Confrontos

Lina Veira: Crônica ‘Confrontos’

Lina Veira
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Hoje confrontei a mim mesma, tentei decidir o que é verdade dentro de meu coração. Parte de mim disse: Quer saber a verdade? E esse talvez, seja o maior confronto da vida.

Os  confrontos  nas relações humanas sempre existiram por gerações, parecem até saudade com fome, cabeça sem pouso, contextos reais envolvendo a política, terras de herança, cultura popular, religiosidades, rixas e cóleras entre familiares e amigos. Uma anulação da posição de ideias e de posturas de alguém. Marcados por hostilidade, onde busca-se vencer a discussão a qualquer custo.

Penso ser muito comum nas leituras, um confronto de ideias, onde o maior desconforto de um leitor, varia conforme o foco de seu dia e a falta de concentração combinada com a necessidade constante de reler parágrafos sem aquela concordância visual ou afetiva. Confrontar alguém exige coragem. Um autor então, exige conhecimento literário, penso.  Estratégias práticas de desenvolvimento interpessoal, para gestão de conflitos é preciso, diante de tantos danos emocionais e verbais sem  retratações  e mediações, com  significativos  traços de abusos emocionais.

Jesus teve vários confrontos com aqueles que se opunham a Ele. E assim acontece com uma opinião pessoal hoje, uma escolha de partido político, uma ideologia pra viver.  
O confronto pode ser útil, mas prejudicial, dependendo da situação.  Em algum momento enfrentaremos outras pessoas quando elas nos ofenderem ou nos machucarem, e isso pode ser saudável, desde que nossas motivações sejam corretas. Até aqui tudo parece simples, mas não é.

As pessoas são más e quando o  confronto é usado como forma de menosprezar, condenar, se vingar, está errado, mas  precisa ser absorvido, amenizado. Em nome de ninguém é bom. Como dizia São Francisco: a ausência do conflito não traz solução para o caso, é importante você se posicionar e defender o que acredita para não ter prejuízos  amanhã. Mas, antes dos erros graves, se levante.

Orai e vigiai

Sodoma e Gomorra nos ensinou isso.

Respira profundamente.

Escreva uma crônica sobre o caso

Seja como um cachorro, lamba uma das patas e saia silenciosamente.

Confrontos em relacionamentos são embates focados na anulação do outro, marcados por hostilidade, onde busca-se vencer a discussão a qualquer custo. Diferente de um conflito — que  pode ser um debate saudável de ideias , pois nenhuma reação humana se desenvolve apenas com concordâncias  e acertos —, o confronto destrói a empatia e visa impor a própria vontade.

Busque ajuda.

Lina Veira

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Desastres naturais

Lina Veira

‘Desastres naturais: será possível reduzi-los?’

Lina Veira
Lina Veira
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A natureza não existe para a conveniência do homem.

E os “desastres sempre voltam quando os esquecemos”, escreveu Torahiko Terada

No Brasil, os desastres naturais têm sido tratados de forma segmentada entre diversos setores e realidades da região e sociedade. Nas últimas décadas, o número de registros  de desastres naturais  em várias partes do mundo  vem aumentando consideravelmente. E isso se deve principalmente, ao aumento  da população e da ocupação desordenada com intenso processo de urbanização e industrialização sem cuidados com os conceitos e ações que envolvem gestão ambiental, saneamento básico e  vida útil de obras. Claro que a dinâmica atmosférica e  seus sistemas produtores do tempo interferem sempre, e neste ponto eu chamo atenção para a relação entre o homem e a natureza, porque desastres naturais também resultam das tentativas humanas de dominar a natureza sem aplicação  de medidas para redução dos efeitos dos desastres, aumentando sua intensidade e prejuízos.

Os desastres são súbitos e inesperados, logo todo monitoramento na previsão em tempo real é importante para diminuir sua  vulnerabilidade e ter uma ação mais segura que  gere prevenção e mitigação, ou seja, uma redução máxima  possível dos danos e prejuízos causados,  principalmente de vítimas fatais.

Não temos como controlar e dominar fenômenos naturais pois estão relacionados com a dinâmica interna e externa da terra. Porém, algumas observações precisamos questionar: A área  ocupada e seus detalhes sobre eventos extremos, como a população se comporta  diante das medidas  de alerta,  e sua consciência de entender que aspectos socioeconômicos da região contribuem para uma geração de desastres, logo uma politica voltada para o saneamento e gestão ambiental é necessária e urgente hoje.  E tudo isso tem a ver com as ações antrópicas do homem, o agente mais agravante dos destrates  nas últimas décadas. Fenômenos  El niño e La niña que geram mudanças climáticas globais que precisam serem observadas com pontualidade , pois aquecimentos das águas geram chuvas intensas  causando inundações catastróficas; e águas frias intensificação de ventos, tempestades.

O futuro climático do Brasil, deixa em foco especial Santa Catarina, por considerar  ser uma área  em que o modelo  prevê maior intensidade de tempestades. Lembrando o primeiro furacão que atingiu do Atlantico Sul , o furacão Catarina nos dias 27 e 28 de março de 2004. Estudos acreditam que o aquecimento global possa favorecer a formação de furacões  e a implantação da infraestrutura necessária às atividades humanas devem ser orientadas com o mapa e zoneamento ambiental de risco.

Algumas medidas são importantes para conviver em ambiente com maiores riscos:

– Cobrar a fiscalização e denunciar a áreas de ocupação

– Manter limpo calhas e ralos, bueiros e rios

– Fechar entrada de água

– Verificar onde ficam os abrigos para melhor acesso

– Manter a calma para organizar a casa em caso de inundações e documentos

– Tenha sempre um rádio de pilha em funcionamento na sua rotina de casa e lanternas.

Acredite, o pior desastre natural começa sendo registrado nas escolhas  políticas sem gestão ambiental, planejamento urbano, a negligência estrutural e o descaso governamental  às adversidades climáticas, que transformam regiões em eventos naturais de tragédias humanitárias. Por melhores gestores e medidas preventivas de melhorias e mais  conscientes com ações mitigadoras para reduções  de todo agravante dos desastres.

Lina Veira

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Na estrada de Pernambuco

Lina Veira: ‘Na estrada de Pernambuco’

Lina Veira
Lina Veira
Imagem criada péla IA do Canva
Imagem criada péla IA do Canva

O mundo mudou inteiramente nesses vinte anos, como certamente mudou  a vida de todos nós, inclusive a minha própria. Quando escrevi meu primeiro livro, ainda vivia muitas avaliações e questões internas e externas da época , em busca de alguma coisa interessante para publicar pela Editora, desde que fosse na linha do crescimento pessoal e desapego, não apenas para minha própria salvação , mas a salvação da humanidade, sobre perspectivas da vida e  novos olhares . Eu queria contar um pouco de mim, de minhas experiencias e de como viver uma história mais leve de vida sem buscar opiniões dos outros para viver o que os outros  acham que você deveria viver.

Na escrita minha intensidade cega os perigos e me salvo dos medos assim. 

Mergulhar por inteiro, mostrar as feridas, permitir que  te arranquem as cascas, só depende de você , e   não é   absolutamente recomendável. 

Mas a escrita é uma arte habilidosa e despertar  a curiosidade para leitura  e prazer espiritual .Esse deve ser seu objetivo alto.

Não consigo parar, não quero parar. Meu corpo não se importa de jeito nenhum com o que meu cérebro pensa. Sinto seu  beijo em toda parte, nas costas e entre meus seios, por trás dos joelhos ativando todos os poros das minhas pernas. Mas não consigo me fartar. Sua mão aperta minha cintura e viaja até meu peito. Minhas mãos não conseguem parar.

Esta é uma declaração apaixonada de amor, mas nenhuma declaração apaixonada é dirigida com gestão, ou trabalhada pelo pensamento consciente, e sim dinamizada pelo encantamento, sem orientação das línguas.

Escrever é como um momento na delegacia,  de repente entra um crioulo de quase dois metros , cabelos revoltos, nariz esbelto, nem sempre bem interpretado,  mas dialético. A finalidade da escrita não é propriamente formar  autores  premiados nacionais e internacionais , mas procurar um aperfeiçoamento mental , criar uma atração  sadia com os programas e o hábito da leitura desde os parques infantis aos  jardins sossegados da vida.

O mundo mudou sim, no início , apenas éramos  pobres escravos, na vida duríssima  do trabalho, com a influência dos negros  nas canções, nas festas humildes. Lembranças alegres e tristes, mas sempre saudosas como pôr do sol.

Como bela é a vida na estrada  de PERNAMBUCO, com amigos, amantes, desconhecidos, que por lá passavam com suas carroças e carros conduzidas por gente humilde e  amiga e param no acostamento para comprar  a melhor pamonha do Brasil.

ESCREVER É ISSO APROXIMAR-SE DE TI. 

Lina Veira

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Entre a liberdade e solidão

Lina Veira: ‘Entre a liberdade e solidão’

Lina Veira
Lina Veira
Imagem do Canva, com texto por Lina Veira

Até aqui eu quis ter muitas certezas
Sem exigir nada, eu quis ter muitas certezas.
Até aqui entre as danças e guerras da vida,
Eu queria parar no teu olhar e sorriso,
Na cor de cada dia do céu do teu dia.

Denunciar cada gesto coberto
Desarrumado como as estrelas,
Na insana lucidez de estar.
Até aqui eu quis viver cada
gesto e abraço que nunca tive.
Como um globo girando e acolhendo a todos,
Até parar no teu olhar e sorriso
E seguir meu caminho entre a liberdade e a solidão.

No escuro, guardei as memorias e rascunhos que precisei
E como num jogo de xadrez preservei a rainha e o rei.
Enquanto escrevia em todos esses anos,
desenhei um Universo que sempre quis para gente:
Ele é lindo!
Roubei um pouco do seu tempo
E cheguei com tempo para ganhar um abraço nele
Abracei tão grande que não me contive em esmagar os espaços vazios
Teria sido a escolha mais linda até aqui – teria sido.

Entre muitos labirintos que cruzei,
enfrentei-os ouvindo
sua voz entre a liberdade e a solidão
Depois entendi que não existia mais caminho para voltar
Nem eco, ou som algum.

Eu não pude evitar minha evolução, algumas curas.
Foi necessário.
Confesso que algumas vezes eu quis voltar
talvez para ter alguém na memória no fim da vida
E no mar de tantas fúrias e tormentas, sua voz deixou de ser calmaria e conforto
Para ser gratidão.
O tempo passou.
E nem sempre o melhor que temos é o que podemos dar e ser para alguém.

Lina Veira

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A mulher e o ambiente familiar  sem respeito

Lina Veira

‘A mulher e o ambiente familiar  sem respeito’

Lina Veira
Lina Veira
Foto por Lina Veira

É absurdo no atual  mundo contemporâneo, em uma sociedade que busca o equilíbrio entre  o desenvolvimento e a sustentabilidade, a mulher que não trabalha fora ser tão desrespeitada, como se o respeito humano e a dignidade estivessem condicionados a uma remuneração financeira. Todo trabalho doméstico e o cuidado com o lar são essenciais, exigem real  esforço, organização da rotina, limpeza, educação dos filhos e apoio emocional. Esse reconhecimento de respeito é  o pilar essencial do lar.

Apesar de  ter uma origem antiga, o pensamento  ‘machista’ ganhou força no século XX com estudos feministas. E ainda hoje é uma ideologia forte  contra a mulher, (que trabalha em casa, seja em regime de home office ou fora de casa) manifestado  por um comportamento violento e de desvalor das tarefas domésticas e  de seus prazeres .

50% das mulheres denunciam o desrespeito dentro e fora de casa todos os dias. É o que mostra a 11ª Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, o maior levantamento do país sobre o tema, realizado pelo DataSenado e pela Nexus, em parceria com o Observatório da Mulher contra a Violência (OMV), do Senado. Agência Brasil,  2025. Logo, não é só a rua que se apresenta  o perigo e desrespeito, com as mulheres, conforme demonstram nossos altos índices de feminicídio atual.

Reitero aqui que, num ambiente familiar, o respeito em casa baseia-se na valorização mútua das  atividades, não do salário.  A mulher que cuida da casa, dos filhos e da rotina familiar exerce uma profissão diária que merece respeito, não humilhações.  A rotina de limpar o banheiro, por exemplo, exige cuidados e educação de higiene, que  relatam aspectos negativos no comportamento cultural e, às vezes, psicológicos  do casal  em ação. Incômodos com  a higiene e limpezas das mãos  e o não uso da descarga são frequentes nas sessões de terapia familiar. 

Rotina, que seja qual for, precisa ser saudável, existir tolerâncias e  abranger  atitudes organizadas, com horários e tarefas, gerando conexão entre pais e filhos, inclusive nas atividades físicas e momentos de lazer. 

Resgatar nesta geração a rotina familiar  é desafiante,  pois nem todos estão decididos a definir prioridades e transformar seus sonhos em objetivos organizados.

Contudo, creio, que  somente uma rotina familiar pode reduzir  a ansiedade de crianças e adolescentes. Desenvolver o respeito,  autonomia e responsabilidade na vida, diminuindo a procrastinação e  melhorando  a conexão entre todos.

Não aceitar isso ,  é   não  aceitar contribui  com sua função na estruturação de uma sociedade mais equilibrada.

Um marido que não valoriza sua esposa, frequentemente demostra o descaso emocional, ignora as necessidades básicas dela, dos filhos e do lar. As críticas serão  constantes, com uso de palavras ásperas, e piadas ofensivas  e irônicas que  menospreza a opinião da esposa.

Estudos demostram, que as principais causas  que mantem a violência doméstica é  a dependência emocional e econômica –  E que fatores que dificultam a saída da vítima é o  financeiro e a  ilusão da esperança de mudança do parceiro.

Não mantenham relações com perfis controladores e abusivos,  modelos de um psicológico violento, caracterizado por baixa tolerância à frustração, necessidade de controle e falta de empatia. Entenda:  O tempo entre as pessoas não é homogêneo, olhar para você e ter certeza que a vida está seguindo do jeito que gostaria que fosse é refrigério. Não ignore a desigualdade intelectual nem a diferença cultural  entre vocês – são chaves que precisam ser postas sobre a mesa sem cópias.

Lina Veira

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Superando pensamentos negativos

Lina Veira: Crônica ‘Superando pensamentos negativos’

Lina Veira
Lina Veira
Imagem gerada pela IA do Canva, com prompt de
Lina Veira

Estamos diante de uma sociedade onde, na maioria das vezes, responder e concordar é positivo, mas reagir ou mostrar o contrário é negativo. Onde, no geral, damos mais atenção às coisas negativas que nos acontecem do que às positivas.

Mas venho lembrar: a vida é um conjunto de experiências positivas e negativas. E os pensamentos são nossa maneira de registrar e processar tudo nela.

Quantas vezes reclamamos de algo negativo que aconteceu no dia? Um atraso no encontro marcado, o trânsito parado, o mal atendimento de um funcionário, o que esquecemos de realizar…

Sem perceber, nossa mente se acostuma com a negativa de palavras e predominância de pensamentos negativos todos os dias. E é claro que pensamentos e falas negativas levam a acontecimentos negativos. Então, por que não pensamos e falamos positivamente? Por que estamos sempre interferindo na nossa alegria de viver?

E eu repondo: Porque nos educaram com ideias negativas que se acomodam dentro de nós, e que nem sempre são nossas, mas despejadas em nós pelas pessoas com as quais convivemos.

Vamos pensar juntos! Se a vida é um reflexo do que pensamos, é preciso educar o pensamento, criar novas ideias, escolher saudáveis atitudes e imaginar o melhor sempre, porque tudo passa e a gente precisa estar mais forte e confiante com o momento presente e futuro que virá.

Que se torne simples gerar pensamentos positivos e ser sinal de alegria no mundo.

Lina Veira

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Sala de estar

Lina Veira: Crônica ‘Sala de estar’

Lina Veira
Lina Veira
Imagem gerada por IA do Canvas

Lembro quando meus filhos eram crianças, eu costumava levá-los para brincar na praia e ver o mar. Lá sempre foi uma extensão da nossa sala de estar.

Eles adoravam, e eu aproveitava para estimular brincadeiras de bola e de corrida na areia, aprimorar os elogios e mergulhar no mundo deles. Eu tive esse privilégio, e eles também.

Tobias, o caçula, parecia ser o mais sintonizado com ambiente, com  o irmão e  com seu amor à família, um coração saudoso e amigo tem até hoje.  O mais velho, sempre  ativo e criativo, gostava de receber os amigos  na sala de estar,  de passar mais tempo no seu quarto e jogar bola com eles na beira do mar.

Mas o que tem  a ver ‘nosso lar’ com esse assunto? A praia  em muitas circunstâncias, foi minha sala de estar com meus filhos, nosso momento  de mais risadas e conversas, porque o  verbo  da vida em família precisa ser ESTAR.   E “ A verdadeira  beleza  é com certeza a do interior” do nosso interior.  Aquela que dura muito tempo e passa diretamente pelo coração imprimindo o caráter de um ser humano. Reconhecendo o território doméstico. Construindo um lar emocionalmente seguro em um mundo inseguro. Estar junto em família , foi um dos momentos mais sublimes enquanto eles cresciam, e DEVERIA ser a resposta da pergunta:  O que temos para todos os dias?

O lar precisa ser um refúgio , na qual os filhos voltassem repetidas vezes, por se sentirem mais seguros e protegidos.  E essa  expectativa positiva comunicasse com seguridade que existe uma família.

Uma família,  duas famílias… Um lugar em que as crianças aprendessem o significado de ser responsável e  de se importar com o outro, onde o coração e o tempo  de todos moram em paz.

–  Vamos  para o quintal de casa, saiam dos bastidores. O  verbo  de uma família precisa ser ESTAR.  

Compreenda a singularidade de cada filho, eles são ricas descobertas  silenciosas da vida. Dê a eles uma memória  e cultive seu caráter em vez de garantir que eles pareçam bons diante dos outros. Que fantástico ler isso!

E lembre-se , a sala de estar precisa ser um lugar espontâneo e lembrado para toda vida.  

E seu lar,  um lugar  onde vocês possam assistir a um filme juntos, lavar o carro num dia quente,  ter uma refeição surpresa toda semana, jogar jogos de tabuleiro e ser feliz.  

Não cedam à coisas que destroem as relações familiares.   

Lina Veira

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