“Prometi um dia voltar, com o livro pronto e acabado. Cumpri. Voltei no dia 19 de novembro de 2015 – Dia da Bandeira – para lançá-lo. Fato acontecido na Câmara de Jacuí.“
É verdade !
Fui a Jacuí (MG) em 2014. A razão era Honório (o Marquês de Paraná), mas encontrei primeiro, Fernando de Miranda Jorge. Nesta reunião, também se fez presente o Maurício, e mais uma senhora (que maçada, pois não me lembro de seu nome…).
Prometi um dia voltar, com o livro pronto e acabado. Cumpri. Voltei no dia 19 de novembro de 2015 – Dia da Bandeira – para lançá-lo. Fato acontecido na Câmara de Jacuí.
Festa completa ! Meu amigo, o Fernando não deixou por menos… Amigos seus, políticos (quatro ex-prefeitos), o então Prefeito, o Presidente da Câmara, historiadores e todos aqueles que lutam para preservar a memória e a história de nosso país lá presentes.
Sempre digo que não houve lugar, e olhe que viajei por quatro estados e 17 cidades, que tenha me recebido com tanta honra e respeito como aconteceu ali. Inesquecível ! Nem na cidade em Cruzeiro isto aconteceu… Aliás… Deixa para lá…
Nada aconteceria sem o meu fiel escudeiro, o Fernando.
Mostrou-me lugares e contou-me histórias, por onde viveu e passou o “menino” Honório, na cidade de Jacuí, então rota e caminho do ouro, das minas gerais… Um dia esta referência daria nome ao grande estado e nosso vizinho de fronteiras.
Conheci, o possível local de seu nascimento. Também conheci as ruas e logradouros por onde certamente aquele menino, que um dia faria história neste país, certamente se deslocou.
Honório viveu pouco naquele lugar. Não mais que cinco anos. Uma tragédia o acolherá, com a morte de sua mãe, fazendo com que o mesmo tenha que se mudar para Vila Rica, a bela Ouro Preto de hoje, onde permaneceu até os 16 anos.
Porém, Honório deixou gente que ama aquela região tomando conta do lugar, de montanhas altas e vento frio, que penteiam os cafezais, dando-lhes a cor indescritível e talvez quem sabe, a têmpera e a personalidade daquela gente, que sabe como ninguém acolher os forasteiros (como eu !), e deixá-los sempre com a sensação, de que Jacuí, em Minas Gerais, é muito mais que um belo lugar do Brasil !
Termino minhas saudações e agradecimentos, por aqueles belíssimos e encantadores momentos, proporcionados por aquele povo com alguns versos apaixonados de Gonçalves Dias…
Não permita Deus que eu morra
Sem que eu volte para lá;
Sem que disfrute os primores
Que não encontro por cá…
Até um dia Fernando, Maurício, Honório (de Jacuí, em Minas Gerais…), e tantos que me ajudaram a contar esta história !
O autor, fotografando um ‘Marquês’ para o amigo Fernando de Miranda Jorge
Neste registro, a classe política, com três ex-prefeitos
O autor, ladeado, à esquerda, por Fernando Miranda Jorge e, à direita, o então prefeito de Jacuí/ MG, David Miranda
O autor, com Maurício Ernesto Coelho, que, na oportunidade, fez uma belíssima homenagem à Bandeira
Brasileira
Entre historiadores e autoridades presentes na Câmara de Jacuí
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Natural de Sorocaba (SP), é escritor, poeta e Editor-Chefe do Jornal Cultural ROL. Acadêmico Benemérito e Efetivo da FEBACLA; membro fundador da Academia de Letras de São Pedro da Aldeia – ALSPA e do Núcleo Artístico e Literário de Luanda – Angola – NALA, e membro da Academia dos Intelectuais e Escritores do Brasil – AIEB. Autor de 8 livros. Jurado de concursos literários. Recebeu, dentre vários titulos: pelo Supremo Consistório Internacional dos Embaixadores da Paz, Embaixador da Paz e Medalha Guardião da Paz e da Justiça; pela Soberana Ordem da Coroa de Gotland, Cavaleiro Comendador; pela Real Ordem dos Cavaleiros Sarmathianos, Benfeitor das Ciências, Letras e Artes; pela FEBACLA: Medalha Notório Saber Cultural, Comenda Láurea Acadêmica Qualidade de Ouro; Comenda Baluarte da Literatura Nacional e Chanceler da Cultura Nacional; pelo Centro Sarmathiano de Altos Estudos Filosóficos e Históricos, Pesquisador em Artes e Literatura e Dr. h. c. mult. Pela Academia de Letras de São Pedro da Aldeia, o Título Imortal Monumento Cultural e Título Honra Acadêmica, pela categoria Cultura Nacional e Belas Artes; Prêmio Cidadão de Ouro 2024, concedido por Laude Kämpos. Pelo Movimento Cultivista Brasileiro, o Prêmio Incentivador da Arte e da Cultura .

