Apresenta Stefanny Nakamura, uma espiã sedutora e letal enviada a Tóquio para impedir uma conspiração global
Capa do livro 1Uma Espiã em Tókio, de Thales Egidio
Depois do sucesso de ‘TCharles’ e ‘Brtittany’, da série de livros ‘Ficção De Fã’, e de ‘A Vida de Nathan Marshal’ – Eu Policial , o jovem escritor caratinguense Thales Egidio leva o leitor ao Oriente com ‘Uma Espiã em Tókio‘, mais uma obra que promete manter o suspense e a tensão no nível máximo, até a página final!
Sinopse
O romance apresenta Stefanny Nakamura, uma espiã sedutora e letal enviada a Tóquio para impedir uma conspiração global.
Conhecida pelo codinome ‘Lótus’, ela equilibra beleza, inteligência estratégica e habilidades de combate para enfrentar um mundo repleto de segredos, traições e perigos mortais.
Em meio a reviravoltas e missões perigosas, Stefanny se torna a última esperança para impedir uma ameaça capaz de mudar o rumo da história mundial.
Serviço
Livro: Uma Espiã em Tókio
Autor: Thales Egidio
Editora: Editorial Casa
Número do ISBN: 9786552160782
Número de páginas: 104
Preço: R$ 40,00
Disponível para compra em plataformas online e livrarias digitais, como Amazon e outras lojas virtuais.
A maturidade feminina como território de recomeços
Amor de Alecrim
Há histórias que continuam porque ainda têm muito a dizer.
Amor de Alecrim nasce exatamente desse lugar: da escuta atenta aos leitores, do vínculo criado com personagens reais e da certeza de que a maturidade feminina é um tempo fértil de perguntas, descobertas e transformações.
A autora Ana Paula Sampaio Couto, nascida em Nova Friburgo (RJ), onde reside até hoje, é professora de Língua Inglesa há mais de três décadas.
Sua estreia na literatura aconteceu em 2021, com participações em antologias como Diário dos Confinados (Editora Resilience).
Em 2022, lançou seu primeiro romance, Amor de Manjericão, obra que marcou não apenas sua entrada definitiva na carreira literária, mas também um ponto de virada pessoal e criativo.
O impacto de Amor de Manjericão foi imediato.
Ana Paula Couto
Leitoras se reconheceram na protagonista, compartilharam experiências, enviaram mensagens e, principalmente, pediram continuidade.
Atenta a esse diálogo, Ana Paula decidiu, em 2023, dar sequência à história.
O novo romance foi escrito ao longo de um ano, passou por um cuidadoso processo de revisão em 2024 e foi lançado em 2025, durante a Flip, em Paraty.
Amor de Alecrim retoma a personagem central dez anos depois, agora casada e imersa em novas questões que atravessam a vida de muitas mulheres maduras.
O livro aborda temas como a relação entre mãe e filha, a síndrome do ninho vazio, a crise conjugal, a aposentadoria, as transformações nos afetos, o autoconhecimento, a independência emocional, a menopausa e as inevitáveis mudanças de paradigmas que acompanham essa fase da vida.
No primeiro romance, Amor de Manjericão, a autora apresentou um chick-lit protagonizado por uma mulher 40+, acompanhando seu processo de reconstrução após uma traição e um divórcio.
A narrativa trouxe à tona discussões sobre etarismo, maternidade e relacionamentos afetivos, inclusive quando a personagem se envolve com um homem bem mais jovem, sempre com leveza, humor e sensibilidade.
Em Amor de Alecrim, esse mesmo “tracejado” narrativo se mantém, mas amadurece junto com a personagem.
A escrita continua leve e bem-humorada, sem perder profundidade, oferecendo ao leitor um retrato honesto do cotidiano feminino e das camadas emocionais que se revelam com o passar do tempo.
“Escrevo para mulheres que, como eu, descobriram na maturidade o direito de ser imperfeitas e felizes” Ana Paula Couto
Essa frase parece sintetizar o espírito da obra: um livro que acolhe, representa e legitima as vivências de mulheres que seguem se reinventando, mesmo, e justamente, quando a sociedade insiste em colocá-las à margem.
Amor de Alecrim é uma continuação, mas também um novo começo. Um romance que confirma que crescer, mudar e se escutar não tem prazo de validade, e que a literatura pode ser um espelho generoso para quem atravessa essa jornada.
Amanda passeou entre a dor de uma traição, um divórcio, a perda, o luto e a redescoberta do amor.
Tudo isso quando fez quarenta anos.
Teve que ressignificar a sua vida e a sua trajetória.
Nessa época, envolveu-se com Caio, uma paixão de verão, mas casou-se mesmo foi com Arthur, o seu amor de manjericão.
Passada mais de uma década, muita coisa mudou.
Amanda ainda está casada com Arthur e a Laurinha, a sua filha, foi morar fora do país.
Sente-se realizada e feliz, parece que finalmente a sorte sorriu para ela.
Tudo em sua vida está no lugar desde que se casou novamente.
“Tudo está no lugar? E essas mudanças de humor repentinas? E esses suores noturnos? De onde vem essas inseguranças? Por que me sinto distante de Arthur? Devo me aposentar? O que faço da minha vida?!!! Help!!!”
Esses são apenas alguns dos muitos questionamentos que Amanda vai viver no auge dos seus cinquenta anos, fase tão desafiadora, mas tão cheia de possibilidades para serem vividas pelas mulheres.
No meio de um mar de angústias e dúvidas, a mãe de Laurinha vai reencontrar o seu passado e descobrir a única forma de amar que a salvará de si mesma: o Amor de Alecrim.
‘Depois da ponte, o amor’, a história de Leonardo, um empresário brasileiro que, após uma década de luto e isolamento, encontra a chance de reacender a chama do amor
Capa do livro ‘Depois da ponte, O Amor’, de Leandro Rodriguese
Neste sábado (06), às 16h, na livraria Nobel, os amantes da literatura têm um encontro marcado com a literatura do escritor e arquiteto Leandro Rodriguese, com o lançamento do livro ‘Depois da Ponte, O Amor‘.
Com ‘Depois da ponte, O Amor‘, os leitores ávidos por novos títulos poderão mergulhar na história de Leonardo, um empresário brasileiro que, após uma década de luto e isolamento, encontra a chance de reacender a chama do amor. Viúvo há cinco anos, após dedicar-se integralmente aos cuidados de sua falecida esposa, Leonardo vive sob o peso da solidão e da melancolia. Seus familiares, preocupados com seu bem-estar, anseiam vê-lo encontrar um novo amor e redescobrir a alegria de viver.
Sinopse
Uma viagem ao Rio de Janeiro, na casa de seu irmão, desencadeia uma reviravolta inesperada. Ao encontrar um objeto peruano na areia, Leonardo sente um chamado irresistível para retornar a Lima, capital do Peru, um lugar que outrora lhe trouxe desafios e conflitos em seu casamento.
Em Lima, Leonardo se depara com fantasmas do passado, mas também encontra a luz que ilumina seu futuro: uma mulher que o cativa e o faz questionar tudo o que ele acreditava sobre o amor.
‘Depois da Ponte, O Amor‘ é um romance que explora a capacidade do amor de curar feridas e transformar vidas. Uma narrativa envolvente que nos leva a refletir sobre o luto, a superação e a coragem de se entregar a um novo começo.
Serviço
Livro: ‘Depois da ponte, O Amor’
Gênero: Romance, ficção e contos brasileiros
Autor: Leandro Rodriguese
Editora: ESL – Editora e Gráfica
ISBN nº: 978-65-01-54590-5
Número de páginas: 270
Preço: R$ 39,90
Local do lançamento: Livraria Nobel. Av. Barão de Tatuí, 867 – Jd. Paulistano – Sorocaba (SP).
Sobre o autor
Leandro Rodriguese
Leandro Rodriguese é um autor com uma jornada de vida rica e diversa, pai do Benício, arquiteto por formação, dedicou mais de 15 anos ao técnico e ensino universitário, compartilhando seu conhecimento tanto no Brasil quanto em países como Espanha e Peru.
Fora do universo acadêmico, Leandro é um livre pesquisador de temas esotéricos, o que revela seu interesse por saberes aprofundados e menos convencionais.
Sua veia artística se manifesta na paixão por escrever letras e compor canções, um talento que ele desenvolve desde a infância ao lado de seu irmão gêmeo, o maestro Evandro Rodriguese.
Nascida em Montes Claros, Minas Gerais, Janaina Antunes Ferreira cresceu cercada pela arte e pelo encantamento das histórias.
Formada em Artes e Administração, ela já mostrava, desde criança, uma habilidade especial para criar mundos e personagens.
Ainda na 8ª série, conquistou o prêmio de melhor história em quadrinhos em um concurso promovido pela Fundação Hemominas — um primeiro reconhecimento que já anunciava a autora premiada que viria a se tornar.
Em 2023, seu talento brilhou ainda mais com a publicação de Lenda, romance histórico ambientado na Idade Média, que rendeu à escritora o 3º lugar no Prêmio TOP 10 da página @cemlivros (Natália Balbina) e destaque como uma das melhores leituras do ano pela página @leiturasvidaepaixoes (Aline Coelho).
No ano seguinte, Sob o sol da Pérsia, mergulhando nas riquezas e intrigas do Império Persa, foi eleito o melhor livro de fantasia do ano pela página @lerateointermino (Wanessa Teixeira).
O que torna suas histórias únicas é a dedicação minuciosa às pesquisas históricas e a coragem de abordar temas fortes e polêmicos, sempre com narrativas ricas e envolventes.
Seu mais novo trabalho, O estranho caso de Elizabeth um suspense psicológico de ritmo mais lento, mostra que Janaina também sabe navegar com maestria por outros estilos, sem perder o encanto que marca suas obras.
Curiosamente, muitas de suas ideias surgem em sonhos, como a trama de uma jovem na época vitoriana, que a própria autora afirma nunca ter visto igual na literatura.
Além de escrever, Janaina é apaixonada por leitura, filmes e séries de todos os gêneros, alimentando um imaginário vibrante que transforma cada livro em uma viagem inesquecível para o leitor.
De Montes Claros para o mundo, Janaina Antunes Ferreira segue conquistando prêmios e corações, provando que a imaginação, quando guiada pela paixão e pelo cuidado, é capaz de atravessar tempos, lugares e almas.
E se um dia você se desse conta de que a sua vida é uma grande ilusão?
O estranho caso de Elizabeth é um suspense psicológico que intriga, arrebatando-nos para a sofisticada Inglaterra vitoriana do século XIX.
Elizabeth Robinson é uma rica garota de treze anos que se destaca como exímia pianista, possui o amor de sua bela família e do querido primo, Benjamin.
Entretanto, dona de um perfeccionismo arraigado, é incapaz de aceitar a realidade dos fatos e esconde um apego doentio pelo seu diário.
Uma sucessão de eventos curiosos acontece no baile dos Robinson.
Anos mais tarde, aparentemente, tudo é superado.
Elizabeth vivencia um casamento perfeito com John, seu grande amor da infância.
Porém, diante dessa vida perfeita, o que ela não esperava é que estranhos pesadelos passassem a atormentá-la, evocando traumas de um passado obscuro.
Alguns fenômenos também colocarão à prova a sua sanidade, e o desenrolar da história mostrará que nem tudo é o que parece ser.
Mergulhe nesta misteriosa trama e tente desvendar o estranho caso de Elizabeth.
Raïssa Lettiére sabe como poucos combinar a sensibilidade de quem lê o mundo com a ousadia de quem ousa reescrevê-lo.
Com uma carreira sólida no mercado editorial, ela já foi editora-executiva do Grupo Editorial Record — onde hoje atua como consultora de aquisição — e é conhecida por seu olhar apurado para boas histórias.
Mas agora é com sua própria voz que ela se destaca, ao lançar seu primeiro romance, O cochilo de Deus, pelo selo Faria e Silva, da Alta Books.
O título instiga, e com razão.
Afinal, o que aconteceria se Deus, depois de criar o mundo, decidisse tirar um cochilo?
Esse é o ponto de partida inusitado da narrativa: uma espécie de “suspensão divina” em que os humanos ficam livres — e sozinhos — para decidir o rumo da própria existência.
O cochilo de Deus é um romance que vai muito além da provocação.
Ele mergulha fundo em temas pouco explorados na literatura contemporânea: espiritualidade, ausência, sentido da vida, fé, individualismo e solidão.
A autora não busca respostas, mas oferece ao leitor um convite irresistível a pensar — ou melhor, a sentir — as perguntas que sempre nos acompanharam.
A vida, segundo Raïssa, é sua maior inspiração.
E talvez por isso sua escrita seja tão envolvente, cheia de humanidade, com personagens que se revelam entre camadas de memória, acaso e angústia.
Construído como um quebra-cabeça narrativo, o livro entrelaça histórias com tempo e espaço fluidos, fazendo da leitura uma experiência íntima e reflexiva.
“O papel da ficção é resgatar o humano para que a realidade seja suportável
Raïssa Lettiére
E é justamente isso que O cochilo de Deus entrega: uma ficção que acolhe nossas inquietações, que respeita as dúvidas, que nos tira da zona de conforto com delicadeza e inteligência.
Raïssa Lettiére não é estreante no mundo literário.
Em 2021, publicou De folhas que resistem, uma coletânea de contos finalista do Prêmio Candango em 2022.
Além disso, há 25 anos coordena clubes de leitura e, desde 2021, ministra laboratórios de leitura — sempre com a intenção de ampliar horizontes e provocar diálogos profundos entre leitores e textos.
Seu novo romance não é apenas uma obra literária: é um gesto.
Um gesto de quem acredita que pensar o sagrado não precisa ser um exercício dogmático, mas uma abertura poética para aquilo que não se pode explicar.
Em um mundo cada vez mais acelerado, Raïssa propõe uma pausa — talvez um cochilo — para olharmos com mais atenção para nós mesmos, para o outro e para as perguntas que nos movem.
Palavras, criação e o sobrenatural. Três enigmas que caminham juntos desde que o mundo é mundo.
Raïssa Lettiére tem uma teoria sobre por que é assim.
Em O cochilo de Deus, ela coloca seu texto a serviço dos personagens, e eles, cada um a seu modo, deitam e rolam com a voz da autora.
Enquanto Raïssa se fragmenta em homens, mulheres, cães, jovens, velhos, adolescentes e crianças que viajam entre diferentes países e períodos históricos, nós, leitores, somos chamados a entrar em um emaranhado de histórias que se conectam misteriosamente.
Este é o convite de O cochilo de Deus: propor uma possibilidade utópica àquilo para o qual não há resposta.
Ousado?
Muito mais do que você imagina.
A autora, que é também editora, atenta para um detalhezinho do princípio dos tempos: a diferença entre criar e crear. Uma vogal que pode explicar o que deu errado no plano original.
Um cochilo, um erro de revisão que pode justificar o estado da humanidade nos tempos atuais.
Exagero?
Bem, se no princípio era o verbo, e se esse verbo foi mal traduzido, por que não atentar para a origem?
A mim só cabe dar um alerta. Raïssa Lettiére é um camaleão com um sorrisinho torto que se esconde atrás de uma folhagem e espia, em um deleite peculiar, a nossa reação abestada diante da sua criação.
Ou creação. Isso eu deixo a critério de vocês.
A criação do mundo intriga os seres humanos em todos os tempos e lugares.
Se fomos feitos à imagem e semelhança de Deus, por que somos seres tão imperfeitos?
Qual é a origem e o papel do mal na criação?
O Gênesis poderia conter detalhes sucintos que nós, mortais, em nossa concepção limitada do mundo, não enxergamos?
A partir desses questionamentos, O cochilo de Deus desenvolve sua gênese ficcionalizada após o repouso de Deus no sétimo dia, quando a humanidade assume o protagonismo.
Em um espaço de tempo que abrange os últimos séculos, em que cada personagem é agente de sua própria narrativa, as histórias apresentadas vão se entrelaçando entre períodos diversos.
Com um movimento dinâmico, permeado de ciladas e enigmas, a arquitetura do livro se desenvolve valendo-se de estilos distintos, como distintos são os seres humanos.
E traz a percepção de que as histórias guardam segredos, provocando o leitor a desvendá-los à medida que a leitura evolui, até o momento em que um elemento misterioso se faz portador da revelação de uma possível justificativa para a questão presente no início do livro: Por que, afinal de contas, a humanidade ainda não deu certo?
Uma história de amor, otimismo e luz em forma de livro
Faiza Anjos, nome que já carrega poesia em si, compartilha com o mundo um capítulo especial de sua vida — e não está sozinha nessa jornada.
Ao lado de seu companheiro, formam um casal na casa dos 30 anos que exala alegria, otimismo e cumplicidade.
Juntos, decidiram abrir as páginas de sua história e transformá-las em um livro, não como um ponto final, mas como um ponto de encontro: entre eles, entre os leitores e entre as tantas formas de amar.
O livro, ainda envolto em delicadeza e frescor, é uma celebração da caminhada a dois.
Mais do que relatar fatos, ele oferece sentimentos: a descoberta do outro, os sonhos partilhados, os desafios enfrentados com leveza e a construção de uma vida baseada em esperança e parceria.
A obra não se prende a grandes eventos ou feitos extraordinários.
Ao contrário, seu encanto está nas entrelinhas, nos pequenos gestos, nos momentos cotidianos que, juntos, se tornam extraordinários pela força do amor e pela escolha consciente de olhar a vida com bons olhos — mesmo quando ela insiste em testar o fôlego.
Neste livro, há espaço para sorrisos largos, lembranças doces, reflexões sinceras e, acima de tudo, para o afeto que pulsa forte em cada página.
É um convite ao leitor: para sentir, lembrar, sonhar — e talvez até se reconhecer.
Porque histórias de amor escritas com verdade têm esse poder silencioso de tocar o coração do outro.
Os autores construíram um espelho de emoções e memórias, onde cada leitor é livre para se ver, se emocionar e, quem sabe, também acreditar que o amor — quando cultivado com alegria e otimismo — é uma das narrativas mais bonitas que se pode viver.
Assista à resenha do canal @oqueli no YouTube
SINOPSE
Clara nunca teve escolha; precisou ser trabalhadora e organizada para cuidar dos irmãos, avó e pai, apesar de ser tão jovem.
No Rio de Janeiro, ela é guia turística, trabalho que a coloca no caminho de Pedro, um ambicioso executivo português que mora na Suíça.
O encantamento é instantâneo, mas as realidades dos dois, distantes.
Quando Clara decide aceitar o convite de Pedro e ir para a Europa, ela percebe que nunca realmente viveu de verdade.
E quando forças externas e internas ameaçam esse grande amor, os dois terão que decidir se estão prontos para abandonar tudo o que pensam saber e desejar.
A Brasileira na Montanha é uma história inspirada em pessoas e fatos reais, um romance perfeito para quem sonha em viver a vida ao máximo e entregar-se para tudo o que o mundo tem a oferecer.
De Boa Vista do Sul para o mundo: Adelize Maccalli transforma vidas com suas palavras
Por que falei de…flores?
Aos 43 anos, Adelize Maccalli carrega no coração as raízes de Boa Vista do Sul, no Rio Grande do Sul, mas é com os pés no presente — atualmente em terras portuguesas — que ela escreve sua nova história.
Contadora de formação, com especializações em Finanças e Gestão de Pessoas, Adelize encontrou na escrita uma paixão que vai muito além dos números: uma forma de tocar corações e inspirar vidas.
Ela sempre gostou de ler, cozinhar e viajar.
E talvez por isso mesmo tenha feito da vida uma constante busca por novos sabores, saberes e lugares — internos e externos.
Em Portugal, ao lado do seu companheiro, vive um tempo de descobertas e criação, onde a inspiração parece brotar com ainda mais força.
Adelize Maccalli
Por pura inspiração — como ela mesma diz com brilho nos olhos — Adelize se lançou no mundo da literatura.
E a motivação veio de dentro: suas próprias experiências de vida.
“Queria mostrar às pessoas que nada que é ruim é para sempre, desde que estejamos dispostos a mudar”, conta com a sinceridade de quem viveu momentos difíceis, mas nunca perdeu a fé no recomeço.
Sua primeira obra, escrita com o coração aberto, nasceu desse desejo profundo de transformar dor em amor e dificuldade em superação.
“Encontrei pessoas que me inspiraram a seguir. Escrevi com base nas minhas vivências e nas histórias de quem cruzou o meu caminho”, revela.
Mas engana-se quem pensa que ela parou por aí.
Já está escrevendo novas obras, todas na mesma linha de romance e com um propósito muito claro: inspirar. Para Adelize, a escrita é um ato de amor.
“Se eu puder melhorar a vida de cada leitor, mesmo que seja só um pouquinho, já estarei transformando o mundo em um lugar melhor”, diz, com a doçura de quem acredita — e pratica — a empatia todos os dias.
E é assim que ela segue: com letras, sonhos e propósito.
Porque Adelize escreve com o coração.
E quem lê, sente.
SINOPSE
Por que falei de… flores? é uma história poderosa e sensível sobre superação, autodescoberta e a força para recomeçar.
Acompanhamos Elizabeth, uma mulher que, entre as dores de um relacionamento tóxico e a busca por sua liberdade, encontra no ciclo da vida e das flores a inspiração para reconstruir seu mundo.
Com personagens intensos e uma narrativa que envolve desde os momentos mais sombrios até a luz do renascimento, o livro convida o leitor a refletir sobre coragem, resiliência e a beleza de florescer, mesmo nas adversidades.
Um romance que emociona e inspira a reescrever a própria história. Porque, como as flores, é sempre tempo de florescer.