Aldeias de xisto

Uma viagem literária e sensorial pelas memórias ancestrais, arquitetura única e paisagens deslumbrantes no coração de Portugal, pelos olhos de Laura Moura Nunes

Laura Moura Nunes
Laura Moura Nunes
https://www.pexels.com/pt-br/foto/encantadoras-casas-de-pedra-em-piodao-portugal-33891304/

São casas tradicionais que possuem uma arquitetura única e simples, e as de maior destaque são as que têm balcões e varandas sombreadas por videiras.

Os edifícios particulares também construídos em Xisto são o ex-libris das Aldeias neste encanto do passado das emblemáticas Aldeias onde o turista atento tem muito mais para ver.

Desde as Pontes Romanas por onde passavam as mercadorias vindas de longa distância (rota comercial) na casa Museu estão expostos vários utensilios antigos do quotidiano dos habitantes mostrando ao visitante a mística forma de vida desses povos, a sua maneira de adaptação

com seu patrimônio religioso pois disso são exemplo as igrejas que se encontram datadas do século 1933 que sofreram várias remodelações ao longo dos tempos.

Têm torre sineira erguida em homenagem ao Patrono de sua devoção.

Quem quiser fazer uma viagem no tempo remoto pode visitar este patrimônio pois remonta como se vivia nessas Aldeias de Xisto com construções em pedra sobre pedra.

Uma paisagem luxuriante, deslumbrante, cultural e única no centro de Portugal, onde se mostram montanhas a perder de vista, água a brotar da terra em rios e ribeiros, um céu azul dos mais estrelados dado a sua situação geográfica, belas

água e a natureza que sobressai da diversidade destas aldeias em que o ser humano não pode alterar. Suas gentes, suas aldeias representam com grande magnitude Portugal, pois é o pulsar da terra Lusitana despertando os sentidos e evocando memórias.

São um mundo mágico de gigantescas dimensões

Patrimônio da Humanidade

Laura Moura Nunes

Voltar

Facebook




Historiadora será contemplada em Solenidade da FEBACLA

A FEBACLA se posiciona como guardiã da memória cultural contemporânea, atuando na preservação e na projeção das contribuições de agentes culturais que colaboraram para a preservação do patrimônio histórico da Cultura Imaterial

Condessa Laura Moura Nunes
Condessa Laura Moura Nunes

A colunista do ROL, escritora, historiadora e poetisa de Portugal, Condessa Laura Moura Nunes, receberá da Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências e Letras – FEBACLA, a COMENDA DO MÉRITO LITERÁRIO MACHADO DE ASSIS, no mês de maio de 2026 no formato online e presencial. A cidade de Niterói no Rio de Janeiro se prepara para receber expressivo encontro intercultural do Brasil e do mundo.

A Câmara Municipal de Niterói será o cenário da grande solenidade comemorativa pelos 14 anos de fundação da FEBACLA, sob a gestão do presidente Dom Alexandre da Silva Camêlo Rurikovich Carvalho, reunindo representantes de diversas áreas do saber e da produção cultural brasileira. Com expectativa de amplo intercâmbio nacional e internacional, o evento contará com a presença de artistas, escritores, educadores, pesquisadores, gestores culturais e autoridades.

A FEBACLA se posiciona como guardiã da memória cultural contemporânea, atuando na preservação e na projeção das contribuições de agentes culturais que colaboraram para a preservação do patrimônio histórico da Cultura Imaterial. À frente da instituição está seu presidente, Dom Alexandre da Silva Camêlo Rurikovich Carvalho, cuja atuação multifacetada como jornalista, filósofo, escritor, historiador e produtor cultural tem sido determinante para o fortalecimento e a expansão da FEBACLA.

A solenidade comemorativa estará reconhecendo a importância das expressões como patrimônios culturais, instrumentos de formação cidadã e meios de preservação das tradições históricas e identitárias do Brasil. O encontro também se consolida como espaço de diálogo, intercâmbio e fortalecimento de redes culturais entre diferentes regiões do Brasil e do mundo.

Voltar

Facebook




Da Terra de Camões para o ROL, Laura Moura Nunes!

Da vinícolas portuguesas na região de Ribatejo, Laura Moura Nunes traz ao ROL a poesia dos campos verdejantes, do aroma agradável dos pinheiros e das flores silvestres!

Laura Moura Nunes
Laura Moura Nunes

Laura Moura Nunes, natural de Ribatejo, Portugal, é escritora, poetisa, promotora cultural e historiadora.

Membro da Association Cultive Club d’ Art  Littérature et Solidarité; União Brasileira de Escritores – UBE; colaboradora do jornal República Alternativa Cultural Recife e da Revue e ArtPlus – Editora Cultive, Genebra, Suíça e coautora de várias antologias, inclusive internacionais.

Por sua atuação literocultural, tem sido agraciada com inúmeras honrarias, pela Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes – FEBACLA.

Laura Moura Nunes tem o Brasil como sua segunda pátria, pela sua hospitalidade e belezas naturais e culturais. Sua origem se fundamenta nos seus pais, que foram agricultores das vinícolas portuguesas na região de Ribatejo, local de belíssimos campos verdejantes, de aroma agradável dos pinheiros e das flores silvestres acompanhados pelo som dos vários animais e pássaros esvoaçantes.  

Com suas raízes construídas na tradição familiar, Laura é guardiã desse patrimônio, zela pelo intercâmbio Interdisciplinar e multicultural com promotores de culturas, e também busca as riquezas da história e da literatura através da leitura e da escrita.    

Laura apresenta aos leitores do Jornal ROL  o poema Terra Mater, sensibilíssimos versos sobre a Mãe Terra!

Terra Mater

Imagem criada por IA da Meta - 05 de fevereiro de 2026, às 20:40 PM - https://www.meta.ai/create/CD4kRTxdSFS/?prompt_id=19541d0f-a04d-4f50-8384-7d261f380783
Imagem criada por IA da Meta – 05 de fevereiro de 2026, às 20:40 PM – https://www.meta.ai/create/CD4kRTxdSFS/?prompt_id=19541d0f-a04d-4f50-8384-7d261f380783

Terra nos és emprestada
Adoptados por algum tempo
O pão de cada dia das tuas entranhas
O tiramos
Aνό
Mãe
Filha
Por toda ela viajamos vagabundos inquietos
Procurando sombra viver não vegetar
Para uns doce avó
CçCarinhosa mãe
Abençoada filha
Terra coração albergador
Abrigas teus filhos
com a água que brota das fontes
Teu lençol freático cria teus Rios teus Mares
Alimento para o corpo o ar que respiramos
É limpo pelo Vento que fustiga teu rosto
O Sol impiedoso greta teu chão
As sementes não germinam
Pedes implorar chuva
Clamas pela Terra Mãe choras tuas sementes perdidas
Terra madrasta
O meu gado vai morrer sem alimento
A Terra o tirou
Lembras-te quem criou a Terra?
Rogas pedes perdão
Terra tu me criastes
No teu chão cresci
Do pó nasci
A ele voltarei.

Laura Moura Nunes

Voltar

Facebook