La poesia nella coscienza del poeta

Maria Teresa Liuzzo

‘La poesia nella coscienza del poeta’

Maria Teresa Liuzzo
Maria Teresa Liuzzo
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La poesia è cultura di luce quando il contenuto del messaggio anticipa la storia facendosi portatore di valori umani, cristiani, sociali. 

E’ la profondità dell’anima che si manifesta attraverso la forza della parola, quindi un pozzo d’emozioni che non conosce infarti. 

Poesia è il prodotto risultante di un’elevata ed intensa sofferenza vissuta da una sensibilità superiore. E’ sentimento puro. E’ quel filo rosso chiamato umiltà – non umiliazione – il lievito base che permette alla fantasia di prendere forma traducendo in versi l’emozione del momento. 

Poesia è l’intensità dell’ <<anima >>, è respiro universale pur quando non raggiungendo un livello di perfezione su ciò che vorrebbe esprimere (perciò guai a sconfinare dai propri limiti) raggiunge il potere dell’intesa tra simbolo e credente nella lotta odierna tra l’essere e l’esistere scaturita dai conflitti tra individuo e società; tra l’individuo e la propria coscienza. 

Poesia è tale, quando il battito è continuo ed il sangue non è anello ma catena che genera attraverso la sorgente nuove fioriture di versi: sia che l’immagine ari labirinti, sia che semini chiarori. E’ volontà che rimargina cicatrici di speranza accettando qualsiasi calvario. 

Poesia è simbiosi tra spirito e materia; equilibrio, tra ragione e cuore. Coscienza tra animus e sembianza; è pace che conclude l’eterna attesa e non ammette compromessi né fratture. 

Maria Teresa Liuzzo

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Amo o cheiro da poesia

Cristina Rhea

Poesia em prosa: ‘Amo o cheiro da poesia’

Rhea Cristina
Rhea Cristina
Imagem criada pelo chatGPT e, 11 de julho de 2026 - https://chatGPT.com/c/6a528223-105c-83eb-9d27-dd4cdb8efb4a
Imagem criada pelo chatGPT e, 11 de julho de 2026 – https://chatGPT.com/c/6a528223-105c-83eb-9d27-dd4cdb8efb4a

amo o cheiro da poesia entre duas estações
duas palavras respirando profundamente um oxigênio gravado com amor.
nunca é tarde para que ela venha ao meu coração
perguntando-me em segredo como uma criança com os olhos voltados para algo mais alto do que ela.
muitas vezes nos afastamos profundamente dentro de nós quando não nos dizemos e fingimos que vivemos,
a cada dia negamos tudo a nós mesmos, embora acreditemos que falamos com sinceridade.
é uma luta pela vida entre o velho e o novo, entre hoje e amanhã,
entre dois silêncios, há sempre lugar
para a Poesia do Coração,
para aquele leopardo ardente caindo sobre a boca dos poços de palavras,
para aquele instante veloz amando-me profundamente,
para a voz do Vivo que somente Ela pode trazer à superfície e
transformar em diamante os papéis sobre a minha mesa de trabalho.
amo o cheiro da poesia
quando a recusa da escuridão tem cor e aroma de laranja amarga,
quando o sabor do milagre ganha forma no aposento em que estou.
é um sentimento único que faz as estrelas falarem em meu lugar,
quando tenho a sensação de que as letras chegam de mansinho ao coração explorando o Céu.
eu te amo, Poesia,
ao som da tua música dançam as forças de todos os seres humanos,
os pensamentos vestem o manto da imortalidade e o ar estremece de novidade.
ao entardecer, as alamedas das cidades se enchem de palavras pronunciadas com autenticidade e sem medo.
é o sinal da plenitude da poesia que também neste dia se recusou a morrer,
abrindo caminho e lançando amor em cada palavra escrita por mim.

Uma poesia de Rhea Cristina. Qualquer utilização do conteúdo deste poema implica a citação da fonte e requer o consentimento prévio por escrito de Rhea Cristina. Todos os direitos reservados © Rhea Cristina, www.cristinarhea.wordpress.com

Rhea Cristina

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