teatral, como uma forma de transformar essas memórias em poesia, movimento e emoção. Em cena, Rampa ganha voz e se apresenta como território vivo, revelando suas tradições, sua fé, sua ancestralidade e a força de um povo que mantém suas raízes.

Assim, a exposição e o espetáculo “Rampa, o Paraíso Escondido” tornam-se desdobramentos do documentário, ampliando sua narrativa e compartilhando com o público a beleza de um lugar que muitas vezes permanece desconhecido, mas que guarda histórias, paisagens e sentimentos que merecem ser revelados e preservados.
É uma homenagem à minha terra natal, uma celebração da memória e uma forma de mostrar que Rampa não é apenas um lugar no mapa: é um território de identidade, pertencimento e encantamento.

2 – QUAL FOI A RECEPTIVIDADE PELOS MORADORES DO POVOADO DE RAMPA?

Josimael Caldas: A receptividade dos moradores de Rampa e dos humbertuenses foi extremamente positiva e marcada por muita emoção e sentimento de pertencimento. O público recebeu a exposição e o espetáculo “Rampa, o Paraíso Escondido” com encantamento, reconhecendo nas imagens, na narrativa teatral e nas memórias apresentadas a riqueza de sua própria história.

Muitos espectadores se emocionaram ao ver a beleza das paisagens, dos rios, da natureza e dos elementos culturais que fazem parte do cotidiano da comunidade. Para os rampenses presentes, a experiência representou um momento de valorização da sua identidade, de reconhecimento das suas raízes e de orgulho por ver sua terra natal apresentada artisticamente.
Percebeu-se no olhar do público a conexão afetiva com o território: as lembranças da infância, os costumes, a fé em São Sebastião, os encontros comunitários e a relação com a natureza despertaram memórias coletivas. A exposição e o espetáculo não foram vistos apenas como uma apresentação artística, mas como uma homenagem à história e à vida de um povo.

A resposta dos moradores de Rampa e dos humbertuenses reforçou a importância de iniciativas que valorizam a cultura local, fortalecem o sentimento de pertencimento e revelam ao público a beleza de um lugar que carrega uma grande riqueza humana e cultural.

Viva Josimael Caldas!!!

Renata Barcellos

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Mulheres do Brasil

Centro Cultural Casa Kennedy recebe a exposição

‘Mulheres do Brasil’ nesta sexta-feira (05)

Card da exposição Mulheres do Brasil
Card da exposição Mulheres do Brasil

O evento reúne o talento de diversos artistas plásticos locais, curadoria especializada e apresentações musicais de Caio Galdino e Rebeca Ramos

ITAPETININGA/SP – Arte, sensibilidade e a celebração da identidade feminina tomam conta do cenário cultural da cidade. No dia 05 de junho, às 19 horas, o Centro Cultural Brasil Estados Unidos – Casa Kennedy abre as portas do Auditório Margha Bloes para o vernissage da exposição coletiva “Mulheres do Brasil”.

A mostra reúne as obras de diversos artistas plásticos da cidade, que trazem em suas telas, homenagens e reflexões sobre a pluralidade da mulher brasileira. A curadoria do evento é assinada pelas também artistas plásticas Ana Elisa Bloes Meirelles de Arruda e Miranda e Walkiria Paunovic, garantindo uma narrativa visual coesa, rica e emocionante.

Arte e Música em Sintonia

Para tornar a noite de abertura ainda mais memorável, a programação cultural contará com uma apresentação musical ao vivo. Os músicos Caio Galdino e Rebeca Ramos serão os responsáveis por embalar o público com um repertório selecionado especialmente para dialogar com a atmosfera sensível e poderosa da exposição.

“A exposição ‘Mulheres do Brasil’ é mais do que uma mostra de arte; é um espaço de voz, homenagem e reconhecimento da força feminina através do olhar dos nossos artistas locais”, destacam as curadoras.

Serviço

  • Evento: Exposição “Mulheres do Brasil”
  • Data: 05 de junho (Sexta-feira)

  • Horário: 19h
  • Local: Auditório Margha Bloes – Centro Cultural Brasil Estados Unidos (Casa Kennedy)
  • Atrações Musicais: Caio Galdino e Rebeca Ramos
  • Curadoria: Ana Elisa Bloes Meirelles de Arruda e Miranda & Walkiria Paunovic
  • Entrada: Gratuita

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Jardim Secreto dos Sonhos

Exposição ‘Jardim Secreto dos Sonhos’ homenageia Hans Christian Andersen no Tatuapé

Card da exposição Jardim Secreto dos Sonhos, no Tatuapé
Card da exposição Jardim Secreto dos Sonhos, no Tatuapé

Coletivo Café & Arte em Movimento apresenta mostra poética inédita baseada em pesquisa biográfica e literária do autor dinamarquês durante todo o mês de abril

SÃO PAULO – De 1º a 30 de abril de 2026, a Biblioteca Municipal Hans Christian Andersen, unidade temática em contos de fadas, recebe a exposição ‘Jardim Secreto dos Sonhos – Ecos de Hans Christian Andersen’. Organizada pelo Coletivo Café & Arte em Movimento, a mostra reúne 20 poemas inéditos que celebram o legado do escritor dinamarquês.

O projeto foi idealizado e organizado pela professora e poeta Priscila Mancussi, presidente do coletivo. Cada um dos 20 poetas participantes dedicou-se a um rigoroso processo de estudo sobre a vida e as obras de Andersen, transpondo essas referências para versos contemporâneos. A viabilização do espaço cultural contou com a articulação estratégica dos escritores Josemir Lemos e Clarissa Lemos, enquanto a identidade visual e as artes da exposição são assinadas pela escritora e artista Cristina Pimentel.

Um Sarau para Enaltecer a Poesia

No dia 25 de abril (sábado), das 10h às 12h, o coletivo promoverá um Sarau Especial. Durante o evento, os autores darão voz às suas criações, transformando a leitura em uma performance literária que busca incentivar o hábito da leitura e dar visibilidade aos artistas locais.

Poetas Participantes:

Altamir Costa, Antônio Gringo Barreto, Beto Costa, Carina Gameiro, Clarissa Lemos, Cristina Pimentel, Débora Domingues, Djalma Moraes, Josemir Lemos, Lana Coêlho, Leonardo Andreh, Márcio Zacarias (Arthur Souto), Mayara Lopes, Priscila Mancussi, Ricardo Oliveira, Ricco Cassiano, Shirley Ferro, Su Canfora, Teresinha Rocha e Vânia Moreira.

Serviço:

  • Exposição: Jardim Secreto dos Sonhos – Ecos de Hans Christian Andersen
  • Período: 01/04/2026 a 30/04/2026
  • Horário de visitação: segunda a sexta-feira, das 10h às 19h, e aos sábados, das 10h às 14h.
  • Sarau de Destaque: 25/04/2026 (sábado), das 10h às 12h
  • Local: Biblioteca Pública Municipal Hans Christian Andersen
  • Endereço: Avenida Celso Garcia, 4142 – Tatuapé, São Paulo/SP. CEP: 03064-000
  • Entrada: Gratuita e classificação livre.

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Exposição Batman Day

Edélcio Ipanema realiza a exposição Batman Day, na Câmara Municipal de Sorocaba, em comemoração aos 86 anos do lançamento do herói de sua infância

Card da exposição 'Batman Day', do ilustrador Edélcio Ipanema
Card da exposição ‘Batman Day’, do ilustrador Edélcio Ipanema

Do dia 13 a 31 de outubro de 2025, o saguão Salvadora Lopes, da Câmara Municipal de Sorocaba, estará aberto ao público para a exposição Batman Day, do artista plástico Edélcio Ipanema, que realiza a exposição em homenagem aos 86 anos do herói de sua infância e que tem atraído gerações de aficcionados pelos quadrinhos.

A exposição conta com 22 ilustrações, que demandaram quase dois meses de preparo, com jornadas em torno de 10 horas diárias.

O Homem-Morcego

Batman, por Edélcio Ipanema
Batman, por Edélcio Ipanema

A primeira aparição do herói Batman foi em maio de 1939, na revista Detective Comics nº 27O, criado pelo desenhista estadunidense Robert Kahn (1915-1998), mais conhecido por Bob Kane, nome adotado por ele aos 18 anos e tendo Bill Finger como roteirista.

Por muito tempo, Bill Finger foi deixado por Bob Kane como um colaborador fantasma, vindo a morrer em 1974, quebrado e sem o reconhecimento merecido por seu trabalho. 

Todavia, deve-se a Finger a transformação de Batman no personagem conhecido atualmente, ao dar-lhe um ar mais sombrio e adicionando ao personagem um traje cinza, a capa, as luvas e a identidade de Bruce Wayne.

Num trabalho ainda mais completo e criativo, Finger deu o nome da cidade de Gotham City, introduziu o Batmóvel, o Robin, a Batcaverna, o Comissário Gordon, o Pinguim e o Espantalho. Por essa contribuição, foi considerando, ainda que tardiamente, como o cocriador do icônico Homem-Morcego.

A partir da década de 2010, a DC Comics e a indústria de super-heróis começaram a reconhecer a contribuição de Finger, e ele é agora amplamente considerado o verdadeiro arquiteto do Batman. 

Serviço

Exposição Batman Day

Ilustrador: Edélcio Ipanema

Data: de 13 a 31 de outubro de 2025

Local: Saguão Salvadora Lopes, da Câmara Municipal de Sorocaba

Endereço: Av. Eng. Carlos Reinaldo Mendes, 2945 – Além Ponte.

O ilustrador

Edélcio Ipanema - Foto de sua conta no Facebook
Edélcio Ipanema – Foto de sua conta no Facebook

Um menino de imaginação transbordante, o sorocabano Edélcio Ipanema mergulhava nas páginas das histórias em quadrinhos da Marvel e da DC, e, dentro dele, o gérmen do desenho começava a brotar. Aos poucos, o desejo de ser um grande ilustrador o levava a horas diárias de treino, visando aperfeiçoar seu traço.

Disciplinado, a dedicação ao dom natural o levou a receber bolsas de estudo em escolas renomadas de arte e a expor os desenhos em Sorocaba (Palacete Scarpa, Biblioteca Municipal, Câmara de Vereadores, Uniso e, recentemente, no Pátio Cianê Shopping, com a exposição Super Comics, em homenagem ao Dia Nacional do Quadrinho.

Alcançando outras fronteiras, participou da FATCON, evento GEEK em São Roque (SP), promovido pela FACENS; foi um dos desenhistas especialmente convidados para a exposição no Memorial da América Latina (São Paulo, capital), realizada para homenagear o herói nipônico Jiraya, bem como marcou presença no HQ Fest.

Como freelancer, colabora com FanArt, faz pin-ups para colecionadores e ilustra livros.

Como não poderia deixar de ser, o talento coroou-o com o reconhecimento: Embaixador Del Arte de America; honrarias outorgadas pela Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes – FEBACLA: Doutor Honoris Causa em Belas Artes, Comenda Rafael Sanzio, Comenda Pincel de Ouro 2024, Ativista Cultural, Honra ao Mérito Gonçalves Dias, Honra ao Mérito Nelson Mandela e Guardião da Paz e Justiça e membro da Academia dos Intelectuais e Escritores do Brasil – AIEB, da qual recebeu o título Destaque 2023.

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Ares de primavera

Soraya Balera expõe telas na Câmara Municipal de Sorocaba com o tema Ares de Primavera

Uma das telas da mostra : Sopro da vida
Tecnica: óleo sobre painel
Uma das telas da mostra: ‘Sopro da Vida’ – Técnica:
óleo sobre painel

“Banho-me nas bolhas tocando minha pele e transformando-as na suave brisa criativa. Transmuto o medo através das pontas de meu pincel que dança em formas e cores, dando vida, criando amores.” (Soraya Balera)

Soraya Balera
Soraya Balera

Do dia 15 ao dia 30 de setembro de 2025, o saguão ‘Salvadora Lopes’, da Câmara Municipal de Sorocaba, recebe a mostra Ares de Primavera, da artista plástica Soraya Balera.

Natural de Itapetininga (SP), e radicada em Sorocaba (SP), Soraya Balera é uma artista plástica autodidata. Ainda criança, trazia dentro de si um sonho: desenhar e pintar! Folheava as revistas de sua mãe, desenhando as formas e expressões que ali havia.

Na fase adulta começou o despertar da artista. Amava contemplar o céu e toda natureza a sua volta. Nos sonhos noturnos, também contemplando as estrelas, as flores e toda a natureza que iriam fazer parte da inspiração para a criação de seus trabalhos artísticos.

Suas obras, em óleo sobre tela, retratam a essência dos sonhos noturnos em conexão com a vida real. Sua pintura, além dos elementos da natureza, tal como flores e animais, também explora temas de cunho esotérico, xamânico e mitológico.

Telas além-fronteiras

Soraya já expôs seus trabalhos no exterior, em países como Noruega e Suíça. Em Sorocaba, participou, e foi homenageada com outras artistas, de uma mostra referente ao Dia Internacional da Mulher, na Câmara Municipal, com uma releitura da artista mexicana Frida Kahlo. Em mostras solo, partipou da Feira de Artes Plásticas, Biblioteca Municipal de Sorocaba, Shopping Pátio Ciâne e Espaços Terapêuticos em Sorocaba.

Reconhecimento

Seu talento na pintura tem sido reconhecido, sendo nomeada como Embaixadora de Arte da América pela Universidade de Piura (Peru) e empossada como Acadêmica Internacional da Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes – FEBACLA.

Tema da mostra

A mostra Ares da Primavera reúne 10 quadros, cada um, cujo preparo demandou de uma semana até três meses. Sobre a primavera, como estação escolhida para a mostra, Soraya declara, com o enlevo de uma grande artista: “É nela que minha alma conversa com o Sol, com as flores, com tudo que há de belo. As variedades de flores que iluminam meu jardim na criação artística é o que me faz feliz. É a estação que ilumina minha vida”.

O que o público vai encontrar na mostra

“Espero que as pessoas encontrem o amor que foi registrado em cada pincelada, em cada mistura de cores. Que levem e passem adiante as boas energias que puderam sentir em minhas obras expostas no saguão da Câmara Municipal de Sorocaba”, conclui Soraya Balera, com um brilho nos olhos, próprio de quem respira a arte como o oxigênio da alma.

Redes sociais de Soraya Balera

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