A mente brilhante por trás do multiverso

B.W. Paladino e a Ciência dos Sonhos

Brenda Wyni Paladino
Brenda Wyni Paladino

O cenário da literatura fantástica nacional ganha um brilho especial com a força e a autenticidade de Brenda Wyni Paladino, ou simplesmente B.W. Paladino.

Aos 31 anos, a escritora paulistana, que traz na bagagem a vivência de quem já morou em Minas Gerais e a doçura de ter sido adotada e criada por sua avó paterna desde os três meses de idade, transforma suas paixões de infância em uma das jornadas mais eletrizantes da ficção científica atual.

A conexão de Brenda com as letras começou cedo, aos 10 anos.

Naquela época, cadernos escolares já ganhavam vida com roteiros de teatro e histórias de vampiros.

Como acontece em muitas trajetórias humanas, os desafios da vida adulta silenciaram sua escrita por um tempo.

No entanto, o nascimento de sua filha, batizada carinhosamente de Safira, em homenagem à icônica dragão fêmea da obra Eragon, trouxe de volta a chama da criação.

Decidida a realizar o sonho de menina e a viver do que ama, Brenda finalmente arriscou e colocou seu talento no papel.

O grande diferencial de sua escrita está na matéria-prima de sua inspiração: os sonhos lúcidos.

Todas as noites, a autora vivencia aventuras extraordinárias em sua mente e, ao acordar, transporta essa vivência visceral para a ficção.

É essa entrega sem filtros que confere tanta verdade e conexão às suas obras.

Apaixonada por cultura pop, que envolve desde jogos e quadrinhos até os universos Marvel e DC, Brenda costura essas referências de forma sutil em uma estrutura narrativa grandiosa.

Seus livros, “O 11º Plano – Fragmentos do Caos” e a eletrizante continuação “O 11º Plano – A Anomalia”, são verdadeiros fenômenos de ritmo.

São obras incríveis, transbordando ação, humor e uma dose cavalar de emoção que não deixa o leitor largar a página até o ponto final.

Como legítima defensora da ficção científica nacional, a autora usa a literatura para desafiar a mente.

A trama da trilogia mergulha fundo em duas das teses mais complexas da física contemporânea: a Teoria dos Muitos Mundos (o multiverso) e a Teoria das Supercordas.

Com pitadas de física quântica e uma imaginação transbordante, Brenda desmistifica esses conceitos científicos que fazem os físicos quebrarem a cabeça, tornando-os orgânicos e fascinantes para o público.

Para coroar esse universo rico, a escritora faz questão de fincar os pés em suas raízes: suas histórias celebram a cultura brasileira, retratando o nosso país com toda a sua diversidade, beleza e nuances reais.

Brenda Wyni Paladino não constrói apenas tramas sobre portais e dimensões; ela coloca sua própria essência em cada linha.

O resultado é uma literatura de entretenimento inteligente, poderosa e com o DNA do Brasil.

Uma autora que merece todo o nosso respeito e que, com certeza, veio para marcar a história da nossa ficção científica.

REDE SOCIAL DA AUTORA

O 11º Plano – Fragmentos do Caos

SINOPSE

O que você seria capaz de fazer pelas pessoas que ama?

Emma nunca se sentiu comum com todos os sonhos fantásticos de suas noites agitadas, mas jamais imaginou que isso poderia ter ligação com duas teorias ainda não comprovadas: A Teoria das Super cordas e a Interpretação de muitos mundos.

Toda sua vida é questionada ao ser atropelada na agitada capital São Paulo e em um simples piscar de olhos sua mente fica entrelaçada entre realidades.

O problema é que uma dessas histórias parece ser o fim de tudo.

À medida que as realidades se fundem, a consciência de Emanuelli é esticada até o limite, e o Décimo Primeiro Plano exige um sacrifício final.

Em um rastro de energia roxa e destruição, a linha entre o sonho e a vigília desaparece.

O mundo que ela conhece está prestes a ser apagado por uma versão de si mesma que cansou de sofrer.

Se o universo é apenas uma sinfonia de cordas, Emanuelli está prestes a tocar a nota final.

E, desta vez, pode não haver despertar.

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O 11º PLANO – A ANAOMALIA

SINOPSE

O destino não perdoa quem tenta controlar tudo.

Enquanto Anit tenta se fortalecer contra a ameaça iminente, Emma tem que lidar com sua própria realidade.

Tudo e todos estão contra o orfanato e agora a ameaça se torna externa e interna.

Não há mais para onde fugir.

Duas realidades distintas, unidas por um único elo: o desespero de proteger aqueles que amam.

Forçada pelas circunstâncias a confiar em uma aliança interdimensional perigosa, Anit toma uma decisão que mudará o rumo de sua história.

Ela só não contava que o medo da morte pode corromper a alma mais pura, e que a verdadeira ameaça pode não estar vestida de metal, mas sim escondida atrás de um olhar desesperado.

Em um jogo de sobrevivência onde cada escolha reverbera pelo multiverso, o portal se abrirá mais uma vez.

Mas, do outro lado, o preço da salvação será pago com sangue, traição e uma perda devastadora.

Até onde você iria para salvar os seus?

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OBRAS DA AUTORA

O 11º Plano- Fragmentos do Caos
O 11º Plano- Fragmentos do Caos

O 11º Plano- A Anomalia
O 11º- A Anomalia

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Palavras que curam ou adoecem

A Estreia Literária de Edelweiss Assis

Palavras que curam ou adoecem
Palavras que curam ou adoecem

O panorama literário nacional ganha um capítulo luminoso com a chegada da escritora Edelweiss Nascimento Assis Ribeiro de Souza.

Em sua estreia no universo dos livros, a autora traz uma bagagem que une a sensibilidade das memórias de infância à profundidade de uma sólida trajetória acadêmica.

Edelweiss Assis
Edelweiss Assis

Nascida no Rio de Janeiro, Edelweiss construiu seu amor pelas palavras nos almoços de domingo na casa dos avós maternos, o comendador Denizard’Leon e Magnólia.

Ali, entre música e conversas sobre ciência e o invisível, ela descobriu que a palavra é afeto e presença.

Na outra ponta de suas raízes, na fazenda mineira dos avós paternos, Vicente e Judith, ela aprendeu o valor do silêncio e o encanto dos causos ao pé do fogão.

Essa união entre a mente curiosa e a sabedoria da terra moldou uma profissional plural: formada em Comunicação Social, especialista em Arteterapia, Naturopatia e Psicanálise, mestre em Hipnose pela Espanha e doutoranda em Psicologia na Argentina.

Toda essa dedicação busca responder a uma pergunta que a acompanha desde menina: “Para onde vão as palavras?”.

Hoje, a autora compreende que o destino final de cada letra é o corpo, o nosso e o do outro.

Após anos dedicados à escrita acadêmica, Edelweiss faz sua transição para a literatura trazendo uma escrita acolhedora, humana e profundamente profissional.

Seu fazer literário é, como ela mesma define, um modo delicado de continuar tocando o piano invisível que ressoava nos domingos de sua infância, transformando palavras em pontes vivas de cura e conexão.

REDES SOCIAIS DA AUTORA

PALAVRAS QUE CURAM OU ADOECEM

SINOPSE

Mais do que sons ou traços no papel, as palavras são sementes.

Algumas florescem como acolhimento, pertencimento e cuidado; outras, silenciosas e invisíveis, conseguem se fixar como dores emocionais persistentes, influenciando pensamentos, sentimentos, vínculos e a forma como cada pessoa se relaciona consigo e com o mundo.

A partir de uma trajetória que integra comunicação, psicanálise, arteterapia, naturopatia, hipnose e psicologia, a autora tece reflexões sobre o poder construtivo ou feridor da linguagem que habita cada sujeito.

Revela como falas aparentemente inofensivas acabam porcristalizar crenças limitantes e favorecer sofrimentos emocionais, ao mesmo tempo em que a ressignificação das palavras permite converter dor emocional em potência, silêncio em escuta e ruptura em reconexão.

Este livro é um convite delicado e corajoso para revisitar as palavras recebidas, repetidas e internalizadas ao longo da vida e para reconhecer que, muitas vezes, o cuidado emocional começa no verbo.

OBRA DA AUTORA

Palavras que curam ou adoecem
Palavras que curam ou adoecem

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Além do espelho: Como Deus nos vê!

A jornada de fé e escuta que deu origem ao novo livro do pastor e psicanalista Cleiton Santos

Além do espelho: Como Deus nos vê. 
Cleiton Santos
Além do Espelho: Como Deus nos vê!

Unindo teologia, psicanálise e uma experiência pessoal marcante em sala de aula, o autor lança obra focada na cura interior e na transformação de relacionamentos.

Olhar-se no espelho e não gostar do que vê é uma experiência humana universal.

Muitas vezes, esse reflexo insatisfatório não está no vidro, mas no interior, uma coleção de falhas, erros e cobranças que carregamos ao longo da vida.

Cleiton Santos
Cleiton Santos

É justamente nesse ponto sensível que o pastor, psicanalista e escritor Cleiton Santos, de 55 anos, ancora sua nova obra literária: “Além do espelho: Como Deus nos vê”.

Casado, pai de dois filhos e servidor público aposentado, Cleiton construiu uma trajetória inteiramente dedicada ao cuidado com o próximo.

Unindo sua formação teológica à escuta sensível da psicanálise, ele atua há anos no aconselhamento de indivíduos e casais, ajudando-os a restaurar vínculos e a encontrar equilíbrio emocional e espiritual.

Agora, essa rica bagagem prática ganha as páginas de um livreto que promete ser um bálsamo para os dias atuais.

O choro em sala de aula e o nascimento de um propósito

A história por trás da obra, no entanto, não começou agora.

Ela teve início há mais de duas décadas, em 2002, durante uma manhã de sábado que o autor lembra com precisão.

Na época, cursando o segundo ano de Teologia, Cleiton viveu um momento de profunda crise pessoal.

“Eu me desmanchava em choro sobre a minha mesa dizendo para mim mesmo que iria ‘desistir’”, relembra o autor

Foi naquele instante de extrema vulnerabilidade que ele relata ter recebido uma direção espiritual que mudaria seu destino.

O tema do livro nasceu ali, como uma resposta imediata à sua dor.

“Comecei a escrever algumas palavras e, quando me dei conta, já tinha várias linhas e páginas escritas. Este livreto nasceu primeiro no coração de Deus para hoje abençoar outras vidas”, pontua.

Um convite para enxergar a essência, não o erro

Em um mundo hiper conectado, ditado por padrões estéticos e cobranças implacáveis de redes sociais, “Além do espelho: Como Deus nos vê!” surge como um contraponto necessário.

Segundo o autor, a sociedade contemporânea nos treina para acreditar que Deus nos enxerga com a mesma distância e decepção com que muitas vezes olhamos para nós mesmos.

O livro desconstrói essa visão.

Com uma linguagem simples, acolhedora e livre de julgamentos ou termos técnicos complexos, Cleiton propõe um diálogo direto com o leitor.

A obra não ignora as falhas humanas, mas convida a entender que o olhar divino não começa no erro, mas sim na essência de cada indivíduo.

Para o autor, o impacto dessa mudança de perspectiva é prático e profundo: “A forma como você acredita que Deus te vê muda completamente a forma como você vive”.

Mais do que uma leitura rápida, “Além do espelho: Como Deus nos vê” se apresenta como um convite delicado para o leitor silenciar as próprias acusações e se reconciliar com a própria identidade.

Uma leitura essencial para quem busca cura interior, crescimento emocional e um reencontro com a fé.

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ALÉM DO ESPELHO: COMO DEUS NOS VÊ!

SINOPSE

Além do Espelho: Como Deus nos vê

Em um mundo onde somos constantemente pressionados a corresponder a padrões externos, Além do Espelho: Como Deus nos vê, de Cleiton Santos, surge como um convite profundo à reflexão e à cura interior.

O livreto conduz o leitor por uma jornada de autoconhecimento à luz da fé, confrontando as distorções que muitas vezes carregamos sobre nossa própria identidade.

Através de uma linguagem simples, direta e sensível, o autor revela uma verdade poderosa: não somos definidos pelas nossas falhas, traumas ou pela forma como nos vemos no espelho, mas sim pela maneira como Deus nos enxerga.

Com base em princípios bíblicos, a obra traz conforto, restauração e esperança, ajudando o leitor a compreender seu verdadeiro valor e propósito.

Cada página é um lembrete de que há graça, amor e uma nova perspectiva disponível para aqueles que estão dispostos a olhar além das aparências.

Mais do que uma leitura, este livreto é uma experiência espiritual, um chamado para abandonar velhas crenças e abraçar uma identidade firmada no olhar de Deus.

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OBRA DO AUTOR

Além do espelho- Como Deus nos vê!
Além do esoelho: Como Deus nos vê!!

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Cidadania do amor

Conheça Elias Farias, o escritor que transformou seu amor em um livro

Cidadania do Amor
Cidadania do Amor

Quem disse que o romance saiu de moda?

O escritor e poeta Elias Farias está aí para provar o contrário.

Paranaense de nascimento, mas morador de Limeira, no interior de São Paulo, ele transformou o seu próprio casamento em inspiração literária.

Elias Farias
Elias Farias

Tudo começou de um jeito muito bonito e simples: Elias escrevia poesias românticas para a sua esposa, dona Maria das Dores Farias.

Ele colocava no papel aquele ditado que todo mundo conhece, mas invertido: escrevia exatamente “o que os olhos não veem, mas o coração sente”.

Com o tempo, essas declarações de amor guardadas em casa foram crescendo, e foi aí que surgiu a ideia de juntar tudo e publicar o seu primeiro livro, o emocionante “Cidadania do Amor”.

Sempre escrevendo com o coração e falando sobre os sentimentos mais sinceros, o autor não planeja parar tão cedo.

Para a alegria dos leitores, Elias Farias já avisou que vem muita novidade por aí: em breve, ele vai lançar um livro de romance novinho e, além disso, já está preparando uma história infantil.

Vale a pena acompanhar de perto os próximos passos desse escritor que usa a literatura para espalhar o amor verdadeiro pelo mundo!

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CIDADANIA DO AMOR

SINOPSE

Cidadania do Amor nasceu para gritar o que a cidade esconde.
Mostrar que o amor é maior que todas as coisas.
Maior que o prédio que arranha o céu.
Maior que o hospital que não cura o coração.
Maior que a delegacia que não prende a saudade.
Maior que o supermercado que não mata a fome da alma.
Maior que a joalheria vendendo joias que não brilham mais que o corpo da mulher amada.
Mistura conto e poesia para cumprir a missão: te ensinar o amor verdadeiro.
A lei que não está no papel. Está no DNA. Código do coração.
A única que te liberta desta prisão com trancas abertas
E transforma, como um ipê se despindo das folhas para ser flor.
Que prova que quem vive de amor nunca morre.
Porque no fim tudo se acaba.
Mas quem ama permanece para sempre.
Porque o amor suporta todas as coisas e ultrapassa o infinito.
Se você já entendeu que ter a cidade toda não vale nada sem ter a si mesmo, sua cidadania está pronta.
amor é maior. E te espera na página 1.
Neste livro você vai aprender:

  1. A sair da cela com trancas abertas onde ego ferido e coração partido te prendem.
  2. A lei do DNA: o amor verdadeiro que não está no código penal, mas cura o que a cidade adoece.
  3. Como virar ipê: perder todas as folhas da dor e florescer em amor que nunca morre

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Cidadania do Amor
CIDADANIA DO AMOR

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O Guarda-Vidas

Paulo Antônio de Azevedo lança o romance ‘O Guarda-Vidas, no qual mergulha no cotidiano dos profissionais de Itapemirim e celebra a cultura litorânea em uma narrativa de forte identidade brasileira.

O Guarda-Vidas. Enre a ficção e a rotina de que salva vidas
Capa do livro O Guarda-Vidas

O escritor mineiro Paulo Antônio de Azevedo acaba de lançar o seu mais novo romance, O Guarda-Vidas (Editora Dialética).

Paulo Antônio de Azevedo.
Paulo Antônio de Azevedo

Nascido em Paineiras (MG) e residente em Belo Horizonte, o autor, que é formado em Administração e Ciências Contábeis com pós-graduação em Auditoria pela PUC Minas, há anos mantém uma estreita ligação com o litoral do Espírito Santo, em especial com a comunidade pesqueira de Itaipava.

É desse convívio com o mar e com as pessoas simples da região que nasce a inspiração para as suas narrativas.

Azevedo já é conhecido do público leitor por obras como Onde o Mar Aprende a Amar e Onde o Mar Não Descansa, títulos que consolidaram sua trajetória voltada para histórias de forte identidade brasileira e sensível observação do cotidiano.

Em O Guarda-Vidas, ele volta a colocar o oceano no centro da trama, desta vez conduzindo o leitor para o universo desafiador das praias de Itapemirim.

O mar como elemento vivo

Mais do que traçar um perfil técnico da profissão de salvamento, o romance busca revelar os valores humanos que cercam esses profissionais.

Entre treinamentos, resgates e conflitos pessoais, a obra destaca temas como disciplina, companheirismo, superação e pertencimento.

Um dos grandes destaques do livro é a sua rica ambientação litorânea.

A dinâmica das comunidades costeiras, a praia e o próprio mar não funcionam apenas como pano de fundo estático, mas ganham contornos de “personagens vivos” que influenciam as escolhas e transformam o destino dos envolvidos.

Segundo o autor, a ideia nasceu da observação da força silenciosa das pessoas comuns que demonstram grandeza através de gestos cotidianos longe dos holofotes.


“A inspiração veio da convivência com amigos, de relatos ouvidos ao longo da vida e de cenários que conheço de perto. Procurei retratar valores universais. O mar surge como elemento transformador, capaz de aproximar pessoas e revelar fragilidades”,

Paulo Antônio de Azevedo.


Literatura de conexão humana

Com uma escrita voltada para a sensibilidade narrativa e valorização da vida comum, O Guarda-Vidas equilibra a responsabilidade e o risco da profissão com a calmaria e os silêncios do convívio simples, como as pedaladas de fim de semana.

O romance se apresenta como um convite para o leitor desacelerar e conhecer de perto o universo litorâneo capixaba, reafirmando o compromisso do autor com uma literatura humana, acessível e focada na empatia e no ato de cuidar do outro.

O livro já está disponível nas principais plataformas digitais e livrarias do país.

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O GUARDA-VIDAS

SINOPSE

Em “O Guarda-Vidas”, Paulo Antônio de Azevedo convida o leitor a mergulhar no cotidiano intenso e pouco visível dos profissionais que vigiam o mar nas praias de Itapemirim.

Entre o sol inclemente, o vento salgado e a vigilância constante das ondas, a narrativa revela uma rotina marcada por disciplina, risco e humanidade.

Misturando ficção e realidade, o livro percorre salvamentos, treinamentos, histórias transmitidas pela memória coletiva e encontros humanos que deixam marcas profundas.

Mas vai além do ambiente de trabalho: acompanha também os momentos de descanso, as pedaladas de fim de semana, o convívio simples, o lazer e os silêncios que ajudam a recompor o corpo e o espírito de quem vive sob constante estado de alerta.

Cada episódio expõe não apenas os desafios técnicos da profissão, mas também os dilemas éticos, o companheirismo, a empatia e o esforço diário para equilibrar responsabilidade e vida pessoal.

Com descrições vívidas da paisagem litorânea e uma escrita sensível, “O Guarda-Vidas” constrói um retrato emocionante de homens e mulheres que protegem vidas no mar, e aprendem, fora dele, a cuidar da própria.

Um romance contemporâneo sobre pertencimento, coragem e a força silenciosa de quem permanece atento, dentro e fora da água.

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O Guarda-Vidas
O Guarda-Vidas

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A Jornada de Kaíke Nanne

O olhar de quem reporta e a alma de quem sente

Como dançar com os mortos
Como dançar com os mortos

Antes de nos levar para dançar com o invisível, Kaíke Nanne já dominava a arte de traduzir o mundo visível. Jornalista de fôlego e editor de trajetória impecável, sua assinatura passou pelas redações de algumas das revistas mais influentes do Brasil, como Veja, Época e Vip.

Nelas, Kaíke lapidou um olhar aguçado, capaz de enxergar a notícia onde outros viam apenas o cotidiano, consolidando-se como um profissional excepcional que entende o peso e a responsabilidade da palavra.

No entanto, sua escrita não é fruto apenas de redações fervilhantes. Kaíke é filho de Olinda, um território onde a poesia brota do chão e a história respira pelas ladeiras.

Nascido em um berço de poetas e escritores fundamentais da nossa cultura, ele carrega em seu DNA a naturalidade de quem convive com o texto como se fosse extensão do próprio corpo.

É essa fusão entre o rigor do jornalismo investigativo e a sensibilidade do herdeiro das letras que o permite transitar por temas complexos com uma fluidez rara.

A Expedição Antropológica da Alma

É com toda essa bagagem que ele nos entrega sua obra mais recente e provocativa: “Como Dançar com os Mortos” (Editora Maquinaria).

Kaike Nanne
Kaíke Nanne

No livro, o Kaíke repórter cede lugar ao Kaíke explorador.

Ele atravessa cinco continentes e mergulha em onze culturas distintas para investigar uma questão que o Ocidente moderno tenta, a todo custo, silenciar: a nossa relação com a morte.

Mais do que um relato de viagens, a obra é uma investigação sobre a vida.

Ao visitar povos como os Toraja na Indonésia ou os oráculos dos Dogon na África, o autor nos mostra que a morte pode ser integrada à existência com uma naturalidade espantosa.

Nanne não faz proselitismo; ele testemunha.

Ele nos mostra como a consciência da finitude pode ser, na verdade, um catalisador para uma vida mais plena e vibrante.

Ao ler “Como Dançar com os Mortos”, percebemos que a técnica do jornalista excepcional serviu de base para que o poeta pudesse, enfim, nos guiar em uma valsa com o mistério. É um convite à humildade e à expansão da consciência, escrito por alguém que aprendeu a ler o mundo antes mesmo de decidir contá-lo.

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COMO DANÇAR COM OS MORTOS

SINOPSE

Um convite à escuta cuidadosa de vozes antigas, e ainda vivas, que nos ensinam outras formas de existir, celebrar e partir.

Neste livro, o autor cruza desertos e cordilheiras, glaciares e vales vulcânicos para encontrar povos que nunca romperam o vínculo com as forças invisíveis.

Testemunha um encontro místico Sámi na noite sem fim do Ártico.

Acompanha a peregrinação de um feiticeiro Dogon em busca do oráculo sagrado.

Participa de rituais com os Toraja, que convivem com os mortos dentro de casa.

Aprende lições da floresta com os Akuntsú e os Pemon, da Amazônia, e com os Batwa de Uganda e conta o que viu, o que ouviu, o que pressentiu.

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Como dançar com os mortos
Como dançar com os mortos

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O Canto de Resistência de Paulo Faber

A Insubmissão Diante do Esquecimento

Desafiando o Alzheimer. Minha história.
Desafiando o Alzheimar. Minha história.

Há diagnósticos que chegam como sentenças, mas há homens que os recebem como desafios.

Aos 68 anos, o niteroiense Paulo Faber encontrou-se em uma encruzilhada que testaria a fibra de qualquer ser humano.

Paulo Faber
Paulo Faber

Após enfrentar uma batalha severa contra a COVID-19 em 2020, o destino lhe apresentou um novo e implacável adversário: o Alzheimer precoce, em sua forma mais agressiva e veloz.

Poderia ser o início de um silêncio.

Mas, no caso de Paulo, foi o despertar de uma insubmissão luminosa.

Com a clareza de quem ainda detém as rédeas da própria consciência, Paulo não se rendeu à passividade do consultório.

Movido por um afeto profundo pela jornada que ainda tinha a percorrer, ele saiu em busca de respostas.

Mergulhou em centenas de estudos, conectou-se com pesquisadores e descobriu que o cérebro, esse labirinto de mistérios, guarda caminhos de fortalecimento e prevenção através de novos estilos de vida.

Hoje, no quinto ano de convivência com os sintomas, Paulo não traz apenas dados, traz vitórias.

Ele observou melhoras reais, provando que a ciência e a vontade podem caminhar de mãos dadas.

Sua primeira experiência literária nasce desse desejo de compartilhar o que descobriu, encorajando outros a dialogarem com seus médicos sobre novas possibilidades.

A Força do Guerreiro: De I-Juca Pirama à Vida Real

A alma deste livro bebe na fonte de um dos maiores clássicos da nossa literatura: I-Juca Pirama, de Gonçalves Dias.

Paulo Faber encontrou no herói tupi, “aquele que há de ser morto”, o espelho de sua própria coragem.

Assim como o guerreiro que, diante da morte inevitável, entoa seu canto para reafirmar sua linhagem e sua dignidade, Paulo usa a palavra como um escudo moral.

Ele nos ensina que ser “invicto” não significa não ter dores ou doenças, mas sim manter a essência do ser intocada, mesmo diante do inevitável.

Sua trajetória é um convite amoroso para que nunca permitamos que um diagnóstico apague quem nós somos.

Paulo Faber está escrevendo muito mais que um livro; ele está nos ensinando a chegar ao fim de nossa jornada no planeta com a cabeça erguida e o coração pleno.

É uma literatura de resistência, de afeto e, acima de tudo, de uma humanidade que se recusa a ser esquecida.

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DESAFIANDO O ALZHEIMER. MINHA HISTÓRIA

SINOPSE

“Desafiando o Alzheimer: Minha História” é o relato real e profundamente humano de um homem que se recusou a aceitar o destino imposto por um diagnóstico devastador.

Após enfrentar complicações graves da Covid-19 e, mais tarde, receber a confirmação da Doença de Alzheimer, Paulo Faber viu sua vida ser atravessada por medo, incerteza e a dolorosa sensação de perder a si mesmo.

Mas, em vez de sucumbir, decidiu lutar. Neste livro, Paulo compartilha, com honestidade, coragem e sensibilidade, a jornada que o levou da escuridão à esperança.

Ele narra como mergulhou em estudos, pesquisas e práticas que transformaram sua saúde física, mental e emocional.

Exercícios intensos, jejum intermitente, dieta cetogênica, suplementação, treinamento cerebral, manejo do sono, meditação, respiração, aromaterapia, exposição ao frio, microbiota, epigenética… cada capítulo revela uma descoberta, um passo, uma luz no túnel.

Mais do que um conjunto de estratégias, esta é a história de uma insubmissão: a recusa em aceitar que a doença define o futuro.

Paulo mostra como pequenas escolhas diárias podem reacender a vitalidade, restaurar a clareza mental e devolver o sentido da vida.

Ele descreve, com emoção, o momento em que voltou a sentir o olfato, a alegria de recuperar o equilíbrio, a confiança de dirigir novamente, a sensação de renascer.

Este livro não é um manual médico, é um testemunho.

Um convite à coragem.

Um abraço silencioso a quem recebeu um diagnóstico semelhante e às famílias.

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Desafiando o Alzheimer. Minha história.
Desafiando o Alzheimer. Minha história

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