Banda liderada por Yara Tchê e Alessandro leva o forró romântico a Desterro (PB) em show gratuito no dia 22 de julho
Depois de protagonizar uma das maiores temporadas de São João de sua carreira, Seu Desejo segue com uma intensa agenda de apresentações pelo Nordeste. Nesta quarta-feira (22), a banda liderada por Yara Tchê e Alessandro desembarca em Desterro (PB) para um show gratuito na Praça Pública, levando ao público um repertório repleto de sucessos.
A apresentação acontece em um dos momentos mais importantes da trajetória do grupo. Consolidado como um dos maiores fenômenos do forró romântico da atualidade, Seu Desejo sobe ao palco com hits como “Beijos, Blues e Poesia”, “Cama de Solteiro”, “Sem Você” e outras músicas que conquistaram fãs em todo o Brasil.
O excelente momento também se reflete nas plataformas digitais. O audiovisual “O Tempo Não Para”, gravado diante de mais de 15 mil pessoas no Parque Ibirapuera, em São Paulo, já ultrapassa 26,7 milhões de visualizações no YouTube. Ao todo, Seu Desejo soma mais de 918 milhões de visualizações na plataforma, 1,9 milhão de ouvintes mensais nos aplicativos de áudio e 7,2 milhões de seguidores nas redes sociais, consolidando-se entre os principais nomes do gênero.
Casa Kennedy realiza edição especial do Café, Livros & Arte em homenagem ao legado de Maria Prestes de Albuquerque
edição especial do Café, Livros & Arte em homenagem ao legado de Maria Prestes de Albuquerque
A Casa Kennedy – Centro Cultural Brasil Estados Unidos promove, no próximo 25 de julho, às 16 horas, uma edição especial do Café, Livros & Arte em homenagem aos 99 anos de nascimento da artista plástica Maria Prestes de Albuquerque Ferreira, uma das grandes referências da cultura de Itapetininga.
O evento contará com uma exposição em homenagem à artista com curadoria de Ana Elisa Bloes Meirelles de Arruda e Miranda e Walkiria Paunovic.
A homenageada
Nascida em 17 de maio de 1927, em Itapetininga, Maria Prestes de Albuquerque construiu uma trajetória marcada pela dedicação às artes e à cultura. Filha de José Prestes de Albuquerque e Maria Aparecida de Albuquerque, era sobrinha do ex-presidente do Estado de São Paulo, Júlio Prestes. Ao longo da carreira, estudou pintura com mestres como Alberto Thomazzi e Oscar Campiglia e teve suas obras expostas em importantes salões e mostras no Brasil e no exterior, incluindo Portugal e França.
Além da expressiva produção artística, Maria Prestes também deixou sua marca na vida cultural da cidade como cofundadora e membro atuante da Academia Itapetiningana de Letras, contribuindo para a valorização das artes, da literatura e da preservação da memória itapetiningana.
O encontro na Casa Kennedy terá apresentação musical de Caio Galdino e a presença de escritores convidados e será um momento de celebração da história da artista e de seu legado, reunindo arte, cultura e confraternização em um ambiente aberto ao público. A iniciativa busca manter viva a memória de uma personalidade que ajudou a fortalecer a identidade cultural de Itapetininga e inspirou gerações de artistas e intelectuais.
Maria Prestes de Albuquerque faleceu em 31 de dezembro de 2014, aos 87 anos, em Piracicaba, e foi sepultada no Cemitério do Santíssimo, em Itapetininga.
Serviço
Evento: Café, Livros & Arte – Homenagem aos 99 anos de Maria Prestes de Albuquerque Ferreira
Data: 25 de julho de 2026 (sábado) Horário: 16h
Local: Casa Kennedy – Centro Cultural Brasil Estados Unidos
Endereço: Rua Prudente de Moraes, 716 – Centro – Itapetininga
Estive procurando por ti, meu desejo, Por um tempo em que o fado Resiste além do céu, além do mar, Num vai e vem de poesia sem fim…
Onde teus são os olhos meus Que atravessam dimensões e galáxias, Brincam entre corpos celestes, Até que adormeçam inocentes, enfim.
Aguardo enamorada, meu bem-amado, Enquanto enfrento mil dragões que Teimam em colocar obstáculos ao curso Natural de um amor nunca, antes, visto assim…
Onde teu é o meu coração que, Numa fração de olhar, foi arrebatado Claridade do nascer ao pôr, despertando Nossas almas num eterno carmesim.
“Existe algo em nós capaz de perceber aquilo que os olhos não veem?”
Durante séculos, diferentes povos falaram sobre uma percepção que transcende os cinco sentidos. Egípcios, hindus, gregos, povos indígenas e diversas tradições espirituais descreveram uma inteligência silenciosa capaz de orientar escolhas, antecipar acontecimentos e revelar verdades que escapam à lógica.
Chamaram isso de intuição.
Outros preferiram o nome de sexto sentido.
Mas afinal, o que realmente existe por trás desse fenômeno?
A ciência ainda não reconhece o ‘sexto sentido’ como uma capacidade paranormal. Entretanto, a neurociência demonstra que nosso cérebro processa milhões de informações inconscientes a cada segundo. Muitas decisões são tomadas antes mesmo de termos consciência delas. É possível que aquilo que chamamos de intuição seja, em parte, o resultado dessa extraordinária capacidade de processamento invisível.
Ao mesmo tempo, inúmeras pessoas relatam experiências difíceis de explicar apenas pela razão: sentir que alguém irá telefonar, perceber o ambiente antes de entrar nele, pressentir um perigo ou experimentar uma profunda sensação de conexão durante momentos de silêncio e meditação.
Independentemente da explicação, uma pergunta permanece.
Estamos realmente atentos ao que sentimos?
Poucas estruturas do corpo despertam tanto fascínio quanto a glândula pineal.
Localizada no centro do cérebro, ela é responsável pela produção de melatonina, hormônio que regula o sono e o ritmo biológico. Cientificamente, essa é sua principal função conhecida.
Entretanto, diversas tradições espirituais a consideram muito mais do que isso. Ela é frequentemente associada ao chamado ‘terceiro olho’, símbolo da percepção interior, da expansão da consciência e da capacidade de enxergar além das aparências.
Embora essas interpretações espirituais não tenham comprovação científica, elas continuam inspirando milhões de pessoas ao redor do mundo.
Talvez porque despertem uma pergunta essencial:
E se nossa maior visão não vier dos olhos, mas da consciência?
A física demonstra que toda matéria possui movimento em nível atômico.
Diversas correntes filosóficas e espirituais ampliam essa ideia afirmando que pensamentos, emoções e intenções também influenciam nossa maneira de interagir com o mundo.
Independentemente da linguagem utilizada, uma realidade parece evidente:
Pessoas dominadas pelo medo tendem a perceber mais ameaças.
Quem cultiva gratidão costuma perceber mais oportunidades.
Nossos pensamentos moldam nossa interpretação da realidade.
E essa interpretação influencia nossas escolhas.
As escolhas transformam nosso destino.
Toda emoção deixa marcas.
Raiva prolongada desgasta.
Culpa aprisiona.
Medo limita.
Esperança fortalece.
Amor expande.
Talvez o verdadeiro despertar da consciência comece quando deixamos de lutar contra nossas emoções e passamos a compreendê-las.
Não para sermos controlados por elas.
Mas para aprender com elas.
Despertar a consciência não significa adquirir poderes extraordinários.
Significa desenvolver presença.
Escutar mais.
Julgar menos.
Observar antes de reagir.
Perceber os próprios pensamentos.
Reconhecer crenças limitantes.
Assumir responsabilidade pela própria transformação.
Talvez o maior sexto sentido seja justamente esse: a capacidade de perceber a si mesmo.
Quando silenciamos o ruído externo, algo começa a falar dentro de nós.
Alguns chamam de consciência.
Outros chamam de espírito.
Há quem diga que é Deus.
Outros preferem dizer que é a própria essência.
O nome talvez importe menos do que a experiência.
Porque toda verdadeira transformação nasce de uma decisão interior.
E, talvez, a maior liberdade que um ser humano possa conquistar seja enxergar quem realmente é.
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Espero ver a Educação dos tempos idos. Dos tempos de Sócrates, Aristóteles e Pitágoras, utilitária, integral e sem partidos consistente e bela, embora nas ágoras Aquela que não fazia dos seus educando reprimidos Charlatões, intrujões, mas pessoas promissoras Aquela que agregava valores nada enrustidos Ontem, a Educação foi das promissoras
Desgosto e ressentimento são sentimentos embutidos Algures, hoje, no peito de pessoas comprometedoras.
Perversão e descompromisso estão garantidos, opressão e escravidão são as progenitoras reais dessa Educação caraterizada pelos punidos. Creio, no entanto, em pessoas debravadoras, as que tanto querem ver refletidos risos no rosto de uma Nação mais humanizadora, imaculada e com punhos bem reinvestidos a procura de uma Educação rica e promissora.
Milton Gaspar Domingues
Milton Gaspar Domingues
Milton Gaspar Domingos (Decano), natural da província de Malanje (Angola) e residente no município do Quéssua, é professor de Língua Portuguesa e de Literatura), no Liceu nº 314 – 4 de Janeiro.
Mestrando em Educação pela Universidade Europeia do Atlântico (UNEATLÂNTICO) e Licenciado em Língua e Literaturas em Língua Portuguesa pela Faculdade de Humanidades da Universidade António Agostinho Neto (FHUAN).
Autor de artigos disponíveis na internet e investigador na área de Língua, Literatura.
Engenheira civil e administradora, Maria Suely publica livro sobre gestão sustentável
Maria Suely Farias Cunha
Obra lançada em português, espanhol e inglês apresenta estudo desenvolvido na PUC e propõe que a formação de uma sociedade sustentável começa na família, passa pela escola e se fortalece nas atitudes individuais
Uma pesquisa desenvolvida ao longo de 15 anos sobre a formação de gestores sustentáveis ganhou formato de livro e artigo científico e acaba de ser publicada em português, espanhol e inglês. A obra é assinada pela engenheira civil e administradora Maria Suely Farias Cunha e apresenta a educação como elemento central para a construção de uma sociedade comprometida com o desenvolvimento sustentável.
O estudo foi realizado durante a trajetória acadêmica da pesquisadora na Pontifícia Universidade Católica (PUC) e permaneceu inédito por mais de uma década. Segundo a autora, a decisão de adiar a publicação foi estratégica. O trabalho permaneceu como uma espécie de “cápsula do tempo”, aguardando o momento em que a sustentabilidade deixasse de ser um tema restrito ao meio acadêmico para ocupar espaço nas discussões globais.
Um estudo à frente do seu tempo
Quando iniciou a pesquisa, Maria Suely explica que a sustentabilidade ainda era pouco debatida nas universidades. O objetivo era compreender de que forma a educação poderia formar gestores capazes de equilibrar crescimento econômico, responsabilidade social e preservação ambiental.
A pesquisa evoluiu para uma reflexão mais ampla. Em vez de limitar o conceito de gestor sustentável ao ambiente corporativo, a obra sustenta que qualquer cidadão pode exercer esse papel ao administrar recursos de maneira consciente e assumir responsabilidade por suas escolhas.
A sustentabilidade começa em casa
Um dos principais eixos do livro é a defesa da educação como fundamento da consciência ambiental.
De acordo com a autora, os primeiros valores relacionados ao respeito à natureza são construídos no ambiente familiar. A escola amplia esse aprendizado por meio do conhecimento científico e da formação cidadã, enquanto as experiências vividas ao longo da vida consolidam comportamentos responsáveis.
Essa integração entre família, escola e sociedade, segundo a pesquisadora, é indispensável para formar gerações comprometidas com a preservação ambiental.
Uma responsabilidade compartilhada
A publicação também procura romper com a ideia de que a sustentabilidade depende apenas de governos, empresas ou grandes organizações.
Para Maria Suely, pequenas atitudes individuais possuem impacto coletivo e representam uma das formas mais eficazes de preservar os recursos naturais para as próximas gerações.
Entre as reflexões presentes na obra, uma sintetiza essa proposta:
“O meio ambiente pode sobreviver sem os seres humanos, mas os seres humanos não sobrevivem sem o meio ambiente.”
A frase resume a defesa de que ampliar a educação ambiental desde a infância é uma necessidade para garantir o futuro da humanidade.
Reconhecimento internacional
Além da publicação em português, espanhol e inglês, o trabalho já recebeu reconhecimento internacional.
Segundo a pesquisadora, a obra foi contemplada com o Prêmio Latinidade, concedido em 12 países, e também está inscrita na atual edição do Prêmio Jabuti, uma das principais premiações da literatura brasileira, onde aguarda o processo de avaliação.
Educação como legado
Para Maria Suely Farias Cunha, o lançamento da obra representa mais do que a publicação de uma pesquisa acadêmica. A expectativa é contribuir para ampliar o debate sobre educação ambiental e incentivar a formação de lideranças capazes de conciliar desenvolvimento, responsabilidade social e preservação do meio ambiente.
A autora acredita que somente por meio da educação será possível construir uma sociedade mais consciente, preparada para enfrentar os desafios ambientais e comprometida com as futuras gerações.
Quem é Maria Suely Farias Cunha?
Engenheira civil, administradora e técnica em Química, Maria Suely Farias Cunha é mestre e doutoranda em Ciências da Educação pela Wisdom of Christ University, nos Estados Unidos.
Possui especializações nas áreas de educação, gestão, perícia, segurança do trabalho, avaliação patrimonial e sustentabilidade, além de MBA em ESG e Negócios Sustentáveis pela Universidade de São Paulo (USP).
Também atua como diplomata civil cultural, é comendadora, embaixadora da paz e integra academias de ciências, artes e literatura no Brasil e no exterior.