O bar-restaurante

Miton Gaspar: Conto ‘O bar-restaurante’

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Estavam na berma da estrada nacional 140, em Malanje, quando já subiam as letras das sete horas da manhã. Esperavam, na calçada, pela abertura e autorização dos contínuos para entrarem no banco Millenium Atlântico mais de cinquenta pessoas. Era uma manhã fria e quente ao mesmo tempo. Pessoas vinham e iam. Ao lado, o asfalto não sabia se gritava de alegria ou de agonia pela fraca, mas constante movimentação dos carros que por ele passavam, aonde iam só os que estavam dentro deles sabiam. 

Mirosman sentia-se aflito enquanto o seu joãozinho sofria asfixiações com a sua mão esquerda.  Fez um sinal com a sua mão direita à mão esquerda da mãe e disse:

– Mãe, preciso de ir tirar o meu irmão que está preso faz muito tempo!

– Mas, Miros, aonde é que a gente vai fazer isso, aqui onde a gente está?

Com muita sofreguidão o rapaz disse:

– Ele já não vai aguentar por mais tempo, mãe! 

Sentados nos separadores de ferro pintados de preto e amarelo, todos os utentes davam de costas com a estrada, mas encaravam os complexos prediais como a um inimigo que lhes resistia a um acordo. Agora, também aflita com a sofreza do menino, Umblina move a cabeça 90 graus para Norte e em seguida 90 graus para o Sul em busca de uma solução. Do seu lado direito, depara-se com o restaurante Telma Fashion, do seu lado direito, o complexo predial que alberga o Banco BIC e a Casa Samir, todos eles ainda fechados para o público. 

– Vamos Miros!

O rapaz obedeceu e, seguindo a mãe, contornaram a Casa Samir, em direção à rua Cândido Reis, caminharam e encontraram uma esquina que dava ao refeitório da loja adjacente e à igreja e escola IERA. Nessa esquina, um bequinho entre o refeitório e a estação de comboio exibia o cheiro de latrina pública.

– Depressa- exclamou a mãe, apontando para o bequinho coberto de capim verde e mal-cheiroso. 

Mirosman, sem olhar para os lados, de pé à entrada do compartimento, tira as trancas que guardavam o seu joãozinho e, em cinco segundo já respirava ar de alívio -, o seu irmão estava livre e ele mesmo se libertara da desonra.

Ao dar meia volta para abandonar o lugar, Mirosman não conseguiu desviar os seus olhares de um jovem bem vestido com uma jeans, t-sheart e tênis Draft pulse, tudo preto. O homem, de mais de vinte anos, lutava com um rádio de porco, degustava-se de todos os pratos que lhe servia o contentor verde e antigo de dias.

O rapaz, apoquentado e boquiaberto, fitou seriamente o homem, que sua mãe, que discretamente sondava a área e o garoto, há uns dez metros de onde ele estava a urinar, gritou suavemente, mas com uma denunciante autoridade:

– Mirosman!

Ao que Mirosman rapidamente completou a meia volta e ia-se embora, mas enquanto caminhava em direção à mãe, olhava intermitentemente para o homem, que, agora, deleitava-se de corpo e alma de tudo o que dispunha o BAR-RESTAURANTE.

Mirosman tentou falar: 

– Mãe…. 

Imediatamente, Umblina olhou para o rapaz e levou o dedo indicador à boca e fez: 

– Tchiuuuuu!

Milton Gaspar Domingos

Milton G. Domingos

Milton Gaspar Domingos (Decano), natural da província de Malanje (Angola) e residente no município do Quéssua, é professor de Língua Portuguesa e de Literatura), no Liceu nº 314 – 4 de Janeiro.

Mestrando em Educação pela Universidade Europeia do Atlântico (UNEATLÂNTICO) e Licenciado em Língua e Literaturas em Língua Portuguesa pela Faculdade de Humanidades da Universidade António Agostinho Neto (FHUAN).

Autor de artigos disponíveis na internet e investigador na área de Língua, Literatura.

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Vesti um sorriso

Sergio Diniz da Costa: Poema ‘Vesti um sorriso’*

Sergio Diniz
Sergio Diniz
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“Não sabia o que vestir hoje

Vesti um sorriso…” e saí

Sai às ruas como quem sai ao vento

De uma manhã lufando esperança

Esperança de que, no meio do caminho,

Encontrasse outros sorrisos iguais

E assim, numa sorridente manhã,

Teria a certeza de que,

No Guarda-Roupa da Felicidade

Escolhi a veste da igualdade.

* Poema inspirado numa frase postada no Facebook pela amiga Jaque Guarani Kaiowá,
com os dizeres “Não sabia o que vestir hoje. Vesti um sorriso.”

Sergio Diniz da Costa

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Mulheres que sonham mudar o mundo

Sesc Sorocaba destaca o espetáculo ‘Mulheres que sonham mudar o mundo’ e show do ‘Coletivo Mulheres do Choro’
 no final de semana 

Cena do espetáculo 'Mulheres que sonham mudar o mundo' - Foto de Ricardo Oba
Cena do espetáculo ‘Mulheres que sonham mudar o mundo’ – Foto de Ricardo Oba

Link de fotos 
Vídeo A menina pássara 

A programação do final de semana no Sesc Sorocaba reúne atividades para diferentes públicos, com destaque para as ações do Festival da Cultura Surda, o espetáculo Mulheres que sonham mudar o mundo e o show do Coletivo Mulheres do Choro de São Paulo, dentro do projeto Chorandinho. As atividades valorizam a diversidade de linguagens artísticas, promovendo encontros que ampliam a acessibilidade, o protagonismo da comunidade surda e a riqueza da música brasileira. 

O Festival da Cultura Surda propõe uma imersão em experiências que articulam espetáculos, vivências e ações formativas, em parceria com instituições de Sorocaba ligadas à comunidade surda. Já o projeto Chorandinho celebra um dos gêneros mais tradicionais do país, apresentando o choro em diferentes abordagens, do repertório clássico a releituras contemporâneas. 

Em paralelo à programação realizada na unidade, o Sesc Sorocaba também estará presente nas cidades de Itapetininga (sábado, 11/4) e Capão Bonito (domingo, 12/4) com o Circuito Sesc de Artes 2026

No sábado, das 10h às 15h, a área de convivência recebe a Feira de Alimentos Agroecológicos e Artesanato, comprodutos cultivados e produzidos por trabalhadores da região de Sorocaba. A iniciativa valoriza práticas sustentáveis, sem o uso de agrotóxicos, e incentiva o consumo consciente. Gratuita e aberta a todas as idades. Neste mês, a feira integra a programação do Festival da Cultura Surda e contará com a presença de tradutor-intérprete de Libras. Não se esqueça de trazer sua sacola retornável. 

Ainda no sábado, às 16h, acontece a contação de histórias Contos pá-pum, com o Grupo ÊBA!. A atividade reúne narrativas curtas, dinâmicas e bem-humoradas, com personagens inusitados e finais surpreendentes, estimulando a imaginação das crianças e a participação do público. A atividade é gratuita e tem classificação livre. Para assistir, é só chegar. 

Encerrando o sábado, às 20h, o teatro recebe o espetáculo Mulheres que sonham mudar o mundo, com o Núcleo de Teatro IGESC, como parte da programação do Festival da Cultura Surda. 

A montagem aborda questões como assédio, patriarcado e sororidade, propondo uma reflexão crítica sobre as violências estruturais e seus impactos sociais. Por meio de cenas que dialogam com o cotidiano e com experiências coletivas, o espetáculo aponta caminhos de transformação baseados na união entre mulheres. 

Com Libras integrada à encenação, a obra amplia o acesso e potencializa o discurso em cena.  

Com classificação de 18 anos, a atividade é gratuita, com lugares limitados. Os ingressos devem ser retirados com 1 hora de antecedência. 

No domingo, às 16h, o público confere o espetáculo A menina pássara, com o Grupo ÊBA!, como parte da programação do Festival da Cultura Surda. 

A montagem acompanha a trajetória de uma personagem que, em busca de identidade e pertencimento, percorre caminhos poéticos e simbólicos, encontrando diferentes formas de existir e se expressar. Nascida menina-pássara, sem asas, sem bico, sem penas, ela não canta nem voa e permanece em silêncio em seu canto. Diferente de todos, parte em busca de um lugar que seja seu, de um nome que lhe pertença e de uma identidade para sua língua. 

Com classificação livre e lugares limitados. Vendas disponíveis em centralrelacionamento.sescsp.org.br ou aplicativo Credencial Sesc SP. E presencialmente na Central de Atendimento. 

Os valores dos ingressos são R$ 12,00 (credencial plena), R$ 20,00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, estudante, servidor de escola pública com comprovante, pessoas com deficiências e seu acompanhante) e R$ 40,00 (inteira). Grátis para crianças até 12 anos (necessário apresentar ingresso). 

Logo depois, às 17h, a convivência recebe o show do Coletivo Mulheres do Choro de São Paulo, dentro do projeto Chorandinho. Formado por instrumentistas de diferentes trajetórias, o grupo apresenta choros clássicos e autorais, reafirmando a força e a presença feminina na música instrumental brasileira. A apresentação é gratuita e tem classificação livre. Para assistir, é só chegar. 

O Sesc Sorocaba também conta, até o dia 16/8, com a exposição Frestas – Trienal de Artes: do caminho um rezo, com curadoria de Khadyg Fares, Luciara Ribeiro e Naine Terena. 

O projeto é apresentado ao público a partir de exposição, intervenções, performances, ocupações artísticas em espaços internos e externos à unidade do Sesc, programas públicos, ações educativas e outras atividades de diversos formatos. A 4ª edição dá continuidade às pesquisas iniciadas nas edições anteriores, reconhecendo a região de Sorocaba, bem como os interiores, como um território em que confluem as relações artísticas e comunitárias. 

Terças a sextas, das 9h às 21h30; sábados, das 10h às 20h. Domingos e feriados, das 10h às 18h30. Classificação 12 anos. Grátis.  

Em paralelo com as atividades que acontecem na unidade, o Sesc Sorocaba também estará presente nas cidades de Itapetininga (sábado, dia 11/4) e Capão Bonito (domingo, 12/4), com o Circuito Sesc de Artes 2026.  

Com atividades nas áreas de música, dança, circo, teatro, cinema, literatura, artes visuais e tecnologias, levando uma programação gratuita com espetáculos, intervenções, mediações de leitura e oficinas. Confira em sescsp.org.br/circuitosescdeartes 

Confira mais sobre essas e outras atividades da programação do Sesc Sorocaba em sescsp.org.br/sorocaba.     

SERVIÇO 

FEIRA – FESTIVAL DA CULTURA SURDA 

Feira de alimentos agroecológicos e artesanatos 

Sábado, dia 11/4, das 10h às 15h. 

Classificação livre.  Com intérprete de Libras. 

Trazer sacolas reutilizáveis 

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS – FESTIVAL DA CULTURA SURDA 

Contos pá-pum 

Sábado, dia 11/4, às 16h. 

Classificação livre. Grátis. 

Para assistir é só chegar. 

TEATRO – FESTIVAL DA CULTURA SURDA 

Mulheres que sonham mudar o mundo 

Sábado, dia 11/4, às 20h. 

Vagas limitadas. Classificação 18 anos. 

Retirada de ingressos com 1 hora de antecedência. 

TEATRO – FESTIVAL DA CULTURA SURDA 

A menina pássara 

Domingo, dia 12/4, às 16h. 

Lugares limitados. Classificação livre.  

R$ 40,00 | R$ 20,00 | R$ 12,00 | Grátis para crianças até 12 anos. 

MÚSICA – CHORANDINHO 

Coletivo Mulheres do Choro de São Paulo 

Domingo, dia 12/4, às 17h. 

Classificação livre. Grátis. 

Para assistir é só chegar. 

ARTES VISUAIS 

Frestas – Trienal de Artes: do caminho um rezo 
Até dia 16/8, terças a sextas, das 9h às 21h30; sábados, das 10h às 20h. Domingos e feriados, das 10h às 18h30. 

Classificação 12 anos. Grátis. 

Sesc Sorocaba       

Rua Barão de Piratininga, 555 – Jardim Faculdade.       

Fone: (15) 3332-9933.     

Prefira o transporte público 

Terminal São Paulo 

Linha 13: Santa Izabel/ Jd. Europa 

Linha 71: Campolim via Raposo Tavares 

Terminal Santo Antônio 

Linha 65: Campolim 

BRT 

Linha D200: Terminal Vitória Régia/ Campolim 

+ informações  

facebook.com/sescsorocaba 
instagram.com/sescsorocaba 
youtube.com/sescsorocaba 
sescsp.org.br/sorocaba 

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GURI lança temporada 2026

GURI lança temporada 2026 com a estreia de três novos grupos. Os 32 Grupos Musicais farão 183 concertos em 50 municípios paulistas, todos com entrada gratuita

GURI lança temporada 2026 com a estreia de três novos grupos
Estudantes de música do GURI. Foto de Robs Borges.

Fotos de divulgação, baixe aqui

Serão mais de 300 obras, incluindo inéditas, de autores brasileiros e mais 25 países, com destaque para a forte presença feminina

Arte, cultura, cidadania e desenvolvimento humano. O GURI é o programa de educação musical da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, gerido pela Santa Marcelina Cultura, que engloba tudo isso. Em 30 anos de história, já transformou a vida de mais de 1 milhão de crianças, adolescentes e jovens em todo o estado. Muitas famílias e comunidades também foram beneficiadas.

E quem estuda música no GURI, tem a oportunidade de fazer parte dos grupos musicais. Do instrumento ao canto, as formações são as mais diversas. Há orquestras e bandas sinfônicas, orquestras e cameratas de cordas, de violões, os corais, as big bands, e os grupos de choro, percussão e música instrumental brasileira.

A Temporada 2026 de Concertos começa em abril e vai até dezembro. Este ano, com uma grande novidade: agora são 32 Grupos Musicais em todo o Estado – três novos grupos estreiam no segundo semestre. Os mais de mil alunas e alunos bolsistas de até 18 anos de idade, farão 183 apresentações em 50 municípios do estado de São Paulo, entre capital, interior e litoral. Todos com entrada gratuita. A programação completa está no site, e parte dos concertos terão transmissão ao vivo no canal SouGURI do YouTube.

Estreias

As regiões de Itapeva, Presidente Prudente e Vale do Ribeira ganham mais três grupos. A Banda Sinfônica do GURI Ouro Verde, a Camerata de Violões do GURI Itapeva e o Coral do GURI Registro estreiam no segundo semestre com três concertos cada. A partir do ano que vem, junta-se aos demais com a realização de seis concertos ao ano.

Capital

Os 10 Grupos Musicais da capital, sendo três Corais, duas Bandas Sinfônicas, uma Orquestra Sinfônica, uma Orquestra de Cordas, uma Camerata de Violões, uma Big Band e um grupo de Choro, fazem 60 apresentações em espaços culturais e educacionais espalhados pela cidade.

Os concertos ocorrem no Theatro São Pedro, Auditório do MASP, Instituto Tomie Ohtake, Fábrica de Cultura, Biblioteca de São Paulo (Parque da Juventude), Casa Museu Ema Klabin, UNIBES Cultural, no Teatro Sergio Cardoso e em várias unidades do CEU (Centro Educacional Unificado) e da ETEC de Artes, ampliando o acesso do público de diferentes regiões da capital.

Serão 10 regentes convidados – a maioria mulheres na condução artística dos grupos, com seis representantes: Mônica Giardini, Cris Fayão, Isabela Siscari, Gabriela Antunes, Yara Campos e Erica Hindrikson. Completam a lista, os maestros Sadao Shirakawa, Daniel Filho, Fábio Bartoloni e Dario Sotelo.

Interior e Litoral

Serão 123 concertos em cerca de 50 municípios paulistas abrangendo todas as regiões do estado, como Araçatuba, Bauru, Botucatu, Franca, Indaiatuba, Itaberá, Jundiaí, Lorena, Marília, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, São Carlos, São Luiz do Paraitinga, Santos, São Vicente, São José do Rio Preto, São José dos Campos e Sorocaba, e cidades vizinhas.

Os 22 Grupos Musicais serão regidos por Carol Panesi, Devanildo Balmant, Denise Yamaoka, Douglas Willians, Franklin Ramos, Gesiel Vilarubia, Helinton Costa, José Corulli e Luís Anselmi. Também assumem a batuta Márcio Rodrigues, Marlon Camatari, Patrícia Teixeira, Paulo de Tarso, Paulo Galvão, Paulo Renato, Rodrigo de Jesus, Rodrigo Murer, Rossini Xavier, Thales Maestre, Tiago Fagundes, Tico Proença, entre outros.

Repertório

A música brasileira está em todos os programas, seja concerto sinfônico, instrumental ou canto coral. Obras de Adoniran Barbosa, Ary Barroso, Chiquinha Gonzaga, Dorival Caymmi, Djavan, Milton Nascimento, Tom Jobim, Heitor Villa-Lobos, Cartola, Hermeto Pascoal e Pixinguinha são alguns exemplos. Artistas contemporâneos como Joyce Moreno, Léa Freire, Carol Panesi, Luísa Mitre e Juliana Ripke, também estão na temporada, incluindo obras inéditas encomendadas especialmente para os grupos do GURI.

De internacional, nomes como Johann Pachelbel, Wolfgang Amadeus Mozart, Ludwig van Beethoven, Franz Schubert, Piotr Ilitch Tchaikovsky, Claude Debussy, Maurice Ravel, Gustav Holst, Philip Sparke, Julie Giroux, Jacob de Haan e Astor Piazzolla reforçam a diversidade de estilos, culturas e períodos que marcam a programação.

Números da Temporada

  • 32 Grupos Musicais
  • 1.000+ bolsistas
  • 183 concertos gratuitos
  • 300+ composições, incluindo obras inéditas
  • 50+ municípios paulistas
  • 34 regentes convidados
  • 22 encomendas de composições e arranjos inéditos

Patrocinadores da Santa Marcelina Cultura – O GURI conta com os patrocínios Master: CTG Brasil; Bank of America; Tauste Supermercados; SABESP; Instituto Motiva; Instituto Ultra; Ultracargo; Ultragaz; Ipiranga; Verzani & Sandrini; Ouro: Vitafor; Via Appia; Arteris; WEG; BASF; Chiesi Farmacêutica; Prata: Novelis; Caterpillar; MAHLE; Usina Santa Maria; DM; Sicoob; Citrosuco; Capuani; Grupo Maringá; Valgroup; Santos Brasil; Instituto Center Norte; Instituto athié | wohnrath; Bronze: Cipatex; Maza; Mercedes-Benz; ACIF-Franca; Apoio Cultural: Ipiranga Agroindustrial; Yamaha; Distribuidora Ikeda; Castelo Alimentos; Pirelli; Frisokar; Tegma; Paulispell; e Ibiuna Investimentos, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Realização: Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura; Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas e Santa Marcelina Cultura. 

Para saber mais sobre o GURI, acesse o site oficial.

Para mais informações sobre a Santa Marcelina Cultura, acesse aqui

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Dia do Jornalista

Denise Canova: Poema ‘Dia do Jornalista’

Denise Canova
Denise Canova
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Dia do Jornalista

Porta- voz da informação

Jornalista

A voz do mundo

Parabéns a todos.

Dama da Poesia

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O Barco e o Verbo atraca em Londres

Pietro Costa lança obra comemorativa de 10 anos de trajetória literária na London Book Fair 2026 e consolida presença no circuito editorial internacional Londres

Capa do livro O Barco e o Verbo, de Pietro Costa
Capa do livro O Barco e o Verbo, de Pietro Costa

Em meio ao ambiente estratégico da London Book Fair 2026, um dos principais encontros globais da indústria editorial, o escritor e poeta multipremiado nacional e internacionalmente, ativista cultural, Dr. h. c. mult. e mentor do LabVerso, o brasiliense Pietro Costa, realizou o lançamento de O Barco e o Verbo: 10 Anos de Travessia Literária.

A obra, concebida como síntese estética e memorial de uma década de produção, foi apresentada em um contexto marcado por negociações internacionais, circulação de direitos autorais e articulação entre mercados editoriais de diferentes países.

Um lançamento em território estratégico

Realizada entre os dias 10 e 12 de março, no tradicional complexo Olympia London, a feira reúne anualmente milhares de profissionais do setor, entre editores, agentes literários, distribuidores e compradores de direitos. Trata-se de um ambiente essencialmente voltado à internacionalização do livro, no qual lançamentos deixam de ser apenas eventos simbólicos para se tornarem operações inseridas em fluxos reais de circulação editorial.

Foi nesse cenário que a obra O Barco e o Verbo encontrou o seu primeiro público internacional. O lançamento, mais do que um gesto celebrativo, inscreveu a obra em uma engrenagem global que envolve visibilidade, negociação e projeção de catálogo.

A engrenagem brasileira na feira

A participação do autor se deu no âmbito da presença da Editora Mágico de Oz, integrante da missão brasileira organizada pelo Brazilian Publishers, iniciativa da Câmara Brasileira do Livro em parceria com a ApexBrasil.

O estande brasileiro funcionou como ponto de convergência para reuniões de negócios, encontros institucionais e apresentação de catálogos nacionais ao mercado estrangeiro. Nesse panorama, o lançamento da obra de Pietro Costa se insere como parte de uma estratégia mais ampla de projeção da literatura brasileira no exterior.

A travessia como programa estético

O Barco e o Verbo não é meramente um título comemorativo. A obra se alicerça a partir de um eixo simbólico preciso: a travessia. Ao reunir dez anos de produção literária, o livro preconiza uma leitura retrospectiva que articula memória, linguagem e deslocamento.

O ‘barco’ provém como metáfora do percurso: instável, contínuo, atravessado por contingências, enquanto o ‘verbo’ representa a permanência da criação, a inscrição da experiência na linguagem.

A conjunção desses dois elementos culmina em um programa poético que dialoga com a própria trajetória do autor, marcada por intensidade produtiva, experimentação estética e inserção paulatina em circuitos nacionais e internacionais.

Entre a biografia e o circuito global

A seleção da London Book Fair como palco de lançamento não se revela casual. Ao revés, inscreve-se em um momento de densidade particular na trajetória de Pietro Costa, já reconhecido por premiações, participações em coletâneas e presença em eventos literários no Brasil e no exterior.

Nesse prisma, o lançamento em Londres opera como ponto de convergência entre biografia intelectual e estratégia editorial.

Ao apresentar uma obra retrospectiva em um dos principais centros de negociação de direitos autorais do mundo, o autor transforma a própria narrativa de percurso em ativo de circulação internacional.

A metáfora que se torna geografia

Há, por fim, um elemento de especial relevância simbólica. Se a obra se organiza em torno da ideia de travessia, seu lançamento em Londres materializa essa travessia em plano concreto. O deslocamento geográfico (do Brasil à Europa) espelha o deslocamento estético e intelectual que o livro propõe.

A metáfora, por conseguinte, deixa de ser apenas recurso literário e passa a operar como experiência vivida. O barco navega, o verbo se expande, e a travessia, antes narrada, torna-se acontecimento.

Consolidação e projeção

O lançamento de O Barco e o Verbo: 10 Anos de Travessia Literária na London Book Fair 2026 configura-se, destarte, como um duplo movimento: consolidação e projeção.

Consolidação de uma década de trabalho literário consistente, marcada por produção contínua e reconhecimento progressivo. Projeção, ao inserir essa trajetória em um ambiente global de circulação editorial, ampliando possibilidades de leitura, tradução e difusão.

Em um mercado cada vez mais orientado por redes internacionais, lançar um livro em Londres, nesse contexto, não é apenas publicar: é posicionar-se.

E, nesse gesto, Pietro Costa reafirma aquilo que sua própria obra anuncia: a literatura como travessia em permanente expansão.

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O pincel mágico de Joanne Bingham!

Artista equina e animal, professora de arte e exploradora criativa: as várias faces do talento pictórico de
Joanne Bingham!

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Joanne Bingham
Joanne Bingham

Tenho comigo que a arte é a religião dos sentidos. Ela nos religa com o Supremo Criador, como cocriadores da beleza, do encantamento.

Beleza, encantamento é o que as tintas da pintora Joanne Bingham, originária do Reino Unido e radicada na Austrália, transmitem aos olhos e à alma de quem tem o privilégio de apreciar e, também, aprender sua arte.

Joanne desenha e pinta há muitos anos, aprimorando suas habilidades e conhecimentos e dedicando-se à sua paixão por pintar cavalos e cães. Suas obras estão em lares ao redor do mundo, e ela adora o desafio que cada nova peça traz, dando vida a elas na tela.

Ela é uma das principais artistas equinas e animais da Austrália, conhecida por seus retratos belamente detalhados e realistas. Jo teve uma carreira de sucesso como artista, ilustradora e professora de arte antes de se mudar para a Austrália em 2005. Atualmente radicada em Cairns, no norte de Queensland, ela construiu uma sólida reputação de excelência tanto em sua arte quanto em seu ensino.

Jo trabalha com uma variedade de mídias tradicionais, incluindo grafite, aquarela, óleo, caneta e tinta e, mais recentemente, lápis de cor — uma técnica com a qual ela vem experimentando com alegria para expandir os limites da criatividade. Suas obras mais recentes exploram desenhos a caneta ousados ​​e expressivos que mantêm o realismo pelo qual ela é conhecida, mas com um toque vibrante e contemporâneo.

Como educadora de arte dedicada, Joanne trabalha com a Anna Jane and Co, ministrando uma variedade de workshops em Cairns e na região de Tablelands.

A jornada criativa de Jo sempre foi fundamentada na curiosidade, no trabalho árduo e em um amor genuíno pelos animais. Desde seus primeiros experimentos com grafite e tinta a óleo até suas explorações atuais em técnicas mistas, ela continua a evoluir — mantendo a qualidade, a consistência e a profundidade emocional que definem seu trabalho.

Para os leitores do Jornal ROL, a ‘arte-retrato’ de Joanne Bingham:

Coloured pencil drawing - By Joanne Bingham
Coloured pencil drawing – By Joanne Bingham

Lucy - By Joanne Bingham
Lucy – By Joanne Bingham

Bernese Mountain Dog - By Joanne Bingham
Bernese Mountain Dog – By Joanne Bingham

Strawbeyy cake - By Joanne Bingham
Strawbeyy cake – By Joanne Bingham

Nova - By Joanne Bingham
Nova – By Joanne Bingham

Blue-Faced Honeye Water Colour - By Joanne Bingham
Blue-Faced Honeye Water Colour – By Joanne Bingham

Ethel Coloured Pencil Drawing - By Joanne Bingham
Ethel Coloured Pencil Drawing – By Joanne Bingham

Dressage Rider - By Joanne Bingham
Dressage Rider – By Joanne Bingham

Mais imagens: https://www.joannebinghamartstudio.com/portfolio

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