Marginal Direita do Rio Sorocaba

Manifestação reúne coletivos, acadêmicos e indígenas contra projeto da Marginal Direita do Rio Sorocaba

Carlos Carvalho Cavalheiro
Carlos Carvalho Cavalheiro
Manifestação contra o projeto da Marginal Direita do Rio Sorocaba, em 21 de março de 2026 - Foto por Carlos Cavalheiro
Manifestação contra o projeto da Marginal Direita do Rio Sorocaba – Foto por Carlos Carvalho Cavalheiro

Manifestação realizada na manhã do último dia 21 de março, em Sorocaba, reuniu ativistas, acadêmicos, lideranças indígenas e representantes do poder público em um ato contra o projeto de construção da chamada Marginal Direita do Rio Sorocaba. O encontro ocorreu nas proximidades da antiga Usina Cultural, junto à ponte Padre Madureira, e foi marcado por uma roda de conversa voltada à conscientização ambiental e à valorização do rio.

A mobilização contou com a presença da vereadora Fernanda Garcia, além dos acadêmicos Reinaldo Galhardo, Adilene Ferreira Carvalho Cavalheiro e Carlos Carvalho Cavalheiro, este último doutorando em Comunicação e Cultura pela Universidade de Sorocaba (Uniso) e bolsista do CNPq, vinculado ao Observatório de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Sorocaba, com pesquisas voltadas a múltiplas leituras sobre o Rio Sorocaba.

William Karaipopygua , líder da Aldeia indígena Guarani Gwyra Pepo. Foto: Carlos Carvalho Cavalheiro.

Um dos pontos centrais do encontro foi a participação de indígenas da etnia Guarani Mbya, vindos da Aldeia Guarani Gwyra Pepo, sob a liderança de William Karaipopygua. Contatados pelo jornalista Rafael Franco, os indígenas guarani fizeram questão de participar do movimento. Em uma roda de conversa iniciada por volta das 10h30 e estendida até aproximadamente 12h30, os participantes compartilharam reflexões sobre ancestralidade, espiritualidade e a relação de cuidado com a natureza, destacando a importância da preservação dos biomas e dos recursos hídricos.

Organizado pelo coletivo Justiça Climática em parceria com a organização Floresta Cultural, o ato também contou com a presença de outros grupos e movimentos sociais, como Evolução Sustentável, Resistência Sorocaba, Movimento Negro, Raízes de Sorocaba e Fruto Urbano, ampliando o caráter plural da mobilização.

De acordo com os organizadores, o evento foi motivado pela preocupação com os impactos ambientais do projeto da Marginal Direita, que prevê a supressão de uma área significativa de vegetação — estimada em cerca de 80 mil metros quadrados —, além de possíveis consequências como o aumento de enchentes e a intensificação de ilhas de calor na cidade.

Divulgado nas redes sociais com o lema “O futuro é ancestral”, o encontro também teve caráter solidário, com arrecadação de mantimentos destinados à comunidade indígena participante.

Para os presentes, a manifestação representou mais do que um ato de resistência: foi um espaço de escuta, troca de saberes e construção coletiva de consciência ambiental. Ao trazer à centralidade as vozes indígenas e o conhecimento ancestral, o evento reforçou a necessidade de repensar modelos de desenvolvimento urbano e de fortalecer iniciativas que conciliem crescimento com preservação.

Carlos Carvalho Cavalheiro

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Nós em cena

Escola Inês Cesarotti recebe estreia do projeto ‘Nós em Cena’ com grande participação da comunidade

Projeto 'Nós em Cena'
Projeto ‘Nós em Cena’

No último sábado (23), a Escola Inês Cesarotti, no bairro Vitória Régia, foi ‘invadida’ pela arte. A Associação Fazendo Arte deu início a mais uma edição do projeto ‘Nós em Cena’, que tem como proposta levar teatro, cultura e lazer para diferentes bairros de Sorocaba.

Projeto 'Nós em Cena'
Projeto ‘Nós em Cena’

A abertura aconteceu com a apresentação do espetáculo ‘Romão e Julinha‘, encenado pelos integrantes da associação. Mais de 200 pessoas, entre crianças e familiares, lotaram o espaço e acompanharam atentos cada momento da peça.

Projeto 'Nós em Cena'
Projeto ‘Nós em Cena’

Após a apresentação, o idealizador do projeto, Júnior Mosko, junto aos assistentes, promoveu uma interação especial, permitindo que as crianças tivessem o primeiro contato prático com o universo teatral.

Projeto 'Nós em Cena'
Projeto ‘Nós em Cena’

Especialista em teatro da criança, para crianças e com crianças, Júnior destacou a importância da iniciativa:

Projeto ‘Nós em Cena’

“Embora pareça ser apenas mais um projeto de teatro, a diferença está no fato de ser pensado e desenvolvido por profissionais altamente qualificados. Trabalhar com crianças e adolescentes exige conhecimento, sensibilidade e responsabilidade, pois lidamos com pessoas em formação. Não existe uma receita pronta — é preciso respeitar as diferenças educacionais e valorizar cada processo individual”, afirmou.

Projeto 'Nós em Cena'
Projeto ‘Nós em Cena’

Criado há mais de 15 anos, o projeto ‘Nós em Cena’ percorre mensalmente diferentes bairros da cidade, democratizando o acesso à arte e promovendo a inclusão cultural.

A Associação Fazendo Arte, responsável pela realização, foi reconhecida como de utilidade pública municipal em 2013, por iniciativa do vereador Cláudio Sorocaba, e em 2024 recebeu também o título de utilidade pública estadual, concedido pela deputada Maria Lúcia Amary.

Ao longo de sua trajetória, a associação tem se destacado por projetos sociais que unem arte, educação e cidadania, sempre com foco na formação humana e no fortalecimento dos vínculos comunitários.

Logo da Associação 'Fazendo Arte'

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Meu corpo conta histórias

A oficina é gratuita e será conduzida por Ivanise de Carlo, atriz, artista visual e arte-educadora

Card da oficina Meu corpo conta histórias
Card da oficina Meu corpo conta histórias

A  Cia Cria Mundos realizará a oficina cultural Meu corpo conta histórias, voltada a crianças de 7 a 10 anos, no dia 16 de julho (quarta-feira), das 10h às 12h, na Biblioteca Infantil Municipal ‘Renato Sêneca de Sá Fleury’, localizada na Rua da Penha, 673 – Centro – Sorocaba (SP).

A oficina é gratuita e será conduzida por Ivanise de Carlo, atriz, artista visual e arte-educadora. A atividade propõe a exploração do corpo como instrumento de criação e expressão, por meio de jogos teatrais, mímicas e uso de objetos do cotidiano.

A ação integra o projeto ‘Histórias com a Mafralda‘, contemplado pelo edital 2024 da Lei de Incentivo à Cultura (LINC), uma iniciativa da Prefeitura de Sorocaba, por meio da Secretaria de Cultura (Secult).

As vagas são limitadas e as inscrições serão realizadas no local, no dia da oficina.

Serviço

Oficina ‘Meu corpo conta história’

Dia: 16 de julho (quarta-feira)

Horário: 10h às 12h

Público-alvo: Crianças de 7 a 10 anos

Local: Biblioteca Infantil Municipal ‘Renato Sêneca de Sá Fleury’

Endereço: Rua da Pena, 673-Centro – Sorocaba (SP)

Informações: (15) 3231-5723

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Meu corpo conta histórias

Cia Cria Mundos realiza oficina cultural voltada a crianças de 7 a 10 anos

Card da oficina infantil gratuita 'Meu Corpo Conta Histórias'
Card da oficina infantil gratuita ‘Meu Corpo Conta Histórias
Ivanise de Carlo
Ivanise de Carlo

Cia Cria Mundos realiza a oficina cultural ‘Meu corpo conta histórias’, voltada a crianças de 7 a 10 anos, no dia 11 de julho (sexta-feira), das 13h às 15h, na Biblioteca do CEU das Artes ‘Prof. Flávio Vespasiano Di Giorgi‘, localizada no Parque das Laranjeiras, em Sorocaba.

A oficina é gratuita e será conduzida por Ivanise de Carlo, atriz, artista visual e arte-educadora. A atividade propõe a exploração do corpo como instrumento de criação e expressão, por meio de jogos teatrais, mímicas e uso de objetos do cotidiano.

A ação integra o projeto ‘Histórias com a Mafralda‘, contemplado pelo edital 2024 da Lei de Incentivo à Cultura (LINC), uma iniciativa da Prefeitura de Sorocaba, por meio da Secretaria de Cultura (Secult).

As vagas são limitadas e as inscrições serão realizadas no local, no dia da oficina.

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Museu da Língua Portuguesa

Museu da Língua Portuguesa faz formação em método de letramento a partir da escrita de cartas

Ciete Silvério - Projeto DePara durante o Festival Cultura e Pop Rua
Ciete Silvério
Projeto DePara durante o Festival Cultura e Pop Rua

Objetivo é que participantes conheçam a metodologia do projeto DePara e repliquem a ação, que também promove a retomada de vínculos afetivos.

Projeto de escrita de cartas, o DePara tem sido uma ferramenta de aproximação com letramentos e retomada de vínculos e cidadania desde quando foi criado, em 2023.

A fim de fomentar multiplicadores da iniciativa, o Museu da Língua Portuguesa, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, promove a formação Método DePara: selar vínculos através da carta.

O público-alvo são pessoas interessadas em conhecer de perto o projeto e replicar a ação em outros grupos e outras realidades.

A atividade vai acontecer nos dias 30 de abril e 2 de maio, presencialmente, na Sala Multiuso do Museu da Língua Portuguesa, das 14h às 17h. Para participar, é preciso se inscrever, gratuitamente, pelo Sympla (clique aqui).

Nos dois encontros, serão apresentados o histórico do projeto DePara, sua metodologia e repercussão junto às pessoas atendidas.

Os encontros serão apresentados pela artista visual e educadora Carmen Garcia, parceira na concepção do projeto, que vai compartilhar sua experiência com esta atividade.

Nos encontros do projeto DePara, mesa, cadeiras e materiais para escrita são colocados na calçada do Museu para estimular as pessoas a se sentar e escrever uma carta.

A atividade tem o apoio de oficineiros e profissionais do Centro de Referência do Museu da Língua Portuguesa, realizador da iniciativa.

Professores, psicólogos, assistentes sociais e redutores de danos, entre outros, já participaram do projeto ao longo de sua existência.

No Festival Cultura e Pop Rua, realizado em agosto de 2023, em parceria com o Sesc São Paulo, com correalização da Prefeitura de São Paulo, o DePara ganhou protagonismo.

O projeto teve uma tenda própria, onde pôde apresentar produções desenvolvidas durante os encontros e viabilizar a escrita e envio de dezenas de cartas.

Imagem de destaque da Formação Método DePara.
Imagem de destaque da Formação Método DePara.

SERVIÇO

Formação Método DePara: selar vínculos através da carta
Dias 30 de abril (terça-feira) e 2 de maio (quinta-feira), das 14h às 17h
Inscrição pelo Sympla (clique aqui
Na Sala Multiuso do Museu da Língua Portuguesa
Grátis (haverá a emissão de certificado de participação)

Museu da Língua Portuguesa
Praça da Língua, s/nº – Luz – São Paulo

SOBRE O MUSEU DA LÍNGUA PORTUGUESA

Localizado na Estação da Luz, o Museu da Língua Portuguesa tem como tema o patrimônio imaterial que é a língua portuguesa e faz uso da tecnologia e de suportes interativos para construir e apresentar seu acervo.

O público é convidado para uma viagem sensorial e subjetiva, apresentando a língua como uma manifestação cultural viva, rica, diversa e em constante construção.

O Museu da Língua Portuguesa é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, concebido e implantado em parceria com a Fundação Roberto Marinho.

O IDBrasil Cultura, Esporte e Educação é a Organização Social de Cultura responsável pela sua gestão.

PATROCÍNIOS E PARCERIAS

A temporada 2024 conta com patrocínio da CCR, do Instituto Cultural Vale e da John Deere Brasil; com apoio do Itaú Unibanco, do Grupo Ultra e da CAIXA.

Conta ainda com a parceria das empresas Instituto Votorantim, Epson, Machado Meyer, Verde Asset Management e Paramount Têxteis.

Revista Piauí, Guia da Semana, Dinamize e JCDecaux são parceiros de mídia. A EDP é patrocinadora máster da reconstrução do Museu.

A reconstrução e a temporada 2024 são uma realização do Ministério da Cultura, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet.

Museu da Língua Portuguesa – Comunicação

Alan Faria | | alan.faria@idbr.org.br – 11 99894 0702

Renata Beltrão | renata.beltrao@idbr.org.br – 11 99267 5447

Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo – Assessoria de Imprensa

(11) 3339-8062 / (11) 3339-8585

imprensaculturasp@sp.gov.br  

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Projeto Cine Reflexão

Idealizado por Nildo Benedetti, o Projeto Cine Reflexão nasceu como uma ação cultural e educativa, com exibição de filmes e debates públicos

Capa do primeiro livro do projeto 'Filmes para pensar', de Nildo Benedetti
Capa do primeiro livro do projeto ‘Filmes para pensar’, de Nildo Benedetti

Idealizado por Nildo Benedetti, o Projeto Cine Reflexão nasceu como uma ação cultural e educativa, na área do cinema, realizada com o apoio da Fundação de Desenvolvimento Cultural de Sorocaba (Fundec).

Sob curadoria de Benedetti, as sessões de cinema, tanto presenciais quanto on-line, são seguidas de debate público sobre os filmes assistidos, com enfoque no diálogo entre diversas disciplinas das Ciências Humanas.

Em consonância com a iniciativa, o crítico assina uma coluna semanal sobre cinema, no jornal Cruzeiro do Sul, de Sorocaba, que deu origem a uma série de artigos, desenvolvidos, ampliados e organizados na coletânea de livros Filmes para pensar.

Os livros são voltados aos amantes do cinema e aos interessados em analisar filmes sob o viés das Ciências Humanas, estabelecendo associações com a Psicologia, a Sociologia, a Política e a Filosofia. A abordagem multidisciplinar também possibilita a utilização do conteúdo por professores e estudantes, em processos de ensino-aprendizagem.

Os livros publicados por Nildo Benedetti estão disponíveis gratuitamente em PDF, na seção Livros deste site.

Sobre o autor

Nildo Benedetti
Nildo Benedetti
https://cinereflexao.wordpress.com/sobre-2/

Nildo Maximo Benedetti é mestre em Literatura Italiana pela Universidade de São Paulo (FFLCH) e doutor em Literatura Brasileira pela mesma universidade.

É autor dos livros Sagarana: o Brasil de Guimarães Rosa (Ecidade, 2010), editado por seleção da USP com verba Proex-Capes; Incesto no cinema: raízes psicossociais (All Print, 2015); Filmes para pensar (Scortecci, 2018); Filmes para pensar volume 2 (Scortecci, 2020); e Filmes para pensar volume 3 (2023).

Escreve semanalmente sobre cinema no jornal Cruzeiro do Sul, de Sorocaba, São Paulo. 

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MULHERES NO AUDIOVISUAL

Mulheres no Audiovisual promove empoderamento feminino por meio de oficinas gratuitas de produção de vídeos em Macaé (RJ)

Arquivo – Divulgação
Baixe aqui mais imagens de divulgação

Projeto ensina participantes práticas do audiovisual como roteirização, filmagem, captura de áudio, edição e planejamento 

Com a missão de valorizar o olhar da mulher contemporânea sobre a condição feminina na sociedade, o projeto MAV – Mulheres no Audiovisual oferece oficinas para pessoas com 18 anos ou mais, moradoras em Macaé, no interior do Rio de Janeiro. Todas as atividades do curso são gratuitas e acontecem nos meses de outubro e dezembro de 2023.

A iniciativa nasceu como uma resposta à necessidade de fomentar a inclusão e a atuação feminina no audiovisual e na Cultura, uma vez que as produções audiovisuais têm sido comandadas quase exclusivamente sob a perspectiva masculina ao longo dos séculos, com pouquíssimas referências à atuação de profissionais mulheres em sua construção.

Parte desta falta de representatividade por trás das câmeras se apresenta como resultado da desigualdade de gênero ainda existente no cenário cultural. Apesar de importantes políticas públicas e de esforços para tornar o consumo e o acesso à cultura menos desfavoráveis às mulheres brasileiras, o cenário ainda está distante do ideal. 

Dessa forma, os principais objetivos do MAV são: despertar o interesse para a profissionalização através das atividades artísticas e técnicas desenvolvidas pelo projeto, fomentando a ocupação destes espaços tradicionalmente masculinos também por mulheres; contribuir para a valorização da mão de obra feminina no mercado de trabalho do audiovisual; ocupar artisticamente espaços públicos incentivando e fomentando a Cultura local; democratizar o acesso à Cultura buscando sempre atingir comunidades que não recebem rotineiramente projetos de caráter e qualidade semelhantes de forma gratuita.

Tanto do ponto de vista do ensino quanto da aprendizagem, as oficinas gratuitas de produção de vídeos buscam valorizar a narrativa do gênero feminino, tornando a prática mais convidativa, plural e potente.

O projeto ‘Mulheres no Audiovisual’ é uma ação cultural realizada por meio da Lei de Incentivo à Cultura, do Governo Federal. A execução em Macaé (RJ) conta com o patrocínio da Air Liquide Brasil e apoios da Secretaria de Qualificação Profissional de Macaé.

Atividades do projeto

A iniciativa tem início com uma palestra aberta ao público com o tema “Como entrar no mercado de trabalho de vídeos”, que acontece no Espaço Mulher Cidadã Erosita França Leclerc, no dia 31 de outubro, às 18h30. Além de apresentar um pouco sobre o contexto desse setor no país, a ideia do bate-papo é falar um pouquinho sobre a oficina e convidar a população a participar das atividades.

Já as oficinas de produção de vídeo do projeto acontecem em dois locais, entre os dias  06 e 17 de novembro. O primeiro grupo tem aulas no Espaço Mulher Cidadã Erosita França Leclerc, das 18h às 21h,; o segundo, na Secretaria de Qualificação Profissional de Macaé serão duas turmas disponíveis: das 14h às 17h e das 18h às 21h.

As participantes aprendem a prática do audiovisual voltada à roteirização, filmagem, captura de áudio, edição e planejamento para a produção de vídeo. O projeto oferece estrutura para que as alunas possam colocar em prática os conteúdos aprendidos como microfones, iluminação e tripés.

E, como forma de encerramento do projeto, um evento gratuitos e abertos ao público acontece no Auditório Claudio Ulpiano, Bloco A, Cidade Universitária, no dia 8 de dezembro, a partir das 18h. Na ocasião, são entregues os certificados de conclusão das oficinas e exibidos os vídeos produzidos pelas participantes. Os encontros ainda contam com uma atração musical.

SERVIÇO

Mulheres no Audiovisual em Macaé (RJ)

INSCRIÇÕES ABERTAS PELO LINKhttps://bit.ly/MACAÉ

Palestra sobre o Mercado Audiovisual\

Quando: 31 de outubro, às 18h30

Onde: Espaço Mulher Cidadã Erosita França Leclerc – Rua Dr. Luiz Bellegard, 139 – Imbetiba, Macaé/RJ

Oficinas de Produção de Vídeos

Quando: 06 a 17 de novembro

TURMA 1
Local: Espaço Mulher Cidadã Erosita França Leclerc
Endereço: R. Dr. Luiz Bellegard, 139 – Imbetiba
Dias de Oficina: 06 a 17 de novembro
Horário: 18h às 21h

TURMA 2
Local: Secretaria Adjunta de Qualificação Profissional
Endereço: R. Alfredo Backer, 363 – Centro, Macaé – RJ, CEP:27947-670
Dias de Oficina: 06 a 17 de novembro
Horário: 14h às 17h

TURMA 3
Local: Secretaria Adjunta de Qualificação Profissional
Endereço: R. Alfredo Backer, 363 – Centro, Macaé – RJ, CEP:27947-670
Dias de Oficina:  06 a 17 de novembro
Horário: 18h às 21h

Eventos de encerramento

Quando: 8 de dezembro, a partir das 18h

Onde: Auditório Claudio Ulpiano – Bloco A – Cidade Universitária

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