Jane NashImagem gerada pelo ChatGPT – https://chatgpt.com/c/69d3b90c-94f8-83e9-939c-8783018482af
Of the sea and the sky hands weave details beyond the ordinary fibres sourced from many places blankets my background I have become accustomed to it forgetting its origin
I fail to recognise it outside or inside it patterns the trajectories of all our journeys but for all its charms remains sporadic in effect
This week I am cold When I recognise its ever presence I will embrace it and be warm Supernatural rumblings will bring second chances against all earthy odds
Paulo SiuvesIA criada com auxílio do ChatGPT – 1º de março de 2026, às 23:07
O sol no meio dessa imensidão azul, a ausência de nuvens, uma pipa; ligação de um pivete à imensidão azul.
Uma linha, um menino, um sonho, sonho de estar no lugar da pipa e esquecer que existem horas, horas de parar de brincar, horas de ir pra esquina da avenida esperar o vermelho do semáforo…
No céu não existe semáforo.
Dá-se um puxão na linha e magicamente eu vou com ela pra esquerda, levo a pipa pra direita ou pra baixo!
Subo sobre ela até perto do sol, vou cortar a linha do sol.
“- Êta, solão!”
De repente – zás.
“- Um intruso no meu limite!?”
A pipa sobe incontrolável como a ira do menino sentado à beira do caminho, sonhando em ser pipa, conhecer os sete céus e os sete mares.
“- Por onde você anda querida pipa?”
“- Com certeza nas mãos de outro menino que sonha ser a pipa, aquela pipa vadia!!”
Coração apertado, latinha de linha na mão, menino suado, cabeça confusa, desilusão…
Chegou a hora, essas horas, que mundo!
“- Esquina, ai vou eu, contar os meus carros, cobrar dessa gente grande por passar na minha rua…”
Eu fui calcular a distância entre a Terra e o Céu… Os quilômetros das estrelas dentro de um olhar fiel… A estrada entre o ferrão da abelha e o seu mel… E descobri que há uma geometria colossal: Todo o Céu fica bem perto daquele que é distante do mal!
Eu fui calcular a distância entre o espinho e a flor… E aprendi: posso crescer naquilo que me desconfortou! Escolho ser a pétala que o mundo perfumou!
Então olhe: É você que escolhe! A distância entre a flor e o espinho é a mesma no caminho! O Céu fica mais perto de quem o tocou! O Céu é o vizinho de um sonhador! Então sonhe: A distância entre os anjos e os homens…finda no amor em que toda distância some! O Céu está do lado de quem amou!
Então amanheceu: o Universo respirou o que você floresceu… Não há distância entre tua alma e Deus… Se escolho as essências mais perfumantes… Os espinho, por si só, ficarão distantes!
Eu fui calcular o valor de um aprendizado… O tesouro que há num saber bem depurado… Descobri que o espinho protegeu a flor! Que guardião de louvor! E sou tão grata àquilo que um dia chamei de dor!
Eu fui calcular a distância entre o Céu e um coração: descobri que posso ser o Céu, então, se a minha mão tocar o coração de quem precisou! Um espírito mais filosófico diria: distância não é espaço, é ontologia! O perfume deixado pelo que foi superado é maestria! O Céu é o teu interior!
Navegar na pensabioidade… Nutre a qualidade de nosso vínculo c’a perenidade…Isso é restaurador! Escolho um perfumar não persecutório, trazendo Continentes dentro de meus olhos… Ampliando a visão do Cosmos…Com candor!
O Universo, todo aberto, é só uma letra d’um grande Alfabeto… O Cosmos ainda é um feto… em labor! Evoluir a alma é o maior dos sucessos… Eis o cálculo mais correto: cumpra a vida em todos os seus metros! Reencante o teu interior!
Colaboremos com o parto da própria Criança… Pois a vida sempre estará em gestação…Esse poema é uma laica oração…p’ra quem o mundo já perdoou!
Marta OliveriImagem criada por IA do Bing – 15 de setembro de 2025, às 15:47 PM
Subversión absoluta y no lo he dicho yo lo dijo aquel poeta del verbo milenario ,
“Porque los últimos serán primeros y los primeros últimos”
y el cielo caerá en lluvia estelar sobre las ciénegas para dar consuelo al lodo elevándolo a la escala de las torres celestes,. lodazales y selvas de estéril certidumbre,
Todo habrá de subvertir por voluntad del verbo voluntad inaudita de otra cordura humana que hoy espera entre rejas y correas asépticas.
Una peregrinación de locos, de brumas del presente una infinita peregrinación de harapos e inocencia, de espejismos y sueños guiarán la nueva historia de lo no sucedido.
Allí donde está la corona del escarnio, pero también el cetro intangible del bálsamo
Y ya no habrá liturgias de jerarquías pródigas, no más amos del altar benevolente subversivos en orden perfecto de lo inverso clamor que hoy es silencio dolor en fin, costumbre del sufriente.
Y los poros de la tierra se abrirán a los ríos de los sueños del hombre porque humano es ser uno y en otredad el mismo un registro sensible que percibe la espiga, la libélula el tormento del mar la paz del éter.
Habrá para el hermano una cuna de estrellas donde hoy llora perplejo el niño despojado de su pequeño templo en súbito derrumbe.
Una cuna nupcial para la nueva alianza la razón abrazando el corazón del hombre..