As flores do campo essas, as nossas, jamais voltarão. As flores do campo não são as mesmas de ontem… onde a tua pele com a minha se amaram uma vez. ¡Essas flores do campo, as minhas, jamais voltarão! Uma chuva de lembranças chega à minha mente: os seus aromas, as suas cores, até os seus sabores; mas elas já não estão, ¡igual a ti! Suave fragilidade onde eu dormia… Elas amaram-me, e tu? Os meus lábios provaram o seu néctar, as pétalas abrigaram a minha pele. ¡As minhas flores já não estão! Elas morreram… e vos? Seguirás no presente de uma lembrança passada. Momento nostálgico: o meu belo campo, flores amadas, horizonte longínquo, viagem sem retorno… Lágrimas de cristal, sem direito a voltar. ¡As flores do campo não são as mesmas de ontem!
Laskiaf Amortegui: ‘Seu sorriso: sorrir às vezes apaixona’
Laskiaf AmorteguiFoto da autora criada pela IA do Gemini
Devo escrever algo belo, profundo e maduro, mas minha musa se recusa a ressoar e minha caneta dança entre meus dedos paralisados. Que seja algo belo, dizem… seu sorriso é encantador. Algo profundo… que já não está aqui. E finalmente maduro: que devo te esquecer, embora minha alma suspire até explodir. Será que não entendem que cada frase me leva a ela? Maldigo a musa que partiu, pois é o seu sorriso que ainda governa meus dedos apaixonados.
‘A espiritualidade: a ciência esquecida e sua tecnologia intrínseca’
Laskiaf AmorteguiImagem criada pela IA do Gemini
A espiritualidade não é um conceito abstrato de fé; é uma tecnologia intrínseca. O que comumente se chama ‘milagre’ é, na verdade, ciência aplicada sob uma lógica perfeita onde nada é deixado ao acaso. O ser humano é uma unidade onde o mundo visível e invisível se entrelaçam através de leis precisas que regem a nossa harmonia.
Esta arquitetura sustenta-se em leis estabelecidas, princípios que operam com rigor científico para permitir a expansão dentro e fora de cada ser. É fundamental compreender que cada uma destas leis possui a sua própria classificação e derivações técnicas como energia pura:
A lei do amor (com as suas classificações energéticas específicas).
A lei interior.
A lei espiritual (energia catalisadora que se expande inclusive nas plantas; não confundir com crença ou fé).
A lei da ordem.
A lei universal.
Através do tempo, simplesmente esquecemos. Não foi que o conhecimento desapareceu, mas sim que nós nos desconectamos da nossa própria engenharia. Ao esquecer, passamos a ver a espiritualidade como algo alheio à razão, quando na verdade é tecnologia pura.É hora de despertar a memória e reintegrar o manual: reconhecer que o ‘milagre’ é uma engenharia lógica e que a nossa energia é o software original que sempre regeu a matéria. Integrar este conhecimento é recuperar a nossa soberania e alcançar o equilíbrio total do ser.
Neste mundo globalizado, onde a tecnologia nos permitiu derrubar fronteiras, surgiu algo imparável: o grito de talentos que antes eram silenciados pela sombra. Hoje, não quero simplesmente escrever; quero erguer a voz pela importância da mulher neste despertar literário.
A poesia real não vive apenas nos livros; ela pulsa nas ruas. Habita nas mãos das mulheres que servem café, que amassam o pão, que limpam hotéis ou que sustentam o silêncio de seus lares. São profissionais de todas as áreas, mas, acima de tudo, são poetisas do destino. Algumas possuem diplomas, outras trazem apenas as cicatrizes que a vida ensina, mas todas compartilham o sagrado: uma alma que sabe transmutar a dor em verso.
Ao tocar esta poesia, sentimos cores e sabores que rasgam as estruturas. É um verso que fere e cura, que deixa uma marca a fogo na memória. Esta é a verdadeira inovação: uma voz com consciência, que canaliza o amor e o desamor com a força de quem sobreviveu.
A poesia veste-se hoje com uma força renovada: a da mulher que é o pilar de sua família, a que busca o pão sob o sol, a que se levantou com dignidade após um divórcio, um fracasso ou o desprezo de uma sociedade dura.
Apesar das barreiras e dos favoritismos, nossa luz está brilhando. O mundo está finalmente abrindo os olhos para a arte sem preconceitos. Hoje, a poesia não é um privilégio de elites; é o refúgio e o rugido de cada mulher que se atreve a ser luz em meio à tempestade.