De la profunda pena

Marta Oliveri: Poema ‘De la profunda pena’

Marta Oliveri
Marta Oliveri
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Todo es inútil
si tendemos inválidos
los brazos a la sombra.
​Todo se tiñe de furioso abismo
del ser hacia un caer interminable.
​Todo absolutamente
se destempla, se anuda
cuando la pena de tu hermano
no te atañe.
​Vanidad que enajena.
Laberintos de espejos
tocando su propia piel
en el cristal ya exangüe.
​Es inútil el abrazo
como quiso el poeta
Celebrando aquel sueño libertario
de descerrajar la tierra
de fronteras
horizontes fugitivos,
en migración de pájaros…
​Cóndores del azul
contándonos que existe
un más allá del ojo mínimo
que suponemos máximo.
​Si gana el miedo al fin
negándose en afanes
que transmutan el imperio
en loor inextirpable.
¿Cómo no naufragar
tus manos entre ríos?
¿Cómo no morirse
de pena ante la aurora
Sabiendo que tal vez,
por atávico sino
no exista ya otra al borde
de tu vida y las otras?.
​Comprendiendo que este fin
es epitafio altivo,
que nunca rezará
sobre lápida alguna.
​Ni el jardín de la muerte
navío de los años
que vino a izar su vela
el niño en su alba cuna
para anclar en crepúsculo
de vejez la tibieza
de una noche de barcos a la luna.
​Inútil que me llene de dulzura,
de juglares, de versos y de cantos
si no existe una llama pequeñita
que avive el corazón de este letargo.
Inútil es la lágrima que muere
sin anclar en el océano del llanto.

Marta Oliveri

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Princípio e fim

Pietro Costa: Poema ‘Princípio e fim’

Pietro Costa
Pietro Costa
"Dos fios de seda costurados, a larva erige sua morada
E após um sono pesado, revive como criatura alada..."
Dos fios de seda costurados, a larva erige sua morada
E após um sono pesado, revive como criatura alada…”

Microsoft Bing. Imagem criada pelo Designer

A beleza está no desvelamento
Da dor vem a libertação
Do isolamento, a união
É o ser enquanto acontecimento

A rosa é desprovida de espinhos
Apenas no platonismo de ideias puras
Enfeitado por jardins oníricos
E riachos cristalinos como a Lua

Folhas voam ao vento de cada manifestação vivente
Corrente de ar, ‘dasein’, respiração movente
A potência como indeterminação, possibilidade latente

Dos fios de seda costurados, a larva erige sua morada
E após um sono pesado, revive como criatura alada
Borboleta em ato, sublime despertar da alma

Pietro Costa

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Ateliê Alê convida para o resultado do 1º edital ocupação Ateliê Alê Coletivo Isolativo apresenta exposição 'Isolamento'

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De 22 de julho a 10 de agosto, acontece a exposição ‘Isolamento’ de sete artistas do Atêlie Alê em São Paulo

O coletivo nasceu endogâmico, de dentro para dentro. Sete artistas, sete tempos diferentes em tempos diferentes. Portas fechadas sempre foi assunto para o coletivo, que começou ocupando um restaurante fechado, sem visitas, sem permanência. Pandêmico, sobrevivente, subversivo.

Na exposição ISOLAMENTO os artistas penduram seus melhores trabalhos nas paredes e fecham as portas da galeria. Barram a entrada, mandam embora. Durante o período de ocupação, os artistas se revezam fazendo do impedimento o trabalho. Cubo branco inacessível, visite a barreira, visite o impedimento.

http://Ateliê Alê. Foto: Divulgação.

Mais sobre o Ateliê Alê:

Fundado em 2012 pela artista visual Alexandra Ungern, o Ateliê Alê nasceu como uma nova proposta no cenário contemporâneo da arte. Seu objetivo é viabilizar um laboratório, aberto ao público, de experimentações artísticas e curatoriais. Além de ser uma nova alternativa para as instituições já existentes, este espaço em Santo Amaro se insere dentro do campo das artes visuais com a implementação de cursos, palestras, conversas e exposições.

O espaço já patrocinou varias exposições em São Paulo e ofereceu cursos de fotografia digital, monotipia, pintura, mosaico e aquarela.

O Ateliê Alê estreou no campo internacional com sua participação na PINTA London 2014Feira Ibero e Latino Americana de Arte Contemporânea, onde representou dez artistas emergentes, apresentando, como projeto artístico convidado, a exposição “O Saber da Linha”, com curadoria de Paulo Gallina. Em 2015, através de uma parceria com artistas de Nova Iorque, executou a exposição “Be Here Now”.

Em 2016 participou da feira CROSSROADS (anterior Pinta London) em Londres, apresentando os Projetos do Ateliê na categoria “ Propostas Especiais” , como o projeto Portão (Graffiti) e Residências Artísticas.

Estão trabalhando as normas sanitárias e de restrição de funcionamento de acordo com os protocolos do Governo do Estado de São Paulo

Entrada gratuita

SERVIÇO:

Exposição: Isolamento
Artistas: Elton Hipolito, Juliana Maia, Leonardo Conceição, Luciana Mattioli, Nathalie Böhm, Renata Carra e Rodrigo Leão
Período expositivo: 22/07/21 à 10/08/2021

Rua Califórnia, 706 – Brooklin – São Paulo