Loid PortugalImagem gerada pela IA do Grok – https://grok.com/imagine/post/14ebdeed-9adf-49e8-893c-ec6d3183cb7a
Linda Bela Maravilhosa Preta Esbelta De todos os nomes lindos, Nenhum supera O de uma mulher sorrindo Cantando Pulando Gritando É. Mulher é tudo isto Um misto De caos Loucura Alegria Pureza Dor leveza, É mistura De bom Mau Lento Frio Rápido E morno, É compostura Um livro mal Lido Atirado E flor no Jardim bem cultivado
Sandra Albuquerque: Poema ‘Amor, como é bom amar!’
Sandra Albuquerque“… o amor traz vida, leveza e sorrisos” Imagem gerada com IA do Bing ∙ 26 de novembro de 2024 às 3:46 PM
Amor meu A melhor coisa que existe é amar, pois o amor traz vida, leveza e sorrisos. Amar é descomplicar. O amor sadio é verdadeiro e, apenas, soma. Nele não há estresse e nem preconceitos e sim, simplicidade. A veracidade toma conta do ambiente. Tanto em dias chuvosos ou ensolarados, as emoções estão ali presentes. Não há dúvidas e nem desconfianças. Um vive para o outro. O tempo passa sem ser notado. O importante é estar perto, olho no olho e um nos braços do outro, sentindo o cheiro e a pele. Poder acordar ao cântico dos pássaros, com os cabelos desalinhados sem make ou filtros e sim, com a realidade é uma das vantagens do amor da alma. Quero estar com você sempre, até o fim dos meus dias, olhando o jardim, apreciando a horta e dormir ouvindo as águas do córrego entre as pedras e as folhagens. Ver bem de perto as estrelas, as quatro fases da Lua e o pôr do Sol e sempre o novo amanhecer. Portanto, me aguarde que estou chegando. Vou subir a serra. Comendadora Poetisa Sandra Albuquerque RJ, 25/11/2024 – 08:34 PM – Direitos Reservados à Autora
Ella Dominici
Ensaio sobre o sonho Imagem criada pela IA do Bing
o banho que molha tem algo de peculiar não é banho à toa entoa na acústica chuva que escorrega a alisar corpo de cima abaixo parte por parte pedaço por pedaço de um inteiro tudo
água desliza devagar entre todo o universo de um corpo trêmulo onde há tanto cansaço o medo se esquiva afoga-se mágoas dúvida se dissipa no ar das bolhas que dão pulos
e que voam de fato na insustentável leveza e a liquidez do tudo rola pelo buraco do ralo resquícios do antigo excessos do moderno reforma na água sutileza e a solidão deságua afoga as fósseis frustrações,
Kathársis humoral
se o castigo das pressões na ducha faz pele rosada contrasta com carinho luxo do líquido que ensaboa flui facilmente na face feição torna-se terna na eterna maçã visage rubra de calor da água
quente caliente aproveita faz foto de fantasmas felizes de aparecer pois eram figuras falidas sempre tidos por falácias
figurar no fundo de um ser é tarefa feita não para os fracos mas ao que é profundo caçador que extirpa miasmas
em seu banho peculiar ensaboa pensamentos quiasmas no enxágue preconceitos se soltam na kathársis a jorrar como a água que levou seu tudo errado lavou seus mais que humanos defeitos perfeitos