Fallen gods

Arwa Ben Dhia: Poem ‘Fallen Gods’

Arwa Ben Dhia
Arwa Ben Dhia
Imagem gerada por IA do Grok – https://grok.com/imagine/post/a2e4fed1-55c5-448e-948f-08bb7e020767

No matter what they tell you,

You are capable of much more

Than you think you are.

Indeed, you are fallen Gods.

There is much more in you,

You, with your weaknesses and volatility,

Than in Gods stayed in their Olympus.

The latter, with their dullness and eternity,

Truly envy your frailty and mortality.

Tell yourselves more of your Divine nature,

Repeat it again and again till conviction,

Because there are no more powerful words,

Than those you utter to speak to yourselves.

Then, strive to be worth Gods.

Despite your earthly condition,

Make your Earth an Olympus!

What do Gods do? 

They create in silence.

Create a better self.

Create a better future.

Create a better Life.

And wherever you go,

Spread Beauty!

Because Beauty is the reflection of divinity.

Namaste!

Arwa Ben Dhia

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Alento da morada materna

Ella Dominici: ‘Poema Alento da morada materna’

Ella Dominici
Ella Dominici
Imagem criada por IA do Bing - 09 de maio de 2025,  às 06:22 PM
Imagem criada por IA do Bing – 09 de maio de 2025,
às 06:22 PM

A morada materna não tem paredes — tem pulsos.
Não se entra por portas, mas por respiros.
Lá, o tempo é um leite que ainda nutre,
e cada ausência se amacia na palma de uma presença antiga.

Quem ali repousa não se esquece mais de si.
Pois se reencontra no calor do primeiro nome,
aquele nome que só as águas profundas sabem dizer.

A terra que embala esse abrigo não é seca nem firme —
é úmida de eternidade, fértil de presságios.
Dela brotam memórias com cheiro de jasmim e chão molhado,
palavras não ditas que ainda assim embalam o ser
como se fosse sempre criança, ainda que velho de dores.

E quando o mundo lá fora grita, fere, apressa —
é para dentro que o filho retorna.
Como quem se encosta no colo do sagrado,
com o ouvido colado à pele do universo,
ouvindo o coração que o gestou.

Há silêncio nessa casa —
mas é um silêncio que canta.

Ali, o grotesco se curva diante do mistério
e o sublime dança com os pés sujos de barro,
como quem celebra a única verdade:
o amor que não cobra presença, porque é presença.
Aquele que não fala de si, mas pulsa em tudo.

Ella Dominici

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Uma existência sem duração e a arte como ilusão

Ella Dominici

‘Uma existência sem duração e a arte como ilusão’

Ella Dominici
Ella Dominici
Criador de imagem do Bing - 1º de maio de 2025, às 16:06 PM
Criador de imagem do Bing – 1º de maio de 2025,
às 16:06 PM

Para que serve a Arte?
Nos dar breve, mas fulgurante
Ilusão de camélia
Na brecha emocional
Irredutível à lógica animal

Como então nasce a Arte?
Da alegria em flor do espírito
De esculpir lamelas da alma
Em campo infinito do sensorial

O que faz por nós a Arte?
Dá forma e torna visíveis
Metamorfose aos tumultos
E tédios da vida
Sossego a esta corrida vã e
Incessante e aos passos insensíveis

Onde se acha a Arte?
Debruçada nas letras liter-artes
Em cores e tintas das obras
Encarnando a universalidade
Dos afetos humanos e no momento suspenso arrancado do tempo:
na eternidade

Ella Dominici

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As cruzações do amor

Clayton Alexandre Zocarato: ‘As cruzações do amor’

Clayton Alexandre Zocarato
Clayton A. Zocarato
Imagem criada por IA no Bing – 21 de março de 2025,
às 06:03 PM

Clayton Alexandre Zocarato

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O espírito criador de Mendelssohn

Ella Dominici: ‘O espírito criador de Mendelssohn’

Ella Dominici
Ella Dominici
Criador de imagem do Bing – Da plataforma DALL E-3

Ele ergueu suas mãos ao céu invisível,
onde a música repousa antes de ser som.
Mendelssohn, o servo inspirado, ouviu
os acordes que dançavam na luz da fé.

Sua pena não escrevia apenas notas,
mas preces silenciosas que ecoavam na eternidade.
Cada melodia era uma ponte entre mundos,
um cântico que unia a Terra ao divino.

Na vastidão do mistério, ele sentiu a voz do Senhor,
um sopro de amor que preenchia sua alma.
E ali, sob a graça do Criador,
compôs para o Cristo vivo, o Cordeiro e o Rei.

Era mais que música; era um ato de rendição,
um louvor moldado em harmonia e devoção.
Os coros erguiam-se como asas celestes,
e as vozes humanas refletiam a divina.

Na profundidade de sua fé,
ele traduziu o amor eterno em sons imperecíveis,
um lembrete de que o Espírito Santo habita
mesmo na fragilidade do mundo.

E agora, quando sua música ressoa,
em catedrais ou na solidão do coração,
é a mesma luz que brilha, o mesmo chamado:
“Venham, todos os povos, glorifiquem o Senhor.”

Que minha voz humana, frágil e pequena,
seja o eco da obra que ele ofereceu.
Pois Mendelssohn não apenas compôs,
ele respondeu ao Verbo com sua vida.

Ella Dominici

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Desalento

Ana Kelly: Poema ‘Desalento’

Ana Kelly
Ana Kelly
Desalento - Imagem gerada com IA do Bing - 3 de outubro de 2024 às 8h53 AM
Desalento
Imagem gerada com IA do Bing – 3 de outubro de 2024 às 8h53 AM

A dor consome o coração
Que sangrando,
desoladamente dentro do peito,
Se desfaz em agonia.
Vazam as lágrimas que já não aguento sufocar.

Meus dedos frios,
Em minha face
São tudo o que me resta
de um platônico conforto.

Não tenha pena de mim,
Entre essas lápides esquecidas
Repousarei pela eternidade.
Talvez sem dor
Mas como um borrão
em meio a claridade.

Ana Kelly

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Verdades secretas

Nilton da Rocha: Poema ‘Verdades Secretas’

Nilton da Rocha
Nilton da Rocha
Eu sou tua esperança
Eu sou tua esperança
Microsoft Bing – Imagem criada pela Designer

Eu sou tua esperança,

Que acalma teus medos com confiança,

Descansa tua mente e alivia tua dor,

Beijo tua boca, te dou prazer, meu amor.

Às vezes, ciúmes absurdos afloram,

Magoo-te, por vezes, eis o que assombra,

Mas jamais deixo de te amar, é verdade,

Perco sonhos, mas contigo, é eternidade.

Tu és especial, repleto de amor e paixão,

Tudo no limite, em cada situação,

Deixa-me envolver-te em um abraço,

Sentir teu perfume, é o meu espaço.

Paixão e ternura, tão singular,

Neste poema, caio em teus braços a sonhar,

Teu sorriso, uma magia a irradiar,

Sentimento puro, a me encantar.

Nilton da Rocha

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