GURI lança temporada 2026

GURI lança temporada 2026 com a estreia de três novos grupos. Os 32 Grupos Musicais farão 183 concertos em 50 municípios paulistas, todos com entrada gratuita

GURI lança temporada 2026 com a estreia de três novos grupos
Estudantes de música do GURI. Foto de Robs Borges.

Fotos de divulgação, baixe aqui

Serão mais de 300 obras, incluindo inéditas, de autores brasileiros e mais 25 países, com destaque para a forte presença feminina

Arte, cultura, cidadania e desenvolvimento humano. O GURI é o programa de educação musical da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, gerido pela Santa Marcelina Cultura, que engloba tudo isso. Em 30 anos de história, já transformou a vida de mais de 1 milhão de crianças, adolescentes e jovens em todo o estado. Muitas famílias e comunidades também foram beneficiadas.

E quem estuda música no GURI, tem a oportunidade de fazer parte dos grupos musicais. Do instrumento ao canto, as formações são as mais diversas. Há orquestras e bandas sinfônicas, orquestras e cameratas de cordas, de violões, os corais, as big bands, e os grupos de choro, percussão e música instrumental brasileira.

A Temporada 2026 de Concertos começa em abril e vai até dezembro. Este ano, com uma grande novidade: agora são 32 Grupos Musicais em todo o Estado – três novos grupos estreiam no segundo semestre. Os mais de mil alunas e alunos bolsistas de até 18 anos de idade, farão 183 apresentações em 50 municípios do estado de São Paulo, entre capital, interior e litoral. Todos com entrada gratuita. A programação completa está no site, e parte dos concertos terão transmissão ao vivo no canal SouGURI do YouTube.

Estreias

As regiões de Itapeva, Presidente Prudente e Vale do Ribeira ganham mais três grupos. A Banda Sinfônica do GURI Ouro Verde, a Camerata de Violões do GURI Itapeva e o Coral do GURI Registro estreiam no segundo semestre com três concertos cada. A partir do ano que vem, junta-se aos demais com a realização de seis concertos ao ano.

Capital

Os 10 Grupos Musicais da capital, sendo três Corais, duas Bandas Sinfônicas, uma Orquestra Sinfônica, uma Orquestra de Cordas, uma Camerata de Violões, uma Big Band e um grupo de Choro, fazem 60 apresentações em espaços culturais e educacionais espalhados pela cidade.

Os concertos ocorrem no Theatro São Pedro, Auditório do MASP, Instituto Tomie Ohtake, Fábrica de Cultura, Biblioteca de São Paulo (Parque da Juventude), Casa Museu Ema Klabin, UNIBES Cultural, no Teatro Sergio Cardoso e em várias unidades do CEU (Centro Educacional Unificado) e da ETEC de Artes, ampliando o acesso do público de diferentes regiões da capital.

Serão 10 regentes convidados – a maioria mulheres na condução artística dos grupos, com seis representantes: Mônica Giardini, Cris Fayão, Isabela Siscari, Gabriela Antunes, Yara Campos e Erica Hindrikson. Completam a lista, os maestros Sadao Shirakawa, Daniel Filho, Fábio Bartoloni e Dario Sotelo.

Interior e Litoral

Serão 123 concertos em cerca de 50 municípios paulistas abrangendo todas as regiões do estado, como Araçatuba, Bauru, Botucatu, Franca, Indaiatuba, Itaberá, Jundiaí, Lorena, Marília, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, São Carlos, São Luiz do Paraitinga, Santos, São Vicente, São José do Rio Preto, São José dos Campos e Sorocaba, e cidades vizinhas.

Os 22 Grupos Musicais serão regidos por Carol Panesi, Devanildo Balmant, Denise Yamaoka, Douglas Willians, Franklin Ramos, Gesiel Vilarubia, Helinton Costa, José Corulli e Luís Anselmi. Também assumem a batuta Márcio Rodrigues, Marlon Camatari, Patrícia Teixeira, Paulo de Tarso, Paulo Galvão, Paulo Renato, Rodrigo de Jesus, Rodrigo Murer, Rossini Xavier, Thales Maestre, Tiago Fagundes, Tico Proença, entre outros.

Repertório

A música brasileira está em todos os programas, seja concerto sinfônico, instrumental ou canto coral. Obras de Adoniran Barbosa, Ary Barroso, Chiquinha Gonzaga, Dorival Caymmi, Djavan, Milton Nascimento, Tom Jobim, Heitor Villa-Lobos, Cartola, Hermeto Pascoal e Pixinguinha são alguns exemplos. Artistas contemporâneos como Joyce Moreno, Léa Freire, Carol Panesi, Luísa Mitre e Juliana Ripke, também estão na temporada, incluindo obras inéditas encomendadas especialmente para os grupos do GURI.

De internacional, nomes como Johann Pachelbel, Wolfgang Amadeus Mozart, Ludwig van Beethoven, Franz Schubert, Piotr Ilitch Tchaikovsky, Claude Debussy, Maurice Ravel, Gustav Holst, Philip Sparke, Julie Giroux, Jacob de Haan e Astor Piazzolla reforçam a diversidade de estilos, culturas e períodos que marcam a programação.

Números da Temporada

  • 32 Grupos Musicais
  • 1.000+ bolsistas
  • 183 concertos gratuitos
  • 300+ composições, incluindo obras inéditas
  • 50+ municípios paulistas
  • 34 regentes convidados
  • 22 encomendas de composições e arranjos inéditos

Patrocinadores da Santa Marcelina Cultura – O GURI conta com os patrocínios Master: CTG Brasil; Bank of America; Tauste Supermercados; SABESP; Instituto Motiva; Instituto Ultra; Ultracargo; Ultragaz; Ipiranga; Verzani & Sandrini; Ouro: Vitafor; Via Appia; Arteris; WEG; BASF; Chiesi Farmacêutica; Prata: Novelis; Caterpillar; MAHLE; Usina Santa Maria; DM; Sicoob; Citrosuco; Capuani; Grupo Maringá; Valgroup; Santos Brasil; Instituto Center Norte; Instituto athié | wohnrath; Bronze: Cipatex; Maza; Mercedes-Benz; ACIF-Franca; Apoio Cultural: Ipiranga Agroindustrial; Yamaha; Distribuidora Ikeda; Castelo Alimentos; Pirelli; Frisokar; Tegma; Paulispell; e Ibiuna Investimentos, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Realização: Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura; Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas e Santa Marcelina Cultura. 

Para saber mais sobre o GURI, acesse o site oficial.

Para mais informações sobre a Santa Marcelina Cultura, acesse aqui

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Dia do Jornalista

Denise Canova: Poema ‘Dia do Jornalista’

Denise Canova
Denise Canova
Imagem gerada pelo ChatGPT – https://chatgpt.com/c/69d57c76-7b34-83e9-8316-3c175556f72b

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O Barco e o Verbo atraca em Londres

Pietro Costa lança obra comemorativa de 10 anos de trajetória literária na London Book Fair 2026 e consolida presença no circuito editorial internacional Londres

Capa do livro O Barco e o Verbo, de Pietro Costa
Capa do livro O Barco e o Verbo, de Pietro Costa

Em meio ao ambiente estratégico da London Book Fair 2026, um dos principais encontros globais da indústria editorial, o escritor e poeta multipremiado nacional e internacionalmente, ativista cultural, Dr. h. c. mult. e mentor do LabVerso, o brasiliense Pietro Costa, realizou o lançamento de O Barco e o Verbo: 10 Anos de Travessia Literária.

A obra, concebida como síntese estética e memorial de uma década de produção, foi apresentada em um contexto marcado por negociações internacionais, circulação de direitos autorais e articulação entre mercados editoriais de diferentes países.

Um lançamento em território estratégico

Realizada entre os dias 10 e 12 de março, no tradicional complexo Olympia London, a feira reúne anualmente milhares de profissionais do setor, entre editores, agentes literários, distribuidores e compradores de direitos. Trata-se de um ambiente essencialmente voltado à internacionalização do livro, no qual lançamentos deixam de ser apenas eventos simbólicos para se tornarem operações inseridas em fluxos reais de circulação editorial.

Foi nesse cenário que a obra O Barco e o Verbo encontrou o seu primeiro público internacional. O lançamento, mais do que um gesto celebrativo, inscreveu a obra em uma engrenagem global que envolve visibilidade, negociação e projeção de catálogo.

A engrenagem brasileira na feira

A participação do autor se deu no âmbito da presença da Editora Mágico de Oz, integrante da missão brasileira organizada pelo Brazilian Publishers, iniciativa da Câmara Brasileira do Livro em parceria com a ApexBrasil.

O estande brasileiro funcionou como ponto de convergência para reuniões de negócios, encontros institucionais e apresentação de catálogos nacionais ao mercado estrangeiro. Nesse panorama, o lançamento da obra de Pietro Costa se insere como parte de uma estratégia mais ampla de projeção da literatura brasileira no exterior.

A travessia como programa estético

O Barco e o Verbo não é meramente um título comemorativo. A obra se alicerça a partir de um eixo simbólico preciso: a travessia. Ao reunir dez anos de produção literária, o livro preconiza uma leitura retrospectiva que articula memória, linguagem e deslocamento.

O ‘barco’ provém como metáfora do percurso: instável, contínuo, atravessado por contingências, enquanto o ‘verbo’ representa a permanência da criação, a inscrição da experiência na linguagem.

A conjunção desses dois elementos culmina em um programa poético que dialoga com a própria trajetória do autor, marcada por intensidade produtiva, experimentação estética e inserção paulatina em circuitos nacionais e internacionais.

Entre a biografia e o circuito global

A seleção da London Book Fair como palco de lançamento não se revela casual. Ao revés, inscreve-se em um momento de densidade particular na trajetória de Pietro Costa, já reconhecido por premiações, participações em coletâneas e presença em eventos literários no Brasil e no exterior.

Nesse prisma, o lançamento em Londres opera como ponto de convergência entre biografia intelectual e estratégia editorial.

Ao apresentar uma obra retrospectiva em um dos principais centros de negociação de direitos autorais do mundo, o autor transforma a própria narrativa de percurso em ativo de circulação internacional.

A metáfora que se torna geografia

Há, por fim, um elemento de especial relevância simbólica. Se a obra se organiza em torno da ideia de travessia, seu lançamento em Londres materializa essa travessia em plano concreto. O deslocamento geográfico (do Brasil à Europa) espelha o deslocamento estético e intelectual que o livro propõe.

A metáfora, por conseguinte, deixa de ser apenas recurso literário e passa a operar como experiência vivida. O barco navega, o verbo se expande, e a travessia, antes narrada, torna-se acontecimento.

Consolidação e projeção

O lançamento de O Barco e o Verbo: 10 Anos de Travessia Literária na London Book Fair 2026 configura-se, destarte, como um duplo movimento: consolidação e projeção.

Consolidação de uma década de trabalho literário consistente, marcada por produção contínua e reconhecimento progressivo. Projeção, ao inserir essa trajetória em um ambiente global de circulação editorial, ampliando possibilidades de leitura, tradução e difusão.

Em um mercado cada vez mais orientado por redes internacionais, lançar um livro em Londres, nesse contexto, não é apenas publicar: é posicionar-se.

E, nesse gesto, Pietro Costa reafirma aquilo que sua própria obra anuncia: a literatura como travessia em permanente expansão.

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O pincel mágico de Joanne Bingham!

Artista equina e animal, professora de arte e exploradora criativa: as várias faces do talento pictórico de
Joanne Bingham!

Logo da seção A Arte do Leitor
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Joanne Bingham
Joanne Bingham

Tenho comigo que a arte é a religião dos sentidos. Ela nos religa com o Supremo Criador, como cocriadores da beleza, do encantamento.

Beleza, encantamento é o que as tintas da pintora Joanne Bingham, originária do Reino Unido e radicada na Austrália, transmitem aos olhos e à alma de quem tem o privilégio de apreciar e, também, aprender sua arte.

Joanne desenha e pinta há muitos anos, aprimorando suas habilidades e conhecimentos e dedicando-se à sua paixão por pintar cavalos e cães. Suas obras estão em lares ao redor do mundo, e ela adora o desafio que cada nova peça traz, dando vida a elas na tela.

Ela é uma das principais artistas equinas e animais da Austrália, conhecida por seus retratos belamente detalhados e realistas. Jo teve uma carreira de sucesso como artista, ilustradora e professora de arte antes de se mudar para a Austrália em 2005. Atualmente radicada em Cairns, no norte de Queensland, ela construiu uma sólida reputação de excelência tanto em sua arte quanto em seu ensino.

Jo trabalha com uma variedade de mídias tradicionais, incluindo grafite, aquarela, óleo, caneta e tinta e, mais recentemente, lápis de cor — uma técnica com a qual ela vem experimentando com alegria para expandir os limites da criatividade. Suas obras mais recentes exploram desenhos a caneta ousados ​​e expressivos que mantêm o realismo pelo qual ela é conhecida, mas com um toque vibrante e contemporâneo.

Como educadora de arte dedicada, Joanne trabalha com a Anna Jane and Co, ministrando uma variedade de workshops em Cairns e na região de Tablelands.

A jornada criativa de Jo sempre foi fundamentada na curiosidade, no trabalho árduo e em um amor genuíno pelos animais. Desde seus primeiros experimentos com grafite e tinta a óleo até suas explorações atuais em técnicas mistas, ela continua a evoluir — mantendo a qualidade, a consistência e a profundidade emocional que definem seu trabalho.

Para os leitores do Jornal ROL, a ‘arte-retrato’ de Joanne Bingham:

Coloured pencil drawing - By Joanne Bingham
Coloured pencil drawing – By Joanne Bingham

Lucy - By Joanne Bingham
Lucy – By Joanne Bingham

Bernese Mountain Dog - By Joanne Bingham
Bernese Mountain Dog – By Joanne Bingham

Strawbeyy cake - By Joanne Bingham
Strawbeyy cake – By Joanne Bingham

Nova - By Joanne Bingham
Nova – By Joanne Bingham

Blue-Faced Honeye Water Colour - By Joanne Bingham
Blue-Faced Honeye Water Colour – By Joanne Bingham

Ethel Coloured Pencil Drawing - By Joanne Bingham
Ethel Coloured Pencil Drawing – By Joanne Bingham

Dressage Rider - By Joanne Bingham
Dressage Rider – By Joanne Bingham

Mais imagens: https://www.joannebinghamartstudio.com/portfolio

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Na Arte do Leitor, as telas da colunista Jane Nash!

Escritora e poeta, a sensibilidade de Jane Nash,
das Letras para as Telas!

Logo da seção A Arte do Leitor
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Jane Nash
Jane Nash

Jane Nash, natural de Stocton-On-Tees, Inglaterra, e residindo atualmente em Yorkeys Knob, Austrália, é escritora e poetisa.

Profissionalmente, foi professora, hipnoterapeuta e psicoterapeuta. Na seara literária, é comprometida com o processo criativo, tendo enriquecido a carreira como colunista do Opinion Syndicate (EUA); Richmond Review (EUA) e Marshall Islands Literary Review, e como editora de conteúdo no The Pandorian Arts Magazine.

Atualmente, escreve para The Issue e Mahjong Mania no Substack.

Publicações previstas para 2026: a antologia de poesia The Peace Collective e Face is Serious – uma coleção de microficção.

Jane já apresentou poesia duas vezes no Dia Mundial da Poesia e contos no Dia Mundial do Escritor, realizado na Colômbia. Seus projetos atuais incluem as histórias do Inspetor de Polícia Paynes Grey, com prévias a serem divulgadas em breve.

Jane também estará presente no Festival Literário ‘Books In Paradise’ em Port Douglas, Austrália, em 9 de agosto de 2026.

A transbordante sensibilidade literária de Jane irradiou para a as telas e há três anos, apesar de não saber desenhar, dedicou-se à arte do desenho e da pintura em aquarela com as professoras artistas Joanne Bingham e Cecilia Morris.

Em 2025, cursou o Certificado 3 em Artes Visuais no TAFE em Cairns (uma instituição púboica de ensino técnico e vocacional (VET) na Austrália, focada em cursos práticos e de curta/média duração para inserção no mercado de trabalho. O TAFE Queensland North oferece áreas como hotelaria, turismo, saúde, TI, construção e artes, com foco em habilidades) e já expôs seus trabalhos três vezes: uma na exposição estudantil do TAFE e duas vezes no concurso de retratos The ARTchies em Cairns, no extremo norte de Queensland.

Jane pinta e estuda desenho de modelo vivo regularmente, atividade essa que, segundo ela, é uma ótima maneira de relaxar.

Algumas telas de Jane Nash

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2ª Mostra Companheiros de Cinema

Estão abertas as inscrições para a 2ª Mostra Companheiros de Cinema em Sorocaba

Card da 2ª Mostra Companheiros de Cinema em Sorocaba
Card da 2ª Mostra Companheiros de Cinema em Sorocaba
Curta-metragem do grupo
Curta-metragem do grupo

O grupo Os Companheiros abre inscrições para a 2ª Mostra Companheiros de Cinema, iniciativa que busca valorizar e dar visibilidade a produções audiovisuais independentes, com foco em obras que provoquem reflexão, apresentem identidade própria e dialoguem com o público.

Gratuita e sem fins lucrativos, a mostra tem como proposta fortalecer a cena audiovisual local e regional, promovendo o encontro entre realizadores, artistas e espectadores. Nesta segunda edição, a curadoria segue priorizando produções de Sorocaba e região, ampliando o espaço de troca e circulação de obras.

A primeira edição, realizada em setembro de 2025, reuniu 21 inscrições e selecionou 8 filmes para exibição, com participação de realizadores como Mauro Baptistella, Guilherme Telli, André Fidalgo, Cleiner Micceno, Emysher e Willian Lima. O evento atraiu cerca de 70 pessoas e teve lotação do Espaço Cultural Du Artes.

A próxima edição acontece no dia 02 de maio, às 19h, novamente no Espaço Cultural Du Artes, na zona norte de Sorocaba. 

curta-metragem do grupo
Curta-metragem do grupo

As inscrições estarão abertas até 16 de abril, às 22h, e os filmes selecionados serão divulgados no dia 24 de abril, por meio do Instagram do grupo Os Companheiros (@oscompanheirosteatro) e contato direto com os responsáveis.

Podem se inscrever obras finalizadas a partir de 2022, com duração máxima de 30 minutos, nos mais diversos formatos (ficção, documentário, animação, experimental, videoclipe etc.). É necessário que os filmes apresentem boa qualidade de áudio e vídeo e que ao menos um representante da obra esteja presente no dia da exibição.

As inscrições devem ser realizadas por meio de formulário online, com envio de link para download da obra.

https://forms.gle/mrNi363mZZTFR35J8

Mais informações e esclarecimentos podem ser obtidos pelo e-mail: contato.oscompanheiros@gmail.com

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Clarissa Lemos é finalista no Prêmio Ecos da Literatura!

Reconhecida por sua dedicação ao incentivo à leitura e por encantar leitores de todas as idades, Clarissa concorre este ano na categoria Melhor Livro Ilustrado. O livro ‘Contanto com os animais’ foi ilustrado por Daniele Monhoz

Clarissa Lemos
Clarissa Lemos

A escritora e ilustradora Clarissa Lemos acaba de ser anunciada como finalista no Prêmio Ecos da Literatura!

Reconhecida por sua dedicação ao incentivo à leitura e por encantar leitores de todas as idades, Clarissa concorre este ano na categoria Melhor Livro Ilustrado. O livro ‘Contanto com os animais‘ foi ilustrado por Daniele Monhoz. A obra apresenta animais da savana que, após algum acontecimento, vão diminuindo. Um bom livro para realizar contagens com os pequenos e se divertir com as rimas e os animais da África.

“Chegar à final de um prêmio tão importante é muito gratificante, pois ter o meu trabalho reconhecido pelos meus leitores e amigos é fundamental para que eu continue criando. A literatura é vida e, por isso, ela precisa ser experimentada, vivenciada e compartilhada”, afirma Clarissa Lemos.

Os três finalistas de cada uma das 30 categorias foram apontados por votação pública, via internet, realizada entre os dias 08 de fevereiro e 22 de março de 2026. Apenas autores e profissionais do livro, com obras editadas em 2025, poderam participar da premiação.

O evento de premiação está agendado para o dia 23 de maio (sábado), às 16 h, no Teatro Espaço Bereana, Vila Mariana, na capital paulista. Na oportunidade, será conhecida a classificação dos finalistas: 1º, 2º e 3º colocados, que vão receber troféus lindos e personalizados. 

Clarissa Lemos

Clarissa Lemos nasceu na cidade de São Paulo, em 1987.

Viveu até os 18 anos na área rural do município de Ribeirão Branco, interior do estado.

Cresceu rodeada por livros e gibis, adquiridos pelo pai, geralmente em alguma cidade vizinha. Durante a adolescência, os livros eram companheiros inseparáveis.

Tão logo completou 18 anos, mudou-se para a capital para cursar graduação em Pedagogia e assumir o cargo de professora de Educação Básica na rede estadual.

Fixou residência, casou-se e possui dois filhos. Atualmente,  reside em São Caetano do Sul (SP) e leciona na rede municipal de São Paulo.

Iniciou o caminho como ilustradora com o livro A festa da Filó. É autora e ilustradora do livro As aventuras da Chapeuzinho Vermelho e autora dos livros ‘O chute” e ‘Contando com os animais

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