Mulher

Loide Afonso: Poema ‘Mulher’

Loid Portugal
Loid Portugal
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Linda
Bela
Maravilhosa
Preta
Esbelta
De todos os nomes lindos,
Nenhum supera
O de uma mulher sorrindo
Cantando
Pulando
Gritando
É. Mulher é tudo isto
Um misto
De caos
Loucura
Alegria
Pureza
Dor
leveza,
É mistura
De bom
Mau
Lento
Frio
Rápido
E morno,
É compostura
Um livro mal
Lido
Atirado
E flor no
Jardim bem cultivado

Loid Portugal

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Inverno

Denise Canova: Poema ‘Inverno’

Denise Canova
Dama da Poesia
Imagem criada por IA do Bing - 23 de junho de 2025, às 07:49 PM
Imagem criada por IA do Bing – 23 de junho de 2025,
às 07:49 PM

Inverno

Poesia

Aquece a minha alma

Deixa leve

Como um floco de neve

Dama da Poesia

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Amor, como é bom amar!

Sandra Albuquerque: Poema ‘Amor, como é bom amar!’

Sandra Albuquerque
Sandra Albuquerque
“… o amor traz vida, leveza e sorrisos”
Imagem gerada com IA do Bing ∙ 26 de novembro de 2024 às 3:46 PM

Amor meu
A melhor coisa que existe é amar, pois o amor traz vida, leveza e sorrisos.
Amar é descomplicar.
O amor sadio é verdadeiro e, apenas, soma.
Nele não há estresse e nem preconceitos e sim, simplicidade.
A veracidade toma conta do ambiente.
Tanto em dias chuvosos ou ensolarados, as emoções estão ali presentes.
Não há dúvidas e nem desconfianças.
Um vive para o outro.
O tempo passa sem ser notado.
O importante é estar perto, olho no olho e um nos braços do outro, sentindo o cheiro e a pele.
Poder acordar ao cântico dos pássaros, com os cabelos desalinhados sem make ou filtros e sim, com a realidade é uma das vantagens do amor da alma.
Quero estar com você sempre, até o fim dos meus dias, olhando o jardim, apreciando a horta e dormir ouvindo as águas do córrego entre as pedras e as folhagens.
Ver bem de perto as estrelas, as quatro fases da Lua e o pôr do Sol e sempre o novo amanhecer.
Portanto, me aguarde que estou chegando.
Vou subir a serra.

Comendadora Poetisa Sandra Albuquerque

RJ, 25/11/2024 – 08:34 PM – Direitos Reservados à Autora

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Ensaio sobre o banho

Ella Dominici: Poema ‘Ensaio sobre o banho’

Ella Dominici
Ella Dominici

Ensaio sobre o banho
Ensaio sobre o sonho
Imagem criada pela IA do Bing

o banho que molha
tem algo de peculiar
não é banho à toa
entoa na acústica chuva
que escorrega a alisar
corpo de cima abaixo
parte por parte
pedaço por pedaço
de um inteiro tudo

água desliza devagar
entre todo o universo
de um corpo trêmulo
onde há tanto cansaço
o medo se esquiva
afoga-se mágoas
dúvida se dissipa no ar
das bolhas que dão pulos

e que voam de fato
na insustentável leveza
e a liquidez do tudo
rola pelo buraco do ralo
resquícios do antigo
excessos do moderno
reforma na água sutileza
e a solidão deságua
afoga as fósseis frustrações,

Kathársis humoral

se o castigo das pressões
na ducha faz pele rosada
contrasta com carinho luxo
do líquido que ensaboa
flui facilmente na face
feição torna-se terna
na eterna maçã visage
rubra de calor da água

quente caliente
aproveita
faz foto de fantasmas
felizes de aparecer
pois eram figuras falidas
sempre tidos por falácias

figurar no fundo
de um ser é tarefa feita
não para os fracos
mas ao que é profundo
caçador que extirpa miasmas

em seu banho peculiar
ensaboa pensamentos
quiasmas no enxágue
preconceitos
se soltam na kathársis
a jorrar como a água
que levou seu tudo errado
lavou seus mais que humanos
defeitos perfeitos

Ella Dominici

Contatos com a autora




Brincando com os sonhos

Eliana Hoenhe Pereira: ‘Brincando com os sonhos’

Eliana Hoenhe Pereira
Eliana Hoenhe Pereira
Vou caminhando e com os sonhos brincando
Vou caminhando e com os sonhos brincando
Microsoft Bing. Imagem criada pelo Designer

Vou caminhando e com os sonhos brincando.

São os meus pés que me dominam,

Enquanto a cabeça nas nuvens descortina.

Os passos trazem leveza, 

 espantam as tristezas,

trazem sensação de renovação

Permitem-me a fugir da monotonia

E a buscar pela harmonia

deixo a brisa da manhã meu rosto acariciar

com os meus cabelos brincar,

No percurso, alguém passou

e cumprimentou-me

Ouvi um Bom dia!

Porém, estava a refletir

e não respondi.

Às vezes bate uma ausência

o céu emudece e até endoidece

ou lembro de uma situação passada

quase sempre engraçada, 

motivos para brotar muitas risadas.

Eliana Hoenhe Pereira

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Leve… Quase igual ao ar…

Clayton Alexandre Zocarato: Poema ‘Leve…Quase igual ao ar…’

Clayton Alexandre Zocarato
Clayton A. Zocarato
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Vou extrair o que está pelo ar…

Procurando te amar…

Em um mar de abandonar…

Pesado…

E irado…

Como minha alma aflita…

Procurando te encontrar…

Em uma  abóbada…

De formas…

E aromas…

Me  jogando…

No vento…

Sendo um bento…

E rebento…

De uma terna leveza…

Adocicando…

Todo meu coração…

Quase igual as outras doces paixões…

Se afastando de amargas razões…

Fazendo brilhar  novas comoções…

Por entre diversos corações…

Seu respirar…

Se tornou…

Meu louvar…

Para eternamente te agraciar…

Preenchendo todo o  meu sonhar…

Clayton Alexandre Zocarato

Contatos com o autor

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Facebook: https://facebook.com/JCulturalRol/




Eliana Hoenhe Pereira: 'Leveza'

Eliana Hoenhe Pereira

Leveza

Viajei na minha companhia

cheia de leveza e alegria

assim como os pássaros

sem pressa para chegar

e em algum lugar pousar

Cruzei tempestades e mares

Misturei-me nas cores

e vi nas flores

a missão de encantar e amar

Nas nuvens flutuei

E deixei  que o vento

pelo meu corpo dançasse

Para o novo me abri

E me apeguei a quem

me fez sorrir

 

Eliana Hoenhe Pereira

eliana.hoenhe1@hotmail.com