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Três legiões de dores me invadem, Sempre que as memórias renascem, E lembranças amargas me trazem, Surrando meu corpo e quase que me partem.
De três para seis elas crescem. Meu peito chora, as pernas tremem. Essas lágrimas que agora caem, São tão pesadas que meus olhos não conseguem,
Por isso é que no rosto elas descem, Trazendo lembranças que não se esquecem, De pessoas amadas que já se foram mas ainda vivem, Nos nossos corações que sempre sentem,
As alegrias que nunca morrem, E nem sequer envelhecem. Pois os sorrisos do ontem, Afagam as dores que dentro de nós se escondem.
Jacob Kapingala
Jacob Kapingala
Jacob Kapingala, 28, é natural da província de Huambo (Angola) e reside em Luanda. Estudou Pedagogia na Escola Missionária do Verbo Divino (Santa Madalena) e atualmente exerce a função de professor do ensino primário.
É escritor e poeta, com participação em algumas antologias e revistas literárias do Brasil e de Portugal.
Teve o desejo de colocar no papel aquilo que pensava somente em 2018, ano em que escreveu seus primeiros poemas. Porém, foi somente em 2019 que passou a se dedicar de corpo e alma à poesia.
É académico da CILA – Confraria Internacional de Literatura e Arte, da ABMLP – Academia Biblioteca Mundial de Letras y Poesía e da Academia Virtual dos
Bahtiyar Hidayet traz ao ROL as letras do Azerbaijão, Berço do Fogo Eterno, da colina Yanar Dag, do Templo de Ateshgah, da Rota da Seda e dos Tapetes Azeris que contam histórias!
Bahtiyar Hidayet (Bakhtiyar Hasanov)
Bahtiyar Hidayet (Bakhtiyar Hasanov), 52, é natural do vilarejo de Yukhari Askipara, no distrito de Gazakh, Azerbaijão.
Amante das letras, escreve poesia desde os tempos de escola.
Formou-se pela Universidade do Azerbaijão e trabalha como professor de História.
É autor de quatro livros de poesia: The Hem of Sorrow (2003), White Darkness (2012), Tecnislər (2025) e The Nearest Star (2025). Seus poemas foram traduzidos para diversos idiomas e publicados em revistas literárias internacionais e periódicos online.
Inaugurando sua colaboração no ROL, Bahtiyar Hidayet apresenta o poema Turn Off the Nation’s Lights (Apague as luzes da nação), uma contundente crítica sociopolitica em formato de sárita e elegia.
Turn off the nation
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Turn Off the Nation’s Lights Anyway, you supply electricity with interruptions. Teach us to live with interruptions as well. Turn off the nation’s lights.
Happiness, like a moth, may fly toward the light. Turn off the nation’s lights.
Anyway, our road is not toward the side where the light comes from. Our road is in the direction of barking dogs. Turn off the nation’s lights.
While the graves of our great ancestors are burning after seeing our sorrow, turn off the nation’s lights.
You love the nation very much. That is why you have plunged everywhere into darkness. The nation is searching for the water of eternal life in the darkness. Thank you. You have raised the nation to the level of Alexander the Great. We have conquered the world. We are at the top of international blacklists. Turn off the nation’s lights.
Every day of our lives passes in tears. After so much rain, the light of lightning is enough for us. Turn off the nation’s lights.
Apaguem as luzes da nação De qualquer forma, vocês fornecem eletricidade com interrupções. Ensinem-nos a conviver com interrupções também. Apaguem as luzes da nação.
A felicidade, como uma mariposa, pode voar em direção à luz. Apaguem as luzes da nação.
De qualquer forma, nosso caminho não é para o lado de onde vem a luz. Nosso caminho é na direção dos cães que latem. Apaguem as luzes da nação.
Enquanto os túmulos de nossos grandes ancestrais ardem após verem nossa tristeza, apaguem as luzes da nação.
Vocês amam muito a nação. É por isso que mergulharam tudo na escuridão. A nação busca a água da vida eterna na escuridão. Obrigado. Vocês elevaram a nação ao nível de Alexandre, o Grande. Conquistamos o mundo. Estamos no topo das listas negras internacionais. Apaguem as luzes da nação.
Cada dia de nossas vidas passa em lágrimas. Depois de tanta chuva, a luz dos relâmpagos nos basta. Apaguem as luzes da nação.
Jornalista sorocabana lança livro-reportagem sobre Quimbanda de Angola
Capa do livro ‘Batismo de Fogo: o caminho do iniciado em uma tradição de quimbando banto brasileira, de Fernanda Horvath Réus
Obra nascida de TCC na UNISO mergulha em uma das espiritualidades mais marginalizadas do Brasil
Sorocaba, junho de 2026. A jornalista Fernanda Horvath Réus, formada pela Universidade de Sorocaba (UNISO), anuncia o lançamento de Batismo de Fogo: o caminho do iniciado em uma tradição de Quimbanda Banto-Brasileira. O livro-reportagem, publicado pela editora Manus Gloriæ, tem origem no trabalho de conclusão de curso da autora e representa uma das primeiras investigações jornalísticas aprofundadas sobre a Quimbanda de Angola no Brasil.
A obra acompanha o percurso do neófito dentro da tradição, com base em observação de campo, entrevistas e relatos colhidos ao longo da pesquisa. O eixo central é o Batismo de Fogo, primeiro ato da iniciação, marcado pelo apaziguamento dos bakulos, os ancestrais não-bruxos. O leitor é conduzido pelo rito de dentro.
Ao contrário do que prevalece no imaginário popular, a Quimbanda abordada no livro vai além das figuras de Exu e Pombagira. A obra apresenta os N’kisis e uma cosmologia Banto-Brasileira mais ampla, historicamente sub-representada tanto na academia quanto na cobertura jornalística.
“É uma espiritualidade que carrega décadas de marginalização e, ao mesmo tempo, uma riqueza cultural e cosmológica que praticamente não aparece na mídia ou no mercado editorial”, diz a autora.
Pré-lançamento
O livro está em fase de pré-lançamento com reservas abertas. Os primeiros exemplares têm 10% de desconto sobre o valor de capa de R$ 50,00, mais frete calculado por CEP. A quantidade promocional é limitada. A previsão de envio é para meados de julho.
As reservas devem ser feitas pelo direct no Instagram da editora @manusgloriaeeditora ou pelo e-mail manusgloriae@gmail.com, informando o interesse e o CEP. Formas de pagamento: Pix ou cartão.
Sobre a autora
Fernanda Horvath Réus – Arquivo pessoal
Fernanda Horvath Réus, natural de Boston (MA) e crescida em Sorocaba (SP), é jornalista formada pela UNISO, pós-graduanda em Jornalismo Cultural e de Entretenimento pelo Centro Universitário Belas Artes e Doutora Honoris Causa pela ASBRAC e FACTEFERJ.
Pesquisa cultos e espiritualidades marginalizadas, com foco na relação entre feitiçaria, comunicação e culto de mortos.
É autora do livro-reportagem Batismo de fogo: o caminho do iniciado
Livro-reportagem investiga a Quimbanda de Angola no Brasil. A obra narra o rito do Batismo de Fogo, desmistificando a tradição banto-brasileira de dentro.
Sergio Diniz da CostaImagem criada pela IA do Gemini – https://gemini.google.com/app/a66399b920da89a1?utm_source=app_launcher&utm_medium=owned&utm_campaign=base_all
Sobre o Himalaia da imaginação Além, muito além das insondáveis alturas, Através da névoa dos tempos, das eras, Navega o peregrino das estrelas Viajante do tempo, das dimensões.
Além, muito além das insondáveis alturas, Num mergulho nas dimensões interiores, Céu e Terra se fundem na imensidão Do cosmos, do infinito, dos universos.
Através da névoa dos tempos, das eras, Quantas roupagens, quantos fardos, quantos encontros. Ascender, ascender, ascender, Sempre e sempre, rumo ao amanhecer D’outras existências, d’outras transcendências.
Sobre o Himalaia da imaginação Além, muito além das insondáveis alturas, Através da névoa dos tempos, das eras, Navega o peregrino das estrelas Noutras certezas, noutros encantos, noutros encontros.
‘Homenagem ao escritor e poeta itapetiningano João Batista Alvarenga’
Sergio DinizJoão Batista Alvarenga – Imagem criada por IA do ChatGPT https://chatgpt.com/c/6a408046-ebcc-83e9-a946-2bf6775cf436
Excelentíssimo senhor vereador Hélio Godoy, presidente desta Sessão Magna.
Ilustríssimos membros da Mesa Principal!
Caríssimos amigos da Mesa Estendida!
Senhoras e Senhores!
É de conhecimento geral, a importância das frutas na alimentação e na saúde humana. As frutas são fontes de água, sais minerais, fibras, diversas vitaminas, carboidratos, gorduras e proteínas, mantendo, assim, o equilíbrio do corpo. A maioria apresenta baixa caloria e ajudam no controle do peso e no combate à obesidade.
E o Brasil é conhecido como a “terra das frutas” graças a tamanha variedade encontrada. Não há estrangeiro que, vindo de lugares frios, não se admire com a nossa abundância de formatos, perfumes e cores.
Isso é natural, como país predominantemente tropical que somos, embora inusitadamente a biodiversidade nativa brasileira não tenha quase nada a ver com o encontrado nos supermercados e feiras livres.
Das 20 frutas mais consumidas no nosso país, apenas 3 são nativas do Brasil: o abacaxi, o maracujá e a goiaba.
Por outro lado, o desenvolvimento da humanidade está intimamente relacionado ao uso das florestas.
Até pouco tempo, a necessidade de madeira era suprida quase que exclusivamente por meio das florestas nativas, cuja destruição tem provocado, muitas vezes, danos irreversíveis a alguns ecossistemas. A situação, nesse sentido, é alarmante.
É nesse contexto que entra o eucalipto, uma árvore originária da Austrália, e da maior importância para o mundo, em virtude de seu rápido crescimento, produtividade, grande capacidade de adaptação e por ter inúmeras aplicações em diferentes setores.
Um hectare de floresta plantada de eucalipto produz a mesma quantidade de madeira que 30 hectares de florestas tropicais nativas.
E já começa a haver algum consenso de que o eucalipto é uma das árvores mais bem posicionadas no combate ao aquecimento global, se este for causado pelas emissões de dióxido de carbono, pois tem maior capacidade de efetuar a fotossíntese.
Além do uso econômico, o eucalipto, por meio de suas folhas, é uma planta medicinal bastante utilizada no combate de diversas doenças respiratórias devido as suas propriedades expectorantes.
Pois há pessoas, senhor presidente e amigos presentes, que são como frutas e árvores de outras terras. São pessoas que aqui vieram ou foram trazidas e, com elas, trouxeram novos formatos, cores, aromas e sabores, bem como um bem-estar geral à saúde espiritual da nossa terra.
O homenageado desta noite é uma dessas pessoas frutas e árvores; semelhante a um refrescante melão europeu, trouxe-nos o frescor e a partilha de conhecimentos e ideias novas; análogo ao sedoso pêssego asiático, oferece-nos a doçura da poesia e da generosidade, e da mesma altura do imponente eucalipto, oferta-nos a transcendência de sua sabedoria.
João Batista Alvarenga, a quem carinhosamente o tratamos por ‘Alvarenguíssimo’, é um desses seres que fazem parte de um grupo seleto de almas que trazem consigo uma espécie de varinha de condão, transformando tudo e todos os que tocam.
O Mestre Alvarenga saiu, há muitos anos, de sua Itapetininga, de sua Atenas do Sul e se transferiu, definitivamente, para Sorocaba, para a Terra Rasgada e, aqui, nos rasgos desta terra, tem semeado as sementes da Educação, da Literatura, de uma Ética Universal, em forma de comprometimento e solidariedade.
Aqui, imbuiu-se de Arte Educador, nos anos de 2006, 2007 e 2008, coordenando oficinas pedagógicas na Casa da Cultura Grande Otelo.
Por 13 anos trabalhou como Jornalista no Jornal Cruzeiro do Sul, atuando como Repórter, Redator de Textos, Articulista e Fotógrafo.
Como empreendedor, idealizou e coordenou o projeto ‘Livro na Mesa’ (introdução de um livro de bolso nas cestas básicas dos colaboradores das empresas de Sorocaba e região).
Atualmente apresenta, pela Rádio Cruzeiro FM (92,3), o programa NOSSA LÍNGUA SEM SEGREDO, voltado para a divulgação da Língua Portuguesa.
Estas são apenas algumas das muitas atividades culturais desenvolvidas por aquele menino de 13 anos de idade que, um dia, uma iluminada professora de sua terra o chamou de lado e fê-lo ver que já o era um POETA.
O menino-poeta, o menino escritor, o menino-humanista que cresceu e se instruiu e, embora quisesse aplicar o saber crítico voltado para um maior conhecimento do homem e uma cultura capaz de desenvolver as potencialidades da condição humana, marca do Humanismo; tem se percebido, muitas vezes, conforme suas próprias palavras, um Dom Quixote de La Mancha, um Dom Quixote que, agora, não mais luta contra moinhos de vento, mas contra os moinhos do abandono, do descomprometimento, da inércia e da falta de ética, por parte daqueles que, investidos do poder de mudar e melhorar a sociedade, fazem vistas curtas e ouvidos moucos.
Por tudo isto, Senhor Presidente, neste momento, dentre as máximas da sabedoria popular, uma se destaca em relação a este evento: ‘Antes tarde do que nunca’!
Mas, ainda que tardiamente, senhor presidente, esta Casa, por meio desta Sessão Magna, ao outorgar o título de Cidadão Sorocabano ao professor, ao amigo e irmão Alvarenga coloca-lhe, no peito, o Brasão de Sorocaba, brasão este que ele já colocara, há muitos anos, em sua alma!
Obrigado a todos!
(Sessão Solene de outorga do título de Cidadão Sorocabano ao escritor e poeta itapetiningano João Batista Alvarenga, realizado em 22/06/2016, pela Câmara Municipal de Sorocaba)
A literatura de Elisa Mascia reflete a alma da bela Itália, Berço do Renascimento, Berço da História e Cultura, O Coração do Barroco e da Ópera!
Elisa Mascia
Elisa Mascia, natural de Santa Croce di Magliano, e atualmente residindo em San Giuliano di Puglia, Itália, é uma escritora prolífica, palestrante, radialista, oradora, crítica literária, poeta bilíngue (italiano e espanhol), jurada de concursos de poesia, entrevistadora e ativista cultural, e atua também como editora de livros.
Membro da Immortal Academy, coordenadora na Itália e diretora de Comunicação e Eventos da prestigiada Alpap Academy e membro executivo da International Book Capital Foundation.
Membro registrada e cofundadora da Wiki-Boezia e possui uma página oficial na Wikipédia. Seu nome também consta no GroWikipedia.
Desempenha um papel fundamental no Panorama International Literary Festival, que conta com o apoio da UNESCO. Atuou como coordenadora do festival de 2021 a 2024 e como diretora da edição de 2025, recebendo o prêmio de Melhor Curadora Nacional do Mundo.
Elise também é uma figura de destaque na seção de artes e escultura do Panorama International Art Festival e uma das lideranças da Bienal Internacional de 2023.
As contribuições de Elisa vão além dos festivais literários; como editora de uma publicação voltada a escritores e uma distinta embaixadora cultural, ela conquistou inúmeros prêmios.
Elisa Mascia inicia sua jornada ROLiana com o poema O guerreiro do amor, abordando a resiliência após o luto ou o fim de um relacionamento, a superação da dor, a aceitação do silêncio e o amadurecimento emocional em busca do amor verdadeiro.
O guerreiro do amor
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Não bastou para você cair uma, duas ou cem vezes.
Você não valorizou as experiências que depositou na espada cravada na pedra de uma história de fadas e reis.
Havia também o cavaleiro e a imperatriz, agora eles aceitaram a metáfora de se tornarem vento e poeira estelar, pétalas de rosa que escrevem a música do silêncio.
Seu silêncio não é silencioso, é eloquente como o de uma mãe que compreende seu filho mesmo quando ele não fala.
Espalha pétalas de suave dignidade de seus dedos, enche a taça da amargura, há muito jogou fora a suntuosa tigela de açúcar usada para adoçar o café.
Talvez o mel âmbar tenha se dissolvido em rios no mar da tristeza, chegou a hora de separá-lo da água e, com maestria, compreender juntos com discernimento o mistério do cavaleiro que chamou aquele cavalo branco de volta para si na esperança de um novo, desejado encontro com o amor eterno.
Verônica Moreira representa a Academia Caratinguense de Letras e toma posse como Membro Fundadora da ALB Minas – Seccional Zona da Mata Mineira
Posse de Verônica Moreira na ALB Minas – Seccional Zona da Mata Mineira
A literatura, a arte e a cultura foram celebradas em grande estilo durante a solenidade de instalação e posse da ALB Minas – Seccional Zona da Mata Mineira, realizada no Shopping de Manhuaçu. O evento reuniu escritores, artistas, autoridades e amantes da cultura em uma programação que se estendeu por toda a tarde e avançou pela noite, tornando-se um marco para o fortalecimento das letras na região.
Representando a Academia Caratinguense de Letras, a escritora, poeta e produtora executiva de cultura Verônica Moreira tomou posse como Membro Fundadora da ALB Minas – Seccional Zona da Mata Mineira, consolidando mais um importante capítulo de sua trajetória em defesa da cultura e da literatura brasileira.
Um dos momentos mais emocionantes da solenidade foi a interpretação do Hino Nacional Brasileiro por Verônica Moreira. Com voz firme, emoção e profundo sentimento de patriotismo, ela conduziu o canto do hino, emocionando o público presente e conferindo ainda mais solenidade ao evento.
Ao lado de Verônica Moreira, também tomaram posse os escritores caratinguenses Karla Dornelas, Marinês e Bruno, fortalecendo a representatividade de Caratinga na nova seccional da ALB e evidenciando a riqueza da produção literária do município.
Ao todo, mais de 40 membros fundadores foram empossados, reunindo escritores, poetas, artistas e agentes culturais comprometidos com a valorização da literatura, da memória e da identidade cultural brasileira.
Outro momento de destaque foi a posse do Comendador Fabrício Santos, que assumiu oficialmente a presidência da ALB Minas – Seccional Zona da Mata Mineira, dando início a uma nova etapa de incentivo às letras, ao intercâmbio cultural e ao fortalecimento das ações literárias na região.
A cerimônia contou ainda com a presença do Presidente da ALB e de diversas autoridades e representantes da sociedade civil. Entre os convidados esteve a Vereadora de Caratinga, Jéssica da Silveira, que prestigiou o evento e reforçou a importância do apoio às iniciativas voltadas para a cultura e a educação.
A programação cultural foi um espetáculo à parte. Durante toda a tarde, o público acompanhou apresentações artísticas de música, dança, teatro e um sarau literário, proporcionando momentos de emoção, reflexão e celebração da arte em suas mais diversas expressões.
Delegada Cultural, Comendadora, palestrante, contadora de histórias e escritora, Verônica Moreira possui uma trajetória reconhecida nacionalmente por sua atuação em prol da valorização da cultura. Entre suas principais obras estão o livro infantil “Vekinha… Vamos Cuidar do Meio Ambiente”, contemplado pela Lei Paulo Gustavo em 2023, e o livro de poesias “Territórios e Paisagens”, premiado com o segundo lugar no Prêmio Fanzine na categoria Melhor Livro de Poesia e indicado para participação na FLICG, na Bahia.
Verônica Moreira também é Embaixadora da Paz pela OMDDH, membro da Academia Internacional de Literatura Brasileira (AILB) e integrante de diversas academias e instituições culturais brasileiras, sendo reconhecida por sua dedicação à literatura, à arte e à formação de leitores.
Encerrando a programação, a noite foi marcada por um clima de confraternização, celebração e afeto. Os participantes registraram o momento com inúmeras fotografias, reencontros, abraços e demonstrações de carinho, simbolizando a união entre escritores, artistas e promotores da cultura. Mais do que uma cerimônia de posse, o encontro representou o fortalecimento de laços, o nascimento de novos projetos e a reafirmação do compromisso coletivo com a promoção da literatura e da cultura brasileira.
Marinês Gonçalves, Verônica Moreira,Arlete Campos, Suely Frias Cunha e Karla Dornelas
Marinês Gonçalves, Verônica Moreira, Jéssica da Silveira e Karla Dornelas
Verônica Moreira, Gabriela Santos, Graziela Sabino e Fábio Santos