Ano novo
Virgínia Assunção: Poema ‘Ano novo’


Agora que se vai, ano velho,
Tudo se renova?
Vida nova?
Não! Ano Novo
A vida nova do novo ano,
Só depende de como irá vivê-la.
Folha em branco?
Não! Espaços vazios a serem preenchidos
De recomeços, de aperfeiçoamento
Do já existente.
Um ano é somente a soma de dias.
A soma desses dias,
Determinarão se o ano
Será novo ou não.
Na soma dos dias, tudo passa,
Mas a forma como agimos,
Nessa soma,
Construirá a nossa história.
Virgínia Assunção
Estimule-se o trabalho para as gerações mais novas
Diamantino Loureiro Rodrigues de Bártolo
‘Estimule-se o trabalho para as gerações mais novas’


A vida é efêmera, passa muito rapidamente e mesmo quando se pensa numa sucessão de gerações, à frente dos grandes negócios mundiais e das instituições, nada garante que tais gerações venham a usufruir do que os seus antepassados lhes deixaram. Ninguém tem a vida, e, muito menos, o destino nas mãos.
Adote-se, portanto, a lógica de uma justiça distributiva, equitativa, legal e segura. Assuma-se que é necessário proteger os mais fracos, aqueles que já não têm recursos físicos, intelectuais e etários para assegurarem um conforto para o qual e de boa-fé apostaram ao longo da vida.
Estimule-se o trabalho para as gerações mais novas. Consolide-se o emprego para os ativos e reintegrem-se todos aqueles que perderam um dos maiores bens que se pode ter, de entre outros, obviamente: o trabalho. Faça-se tudo pela dignidade, por um futuro promissor a que todos temos direito, porque, no limite das exigências naturais, só queremos: saúde, trabalho, justiça, paz, felicidade e a Graça Divina.
Finalmente, de forma totalmente pessoal, sincera e muito sentida, desejo a todas as pessoas que, verdadeiramente, com solidariedade, amizade, lealdade e cumplicidade me têm acompanhado, através dos meus escritos um próspero Ano Novo e que 2026 e muitas dezenas de anos que se seguem, lhes proporcionem o que de melhor possa existir, e que na minha perspetiva são: Saúde, Trabalho, Amizade/Amor, Felicidade, Justiça, realizações, pessoais, profissionais, sociais Paz e a Graça Divina. A todas estas pessoas aqui fica, publicamente e sem reservas, a minha imensa GRATIDÃO.
Finalmente, de forma totalmente pessoal, sincera e muito sentida, desejo a todas as pessoas que, verdadeiramente, com solidariedade, amizade, lealdade e cumplicidade me têm acompanhado, através dos meus escritos, um próspero Ano Novo e que 2026 e muitas dezenas de anos que se seguem, lhes proporcionem o que de melhor possa existir, e que na minha perspetiva são: Saúde, Trabalho, Amizade/Amor, Felicidade, Justiça, realizações, pessoais, profissionais, sociais Paz e a Graça Divina. A todas estas pessoas aqui fica, publicamente e sem reservas, a minha imensa GRATIDÃO.
Venade/Caminha – Portugal, 2025
Com o protesto da minha permanente GRATIDÃO
Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo
Presidente HONORÁRIO do Núcleo Académico de Letras e Artes de Portugal
O Conto dos Arcanos – O Livro e a Espada
Uma nova saga épica nasce na fantasia nacional

Dragões, espadas, reinos em perigo e heróis improváveis: “O Conto dos Arcanos – Livro e a Espada” chega ao leitor como o início de uma fantasia épica ambiciosa e envolvente, daquelas que prometem uma longa jornada, e cumprem bem o primeiro passo.
O autor Antonio Luis Borasca, ou A. L. Borasca, tem 44 anos, é natural de Itu (SP), formado em Ciências Contábeis e pós-graduado em Marketing Digital.
Embora escreva desde a adolescência, foi apenas neste ano que publicou seu primeiro livro, de forma independente, transformando em obra literária um universo que o acompanha há décadas.

A gênese da história remonta aos tempos de juventude, quando Borasca criava narrativas para campanhas de RPG.
Aos poucos, aquelas aventuras pensadas para o jogo ganharam corpo, profundidade e passaram a ser escritas no formato de romance.
As influências são assumidas e bem assimiladas: clássicos como Dungeons & Dragons e Spellfire, grandes sagas do cinema, como Star Wars, e, claro, a fantasia literária de Tolkien.
O Livro e a Espada é o primeiro volume de O Conto dos Arcanos, uma saga de fantasia medieval planejada para cinco livros.
A história se passa em um mundo fantástico onde a raça dos homens convive com outras raças mestiças conhecidas como therins, todos imersos em um universo de magia, lendas e mitos antigos.
O ponto de virada da narrativa é o surgimento de um poderoso artefato, capaz de alterar o equilíbrio entre os reinos.
A partir dele, personagens de origens distintas se veem envolvidos em uma grande Quest, uma jornada que colocará à prova suas convicções, alianças e coragem, e cujo desfecho pode definir o destino de todo o mundo conhecido.
Com ritmo ágil, ambientação detalhada e um universo que se expande naturalmente, O Livro e a Espada apresenta todos os elementos clássicos da fantasia épica, sem perder frescor.
É uma obra que dialoga com leitores fãs do gênero e, ao mesmo tempo, abre portas para quem está dando os primeiros passos nesse tipo de narrativa.
Mais do que um livro, o romance inaugura um projeto literário de fôlego.
Se este primeiro volume já encanta, a promessa de mais quatro livros pela frente faz de O Conto dos Arcanos uma saga para acompanhar de perto, daquelas que convidam o leitor a seguir adiante, espada em punho e imaginação acesa.
Anciosa pelo próximo!!
REDE SOCIAL DO AUTOR
O CONTO DOS ARCANOS – O LIVRO E A ESPADA
SINOPSE
Nos confins de Elyria, onde florestas se erguem protegidas por uma cadeia montanhosa intransponível, vive um povo esquecido pelos homens: os deorlings, filhos da terra e das árvores, meio felinos, meio homens.
Ali, no coração do Refúgio, Tob Caudaforte descobre algo que jamais deveria ser encontrado: o Grimório de Rangën.
Esse livro de magias, contém a localização das dez Pedras Draconianas perdidas, artefatos de extremo poder, e prisão de demônios abissais.
Enquanto isso, no reino feudal de Tyr, um escravo humano encontra mais do que sua liberdade: nas mãos de Bellenor ressurge Alvaluz, a espada que desperta apenas quando o mundo está em perigo.
Unidos por um destino que não escolheram, Tob e Bellenor iniciam uma jornada marcada por antigas lendas, perigos incontáveis e inimigos que se movem nas sombras, pois há quem deseje as dez Pedras Draconianas não para destruí-las, mas para reviver aquele que um dia quase mergulhou o mundo em trevas perenes: Orgrond, o Rei Tirano.
Uma história repleta de magia, num mundo de inúmeras raças e povos mestiços, com a presença de dragões e línguas inventadas, escrita num tom poético e descritivo que agradará aos fãs de fantasia.
O Conto dos Arcanos – O Livro e a Espada é o início de uma saga que atravessa eras e reinos, onde a magia é viva, os nomes têm peso e até o mais improvável dos heróis pode mudar o curso da história.
Assista à resenha do canal @oqueli no YouTube
OBRA DO AUTOR

ONDE ENCONTRAR
Amor de Alecrim
A maturidade feminina como território de recomeços

Há histórias que continuam porque ainda têm muito a dizer.
Amor de Alecrim nasce exatamente desse lugar: da escuta atenta aos leitores, do vínculo criado com personagens reais e da certeza de que a maturidade feminina é um tempo fértil de perguntas, descobertas e transformações.
A autora Ana Paula Sampaio Couto, nascida em Nova Friburgo (RJ), onde reside até hoje, é professora de Língua Inglesa há mais de três décadas.
Sua estreia na literatura aconteceu em 2021, com participações em antologias como Diário dos Confinados (Editora Resilience).
Em 2022, lançou seu primeiro romance, Amor de Manjericão, obra que marcou não apenas sua entrada definitiva na carreira literária, mas também um ponto de virada pessoal e criativo.
O impacto de Amor de Manjericão foi imediato.

Leitoras se reconheceram na protagonista, compartilharam experiências, enviaram mensagens e, principalmente, pediram continuidade.
Atenta a esse diálogo, Ana Paula decidiu, em 2023, dar sequência à história.
O novo romance foi escrito ao longo de um ano, passou por um cuidadoso processo de revisão em 2024 e foi lançado em 2025, durante a Flip, em Paraty.
Amor de Alecrim retoma a personagem central dez anos depois, agora casada e imersa em novas questões que atravessam a vida de muitas mulheres maduras.
O livro aborda temas como a relação entre mãe e filha, a síndrome do ninho vazio, a crise conjugal, a aposentadoria, as transformações nos afetos, o autoconhecimento, a independência emocional, a menopausa e as inevitáveis mudanças de paradigmas que acompanham essa fase da vida.
No primeiro romance, Amor de Manjericão, a autora apresentou um chick-lit protagonizado por uma mulher 40+, acompanhando seu processo de reconstrução após uma traição e um divórcio.
A narrativa trouxe à tona discussões sobre etarismo, maternidade e relacionamentos afetivos, inclusive quando a personagem se envolve com um homem bem mais jovem, sempre com leveza, humor e sensibilidade.
Em Amor de Alecrim, esse mesmo “tracejado” narrativo se mantém, mas amadurece junto com a personagem.
A escrita continua leve e bem-humorada, sem perder profundidade, oferecendo ao leitor um retrato honesto do cotidiano feminino e das camadas emocionais que se revelam com o passar do tempo.
“Escrevo para mulheres que, como eu, descobriram na maturidade o direito de ser imperfeitas e felizes” Ana Paula Couto
Essa frase parece sintetizar o espírito da obra: um livro que acolhe, representa e legitima as vivências de mulheres que seguem se reinventando, mesmo, e justamente, quando a sociedade insiste em colocá-las à margem.
Amor de Alecrim é uma continuação, mas também um novo começo. Um romance que confirma que crescer, mudar e se escutar não tem prazo de validade, e que a literatura pode ser um espelho generoso para quem atravessa essa jornada.
REDE SOCIAL DA AUTORA
AMOR DE ALECRIM
SINOPSE
Amanda passeou entre a dor de uma traição, um divórcio, a perda, o luto e a redescoberta do amor.
Tudo isso quando fez quarenta anos.
Teve que ressignificar a sua vida e a sua trajetória.
Nessa época, envolveu-se com Caio, uma paixão de verão, mas casou-se mesmo foi com Arthur, o seu amor de manjericão.
Passada mais de uma década, muita coisa mudou.
Amanda ainda está casada com Arthur e a Laurinha, a sua filha, foi morar fora do país.
Sente-se realizada e feliz, parece que finalmente a sorte sorriu para ela.
Tudo em sua vida está no lugar desde que se casou novamente.
“Tudo está no lugar? E essas mudanças de humor repentinas? E esses suores noturnos? De onde vem essas inseguranças? Por que me sinto distante de Arthur? Devo me aposentar? O que faço da minha vida?!!! Help!!!”
Esses são apenas alguns dos muitos questionamentos que Amanda vai viver no auge dos seus cinquenta anos, fase tão desafiadora, mas tão cheia de possibilidades para serem vividas pelas mulheres.
No meio de um mar de angústias e dúvidas, a mãe de Laurinha vai reencontrar o seu passado e descobrir a única forma de amar que a salvará de si mesma: o Amor de Alecrim.
Assista à resenha do canal @oqueli no YouTube
OBRAS DA AUTORA


ONDE ENCONTRAR
O Sonho Louco dos Sensatos
Quando empatia e coragem decidem mudar um mundo

Há livros que chegam até nós como leitura.
Outros chegam como encontro.
O sonho louco dos sensatos pertence, sem dúvida, ao segundo grupo.
Uma obra que fala de empatia, resiliência, amadurecimento e descobertas, daquelas que não acontecem de repente, mas se constroem no caminhar.
Fernanda Sanson Durand, paulista de Santa Cruz do Rio Pardo, hoje radicada em Santos, tem 49 anos, é advogada e servidora pública da Advocacia-Geral da União.

Casada, mãe, corinthiana assumida, “maloqueira e sofredora, graças a Deus”, como ela mesma brinca, encontra na escrita de ficção um espaço de reflexão profunda, com forte viés psicológico e filosófico, alimentado também por seus estudos de filosofia clássica, cultivados como hobby.
A semente da história nasceu de um pensamento aparentemente simples, mas poderoso: se existem tantas crianças sem pais, por que a adoção não poderia ser sustentada por uma rede de apoio verdadeira?
Amigos que ajudam financeiramente, que dividem tarefas, que estendem a mão no cotidiano, desde o cuidado emocional até gestos práticos, como passar uma roupa ou segurar a barra quando o cansaço chega.
Mas essa ideia exige algo essencial: confiança.
A certeza de que essas pessoas não abandonarão o barco no meio da travessia.
É a partir desse ponto que O sonho louco dos sensatos se constrói.
O livro fala de sonhadores e, como todo sonhador que quer mudar o mundo, seus personagens decidem começar mudando ao menos um mundo possível.
Ao longo desse processo difícil, delicado e profundamente humano, as dores, memórias e histórias pessoais vão emergindo aos poucos, “como nhoques subindo na panela de água fervente”: inevitáveis, reveladoras, transformadoras.
A narrativa avança mostrando que amadurecer não é chegar a um destino final, mas aceitar os caminhos, os tropeços e as escolhas feitas em conjunto.
É uma história que acolhe, provoca reflexão e convida o leitor a repensar vínculos, responsabilidades e afetos.
A obra ganha ainda uma camada especial de emoção fora das páginas, quando fui convidada por Fernanda, minha primeira seguidora conhecida pessoalmente, para escrever a apresentação do livro, antes mesmo do prefácio.
Um gesto simbólico e potente, que transformou o lançamento em um momento de profunda gratidão e reconhecimento.
Apresentar uma história tão forte, escrita por alguém que acreditou em mim desde o início, tornou a experiência ainda mais marcante.
O sonho louco dos sensatos é, acima de tudo, um livro sobre pessoas comuns fazendo escolhas extraordinárias.
Um convite delicado, e corajoso, para acreditar que empatia, quando compartilhada, pode sustentar até os sonhos mais ousados.
REDE SOCIAL DA AUTORA
O SONHO LOUCO DOS SENSATOS
SINOPSE
Cinco jovens. Um professor. Um encontro que mudará tudo.
No coração de uma universidade, um grupo improvável se reúne para falar sobre a vida, a humanidade e os dilemas que raramente cabem nas salas de aula.
Entre debates sobre filosofia, ciência e valores atemporais, eles descobrem que o maior desafio não está nas respostas, mas nas perguntas que ousam fazer.
Antonia, Clara, Roberto, Yago e Luigi não sabiam que se tornariam os Sensatos e que, juntos, seriam confrontados com histórias reais capazes de abalar certezas, despertar empatia e transformar a maneira como enxergam a si mesmos e ao mundo.
Com diálogos instigantes, situações comoventes e personagens que poderiam estar na sua vida, O Sonho Louco dos Sensatos é um romance que mistura drama, humor e reflexão, convidando o leitor a desacelerar, olhar para dentro e redescobrir o poder de ser humano.
E você?
O que faria se tivesse nas mãos a chance de mudar, ou salvar, o mundo de alguém?
Assista à resenha do canal @oqueli no YouTube
OBRAS DA AUTORA



ONDE ENCONTRAR
Traíra
Quando o terror encontra questões urgentes do nosso tempo

Gaúcho de Rio Grande e radicado em Porto Alegre, Mario Augusto Pires Pool construiu, ao longo da última década, uma trajetória sólida e diversa na literatura brasileira.
Doutor em Educação, o autor iniciou sua carreira em 2015, publicando em coletâneas da editora Metamorfose, e desde então não parou mais: são 24 publicações, entre livros próprios, participações em coletâneas e obras acadêmicas.

Seu primeiro lançamento solo veio em 2017, com a novela No Nevoeiro, que ganhou versão em inglês (In the Fog) publicada nos Estados Unidos em 2019.
De lá para cá, Pool transitou com segurança por diferentes gêneros e públicos, assinando romances como O Antiquário (finalista do Prêmio ABERST 2022), O Estampador e Cartas aos Originários, este último indicado ao Prêmio da Academia Rio-grandense de Letras em 2024 como melhor romance juvenil.
Entre os leitores mais jovens, destacou-se ainda com obras como Parada 90, Enigmas na Ilha do Presídio, Bomani e as Torres Malditas e O Vizinho Alemão, indicado ao Prêmio Jabuti em 2021 e vencedor do Prêmio Açorianos 2023 na categoria romance juvenil.
É nesse percurso de experimentação e amadurecimento literário que nasce Traíra, novela que surge a partir de um conto de terror escrito durante uma atividade coletiva entre onze autores do gênero, em uma madrugada intensa de criação dentro de uma casa de cultura.
O desafio era simples e instigante: criar uma criatura.
O resultado, porém, foi além do esperado.
O impacto da história entre os colegas escritores motivou Pool a expandir o conto e transformá-lo em uma narrativa mais profunda, que ultrapassa o terror e dialoga com temas urgentes como racismo, gênero, superação e responsabilidade ambiental.
A criatura que habita o lago não é apenas fruto da imaginação, mas uma consequência direta do descaso humano e da poluição, trazendo à trama uma lógica ambiental que amplia o alcance simbólico da obra.
Escrevendo majoritariamente para o público juvenil e adulto jovem, mas sem se limitar a rótulos, Mario Pool explora desde a ficção científica até thrillers, aventuras, mistérios e narrativas do cotidiano.
Em Traíra, segundo o próprio autor, pode estar um divisor de águas, um livro que aponta para o caminho literário que deseja seguir daqui para frente.
REDES SOCIAIS DO AUTOR
TRAÍRA
SINOPSE
A criatura que emerge das águas não é apenas monstro, é vítima.
Forjada por veneno e negligência, torna-se símbolo de tudo o que a sociedade preferiu esquecer.
E diante dela, Omar precisa decidir se o enfrentamento é uma questão de ciência, justiça ou sobrevivência íntima.
Traíra é um romance que combina o vigor do thriller ecológico à profundidade de uma denúncia social.
O autor constrói uma narrativa marcada por lirismo e revolta, onde o terror do lago dialoga com a violência invisível do racismo e da corrupção.
Uma história inquietante, poética e necessária, que convida o leitor a mergulhar não apenas nas águas turvas da ficção, mas também nas sombras persistentes de nossa própria realidade.
Assista à resenha do canal @oqueli no YouTube
OBRAS DO AUTOR













