Soldado Wandalika Imagem pelo autor, recriada pela IA do ChatGPT
E se no amanhã a gente não se vê me lembrei de você se os dias forem tensos e corroerem os meus medos serei seu entardecer… E se no amanhã O seu mundo desabar quantas pessoas poderás abraçar?! o amanhã é incerto, o futuro tem seu dedilhado o amor, às vezes, é confundido com apego Flores compram brigas no atual contexto, versos elucidam os tempos no interior de mim mesmo habita meu peso a vida me segue pela esquina do caminho meu amanhã vem com tédios o amor tornou-se lembrança antiga fadiga para o coração que nele respira lares sobrevivem da matéria que os consome a cada fila… E se no amanhã percebermos que ninguém está certo no tocar trombeta formos todos para o inferno!… não encontrarmos lugar na galeria do triunfo! E se no amanhã a gente procrastinar o amanhã para viver um novo amanhã?! E se no amanhã o mundo acordar o dia nascer A vida lá fora acontecer Mas a gente continuar no leito sonhando Os animais irracionais tomarem conta de tudo…! E se no amanhã A gente Desconhecer o bem e o mal… A gente despertar irracional Esquecidos de todos os movimentos que envolvem o quotidiano… E se no amanhã o ar deixar de sorrir o sol perder a graça a gente deixar de existir e a vida ser a mais justa… E se no amanhã Os poetas transformaram-se Poemas nas folhas E a poesia tornar-se alma vivente e escreverem os Poetas… A música voltar a sua frequência como no início da sua história E a vida regressar para o preto e o branco, época mais bela E se no amanhã O livro não mais abrir-se com as pessoas ao redor do mundo… A caneta não mais partilhar seus segredos e degredo com o Poeta… A Vida não mais ser A gente deixar de ser tudo aquilo que é…! Despir-se das sombras Rugir para alimentar a alma viver além das fronteiras E se no amanhã…
Ismaél Wandalika: ‘Teu sorriso combina com a vida’
Soldado Wandalika Imagem crfiada por IA do Grok – 23 de janeiro de 2026, às 06:13 PM – https://grok.com/imagine/post/f07334c5-7ece-41be-b76d-649b2ef02f26
Entoa poesia melódica, celebra mais um dia A vida inspira poetas na via, tira da linha toda malícia Agulha afia o som que consome a fome dos homens No imo das mulheres, acelera a palavra dá a luz ao prazer
Viver Fazer To live, to see A vida ensina aos pobres, versos que enriquecem o dinheiro que embriaga a caneta da dança!
Teu sorriso combina com a vida Teu sorriso combina com o amor Teu sorriso é perfeito para o livro na capa Teu sorriso humilha a dor.
Priscila MancussiImagem criada por IA da Meta – 9 de janeiro de 2016, às 13:38 PM
Sabe-se lá de onde vem Sabe-se a dor Sabe-se o ardor Sabe-se o riso Sabe-se o paraíso Só sabe-se que tem Só sabe-se que vem Só sabe-se que ele existe Escondido em ti Dentro do peito Ardendo, queimando, explodindo Amor, amor e amor Com suas facetas e façanhas Com o peito aberto Com o corpo em brasas Com o pensamento a mil Com suas cores e às vezes suas dores Com seu riso doce ou sua lágrima sofrida Com suas idas e vindas O Amor não tem sexo Não tem cor, não tem nada de normal Amor… Num grito, bem dito, bem feito Desse jeito, amando, amado e Bendito, bem visto, benquisto
Vivian Mattos de Sousa transforma maternidade, espiritualidade e psicologia em poesia para acolher famílias
Amor em forma de criança
Amor em Forma de Criança nasce do lugar mais genuíno da experiência humana: o amor de uma mãe por seus filhos.
Vivian Mattos de Sousa
Vivian Mattos de Sousa, psicóloga com ampla atuação em educação emocional infantil, construiu sua trajetória profissional ouvindo, acolhendo e traduzindo sentimentos das crianças.
Foi exatamente dessa escuta sensível que surgiram os poemas que compõem o livro.
A obra reúne dois poemas escritos originalmente para seus filhos, carregados de afeto, presença e espiritualidade.
Ao decidir publicá-los, Vivian amplia esse gesto íntimo e convida outras famílias a refletirem sobre a luz que cada criança carrega, uma luz que não apenas existe, mas irradia, desperta e transforma o ambiente ao redor.
Com uma escrita poética, suave e profunda, o livro propõe um encontro entre adultos e crianças, estimulando vínculos, conversas e leituras compartilhadas.
Mais do que um livro infantil, é um convite à reconexão emocional, ao cuidado com os sentimentos e à valorização do amor como força central da infância.
Amor em forma de criança é um livro delicado que reúne dois poemas escritos para os filhos da autora.
Em versos sensíveis e afetuosos, ela revela a luz que cada criança carrega dentro de si uma luz capaz de iluminar o mundo ao seu redor e despertar o amor profundo que habita em cada um de nós.
Esta obra é uma homenagem singela e poética aos pequenos que transformam a vida com sua presença, trazendo beleza, inspiração e sentimentos que tocam o mais íntimo do coração.
Uma leitura que aquece, abraça e lembra que, no olhar de uma criança, mora a essência do amor verdadeiro.
A maturidade feminina como território de recomeços
Amor de Alecrim
Há histórias que continuam porque ainda têm muito a dizer.
Amor de Alecrim nasce exatamente desse lugar: da escuta atenta aos leitores, do vínculo criado com personagens reais e da certeza de que a maturidade feminina é um tempo fértil de perguntas, descobertas e transformações.
A autora Ana Paula Sampaio Couto, nascida em Nova Friburgo (RJ), onde reside até hoje, é professora de Língua Inglesa há mais de três décadas.
Sua estreia na literatura aconteceu em 2021, com participações em antologias como Diário dos Confinados (Editora Resilience).
Em 2022, lançou seu primeiro romance, Amor de Manjericão, obra que marcou não apenas sua entrada definitiva na carreira literária, mas também um ponto de virada pessoal e criativo.
O impacto de Amor de Manjericão foi imediato.
Ana Paula Couto
Leitoras se reconheceram na protagonista, compartilharam experiências, enviaram mensagens e, principalmente, pediram continuidade.
Atenta a esse diálogo, Ana Paula decidiu, em 2023, dar sequência à história.
O novo romance foi escrito ao longo de um ano, passou por um cuidadoso processo de revisão em 2024 e foi lançado em 2025, durante a Flip, em Paraty.
Amor de Alecrim retoma a personagem central dez anos depois, agora casada e imersa em novas questões que atravessam a vida de muitas mulheres maduras.
O livro aborda temas como a relação entre mãe e filha, a síndrome do ninho vazio, a crise conjugal, a aposentadoria, as transformações nos afetos, o autoconhecimento, a independência emocional, a menopausa e as inevitáveis mudanças de paradigmas que acompanham essa fase da vida.
No primeiro romance, Amor de Manjericão, a autora apresentou um chick-lit protagonizado por uma mulher 40+, acompanhando seu processo de reconstrução após uma traição e um divórcio.
A narrativa trouxe à tona discussões sobre etarismo, maternidade e relacionamentos afetivos, inclusive quando a personagem se envolve com um homem bem mais jovem, sempre com leveza, humor e sensibilidade.
Em Amor de Alecrim, esse mesmo “tracejado” narrativo se mantém, mas amadurece junto com a personagem.
A escrita continua leve e bem-humorada, sem perder profundidade, oferecendo ao leitor um retrato honesto do cotidiano feminino e das camadas emocionais que se revelam com o passar do tempo.
“Escrevo para mulheres que, como eu, descobriram na maturidade o direito de ser imperfeitas e felizes” Ana Paula Couto
Essa frase parece sintetizar o espírito da obra: um livro que acolhe, representa e legitima as vivências de mulheres que seguem se reinventando, mesmo, e justamente, quando a sociedade insiste em colocá-las à margem.
Amor de Alecrim é uma continuação, mas também um novo começo. Um romance que confirma que crescer, mudar e se escutar não tem prazo de validade, e que a literatura pode ser um espelho generoso para quem atravessa essa jornada.
Amanda passeou entre a dor de uma traição, um divórcio, a perda, o luto e a redescoberta do amor.
Tudo isso quando fez quarenta anos.
Teve que ressignificar a sua vida e a sua trajetória.
Nessa época, envolveu-se com Caio, uma paixão de verão, mas casou-se mesmo foi com Arthur, o seu amor de manjericão.
Passada mais de uma década, muita coisa mudou.
Amanda ainda está casada com Arthur e a Laurinha, a sua filha, foi morar fora do país.
Sente-se realizada e feliz, parece que finalmente a sorte sorriu para ela.
Tudo em sua vida está no lugar desde que se casou novamente.
“Tudo está no lugar? E essas mudanças de humor repentinas? E esses suores noturnos? De onde vem essas inseguranças? Por que me sinto distante de Arthur? Devo me aposentar? O que faço da minha vida?!!! Help!!!”
Esses são apenas alguns dos muitos questionamentos que Amanda vai viver no auge dos seus cinquenta anos, fase tão desafiadora, mas tão cheia de possibilidades para serem vividas pelas mulheres.
No meio de um mar de angústias e dúvidas, a mãe de Laurinha vai reencontrar o seu passado e descobrir a única forma de amar que a salvará de si mesma: o Amor de Alecrim.