Naked , he wears a necktie To hide his nakedness with the skins of the victims, Preparing his speech For the rites of his own funeral. Afflicted with ruins and despair, Beneath David’s sling, I never began a war So that it might end.
For two centuries I have shored up a land Promised to me alone With a ram’s twin horns. Brought to me as a ransom by the heaven’s folks I shall no longer be a god to any soldier, To see myself wandering the corridors of a miracle That never comes. No prophet will find peace Planting myrtle in the shade of my grave;
No victor, fattened on my hatred- Not even by a fingertip- Will dare to stare into the eyes of the wretched, the maimed, Or those stripped of hope, Of any hope at all, in life Nor those useless who hate me. Who guide my people to the brink of disaster. Nothing resembles me but my kingdom A woman with her dog Fled twenty years ago from Crimea, And settled in Hebron, cried it out- Bring back to me the body of my son, Tormented in the war of Ukraine, And the life of my grandson, Held hostage in the depths of Gaza’s tunnels! You- who have driven my people With the whips of sins. Someone casts his voice into the space between them- There is no place where we can feel safe For our tomorrow except through our journeys, No refuge sufficient to bury us in, No riddles that could, after your death, Be turned into miracles Of your dwelling among the lives of the ancients. And a child, who saw what he saw In the corridors of Al- Shifa Hospital, Cries out: Look at him! He is the one- Naked, Driven by the deeds of his hands Those who stoned the prophets, naked.
Nilton da Rocha: Poema ‘Clamor deste povo na guerra’
Nilton da RochaImagem criada por Ia do Bing – 18 de junho de 2025, às 17:49 PM
Eu clamo ao Sol que não quer nascer, Procuro a chuva, o mar, a flor, Promessas feitas que vi morrer, Resta ao mundo só dor e clamor, Em silêncio se esvai o amor.
Vejo a Terra que sangra e chora, Campos vazios, mares sem cor, Toda a esperança que se foi embora, O homem esquece o que tem valor, E o céu se esconde do sonhador.
Cadê a paz que nos prometeram? Cadê os frutos, o lar, o bem? Só vejo os campos que se perderam, E a dignidade que já não vem, Tudo se apaga e não resta ninguém.
Quero os meninos nos rios, nas matas, Vendo as estrelas, sentindo o ar, Brincando livres nas madrugadas, Sem medo algum de se apaixonar, Vivendo o mundo a se renovar.
Chega de guerra, morte e mentira, Que a voz da Terra se faça ouvir, Que o homem aprenda, que nunca fira, Que ao diabo não possa resistir, E a paz renasça a nos redimir.
Uma estrela prestes a colapsar. Uma civilização à beira da extinção. Um plano audacioso para sobreviver
Lysians
RESENHA
Em Lysians, uma galáxia distante enfrenta uma crise iminente: a estrela Lyys, fonte de toda a vida, está prestes a colapsar. No caos que se instala, as Três Mães convocam o conselho para decidir o destino de seu povo.
A partir desse ponto, a trama se desenrola de maneira surpreendente e cheia de reviravoltas. A história explora temas como coragem, aceitação e dilemas éticos, mergulhando o leitor em um universo de ficção científica rica em detalhes que deixam sem fôlego.
Uma narrativa emocionante que deixa todos ansiosos pela continuação. Lysians – Parte 1 é uma leitura imperdível. Recomendo com entusiasmo!
Assista à resenha do canal @oqueli no YouTube
SINOPSE
Uma estrela prestes a colapsar. Uma civilização à beira da extinção. Um plano audacioso para sobreviver.
A estrela Lys está passando por instabilidades catastróficas que destruirão toda a civilização Lysiana.
As três mães Lysimaes — Miureiin, Luen’Di e Niira’Da — se reúnem com seus Mentats e conselheiros para lidar com essa crise.
Como resultado, uma missão é lançada: enviar sete naves para explorar planetas em busca de novos mundos habitáveis, garantindo assim a sobrevivência de seu povo.
Em uma batalha climática, as frotas Lysianas enfrentam os Nafiranos, inimigo ressurgido, enquanto simultaneamente enviam naves para os novos mundos descobertos.
À medida que a mobilização do império se intensifica, Niira’Da, a formidável Lysimae de No’Moi, embarca em uma jornada através do reino sombrio de Lysdur. Armada com o Cajado da Coragem, ela enfrenta uma série de desafios mortais, testando os limites de sua resistência física e sua liderança.
Enquanto isso, E’Ruj, um jovem Mentat brilhante, faz uma descoberta chocante sobre a verdadeira natureza da crise estelar, ao mesmo tempo em que lida com uma crise de consciência sobre seu papel nessa tragédia.
Em uma linha narrativa paralela na Terra, Tony e Anna celebram com alegria o nascimento de sua filha, Azuir.
No entanto, sua comemoração foi interrompida pelo Império Lysiano, que demonstra um interesse inquietante na criança.
Quando mundos colidem, o caos é apenas o começo.
SOBRE O AUTOR E SUA OBRA
Tiago Snasc, 34 anos, natural de Manaus, viveu sua infância e juventude imerso na imensidão da floresta amazônica.
Tiago Snasc
O Rio Amazonas era seu quintal, e por lá, ele mergulhou, nadou e se aventurou até os 28 anos, quando decidiu seguir novos rumos profissionais.
Em 2019, mudou-se para São Paulo em busca de crescimento na carreira.
Com bacharelado em Administração de Empresas e MBA em Gerenciamento de Projetos pela UNIP, acumulou vasta experiência no campo das finanças digitais e tecnologia SAAS.
Em 2024, Tiago tomou uma decisão crucial: buscar uma carreira internacional. Abandonou tudo o que tinha e se mudou para a Irlanda, visando aperfeiçoar seu inglês e expandir seus horizontes profissionais. No entanto, foi outro sonho que, de fato, tornou-se realidade: o lançamento de seu primeiro livro.
A obra, intitulada LYSIANS, começou a ser escrita em 2018 quando Tiago, sem experiência como escritor, decidiu registrar em um arquivo de Word os sonhos recorrentes que o atormentavam.
Obcecado por eles, queria saber como se desenrolariam, qual o significado e quem eram aquelas pessoas. Durante anos, ele reescreveu a história inúmeras vezes, buscando nos sonhos inspiração e criatividade.
Em 2020, um golpe quase fatal para o projeto: perdeu o primeiro manuscrito, com cerca de 300 páginas, além de um notebook antigo.
O desânimo foi grande, mas durante a pandemia, encontrou tempo e espaço na solidão do isolamento para continuar a escrita. Foi nesse período de incertezas e tempo livre que sua mente inquieta, alimentada pelos sonhos, o impulsionou a criar os próximos capítulos da história.
Inicialmente, Tiago não tinha a intenção de publicar um livro. Estava apenas registrando suas ideias malucas. Mas, ao compartilhar seus escritos com amigos, recebeu o incentivo necessário para seguir em frente.
A mudança para a Irlanda, que parecia ser um passo para a carreira profissional, se transformou também em um catalisador criativo, oferecendo-lhe o tempo e a inspiração necessários para concluir a primeira parte de LYSIANS.
Sua paixão por mundos complexos e sociedades em constante evolução transparece na obra. LYSIANS explora os limites de uma civilização avançada, levando a reflexão sobre os dilemas que surgem quando o progresso cobra seu preço.
Tiago, que ama um estilo descritivo e narrativo, com ênfase no world-building e em personagens profundos, busca criar universos onde coragem, bravura, honra, amizade e batalhas são mais do que temas – são os pilares fundamentais de sua narrativa.
A trama principal gira em torno de uma civilização à beira da extinção, com uma estrela prestes a colapsar. Sete naves partem em busca de novos mundos habitáveis, e uma delas tem a missão de preparar a humanidade para a chegada dos Lysianos.
Entre os protagonistas, destacam-se Niira’Da, E’Ruj, Li’Raos e Tony, um Lysiano disfarçado na Terra, cujas histórias se entrelaçam em uma jornada de dilemas éticos, sacrifícios profundos e momentos de esperança e amizade.
A pergunta que permeia a história de LYSIANS é profunda e inquietante: em que momento o progresso de uma sociedade se torna uma bênção, e quando ele se transforma em uma maldição?
Tiago escreve com a convicção de que histórias não apenas entretêm, mas transformam, transportando os leitores para mundos antes inimagináveis. Para ele, o propósito como escritor será cumprido se suas palavras conseguirem, mesmo que por momentos, levar alguém para outro universo.
Em LYSIANS, o autor explora a evolução tecnológica, cultural e espiritual de uma raça humanoide até seu declínio, influenciando o início da ascensão (ou não) da nossa própria civilização.
O livro é uma trama densa e profunda, repleta de camadas de tempo e espaço que desafiam a mente e o coração, prometendo uma narrativa vibrante e repleta de mitologia, ação e reflexões significativas.
Lançamento do Livro ‘Amor Além da Guerra’ conquista público em Caçador (SC)
Capa do livro ‘Amor além da Guerra’
No dia 15 de março, a Livraria Selva, em Caçador (SC), foi palco de um evento que superou todas as expectativas: o lançamento do aguardado livro Amor Além da Guerra.
O evento, que aconteceu ao longo de todo o dia, foi um verdadeiro sucesso, atraindo um público diversificado, incluindo empresários, vereadores, o prefeito da cidade, Sr. Alencar Mendes, prefeitos de municípios vizinhos, representantes da Universidade local e até pessoas de outras cidades.
O livro Amor Além da Guerra mergulha em diversos aspectos históricos, combinando romance e fatos reais.
A trama explora temas como a imigração italiana para o Brasil no final do século XIX, as adversidades dos imigrantes, as duas grandes guerras mundiais e os regimes que surgiram em função delas, como o Nazismo, o Socialismo e o Comunismo.
A obra é resultado de uma extensa pesquisa e de uma profunda paixão pela história.
Entre 1880 e 1890, milhares de italianos desembarcaram no Brasil em busca de uma vida melhor. Aproximadamente 580.000 imigrantes europeus chegaram ao país até 1900, e quem não tem, na própria família, raízes italianas ou de outras nacionalidades europeias?
A imigração transformou a cultura brasileira, moldando nossa culinária, religião, costumes e, claro, nossa visão de mundo.
Porém, a jornada desses imigrantes não foi fácil. Eles enfrentaram imensos desafios, preconceitos e dificuldades.
E é dentro desse contexto de luta e resistência que nasce a história de Amor Além da Guerra – um romance emocionante que, além de retratar a experiência dos imigrantes, também narra as atrocidades das Guerras Mundiais, que atingiram o mundo sem escolher fronteiras.
A história traz personagens marcantes: uma enfermeira dedicada que cuidou de um soldado cego após um atentado, e o próprio soldado, que, em meio à dor, encontrou no amor uma força de superação.
Esse romance de amor e resiliência transcende a tragédia das guerras, mostrando que, mesmo nos momentos mais sombrios, a esperança pode florescer.
Amor Além da Guerra não é apenas um livro; é uma viagem profunda por diversas fases da história e seus momentos mais impactantes.
Com uma narrativa que mescla ficção e realidade, a obra promete conquistar os leitores e deixar uma marca na literatura brasileira.
Ficção científica narra guerra espacial pelo controle do tempo
Capa do livro ‘The Brain’, de Wanessa de Oliveira Grisol
‘The Brain’ conta a saga de um cientista que coloca o destino do universo em risco após abrir um portal para outra dimensão
Será que algum dia conseguiremos viajar para outras dimensões?
Segundo a teoria da relatividade, Albert Einstein acreditava que uma viagem seria possível pela manipulação da curvatura da gravidade entre espaço-tempo, enquanto Stephen Hawking propôs que buracos negros e de minhoca serviriam como portais.
No mundo real, a viabilidade prática ainda é uma incógnita.
Mas na ficção científica The Brain, escrita por Wanessa de Oliveira Grisol, os leitores já podem embarcar em uma jornada espacial e temporal pelo universo.
Neste livro, a autora se inspira nas ideias do teórico alemão e do físico britânico para narrar uma trama que desafia os limites da Física.
Junto com a equipe na Universidade de Washington, o pesquisador Joe Hawk constrói uma máquina aceleradora de partículas para recriar o momento em que o Big Bang originou toda a matéria.
Porém, a experiência abre um portal dimensional que desencadeia uma série de desastres naturais na Terra, além de afetar a zona controlada por Brain, o mestre e guardião do tempo que dá título à obra.
A entidade luta para manter o equilíbrio das leis temporais frente ao desastre cósmico, enquanto seu filho rebelde, Lux, inicia uma missão para destruir as proteções do espaço-tempo estabelecidas há bilhares de anos pelo pai.
É neste momento que Brain decide formar uma aliança improvável com o Doutor Hawk e outros personagens intergalácticos para salvar o multiverso de um vírus mortal e garantir a sobrevivência da humanidade.
Como espécies, indivíduos muitas das vezes diferentes uns dos outros, usamos o princípio da dominação para sobreviver dentro de um sistema de sociedade, buscamos diversas maneiras dentro de nossas espécies para produzir a insegurança, a dúvida e o medo. Quem poderia controlar o tempo?
(The Brain, p. 14)
A guerra pelo controle do tempo resulta em uma narrativa provocadora: até onde somos capazes de ir em busca pelo poder?
Entre os dilemas vividos pelos protagonistas e as referências a cientistas renomados – como o próprio nome do Doutor Hawk, inspirado em Stephen Hawking –, esta leitura diverte ao mesmo passo que convida a refletir sobre a importância da responsabilidade na exploração científica e as consequências da ambição humana.
Wanessa de Oliveira Grisol é natural de Volta Redonda (RJ). Graduada e pós-graduada em Geopolítica, possui MBA de Comunicação e Marketing em Mídias Digitais, no qual aprimorou e aprofundou o conhecimento na área de e-commerce.
Trabalha atualmente como assessora de Recursos Humanos e tem como principais hobbies os jogos eletrônicos (games) e a leitura. The Brain é seu livro de estreia.
Marcelo Augusto Paiva Pereira: ‘Barril de Pólvora’
Marcelo A. Paiva PereiraBarril de pólvora Microsoft Bing – Imagem criada pelo Designer
A guerra deflagrada aos 07.10.2023 pelo grupo político Hamas contra Israel reascendeu as chamas de conflitos anteriores pela Palestina, nunca solucionados a contento. Desde a Idade Antiga, quando o Império Romano continha meio mundo (então conhecido) dentro de seu território, ela fazia parte.
Durante o Império Romano habitavam vários povos na Palestina, dos quais os judeus (ou hebreus) eram um deles. Dentre eles estava o árabe, descendente de Ismael, filho da egípcia Agar e serva de Abraão (Gn, 16, 15), enquanto os hebreus descendem de Isaac, filho de Sara, esposa dele (Gn, 21, 3).
No ano 70 d.C., sob a administração de Vespasiano, os hebreus foram dispersos mundo afora em resposta à revolta deles contra a perda da autonomia e consequente redução à província romana. Da diáspora, os hebreus somente retornariam à Palestina no século XX, quando se encontrava ocupada por povos de origem muçulmana.
Os muçulmanos surgiram após o profeta Maomé fugir de Meca para Medina, no ano 622 d.C. (a hégira, no século VII), e consolidar a religião que pregava na península arábica: o islamismo, que tomou conta do mundo árabe e se propagou pelo norte da África, sul da Europa e oriente médio (inclusive a Palestina), até as fronteiras da Índia.
Após a Segunda Guerra Mundial (1939-45) os sobreviventes do holocausto, sob a tutela da Inglaterra, criaram o Estado de Israel (1947) na região onde viveram durante o Império Romano. Era a mesma Palestina que até hoje existe, mas dividida entre territórios (Cisjordânia, Faixa de Gaza e Israel) e sujeita a ânimos hostis dos muçulmanos ao redor.
Aos 25.01.2006 o grupo político Hamas, criado pela facção Irmandade Muçulmana, foi eleito para ocupar 76 das 132 cadeiras do parlamento do Estado Palestino, cuja maioria (57%) conquistada permitiu ao Hamas escolher o Primeiro-Ministro a governar aquele Estado. Desde então a Palestina tem sido por ele administrada, que deseja reconquistar os territórios adquiridos por Israel e fundar um Estado Islâmico desde o Mar Mediterrâneo até a fronteira da Jordânia.
O território onde hoje é o Estado de Israel é o da Palestina desde a Idade Antiga, quando era habitado por diversos povos e as legiões romanas controlavam a metade do mundo antigo. De lá para cá os hebreus foram expulsos por Vespasiano, Maomé consolidou e difundiu o islamismo pelo mundo árabe, do qual parte dele continuou na Palestina e os hebreus sobreviventes da Segunda Guerra Mundial à ela retornaram – terra prometida – de onde saíram a contragosto (e não porque quiseram).
Conclusivamente, o vínculo de parentesco entre árabes e judeus (ou hebreus), procedente de Ismael e Isaac, serviu para inflamar os ânimos de muçulmanos que não os querem lá. Estão eles distribuídos pelo Egito, Irã, Líbano, Síria e nos territórios palestinos (Cisjordânia e Faixa de Gaza). Este é, então, o barril de pólvora que se tornou aquela região. Nada a mais.