A história da música

Augusto Damas: Poema ‘A história da música’

Augusto Damas
Augusto Damas
Imagem criada pela IA do Gemini – https://gemini.google.com/app/0cbc2372cb08edd7?utm_source=app_launcher&utm_medium=owned&utm_campaign=base_all

Antes das palavras nascerem,
antes dos livros e das canções escritas,
já existia a música.

Ela habitava o vento que soprava entre as montanhas,
o murmúrio dos rios,
o canto dos pássaros ao amanhecer
e o pulsar dos corações humanos.

Nos tempos antigos, quando a humanidade ainda aprendia a caminhar pela história,
mãos simples transformavam troncos em tambores,
ossos em flautas
e o silêncio em melodia.

A música acompanhou os povos em suas jornadas,
esteve presente nos templos sagrados,
nas festas dos reis,
nas colheitas, nas guerras e nas celebrações da vida.

Nas margens do Nilo, nas cidades da Mesopotâmia,
nas praças da Grécia Antiga,
ecoavam harpas, liras e cânticos
que atravessariam os séculos.

Veio a Idade Média,
e nos mosteiros a música elevou-se aos céus,
como oração transformada em som,
como ponte entre a Terra e o infinito.

Depois floresceu o Renascimento,
e as notas ganharam novas cores,
novas formas, novos sonhos,
como jardins sonoros cultivados pela imaginação humana.

Bach teceu harmonias como quem borda estrelas.
Mozart fez dançar a alegria entre os acordes.
Beethoven transformou desafios em eternidade,
fazendo da música uma voz mais forte que o tempo.

Então chegaram os novos séculos,
e a música atravessou rádios, discos, palcos e telas,
viajou por oceanos e continentes,
unindo povos, culturas e emoções.

No Brasil, ela encontrou morada no samba,
na saudade da bossa nova,
na poesia do choro,
na força do forró e na alma sertaneja.

E assim continua,
eterna companheira da humanidade,
contando histórias que as palavras não alcançam,
guardando memórias que o tempo não apaga.

Porque a música é mais que arte.

É linguagem da alma,
é emoção que ganha asas,
é o invisível transformado em som,
é a própria história da humanidade cantando através dos séculos.

Augusto Damas

Voltar

Facebook




O poema que não será escrito

Augusto Damas: ‘O poema que não será escrito’

Augusto Damas
Augusto Damas
Imagem criada pélo ChatGPT – https://chatgpt.com/c/6a00ee3d-c374-83e9-a94c-616018f30801

O amor é muitas vezes descrito
Por flores e lindas canções,
Por inesperados presentes,
Por gestos de carinho e devoção.
É visto nos cuidados singelos,
No apoio silencioso das horas difíceis,
Na companhia afável que consola a alma,
No abraço sincero que afasta os abismos.
Há amores que cabem em palavras,
Em versos, livros e declarações,
Mas existe um sentimento tão profundo
Que transcende todas as explicações.
Um beijo de amizade verdadeira,
Um olhar que acolhe sem julgar,
Um sentimento que não precisa de voz,
Pois apenas o coração consegue escutar.
É um poema apenas sentido,
Jamais plenamente escrito ou traduzido,
Porque certas formas de amor
Pertencem ao eterno e ao divino.
Um amor que vive acima das dores,
Das distâncias e das imperfeições humanas,
Um amor que somente abaixo de Deus
Habita a grandeza da alma humana.
O amor de mãe.

Augusto Damas

Voltar

Facebook




Relações entre empresas

Relações entre empresas, trabalhadores e governo exigem equilíbrio e visão coletiva

Augusto Damas
Augusto Damas
Imagem criada pela IA do Gemini - https://gemini.
Imagem criada pela IA do Gemini

As relações entre empresas, trabalhadores da iniciativa privada e governos constituem um dos alicerces da economia de mercado. Entretanto, compreender essa engrenagem exige mais do que uma leitura superficial dos fatos: é necessário considerar a dimensão subjetiva dessas interações — a forma como cada agente percebe, reage e influencia o outro dentro do sistema produtivo.

Nesse contexto, destaca-se um dos principais entraves ao desenvolvimento nacional: o chamado “custo Brasil”. Trata-se de um conjunto de fatores estruturais que encarecem a produção, reduzem a competitividade e, não raro, alimentam tensões entre empregadores, empregados e o poder público. Muitas dessas divergências têm origem em diagnósticos imprecisos ou na ausência de uma visão integrada dos problemas.

Empresas, trabalhadores e governo operam, na prática, dentro de uma mesma engrenagem econômica, embora com atribuições distintas. Ao Estado cabe a responsabilidade de formular políticas públicas, estabelecer regulamentações e garantir um ambiente institucional favorável ao crescimento. Já o parlamento exerce papel determinante na criação de leis que impactam diretamente o mercado de trabalho e o ambiente empresarial, exigindo compromisso com o interesse coletivo.

Para as empresas, a sobrevivência e a expansão estão diretamente ligadas à eficiência da gestão, ao acesso ao crédito, ao capital de giro e à capacidade de competir em um cenário cada vez mais exigente. Investir em planejamento, controle financeiro e estratégias de mercado deixou de ser opção e tornou-se condição de permanência.

Do lado do trabalhador, os desafios também se intensificam. A qualificação profissional é hoje requisito indispensável para inserção e progressão no mercado. Em muitos casos, o próprio indivíduo precisa investir continuamente em sua formação, ao mesmo tempo em que depende da estabilidade econômica da empresa para garantir sua subsistência.

Diante desse cenário, o equilíbrio nas relações de trabalho não pode ser visto como responsabilidade isolada de um único agente. Trata-se de uma construção coletiva. Empresas e trabalhadores precisam atuar com senso de responsabilidade social, ética e cooperação, alinhando interesses em torno de objetivos comuns.

Ainda assim, a atuação do governo permanece como fator decisivo. Políticas públicas eficientes, aliadas a uma gestão responsável, têm o potencial de criar um ambiente mais favorável à geração de empregos, ao investimento e ao crescimento sustentável. Experiências internacionais demonstram que instituições sólidas e bem estruturadas são capazes de promover prosperidade de forma ampla.

Por fim, é imprescindível reconhecer o papel do cidadão enquanto eleitor. Empregadores e trabalhadores compartilham essa condição e, por meio de suas escolhas, influenciam diretamente os rumos da economia e das relações de trabalho. O voto consciente, portanto, não é apenas um direito — é um instrumento de transformação social.

O verdadeiro desafio não reside apenas nos indicadores econômicos, mas na capacidade coletiva de harmonizar interesses, construir consensos e promover um modelo de desenvolvimento que beneficie, de forma equilibrada, toda a sociedade.

Augusto Damas

Voltar

Facebook




A história do jornalismo brasileiro

Augusto Damas ‘A história do jornalismo brasileiro’

Augusto Damas
Augusto Damas
Imagem gerada pelo ChatGPT - https://chatgpt.com/g/g-59EzD5Ehz-gerador-de-imagens-ia-que-cria-imagens/c/69d4f13d-1100-83e9-bad4-333826f6593e
Imagem gerada pelo ChatGPT – https://chatgpt.com/g/g-59EzD5Ehz-gerador-de-imagens-ia-que-cria-imagens/c/69d4f13d-1100-83e9-bad4-333826f6593e

O jornalismo brasileiro tem suas raízes profundamente ligadas aos movimentos políticos, culturais e institucionais que marcaram o início do século XIX. Sua trajetória começa oficialmente em 1808, com a chegada da família real portuguesa ao Brasil, fato que possibilitou a instalação da imprensa no país.

Nesse contexto, surgiu a Gazeta do Rio de Janeiro, considerada o primeiro jornal oficialmente publicado em território brasileiro. Produzida pela Imprensa Régia, sua circulação era semanal e seu conteúdo atendia prioritariamente aos interesses da Corte portuguesa, funcionando como um instrumento de divulgação oficial. Entre seus primeiros responsáveis esteve o Frei Tibúrcio de Sousa Pereira, sucedido posteriormente por Manoel Ferreira de Oliveira, um dos primeiros jornalistas formados no Brasil.

Entretanto, sob o ponto de vista cronológico e crítico, o verdadeiro pioneiro da imprensa brasileira foi o Correio Braziliense, fundado também em 1808 por Hipólito José da Costa. Editado em Londres, o periódico circulava de forma clandestina no Brasil, driblando a censura vigente. Diferentemente da Gazeta, o Correio Braziliense apresentava uma linha editorial independente e opinativa, abordando temas políticos, econômicos e sociais com maior liberdade e espírito crítico — características que o aproximam do conceito moderno de jornalismo.

Já em 1821, com o abrandamento das restrições à imprensa, surgiram novos periódicos no Brasil, ampliando o espaço para o debate público. Entre eles, destaca-se O Diário, apontado como um dos primeiros jornais de circulação diária no país, contribuindo para a consolidação da imprensa como instrumento de informação contínua. Embora existam controvérsias quanto à sua direção e vinculação histórica com o escritor José de Alencar — figura posterior ao período —, o jornal representa um marco importante na evolução da periodicidade jornalística.

Ao longo do século XIX, a imprensa brasileira passou por um processo de expansão e diversificação, acompanhando os acontecimentos políticos como a Independência (1822), o Período Regencial e o Segundo Reinado. Os jornais tornaram-se espaços de disputa ideológica, formação de opinião e construção da identidade nacional.

Com o avanço tecnológico e a chegada do século XX, o jornalismo brasileiro se profissionalizou, incorporando novas técnicas de apuração, redação e impressão. No século XXI, a revolução digital transformou profundamente o setor, levando muitos veículos tradicionais à adaptação para plataformas online, ampliando o alcance e a velocidade da informação.

Assim, a história do jornalismo no Brasil revela não apenas a evolução dos meios de comunicação, mas também o desenvolvimento da própria sociedade brasileira, marcada pela busca constante por liberdade de expressão, pluralidade e acesso à informação.

Augusto Damas

Voltar

Facebook




Homenagem à mulher

Augusto Damas: Crônica ‘Homenagem à mulher’

Augusto Damas
Augusto Damas
Imagem gerada por IA do Grok – https://grok.com/imagine/post/2bea912f-e263-4d3f-ab65-f6bcf02ffd94

Não há razão para que o dia de hoje passe sem que se exalte a grandeza da mulher. Celebrar sua presença no mundo é, antes de tudo, um gesto de coerência e de reconhecimento. A mulher não é apenas parte da história humana — ela é, em muitos aspectos, o próprio caminho pelo qual a história se torna possível.

Na tradição cristã, acredita-se que, no princípio da humanidade, ecoou uma ordem divina: “multiplicai-vos e enchei a Terra.” Nessa missão sagrada de continuidade da vida, a mulher ocupa um lugar essencial, como guardiã do mistério da existência e da renovação das gerações.

Reconhecer as virtudes da mulher é também reconhecer a nossa própria origem. Cada ser humano que caminha sobre a Terra traz em sua história o primeiro abrigo do amor: o ventre de uma mulher. Assim se revela uma verdade simples e profunda — somos todos filhos de uma mulher.

Mesmo aquela que, por circunstâncias da vida, não venha a experimentar a maternidade, jamais deixa de carregar consigo esse elo primordial, pois também ela nasceu do cuidado e da esperança de outra mulher. Nesse laço silencioso e eterno repousa um dos fundamentos mais belos da condição humana.

Quando olhamos para o mundo sob as lentes da antropologia, da cultura, da ciência, da política e das artes, percebemos que a presença feminina não é apenas participação: é inspiração, é sensibilidade, é inteligência que molda caminhos e constrói futuros.

Pode haver vozes dissonantes ou ideias inflamadas que tentem diminuir esse papel. Contudo, tais discursos dificilmente resistem a uma reflexão honesta. A própria dinâmica da vida e da sociedade testemunha a interdependência entre homens e mulheres na construção da civilização.

A voz da demografia, silenciosa e firme, lembra-nos de que a continuidade da humanidade depende desse equilíbrio sagrado entre as forças da criação. A mulher, nesse contexto, permanece como símbolo de origem, de esperança e de permanência.

Por isso, em 8 de março, não celebramos apenas uma data do calendário. Celebramos um princípio da própria vida. Renovamos nossas felicitações a todas as mulheres do mundo — pela ternura que inspira, pela coragem que sustenta e pela beleza de sua existência na história humana. Porque, em última análise, celebrar a mulher é celebrar a própria vida.

Augusto Damas

Voltar

Facebook




O Honorífico Jubileu de Ouro – Troféu Mulher de Pedra

Ao longo de sua trajetória, o troféu já agraciou milhares de pessoas ilustres, empresas e autoridades, delas deputados estaduais e federais, prefeitos, vereadores, empresários e instituições de reconhecida relevância social.

Prêmio Toféu Mulher de Pedra
Prêmio Toféu Mulher de Pedra

O Troféu Mulher de Pedra, em seu Honorífico Jubileu de Ouro, foi idealizado pelo ilustre jornalista Rubem da Fonseca Alsina, reconhecida personalidade do Estado do Rio de Janeiro.

Sua criação ocorreu entre os anos de 1972 e 1974, na cidade de Teresópolis, com a nobre finalidade de conceder títulos honoríficos a personalidades que se destacam em seus respectivos nichos de atuação, abrangendo a Região Serrana, todo o Estado do Rio de Janeiro e também outras unidades da federação.

Ao longo de sua trajetória, o troféu já agraciou milhares de pessoas ilustres, empresas e autoridades, delas deputados estaduais e federais, prefeitos, vereadores, empresários e instituições de reconhecida relevância social. Entre personalidades de destaque histórico e simbólico, figuram nomes ligados à tradição monárquica, como: Dom Antonio Manoel de Orleans e Bragança, ligado à Casa Imperial Brasileira e
D. Alexandre da Silva Camêlo Rurikovich Carvalho, associado a valores históricos de nobreza e à tradição da chamada Augustíssima e Soberana Casa Real e Imperial dos Godos do Oriente.

Esses são apenas alguns exemplos dentro de um vasto rol de homenageados.

O Instituto Troféu Mulher de Pedra permaneceu por 34 anos sob a gestão de seu fundador, Rubem da Fonseca Alsina. A partir de 2006, por expressa vontade do criador, a presidência foi assumida pelo Comendador Augusto Antonio Carvalho Damas, que vem marcando sua gestão com reconhecida eficiência há cerca de 20 anos, mantendo viva a tradição, o prestígio e a credibilidade da honraria.

As classes contempladas pelo troféu são amplas e abrangem os mais variados segmentos da sociedade. A escolha dos homenageados ocorre por meio de votação e indicação, seguindo métodos de apuração criteriosos, modernos e constantemente atualizados, acompanhando os valores, as transformações culturais e os comportamentos da sociedade em seus diversos setores e nichos.

Além das tradicionais solenidades festivas, o Instituto também se adequou aos novos paradigmas do cerimonial on-line, mantendo-se dentro dos mais rigorosos preceitos éticos e normativos. Dessa forma, preserva elevados padrões de distinção e reconhecimento às personalidades e instituições agraciadas com os títulos concedidos pelo Instituto Troféu Mulher de Pedra.

Augusto Damas

Voltar

Facebook




Elas estão sendo premiadas

Augusto Antonio Carvalho Damas: ‘Elas estão sendo premiadas’

Augusto Damas
Augusto Damas
Troféu Mulher de Pedra – Empreendedora Teresopolitana

Há inúmeras edições de matérias, jornalísticas , revistas, livros e palestras e debates correlatos publicados na Internet tratando do temas sobre empreendedorismo feminino.

Ao abordarmos o tema, torna-se, portanto, inegável que a gestão corporativa e profissional brasileira vem ganhando novos contornos, com a participação do empreedorismo feminino que responde por grande fatia do PIB municipal , estadual e nacional. Outras nações à parte. A mulher está nas mais variadas atividades de mercado , dos diversos setores profissionais. A expressiva participação feminina na economia de mercado, algo admirável.

As mulheres estão nas iniciativas privada e governamental. Um fenômeno que solta ao olhos , bastando apenas reconhecê-lo. Ocupando espaços, antes predominante masculinos. Avançam através das inúmeras comunidades, projetos e movimentos de interesses comuns, buscando soluções, inovações e conhecimentos gestacionais das mais variadas atividades de negócios.

Ao vislumbrar o peso da mulher no progresso humano, econômico, artístico, literario, científico e religioso, desde 2018 o Comendador Augusto Antonio Carvalho Damas tem atuado como gestor da entrega do Troféu Mulher de Pedra Jubileu de Ouro em Teresópolis, e, agora, também para todo o
Brasil.

Este singular troféu, em seu caráter intelectual, moral e institucional, da mais alta invergadura e o catalizador no contexto dos valores do empreendedorismo feminino, o ápice do sua significância, ao fazê-lo, ecoa com esmero e justo reconhecimento.

No dia 27 de novembro de 2018, no salão nobre do glamouroso Clube Comary em Teresópolis-RJ fez- se a entrega do troféu Mulher de Pedra a um grupo de Mulheres Empreendedoras que se destacaram naquele ano, dando motivos para uma notável noite de gala de premiação.

No dia 29 de novembro de 2024 , em comemoração ao emblemático Dia Internacional do Empreedorismo Feminino, no Salão nobre da Casa de Portugal de Teresópolis-RJ, o glamour voltou com a entrega do troféu, que provocou manchetes e matérias na empresa de Teresópolis, na Região Serrana e no Brasil, exaltando o congraçamento feminino.

Neste ano estamos preparando a terceira edição intitulada Mulher Empreendedora Destaque 2025 de Teresópolis, da capital Rio de Janeiro e de outras cidades, dando motivos à volta das manchete e da dinâmica circulação nas redes sociais, com o apoio do Comitê de Imprensa de Teresópolis, tendo à frente o Comendador Damas nesse evento.

Além do que, criamos um departamento para buscar precisas informações na Internet, e com uma equipe de pesquisadores falando diretamente com as pessoas, principalmente sobre empresas geridas por mulheres, que recebem altas avaliações por sua práticas de atendimento, garantindo satisfação do mercado. E para atender a esta demanda, criamos um respeitável Certificado intitulado: MELHOR ATENDIMENTO CINCO ESTRELAS para ser entregue diretamente nos estabelecimentos

Augusto Antonio Carvalho Damas

Voltar

Facebook