A guerra

Laskiaf Amortegui: Crônica ‘A guerra’

Laskiaf Amortegui
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Broto de planta verde nascendo em solo rachado e destruído pela guerra, com silhuetas sombrias ao fundo e raios de sol dourados rompendo as nuvens escuras.
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​“É um tumor a ser extirpado.”

​A guerra é culpada ou inocente?

Quem provoca a guerra?

​Dizem que a maldade nasce em um ato de amor ou paixão.

Ela nasce, sorri e se amamenta com leite; depois engatinha, aprende a caminhar e, quando cresce, saca o que há de pior em seu coração, psique ou mente.

São os ambiciosos, aqueles que perderam o sentido de humanidade e compaixão.

​Muitos inocentes são treinados para a guerra e, para os seus sedutores, não importa gerar a dor e o choro de suas mães ao nascer e muito menos ao morrer.

Não lhes dói mandar os mais desvalidos a derramar seu sangue, enquanto eles contam o dinheiro em seus cofres.
​A guerra destrói, danifica e contamina.

Às vezes, os desalmados abusam de crianças em nome da guerra, mas são suas baixezas internas escudando-se nela…

​A guerra empobrece a terra, os estados e o universo.

Até quando tomaremos consciência? O que mais devemos esperar!

Acaso devemos aguardar que os deuses venham e acabem conosco?

Será que nos é grande demais, como espécie, respeitar e viver em paz?

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Voar

Laskiaf Amortegui: Poema ‘voar’

Laskiaf Amortegui
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Imagem criada pela IA do Gemini, em 07 de julho de 2026, às 10h19
Imagem criada pela IA do Gemini, em 07/07/2026, às 10h19

VOAR

para voar ou morro para voar…

​Voar acima dos meus preceitos, às vezes, torna-me uma pessoa melhor.

Voar acima dos meus sonhos: isso faz-me infeliz.

Voar sem deixar rasto, isso entristece a minha alma.

Voar sacudindo as nuvens: isso gera uma chuva de esperanças.

Voar para além do tempo glorifica-me.

Voar sem bater as minhas asas escraviza-me.

Voar, sempre voar e dançar entre quimeras de cores efémeras.

Voar e voar, devo voar, ainda que seja com o pensamento.

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Arquitetura

Laskiaf Amortegui: Poema ‘Arquitetura’

Laskiaf Amortegui
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​às vezes somos inexperientes na arquitetura e no amor.
​A arquitetura do teu corpo me deixa louca,
traçou desenhos que paralisam a minha pele.
Quem inspirou o designer que recriou o teu esboço?
Teus ângulos são perfeitos.
Teus olhos são ilegíveis,
anelo interpretar o teu código.
Quero me arrastar em cada passo do teu corpo,
e me perder na curva da tua cintura.
Encontrar o perímetro total,
contando os meus beijos na tua pele.
Minhas mãos querem modificar a tua tela apaixonada,
e não apagar nunca essa luz orgástica,
que ilumina toda a tua criação.
Sucumbo à sensação que soletra o sagrado,
entre nós dois,
quando me arranhas as costas.
Como vou parar,
se teus ecos retumbam
e em cada centímetro a tua figura me domina,
e teu cruzamento sagrado
me submerge em seu vórtice.

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As flores do campo

Laskiaf Amortegui: Poema ‘As flores do campo’

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Imagem criada pela IA do Gemini

As flores do campo
essas, as nossas, jamais voltarão.
​As flores do campo não são as mesmas de ontem…
onde a tua pele com a minha se amaram uma vez.
¡Essas flores do campo, as minhas,
jamais voltarão!
​Uma chuva de lembranças chega à minha mente:
os seus aromas, as suas cores, até os seus sabores;
mas elas já não estão, ¡igual a ti!
​Suave fragilidade onde eu dormia…
Elas amaram-me, e tu?
Os meus lábios provaram o seu néctar,
as pétalas abrigaram a minha pele.
¡As minhas flores já não estão!
Elas morreram… e vos?
​Seguirás no presente de uma lembrança passada.
Momento nostálgico:
o meu belo campo, flores amadas,
horizonte longínquo, viagem sem retorno…
Lágrimas de cristal, sem direito a voltar.
​¡As flores do campo não são as mesmas de ontem!

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Flores negras

Laskiaf Amortegui: Poema ‘Flores negras’

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Imagem criada pela IA do Gemini
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Flores negras

​um enigma requintado.

​As flores negras não são para os mortos

nem para a maldade;

são para os amantes de verdade.

Elas são a matéria escura,

uma manifestação máxima do universo

onde uma gota de luz dá origem a cores inimaginadas.

É a manifestação do status e do glamour.

As flores negras nos amam,

são tão requintadas e finas

que poucos podem atrapar seu aroma inesquecível

e seu perfume raramente é encontrado.

Elas são poder,

mistérios e enigmas;

no final são todas as matrizes, inclusive as brancas…

quando não há mais gama com que brincar.

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Seu sorriso:​ sorrir às vezes apaixona

Laskiaf Amortegui: ‘Seu sorriso:​ sorrir às vezes apaixona’

Laskiaf Amortegui
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Foto da autora criada pela IA do Gemini

​Devo escrever algo belo, profundo e maduro,
mas minha musa se recusa a ressoar
e minha caneta dança entre meus dedos paralisados.
​Que seja algo belo, dizem… seu sorriso é encantador.
Algo profundo… que já não está aqui.
E finalmente maduro: que devo te esquecer,
embora minha alma suspire até explodir.
​Será que não entendem que cada frase me leva a ela?
Maldigo a musa que partiu,
pois é o seu sorriso que ainda governa
meus dedos apaixonados.

Laskiaf Amortegui

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A espiritualidade

Laskiaf Amortegui

‘A espiritualidade: a ciência esquecida
e sua tecnologia intrínseca’

Laskiaf Amortegui
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Imagem criada pela IA do Gemini
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A espiritualidade não é um conceito abstrato de fé; é uma tecnologia intrínseca. O que comumente se chama ‘milagre’ é, na verdade, ciência aplicada sob uma lógica perfeita onde nada é deixado ao acaso. O ser humano é uma unidade onde o mundo visível e invisível se entrelaçam através de leis precisas que regem a nossa harmonia.

​Esta arquitetura sustenta-se em leis estabelecidas, princípios que operam com rigor científico para permitir a expansão dentro e fora de cada ser. É fundamental compreender que cada uma destas leis possui a sua própria classificação e derivações técnicas como energia pura:

​A lei do amor (com as suas classificações energéticas específicas).

​A lei interior.

​A lei espiritual (energia catalisadora que se expande inclusive nas plantas; não confundir com crença ou fé).

​A lei da ordem.

​A lei universal.

​Através do tempo, simplesmente esquecemos. Não foi que o conhecimento desapareceu, mas sim que nós nos desconectamos da nossa própria engenharia. Ao esquecer, passamos a ver a espiritualidade como algo alheio à razão, quando na verdade é tecnologia pura.​É hora de despertar a memória e reintegrar o manual: reconhecer que o ‘milagre’ é uma engenharia lógica e que a nossa energia é o software original que sempre regeu a matéria. Integrar este conhecimento é recuperar a nossa soberania e alcançar o equilíbrio total do ser.

Laskiaf Amortegui

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