Outorga do Título Honorífico Grandeza Lusófona e Expo-Poemas: Homenagem às Personalidades de Fernando Pessoa
Card da homenagem ‘A Lusofonia e Eu’
O Gabinete Lusófono de Arte e Cultura, em fraterna parceria com a Academia de Letras de São Pedro da Aldeia, concede o Título Honorífico Grandeza Lusófona a personalidades que dedicam seus saberes, artes e vozes ao fortalecimento dos laços culturais que unem os povos de língua portuguesa.
A edição de 2026 integra o projeto internacional Lusofonia e Eu, celebrando o intercâmbio cultural e a ponte viva entre o Brasil, Portugal e os demais países lusófonos. Nesta edição histórica, o prêmio rende homenagens ao genial poeta Fernando Pessoa, eleito Patrono da Comenda e faro estético de nossa produção literária. A celebração ganha forma por meio de uma Exposição de Poema Digital, projetada para traduzir a pluralidade e a profundidade dos heterônimos pessoanos no vasto ecossistema da arte contemporânea.
A língua portuguesa é mais do que um meio de comunicação; é uma pátria comum, um território afetivo e uma força criativa inesgotável. Celebrar Fernando Pessoa e promover a troca contínua de saberes entre as nações irmãs reforça o sentimento de pertencimento e a certeza de que a poesia ultrapassa mares e eras.
Subscrevem e autenticam esta outorga oito proeminentes autoridades da comunidade lusófona, em testemunho ao mérito e às contribuições dos agraciados para a expansão do patrimônio cultural da nossa língua.
Sergio Diniz da Costahttps://chatgpt.com/c/6a73c51b-a71c-83e9-9042-84d7f024999e
Joca Tibúrcio já fizera fama na cidadezinha do interior de São Paulo. O motivo? Segundo ele, nenhum! Talvez, e apenas para contentar algum compadre seu, admitia que, às vezes, se empolgava ao contar um causo, tido por ele como a verdade das verdades.
Os mais cultos da cidade, e que o conheciam há anos, impingiram-lhe alguns apelidos, tais como: Pinóquio do Interior, Barão de Itararé e Barão de Münchausen*.
Que Joca era ‘gente boa’, ninguém duvidava. Era ‘pau pra toda obra’, um amigo com o qual podia-se contar a qualquer hora do dia ou da noite. Inclusive em finais de semana e feriados!
Não obstante esse espírito comunitário, o ‘Barão’ realmente exagerava em relação às histórias que narrava, sempre com um pito na mão e mascando fumo.
Um de seus causos, reiteradamente contado, e a cada narrativa com um ‘ingrediente’ a mais, narrava o dia em que um macho convicto — Genivaldo Peçonha —, que morou na mesma cidade há muitas décadas, resolveu desafiar o Capeta, a fim de provar que era macho, com ‘aquilo’ roxo.
Segundo o Barão, Genivaldo bancou uma aposta com amigos, que consistia em ir ao cemitério da cidade à meia-noite de uma sexta-feira e, em altos brados, desafiar o Capeta para se manifestar.
Chegada a sexta-feira, faltando cinco minutos para a meia-noite, lá estava o intrépido desafiante dentro do cemitério, acesso esse ao Campo Santo, diga-se de passagem, e segundo ele, graças a um salto olímpico sem vara que deu para passar-se para dentro.
Tão logo Joca ouviu as badaladas da igreja matriz marcando a meia-noite, em altos brados começou a desafiar o Capeta:
— Coisa-Ruim dos Infernos, se ocê é hómi, apareça pra me enfrentá! — Bode Preto, filho de uma égua sem mãe, mostre seus chifre pra eu entortá! — Cafuçu, Beiçudo, Arrenegado, mostra seu rabo pontudo!
E a xingação continuou por mais alguns minutos, a ponto de faltar sinônimos de ‘Capeta’.
Joca, achando que já tinha garantido seus culhões, e se sentindo o ‘tal’, já se via botando a mão num dinheiro fácil quando voltasse para os amigos.
De repente, porém, uma ventania começou a se manifestar entre os túmulos! E até as luzes dos postes circunvizinhos do cemitério se apagaram.
Joca sentiu um frio cortante percorrer sua coluna e suas pernas começaram a tremer. E, poucos segundos depois, surgiu à sua frente uma figura alta, magra, toda vestida de preta.
— Virgem Santíssima! — o trêmulo desafiante exclamou, berrando! E, fazendo o sinal da Cruz, apelou por auxílio divino: — Jesuis Cristim, valei-me nesta hora!
Por uma fração de segundos, o mundo pareceu ter congelado, num silêncio retumbante. Até o momento em que se escutou uma imprecação:
— Mais que praga dos Inferno! Nem no cemitério a gente pode ter paz?!
Era o coveiro, Gervásio Assunção que, em não tendo casa própria, dormia na capela do cemitério.
* O Barão de Münchausen é um personagem muito popular na literatura europeia, e suas histórias foram reunidas num livro pela primeira vez em 1785, pelo alemão Rudolf Erich Raspe. Na obra, o próprio Barão narra para alguns convidados os acontecimentos fantásticos que viveu em suas viagens pelo mundo
Segundo uma das narrativas, ele cavalgou durante uma batalha em um cavalo cortado ao meio; conseguiu escapar do ataque simultâneo de um leão e um crocodilo; foi lançado contra uma cidade sitiada montado em uma bala de canhão; e por aí vai.
E, segundo consta, o tal Barão existiu mesmo. Seu nome era Karl Friedrich Hieronymus e ele nasceu em 1720, em Bodenwerder, na Alemanha. Ele teve uma carreira militar bem-sucedida e, depois de se aposentar, não perdia uma oportunidade de narrar suas façanhas — sempre com o exagero e com a maior naturalidade.
Encontro da Academia Sorocabana de Letras promove o documentário ‘Nhô Juca – A Rota do Trem Caipira
Card da nova edição do ‘Vamos Jogar conversa Dentro?’, encontro promovido pela Academia Sorocabana de Letras para a exibição do documentário ‘Nhô JUca – A Rota do Trem Caipira’
Em comemoração ao aniversário de Sorocaba (15 de agosto), a Academia Sorocabana de Letras‘, em nova edição do encontro ‘Vamos Jogar Conversa Dentro?‘, convida o público para a exibição do documentário ‘Nhô Juca – A Rota do Trem Caipira‘, seguida de uma conversa especial com seu idealizador e diretor, o jornalista Celso Fontão Jr.
Produzido por estudantes de Publicidade e Propaganda da Uniso, o documentário resgata a memória e a trajetória de Nhô Juca, um dos grandes nomes da comunicação e da cultura sorocabana, aproximando as novas gerações de sua história e de seu legado.
O encontro será no dia 21 de agosto (sexta-feira), às 19h, na Padaria Real – Av. Dr. Afonso Vergueiro, 2800 – Sorocaba/SP.
É uma oportunidade para celebrar a memória, a cultura e a história da nossa cidade em uma noite de cinema e boa conversa.
Nhô Juca
José Rodrigues da Silva (Araçoiaba da Serra, 1931 — Sorocaba, 28 de fevereiro de 1981), conhecido como Nhô Juca, foi um apresentador de rádio, ator e humorista que atuou na cidade de Sorocaba e região.
Foi ordenhador e boiadeiro. Começou a trabalhar como sambista e humorista na Rádio Cacique de Sorocaba, em 1952. Como ator, Nhô Juca trabalhou nos filmes Quelé do Pajeú (1968) e Sertão em Festa (1970). Também compôs um samba com Ataulfo Alves Júnior.
A origem do personagem Nhô Juca ocorreu após ser contratado por Salomão Pavlovsky para atuar como humorista e animador na Rádio Vanguarda de Sorocaba. Destacou-se como apresentador de programas de música sertaneja em estúdio e auditório de rádio, com 28 anos de atividade, tornando-se um artista bastante popular, principalmente com seu programa matinal. Ele também organizava eventos de cururu e shows com cantores da época. Nos circos, Nhô Juca levava aos picadeiros os quadros “Viola contra guitarra” e “Casamento do Nhonhô”.
Foi casado com Dona Maria Aparecida Dias Postali da Silva, com quem teve três filhas, Sandra Maria da Silva Soares, Maria Fernanda da Silva Machado e Maria Francine da Silva. Nhô Juca faleceu em 28 de fevereiro de 1981, em Sorocaba.
Anualmente a Prefeitura de Sorocaba realiza um Concurso Jornalístico e Publicitário na qual o troféu “José Rodrigues da Silva” (Nhô Juca) é oferecido aos ganhadores da categoria Rádio AM. (Wikipedia – A enciclopédia livre)
O Som das Cores é uma exposição que celebra o encontro da pintura com a música de Fefê Gurman: uma jornada criativa e intuitiva capaz de transformar e renovar sua visão de mundo
Cartaz da exposição ‘O Som das Coisas’
O ‘Som das Cores’ é uma exposição que celebra o encontro da pintura com a música de Fefê Gurman: uma jornada criativa e intuitiva capaz de transformar e renovar sua visão de mundo.
Fefê Gurman é um artista plástico paulistano, que conviveu com os povos Shipibo da Amazônia Peruana obtendo conexão com sua arte e espiritualidade. Respirou cultura enquanto esteve inserido na cena musical da Bahia. E foi durante a pandemia, quando vivia numa ecovila na Chapada da Contagem, que Fefê despertou nas artes plásticas um novo caminho criativo.
As obras de Fefê serão exibidas no Centro Cultural Mestre Assis do Embu de 8 de agosto a 5 de setembro de 2026.
A exposição ‘O Som das Cores’ reflete a riqueza e diversidade de sua trajetória artística e vivencial, apresentando quadros feitos com tinta acrílica e texturas.
Reconhecido por suas composições gravadas por Ivete Sangalo, Preta Gil, Lenine e Seu Jorge, mergulhou na pintura durante o isolamento, transformando emoções e vivências em mais de cem obras únicas. Essa exposição expressa em cores a música da vida.
Estrutura da Exposição
A exposição está dividida em quatro séries, permitindo ao público testemunhar a evolução artística de Fefê, sua conexão com a música e as influências que moldaram sua obra.
1.O Olhar
A série O Olhar expressa sobre os sentimentos dos observadores e também sobre o contexto do coletivo que o olho visualizar..
2.Visões
Nesta série, as obras contêm influências xamânicas que envolvem visões, sonhos e suas interpretações. As visões são mensagens de ensinamento. Esta seção contará com obras de natureza mais intuitiva.
3. Mosaico
Inspirada em murais de azulejos, esta série mostra uma maneira vibrante e colorida de pintar com influências de caleidoscópio e mosaicos.
4. Tempo
Esta série abordada influências do movimento digital com misturando formas naturais e artificiais.
Ancestralidade e Inovação: agosto Indígena do Sesc São Paulo destaca o protagonismo tecnológico dos povos originários
Cartaz do projeto Agosto Indígica, do Sesc SP
Em Sorocaba, de 5 a 15 de agosto, a programação conta com bate-papos, show, cinema e palestras, convidando o público a conhecer os múltiplos significados do conceito de tecnologia para os povos indígenas
Em agosto, diversas unidades do Sesc em todo o estado de São Paulo realizam ações voltadas ao Agosto Indígena com o tema Tecnologias Indígenas. A iniciativa tem como objetivo criar espaços de visibilidade para as práticas e conhecimentos de diversas etnias, propondo reflexões sobre o conceito de tecnologia que engloba tanto o universo digital quanto os métodos tradicionais e contemporâneos de manejo, subsistência, arte e ativismo político.
O projeto baseia-se nos saberes-fazeres dos mais de 300 povos originários do território hoje conhecido como Brasil. É o caso de diversos conhecimentos ancestrais, como aqueles conectados aos sistemas agrícolas tradicionais, que fazem das roças indígenas verdadeiros repositórios de biodiversidade – cultivadas com técnicas atualmente difundidas pelo termo “agrofloresta”. Além disso, as ações demonstram o mapeamento e o uso de ferramentas contemporâneas, como o audiovisual e as redes sociais, em iniciativas de valorização cultural e na defesa territorial dessas comunidades.
A programação inclui atividades como exibições de cinema, bate-papos, shows, oficinas e vivências esportivas, com ações gratuitas e para diversas faixas etárias.
Confira a programação completa do Agosto indígena no Sesc Sorocaba.
Show
Suraras do Tapajós
A apresentação celebra os oito anos de trajetória do grupo, primeiro conjunto de carimbó formado exclusivamente por mulheres indígenas no Brasil. O espetáculo reúne música, dança e elementos cênicos em um repertório que mescla canções autorais, faixas do álbum “A força que vem das águas” e homenagens a mestres do carimbó, reafirmando a arte como expressão de resistência, memória e valorização da cultura indígena.
Dia 5/8. Quarta, às 20h. Classificação livre. Grátis. Para assistir é só chegar.
Bate-papo
Kunhangue Nhemboaty: encontro de mulheres Guarani e partilha de narrativas
Com Dona Júlia Gimenes, Iracema Garcia (Para Yry), Ivanildes Pereira da Silva (Kerexu), Patrícia Ferreira (Yxapy) e Vanda de Lima (Keretxu). Mediação: Liz Góes, integrante da Comissão Guarani Yvyrupa (CGY).
O encontro reúne mulheres Guarani de diferentes territórios para uma conversa sobre memórias, saberes, modos de vida e resistência. A partir da partilha de experiências e histórias, a atividade convida o público a conhecer perspectivas indígenas sobre cultura, território, ancestralidade e o protagonismo das mulheres na preservação e transmissão de seus conhecimentos.
Dia 8/8. Sábado, às 15h. Gratuita, com classificação livre e vagas limitadas. Retirada de senhas 1 hora antes.
Bate-papo
Sistema agrícola do Alto Rio Negro (AM): memórias e saberes ancestrais indígenas Com Darli Soares, do povo Desana, Reginaldo Trema Ramos, do povo Tuyuka e Sileia Massa Alves, do povo Tukano.
O sistema agrícola tradicional do Alto Rio Negro é uma prática ancestral de povos indígenas do noroeste amazônico reconhecida como Patrimônio Cultural do Brasil. A partir da roça de coivara e do cultivo da mandioca brava, o encontro aborda como saberes coletivos, divisão de responsabilidades entre homens e mulheres e o respeito à floresta sustentam não apenas a produção de alimentos, mas também a cultura, as línguas e o modo de vida dessas comunidades.
Dia 9/8. Domingo, às 14h. Gratuita, com classificação de 12 anos e vagas limitadas. Retirada de senhas 1 hora antes.
Palestra
Letramentos indígenas: história, línguas e diversidade cultural Com Aly David Arturo Yamall Orellana, educador e pesquisador amazônida da nação Guarani.
A atividade propõe uma reflexão sobre a realidade contemporânea dos povos indígenas, abordando os processos de retomada de territórios, culturas e línguas, além dos desafios enfrentados por essas comunidades. Por meio do diálogo, busca ampliar a compreensão sobre a diversidade indígena, desconstruir estereótipos e concepções colonialistas, promovendo o respeito à diversidade cultural e contribuindo para o enfrentamento do racismo e da discriminação.
Dia 11/8. Terça, às 19h. Gratuita, com classificação de 12 anos e vagas limitadas. Retirada de senhas 1 hora antes.
Palestra
O Caminho do Peabiru Com Casé Angatu, indígena e morador no Território Tupinambá em Olivença – Ilhéus/Bahia, na Aldeia Gwarini Taba Atã.
O Caminho do Peabiru, mais do que um trajeto físico que atravessava a América do Sul – ligando o litoral do atual Brasil aos Andes -, era um território vivo de memória, encontro e conexão entre povos indígenas. Este encontro convida à reflexão sobre os saberes ancestrais, as redes de troca anteriores à colonização e o significado do Peabiru como símbolo de resistência e continuidade das culturas originárias.
Dia 12/8. Quarta, às 19h. Gratuita, com classificação livre e vagas limitadas. Retirada de senhas 1 hora antes.
Cinema
Replikka Direção: Piratá Waurá e Heloisa Passos | Documentário | Brasil/Estados Unidos | 16 min. | 2025.
Tecnologia e sabedoria indígena nos levam a embarcar numa jornada espiritual e meditativa sobre memória, identidade, perda e renascimento. A resiliência do povo Wauja do Xingu, diante da destruição de sua história, é prova de que a força da ancestralidade atemporal jamais pode ser apagada.
Dia 15/8. Sábado, às 17h. Gratuita, com classificação de 12 anos e vagas limitadas. Retirada de senhas 1 hora antes.
Bate-papo
Pensamento em construção: a sabedoria indígena de Piratá Waurá encontra a experiência cinematográfica de Heloisa Passos Com Piratá Waurá, professor, fotógrafo e cineasta do Povo Wauja e Heloisa Passos, diretora de fotografia, diretora, produtora e professora.
A exibição de Replikka, seguida de bate-papo com os diretores, propõe um espaço de diálogo e compartilhamento do processo de construção do filme com o público. As trocas entre olhares indígenas e não indígenas, que tornaram possível a realização do filme, desdobram-se nesse encontro com o público, aprofundando reflexões sobre cinema, território, memória, patrimônio cultural e preservação.
Dia 15/8. Sábado, às 17h30. Gratuita, com classificação de 12 anos.
SERVIÇO
Sesc Sorocaba
Rua Barão de Piratininga, 555 – Jardim Faculdade.
Horário: De terça a sexta, das 9h às 22h. Sábados, das 10h às 19h.
O CineCafé de agosto do Sesc Sorocaba convida o público a explorar o encontro entre literatura e cinema em uma mostra dedicada a adaptações que traduzem para a tela grandes conflitos humanos. As obras selecionadas mergulham na complexidade de personagens marcados por dilemas entre desejo e destino, amor e posse, esperança e ruína, revelando diferentes formas de interpretar narrativas literárias por meio da linguagem cinematográfica.
As sessões acontecem às terças-feiras, às 19h, com entrada gratuita e retirada de ingressos com uma hora de antecedência na Central de Atendimento.
Após cada exibição, o público é convidado a participar do Cinema em Reflexão. Neste mês, os encontros serão conduzidos por Cícero Santos, mestre em Letras, e Pedro Carvalho, mestre em História Social, ampliando a experiência cinematográfica por meio de conversas e análises sobre as obras exibidas e as relações entre literatura e cinema.
Confira os filmes, para não perder nenhuma sessão:
4/8 | A hora da estrela
Direção: Suzana Amaral | Drama | Brasil | 96 min. | 1985
Sesc Sorocaba. CineCafé. A Hora da Estrela (Crédito: Divulgação)
Uma jovem migrante nordestina leva uma vida modesta até conhecer um operário. Após ser traída por uma colega, busca na cartomante a promessa de um futuro melhor, que a faz acreditar em um amor milagroso. Uma delicada e comovente história sobre ilusão e realidade, que revela o peso dos sonhos na vida de quem só tem a esperança. A atuação foi premiada no Festival de Berlim. Classificação 12 anos.
11/8 | São Bernardo
Direção: Leon Hirszman | Drama | Brasil | 110 min. | 1972
Sesc Sorocaba. CineCafé. São Bernardo (Crédito: Divulgação)
No sertão alagoano, um mascate astuto toma posse de uma fazenda com violência e determinação. Após prosperar, casa-se com uma professora de ideais humanistas, mas a rudeza do homem choca-se com a sensibilidade dela. Tomado por ciúmes obsessivos, ele passa a viver à mercê da própria imaginação, em um drama sobre posse e destruição. Classificação 12 anos.
18/8 | O beijo no asfalto
Direção: Murilo Benício | Drama | Brasil | 98 min. | 2017
Sesc Sorocaba. CineCafé. O Beij0o no Asfalto. (Crédito: Divulgação)
Baseado na peça homônima escrita por Nelson Rodrigues. Ao presenciar um atropelamento, Arandir, um bancário recém-casado, tenta socorrer a vítima, mas o homem, quase morto, só tem tempo de realizar um último pedido: um beijo. Arandir beija o homem, mas seu ato é flagrado por seu sogro Aprígio e fotografado por Amado Ribeiro, um repórter policial sensacionalista. Classificação 12 anos.
25/8 | Retrato de um certo oriente
Direção: Marcelo Gomes | Drama | Brasil | 93 min. | 2024
Sesc Sorocaba. CineCafé..Retrato de um certo oriente (Crédito: Divulgação)
Líbano, 1949. O país enfrenta uma guerra iminente. Dois irmãos católicos, Emilie e Emir, embarcam em uma viagem ao Brasil. Durante a viagem, Emilie se apaixona por um comerciante muçulmano, Omar. Emir sofre de um ciúme incontrolável e usará suas diferenças religiosas para separá-los. Antes de chegar ao destino final, durante uma briga com Omar, Emir é gravemente ferido em um acidente com arma. A única opção de Emilie é descer em uma aldeia indígena no meio da selva para encontrar um curandeiro que o salve. Quando seu irmão se recupera, eles seguem para Manaus, onde Emilie toma uma decisão que levará a consequências trágicas. Classificação 16 anos.
Confira mais sobre essas e outras atividades da programação do Sesc Sorocaba em sescsp.org.br/sorocaba.
SERVIÇO
Sesc Sorocaba
Rua Barão de Piratininga, 555 – Jardim Faculdade.
Horário: De terça a sexta, das 9h às 22h. Sábados, das 10h às 19h.
Revista Verso Diverso organiza participação de destaque na 1ª Feira Literária de Embu das Artes com escritores do Coletivo Café & Arte em Movimento
Card da 1ª Feira Literária de Embu das Artes
Sob a liderança da poetisa Shirley Ferro, a iniciativa traz lançamentos literários, saraus e uma forte delegação de poetas independentes para o Centro Cultural Mestre Assis.Embu das Artes (SP) — Nos dias 1º e 2 de agosto, o Centro Cultural Mestre Assis se transformará no grande coração da literatura e das artes com a realização da 1ª Feira Literária de Embu das Artes. O evento, que promete emocionar o público e transformar vidas através dos livros, contará com uma participação de grande peso organizada pela poetisa Shirley Ferro (a Poetisa da Luz) por meio da Revista Verso Diverso.
A programação organizada por Shirley Ferro traz à feira uma equipe de 16 escritores, destacando a participação especial de talentos do Coletivo Cultural Café & Arte em Movimento — grupo que tem a escritora e professora Priscila Mancussi como presidente e Vânia Moreira como coordenadora.
Entre os grandes destaques da programação organizada pela Revista Verso Diverso estão os lançamentos oficiais de peso de autoras integrantes do coletivo: Cristina Pimentel, que apresenta a obra Entre Cachos e Versos – Poesias e Reflexões, e Carina Gameiro, com o lançamento de Sobre as Águas – Poesias e Reflexões.
Além das autoras em destaque, a delegação do Coletivo Café & Arte em Movimento presente no evento conta com um time brilhante de escritores e poetas que integram a equipe liderada por Shirley Ferro, reunindo Josemir Lemos, Clarissa Lemos, Eric Silva, Vanessa Leite, Leonardo Andreh e a própria Shirley Ferro.
A programação cultural é um verdadeiro convite à sensibilidade. Nos dois dias de evento, Shirley Ferro conduzirá um Sarau especial, abrindo espaço e dando voz aos poetas para compartilharem seus universos criativos, declamarem poemas e aproximarem o público da verdadeira essência da poesia viva.
A 1ª Feira Literária de Embu das Artes é uma promoção da Prefeitura Municipal, por meio das Secretarias de Cultura e Turismo, em parceria com a ACISE (Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Embu das Artes) e o CMEC Embu das Artes (Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura). O evento contará ainda com apresentações da Banda Municipal, Quinteto de Metais, Duo de Violinos, contações de histórias, painéis temáticos e diversas intervenções culturais.
Venha prestigiar os talentos da nossa literatura, apoiar a cultura independente e descobrir como cada livro tem o poder de inspirar e transformar!
Serviço:
Onde: Centro Cultural Mestre Assis – Embu das Artes / SP Quando: 1º e 2 de agosto
Destaques: Organização de Shirley Ferro (Revista Verso Diverso), lançamentos de livros, saraus poéticos e intervenções literárias com os escritores do Coletivo Café & Arte em Movimento.
Realização da Feira: Prefeitura Municipal de Embu das Artes (Secretarias de Cultura e Turismo), ACISE e CMEC Embu das Artes.