Rita OdehImagem gerada pelo ChatGPT – https://chatgpt.com/c/69dfaacf-a5cc-83e9-ad61-88bdaa91a20c
1. Quando juraste tornar-te a minha voz e o meu eco, Por que é que andorinhas voaram do meu peito e o horizonte se expandiu?! 2. Uma mulher basta? = Tu és todas as mulheres numa só, por isso bastas. 3. O amor é como a vida, como a morte; só acontece uma vez. 4. Timing Amoroso Que horas são agora? São nove e… amo-te. 5. Espantoso! A seta que atravessou o meu coração não o fez sangrar; antes, encheu-o de amor! 6. Terás chegado no momento em que os meus olhos se pintaram de kohl à tua vista, Ou estavas lá antes mesmo de o sonho nascer?! 7. Tudo começa como uma semente e depois cresce, exceto o nosso sonho. Chegou com o tamanho do Sol. 8. Somos iguais: como se fôssemos duas metades do mesmo pão. 9. Vou arrancar-te do teu inferno para o meu paraíso, onde não há ninguém além de: eu, tu e uma profecia. 10. Abraça-me, como um poeta abraça o verso final contra o seu peito. 11. Eles viram-me como uma mulher bonita e passaram. Tu viste-me como vinho e… embriagaste-te. 13. Assim como a primavera chega e percebemos que todas as estações eram apenas um prelúdio para a sua vinda, o homem do sonho chegou, e percebi que tudo o que vivi na vida era apenas um prelúdio para ele. 14. Maquilho os meus olhos com kohl para que as outras mulheres te possam ver neles em todo o teu esplendor, e me invejem por ti. 15. Por princípio, detesto a posse. Mas quando me chamas: “Minha Rita”, oh, como eu adoro! 16. As nossas almas não se uniram por acaso. Isto é uma questão vinda do meu Senhor. 17. Eras como a última peça do puzzle; quando te encontrei, tornei-me completa. 18. O mais estranho neste amor é que pediste a minha mão a Deus, e os anjos foram testemunhas deste pacto! 19. Chamam por ti e eu viro-me. Não serás tu… o meu próprio eu?! 20. A diferença entre o meu amado e todos os outros homens é como a diferença entre um ser humano comum e um profeta.
Paulo SiuvesImagem gerada pela IA do Bing – 10 de março de 2026, às 12:34
Hoje eu sonhei com você.
E você jamais saberá disso,
a menos que tropece neste poema.
Sonhei — e foi bom — de um jeito simples, como quem encontra abrigo numa varanda
enquanto a tarde desmancha.
Acordei sorrindo, sem pressa,
com a sensação de que o mundo, por um instante,
tinha se alinhado ao que eu queria sentir.
Não importa o que fizemos. Nem o que dissemos. Amor, nós não fizemos.
Ficamos vestidos, inteiros, leves, como duas brasas que preferem o calor contido ao incêndio. Rimos. Flertamos. E havia ali algo maior do que o cotidiano comporta, um brilho que não cabe na claridade comum dos dias. Foi bonito. Tão bonito que quase doeu ao despertar.
Mas eu não vou te contar. Não direi que sonhei, que gostei, que por segundos desejei que tudo tivesse sido real.
Guardo o sonho comigo, como se fosse uma garrafa de água fresca que não se divide, porque minha sede não acabou no sonho.
Paulo SiuvesIA criada com auxílio do ChatGPT – 1º de março de 2026, às 23:07
O sol no meio dessa imensidão azul, a ausência de nuvens, uma pipa; ligação de um pivete à imensidão azul.
Uma linha, um menino, um sonho, sonho de estar no lugar da pipa e esquecer que existem horas, horas de parar de brincar, horas de ir pra esquina da avenida esperar o vermelho do semáforo…
No céu não existe semáforo.
Dá-se um puxão na linha e magicamente eu vou com ela pra esquerda, levo a pipa pra direita ou pra baixo!
Subo sobre ela até perto do sol, vou cortar a linha do sol.
“- Êta, solão!”
De repente – zás.
“- Um intruso no meu limite!?”
A pipa sobe incontrolável como a ira do menino sentado à beira do caminho, sonhando em ser pipa, conhecer os sete céus e os sete mares.
“- Por onde você anda querida pipa?”
“- Com certeza nas mãos de outro menino que sonha ser a pipa, aquela pipa vadia!!”
Coração apertado, latinha de linha na mão, menino suado, cabeça confusa, desilusão…
Chegou a hora, essas horas, que mundo!
“- Esquina, ai vou eu, contar os meus carros, cobrar dessa gente grande por passar na minha rua…”
Eliana Hoenhe PereiraImagem criada por IA do Grok – 02 de fevereiro de 2026, às 10:02 PM – https://grok.com/imagine/post/f65b3207-47e3-4c1e-8ad8-61c93a948db8
O sonho louco dos sensatos pertence, sem dúvida, ao segundo grupo.
Uma obra que fala de empatia, resiliência, amadurecimento e descobertas, daquelas que não acontecem de repente, mas se constroem no caminhar.
Fernanda Sanson Durand, paulista de Santa Cruz do Rio Pardo, hoje radicada em Santos, tem 49 anos, é advogada e servidora pública da Advocacia-Geral da União.
Fernanda Sanson Durand
Casada, mãe, corinthiana assumida, “maloqueira e sofredora, graças a Deus”, como ela mesma brinca, encontra na escrita de ficção um espaço de reflexão profunda, com forte viés psicológico e filosófico, alimentado também por seus estudos de filosofia clássica, cultivados como hobby.
A semente da história nasceu de um pensamento aparentemente simples, mas poderoso: se existem tantas crianças sem pais, por que a adoção não poderia ser sustentada por uma rede de apoio verdadeira?
Amigos que ajudam financeiramente, que dividem tarefas, que estendem a mão no cotidiano, desde o cuidado emocional até gestos práticos, como passar uma roupa ou segurar a barra quando o cansaço chega.
Mas essa ideia exige algo essencial: confiança.
A certeza de que essas pessoas não abandonarão o barco no meio da travessia.
É a partir desse ponto que O sonho louco dos sensatos se constrói.
O livro fala de sonhadores e, como todo sonhador que quer mudar o mundo, seus personagens decidem começar mudando ao menos um mundo possível.
Ao longo desse processo difícil, delicado e profundamente humano, as dores, memórias e histórias pessoais vão emergindo aos poucos, “como nhoques subindo na panela de água fervente”: inevitáveis, reveladoras, transformadoras.
A narrativa avança mostrando que amadurecer não é chegar a um destino final, mas aceitar os caminhos, os tropeços e as escolhas feitas em conjunto.
É uma história que acolhe, provoca reflexão e convida o leitor a repensar vínculos, responsabilidades e afetos.
A obra ganha ainda uma camada especial de emoção fora das páginas, quando fui convidada por Fernanda, minha primeira seguidora conhecida pessoalmente, para escrever a apresentação do livro, antes mesmo do prefácio.
Um gesto simbólico e potente, que transformou o lançamento em um momento de profunda gratidão e reconhecimento.
Apresentar uma história tão forte, escrita por alguém que acreditou em mim desde o início, tornou a experiência ainda mais marcante.
O sonho louco dos sensatos é, acima de tudo, um livro sobre pessoas comuns fazendo escolhas extraordinárias.
Um convite delicado, e corajoso, para acreditar que empatia, quando compartilhada, pode sustentar até os sonhos mais ousados.
Cinco jovens. Um professor. Um encontro que mudará tudo.
No coração de uma universidade, um grupo improvável se reúne para falar sobre a vida, a humanidade e os dilemas que raramente cabem nas salas de aula.
Entre debates sobre filosofia, ciência e valores atemporais, eles descobrem que o maior desafio não está nas respostas, mas nas perguntas que ousam fazer.
Antonia, Clara, Roberto, Yago e Luigi não sabiam que se tornariam os Sensatos e que, juntos, seriam confrontados com histórias reais capazes de abalar certezas, despertar empatia e transformar a maneira como enxergam a si mesmos e ao mundo.
Com diálogos instigantes, situações comoventes e personagens que poderiam estar na sua vida, O Sonho Louco dos Sensatos é um romance que mistura drama, humor e reflexão, convidando o leitor a desacelerar, olhar para dentro e redescobrir o poder de ser humano.
E você?
O que faria se tivesse nas mãos a chance de mudar, ou salvar, o mundo de alguém?
Irene da RochaImagem criada por IA do Bing – 05 de junho de 2025, às 00:42 AM
Sonhar contigo, mesmo além do oceano, Imaginar tua pele, quente e morena, Te ouvir como eco de uma voz serena, Desejar teus beijos em meu rosto insano.
Respirar ofegante, o coração em declínio, Seus braços entrelaçados, dúvida e desejo, Apenas tua presença faz o tempo enlevo, E transforma o silêncio em ritmo divino.
Aguardo esse instante, sonho e esperança, Tão vívido, quase utopia que encanta, Vida segue seu rumo, com esperança,
Mas minha razão insiste em que vale a pena, Crer nesse amor que o coração revela, Um sonho verdadeiro, pura e serena.
Joelson MoraImagem criada pelo Bing – 04 de julho de 2025, às 16:49 PM
Na noite passada, tive um sonho diferente de todos que já vivi. Não apenas pela nitidez das imagens, mas pelo que senti: um chamado. Um portal se abriu dentro de mim e me levou a um lugar onde o tempo não tem pressa e onde o espaço se curva diante do mistério.
No sonho, eu estava num quarto de hotel — símbolo de um momento transitório, talvez um trecho da vida em que me encontro. Dormia… até que acordei. O som da água correndo me puxou para fora do sono. Mas, ao me levantar, o quarto não era mais o mesmo: em seu lugar, um multiverso espelhado, com um corredor infinito, paredes luxuosas e uma torneira de prata jorrando sem parar.
Ao tentar fechar o fluxo, uma mão tocou a minha. Um senhor de olhos azuis, expressão serena e presença ancestral disse apenas:
“Como tudo começou, Joelson.”
E então acordei.
Esse breve momento abriu um espaço poderoso de reflexão: Como tudo começou? E o que isso diz sobre quem somos?
O ponto de partida está dentro
A pergunta do sonho ressoa como uma chave para o autoconhecimento. Muitas vezes buscamos respostas no mundo exterior, mas o verdadeiro “começo de tudo” está dentro de nós — no silêncio, nas memórias mais profundas, nos traumas que moldaram crenças, e nos sonhos que esquecemos de sonhar acordados.
A jornada do autoconhecimento é justamente esse retorno ao ponto de origem, onde deixamos de ser apenas o que nos disseram e passamos a lembrar de quem sempre fomos.
Sonhos como esse funcionam como gatilhos de consciência. Uma “mudança de chave” não acontece apenas com grandes eventos, mas com pequenos despertares: uma leitura, um toque, uma pausa, uma pergunta.
Despertar é isso: lembrar-se de que há algo mais.
A boa notícia é que não estamos sozinhos. Hoje temos acesso a ferramentas poderosas de transformação:
Cada uma dessas práticas nos ajuda a limpar a torneira aberta dentro de nós, por onde escorrem memórias antigas, emoções represadas e energias estagnadas.
Para trilhar esse caminho, é preciso abrir mão das velhas verdades que nos ensinaram a carregar:
– “Você não é capaz.”
– “Precisa agradar a todos.”
– “Sentir é fraqueza.”
– “Não mude, é perigoso.”
Essas vozes não são nossas. Elas foram semeadas por histórias passadas, por medos herdados e por modelos que já não nos servem. Desapegar-se é libertar-se.
Vivemos em um campo vibracional. Tudo emite frequência: nossos pensamentos, palavras, atitudes. Quando nos alinhamos com a essência, atraímos o que vibra na mesma sintonia: pessoas, oportunidades, milagres.
Se você sente que está em um momento de despertar, preste atenção aos sinais. A vida sussurra nos detalhes: na água da pia, no espelho do corredor, no toque de um ancião. Tudo está se conectando — mesmo aquilo que ainda não entendemos.
Talvez o homem do sonho represente a parte mais antiga e sábia de mim — ou de nós. Talvez ele seja o “eu superior”, o espírito guardião, ou uma lembrança de que somos feitos de algo eterno.
E talvez tudo comece, de fato, quando paramos e escutamos.
Como tudo começou?
Talvez com um sonho.
Talvez com um toque.
Talvez com essa leitura.
Mas o mais importante é: você está pronto para continuar.