Alexandre Slaviero leva experiência de ator para a literatura
Alexandre Slaviero
Em “De Ator para Ator – O Simples é Tudo”, o artista compartilha reflexões sobre presença, escuta e verdade
Ao longo de cerca de 25 anos, Alexandre Slaviero Gonçalves construiu uma trajetória na televisão, no cinema e no teatro. Agora, o ator encontrou na escrita uma nova maneira de refletir sobre seu ofício. Assim, compartilha aprendizados e experiências que marcaram sua carreira.
Natural de Curitiba, no Paraná, Alexandre Slaviero estreia na literatura com De Ator para Ator – O Simples é Tudo. O livro é o primeiro volume de uma trilogia e nasceu da experiência profissional e dos encontros com outros atores.
Além disso, a obra apresenta uma percepção que amadureceu durante sua trajetória: crescer também significa aprender a retirar os excessos. Por isso, presença, escuta, impulso, verdade e simplicidade conduzem as reflexões do autor.
Da troca entre atores nasceu um livro
A ideia começou a tomar forma nos workshops realizados por Alexandre. Nesse contexto, o contato mais próximo com outros profissionais, as conversas e as dúvidas que surgiam nesses encontros despertaram nele a vontade de organizar e compartilhar parte do conhecimento construído durante sua própria trajetória.
Inicialmente, o objetivo estava bastante ligado ao trabalho do ator, especialmente à atuação para o audiovisual. Por isso, Alexandre queria mostrar que nem sempre é preciso acumular recursos para alcançar uma interpretação mais verdadeira. Afinal, com a experiência, ele próprio começou a perceber a importância de retornar ao essencial.
Assim, o projeto nasceu primeiro como um e-book. Durante o processo de escrita, porém, ficou claro que havia muito mais a dizer. Dessa forma, a reflexão cresceu e se transformou em De Ator para Ator – O Simples é Tudo, sua primeira obra literária e também o início de um projeto maior.
Como nasceu o livro de Alexandre Slaviero
A ideia começou a tomar forma nos workshops realizados por Alexandre. Nesses encontros, as conversas com outros profissionais abriram espaço para dúvidas e trocas de experiências. A partir daí, surgiu a vontade de organizar e compartilhar parte de seu conhecimento.
Inicialmente, o projeto se concentrava no trabalho do ator, especialmente na atuação para o audiovisual. Nesse sentido, Alexandre queria mostrar que nem sempre é preciso acumular recursos para alcançar uma interpretação mais verdadeira.
Com a experiência, ele próprio percebeu a importância de retornar ao essencial. Assim, essa descoberta se tornou um dos caminhos da escrita.
O projeto nasceu como um e-book. Durante a elaboração, porém, Alexandre percebeu que havia muito mais a dizer. Por isso, a reflexão ganhou espaço e se transformou em sua primeira obra literária, dando início à trilogia.
Quando a atuação encontra a vida
Embora tenha surgido no universo dos atores, o livro também se aproxima de experiências comuns a outros leitores. Afinal, muitos dos elementos presentes em cena fazem parte das relações humanas.
Escutar com atenção, perceber o outro e lidar com o silêncio são alguns exemplos. Além disso, estar presente e reagir ao inesperado são desafios que ultrapassam os palcos e as câmeras.
Dessa forma, a obra pode despertar o interesse de quem nunca participou de uma filmagem ou de uma peça teatral. Ao falar sobre atuação, Alexandre também abre espaço para pensar sobre a vida.
Para o autor, arte e vida se atravessam constantemente. Nesse encontro, a simplicidade se torna um convite para observar o que acontece em cena e fora dela.
Uma trilogia em construção
De Ator para Ator – O Simples é Tudo é o primeiro passo desse projeto literário. Agora, Alexandre trabalha no segundo volume, De Ator para Ator II – A Verdade em Movimento.
Nessa continuidade, pretende aprofundar a relação entre atuação e experiência humana. Já o terceiro livro tem título definido: A Voz que Habita o Vazio, que encerrará a trilogia.
Assim, depois de construir uma carreira por meio da interpretação, Alexandre Slaviero amplia suas formas de expressão. Com a escrita, passa a compartilhar também os aprendizados que nascem entre um personagem, um encontro e a vida.
Depois de mais de duas décadas entre teatro, televisão e cinema, Alexandre Slaviero reúne neste livro reflexões sobre atuação, presença e verdade diante das câmeras, mas também sobre a relação do artista consigo mesmo.
Sem fórmulas prontas ou promessas de perfeição, “De Ator para Ator – O Simples é Tudo” propõe um olhar mais simples e consciente sobre o trabalho do ator, em que a escuta, o instante e a naturalidade têm mais força do que o excesso de técnica ou controle.
Entre experiências, pensamentos e provocações, o livro se aproxima da atuação como um caminho de presença, escuta e humanidade. Porque, às vezes, aquilo que mais emociona em cena… é justamente o que não parece estar tentando emocionar.
Entre a filosofia, as incertezas e as histórias para as netas
Marc T.
Engenheiro, filósofo e escritor, Marcio Takimoto encontrou na literatura uma maneira de expressar suas inquietações, questionar preconceitos e compartilhar o amor pelos livros com as novas gerações.
Marcio Takimoto, ou simplesmente Marc T., tem 60 anos, é engenheiro eletrônico, PhD em Filosofia, orientador de mestrado e mergulhador.
Brasileiro de nascimento e norte-americano por naturalização, tem uma trajetória e tanto.
Mas, quando fala de si, deixa claro que ser avô já seria uma ótima apresentação.
E foi justamente a vontade de se expressar que o levou à escrita.
Marc conta que nunca teve muita facilidade com a oratória.
Como sentia necessidade de falar sobre determinados assuntos, encontrou na caneta sua melhor maneira de fazer isso.
Começou escrevendo sobre suas inquietações, passou pelas reflexões filosóficas e também criou histórias infantis para as netas.
E, pelo jeito, gostou da experiência: hoje admite, entre risos, que está tomando gosto pela escrita.
Diario Das Minhas Incertezas: Fragmentos de Uma conversa que ainda nao terminou
SINOPSE
Em Diário das Minhas Incertezas, Marc T. percorre cidades, aeroportos, estações, cafés e lugares marcados pela memória enquanto observa aquilo que talvez seja mais difícil de compreender: nós mesmos.
Ao lado da esposa, encontros aparentemente cotidianos tornam-se pretexto para perguntas sobre tempo, pertencimento, fé, intolerância, amor, memória, conhecimento e nossas pequenas certezas.
Espinosa, Sócrates, Kant, Marco Aurélio e outros pensadores aparecem pelo caminho, não para oferecer respostas definitivas, mas para ampliar as perguntas.
Este não é um livro sobre como pensar.
É um convite para continuar pensando.
Porque talvez amadurecer não seja acumular certezas, mas aprender a desconfiar, inclusive das nossas.
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Diário das Minhas Incertezas: quando as certezas afastam as pessoas
O primeiro livro não acadêmico de Marc T., Diário das Minhas Incertezas, nasceu de uma experiência que muitos leitores provavelmente reconhecerão.
O escritor percebeu que estava perdendo amigos.
Não necessariamente por falta de carinho ou de afinidade, mas porque algumas conversas haviam se tornado praticamente impossíveis.
As certezas absolutas de cada um pareciam não deixar espaço para perguntas, dúvidas ou opiniões diferentes.
Essa inquietação deu origem ao livro, no qual o autor se volta para a importância de questionar aquilo que acreditamos saber.
Afinal, quantas relações acabam desgastadas porque ninguém está disposto a ouvir?
Quantas discussões deixam de ser oportunidades de aprendizado e se transformam em disputas nas quais cada pessoa deseja apenas provar que está certa?
Ao colocar suas próprias incertezas no centro da escrita, Marc chama atenção para algo que costuma ser visto como fraqueza, mas que também pode representar maturidade: reconhecer que não sabemos tudo.
A dúvida, nesse contexto, abre espaço para o diálogo.
E dialogar exige admitir que o outro talvez
A repercussão da obra acabou estimulando o autor a continuar escrevendo e abriu caminho para seu trabalho seguinte. tenha algo a nos ensinar.
O Direito ao Sagrado do Outro: Intolerancia, Liberdade Religiosa e Pluralismo a Luz de Espinosa
SINOPSE
Até onde vai o direito de acreditar e onde começa o direito do outro de acreditar de maneira diferente?
Em O Direito ao Sagrado do Outro, Marc T parte do pensamento de Baruch de Espinosa para enfrentar uma questão antiga e ainda profundamente atual: como conviver com uma fé que não é a nossa sem transformá-la em ameaça, erro ou inimigo?
O ensaio percorre a história do Candomblé e da Umbanda no Brasil, suas raízes africanas, a diáspora, a perseguição religiosa e a construção histórica do preconceito.
Nesse caminho, vozes como Mãe Stella de Oxóssi, Beatriz Nascimento, Muniz Sodré, Vivaldo da Costa Lima e Nei Lopes entram em diálogo com Espinosa, Montaigne e John Stuart Mill.
O resultado não é uma defesa de que todas as religiões sejam iguais, porque não são, nem uma tentativa de decidir qual delas possui a verdade.
A proposta é mais difícil: defender o direito do outro ao sagrado mesmo quando não reconhecemos aquele sagrado como nosso.
Por que Exu foi tantas vezes identificado com o Diabo cristão?
O que o medo produz quando encontra aquilo que não compreende?
Tolerar é suficiente ou existe uma diferença fundamental entre tolerância e respeito?
E pode alguém defender profundamente sua própria fé sem desejar governar a consciência alheia?
Entre filosofia, história e religião, O Direito ao Sagrado do Outro propõe uma reflexão sobre liberdade de consciência, intolerância religiosa e pluralismo, sem exigir do leitor fé, descrença ou concordância.
Porque talvez o verdadeiro teste da liberdade religiosa não aconteça diante do altar onde gostaríamos de ajoelhar.
Acontece diante daquele onde jamais nos ajoelharíamos.
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O Direito ao Sagrado do Outro: compreender antes de julgar
Em O Direito ao Sagrado do Outro, Marc T. aprofunda suas reflexões sobre a convivência entre pessoas que pensam de maneiras diferentes.
Desta vez, o tema é a liberdade religiosa, especialmente o preconceito dirigido às religiões de matriz africana, como o Candomblé e a Umbanda.
O ensaio aproxima a filosofia de Baruch de Espinosa da história dessas tradições religiosas no Brasil, discutindo liberdade de consciência, intolerância e respeito.
O livro também nasceu do trabalho acadêmico do autor.
Parte de sua tese de doutorado foi reescrita em linguagem mais acessível, permitindo que essas discussões alcançassem leitores fora do ambiente universitário.
Mas há uma motivação pessoal por trás da obra.
Marc reconhece que o livro representa uma espécie de acerto de contas com sua própria falta de conhecimento sobre as religiões africanas.
Em vez de ignorar essa lacuna, decidiu estudar, compreender e escrever sobre o assunto.
Essa postura dá ao ensaio uma característica importante: o autor não se apresenta como alguém que possui todas as respostas.
Ao contrário, procura mostrar como o desconhecimento pode alimentar julgamentos injustos.
Um dos exemplos abordados é a associação equivocada de Exu à figura do diabo, feita a partir de interpretações externas às tradições religiosas nas quais essa entidade possui significado próprio.
O escritor também percorre aspectos históricos do Candomblé e da Umbanda, lembrando que essas religiões possuem trajetórias, práticas e referências que não podem ser reduzidas a estereótipos.
Sua reflexão alcança uma questão fundamental para a convivência humana: ninguém precisa compartilhar a religião de outra pessoa para respeitar seu direito de praticá-la.
Frequentar um terreiro não determina o caráter de alguém, assim como pertencer a qualquer outra religião não garante boas atitudes.
O respeito, portanto, não depende de concordância.
Depende do reconhecimento de que outras pessoas possuem a mesma liberdade de consciência que desejamos para nós.
É interessante perceber como os dois livros se aproximam.
Em Diário das Minhas Incertezas, Marc questiona as convicções que impedem o diálogo entre amigos.
Em O Direito ao Sagrado do Outro, amplia essa preocupação para o campo religioso, no qual as certezas absolutas podem produzir preconceito, exclusão e perseguição.
São assuntos diferentes, mas unidos por uma mesma inquietação: nossa dificuldade de conviver com aquilo que não corresponde à nossa maneira de pensar.
Clarinha e as histórias que nasceram do amor de avô
Se a filosofia ocupa um lugar importante na vida de Marc T., são as netas que despertam nele uma inspiração especialmente afetuosa.
O escritor conta que fica fascinado quando as meninas pegam livros e começam a brincar de ler, mesmo sem ainda dominar as palavras.
Elas folheiam, observam, inventam e, com a segurança de quem tem um livro nas mãos, acabam ensinando alguma coisa ao próprio avô.
É uma experiência que ele considera gratificante.
Desse encantamento nasceu uma pequena série de livros infantis protagonizada por Clarinha, escrita em português e inglês.
As histórias foram criadas para as netas, aproximando o universo da imaginação daquele homem acostumado a lidar com a engenharia, a filosofia e as questões acadêmicas.
E existe algo especialmente bonito nessa passagem de um gênero para outro.
O escritor que se preocupa com a dificuldade dos adultos de ouvir opiniões diferentes também encontra inspiração em crianças que ainda estão descobrindo o mundo.
Para elas, um livro pode ser uma aventura, uma brincadeira, uma oportunidade de experimentar palavras e imaginar situações que ainda não conhecem.
Marc encontrou nessa relação familiar um motivo para escrever de outra maneira, com outra linguagem e para um público muito especial.
Assim, sua produção literária não fica restrita aos ensaios filosóficos.
Ela também alcança a infância, o afeto e a alegria de compartilhar histórias.
Um escritor que ainda está descobrindo a própria escrita
Há uma espontaneidade interessante na maneira como Marcio Takimoto fala sobre sua trajetória literária.
Ele não se apresenta como alguém que sempre sonhou em ser escritor.
A escrita surgiu porque havia pensamentos que precisavam encontrar uma forma de expressão.
Primeiro vieram as inquietações sobre as relações humanas e as certezas que dificultam o diálogo.
Depois, a necessidade de compreender melhor as diferenças religiosas.
Paralelamente, o carinho pelas netas encontrou espaço nas histórias de Clarinha.
O resultado é uma produção que reúne assuntos bastante distintos, mas que revela um autor atento às relações humanas.
E, embora ainda se considere um escritor amador, Marc admite, com bom humor, que está tomando gosto pela atividade.
Talvez seja justamente essa disposição para continuar aprendendo que torne sua trajetória tão interessante.
O filósofo reconhece o que desconhece. O escritor transforma dúvidas em livros.
O avô aprende com as netas que ainda estão descobrindo as primeiras palavras.
E o leitor encontra, nessas diferentes facetas, um homem que escolheu a escrita para continuar conversando com o mundo.
Marcio Takimoto pode até dizer que não nasceu com o dom da oratória.
Mas, ao que tudo indica, encontrou na literatura uma maneira muito própria de fazer sua voz chegar às pessoas.
Durante algum tempo, Duda Salgado tentou descobrir qual era o seu verdadeiro sonho profissional.
A resposta, no entanto, já estava espalhada pelos muitos cadernos em que escrevia e pelas páginas abertas na tela do notebook.
Carioca, recém-chegada aos 35 anos, Duda é formada em Jornalismo, mas ainda no final da graduação percebeu que aquela não era a profissão que desejava exercer.
Seguiu por outra área enquanto tentava entender qual caminho gostaria realmente de percorrer.
Foi quando decidiu organizar suas poesias que algo finalmente fez sentido: escrever sempre estivera presente.
“Escrever é tão natural para mim quanto respirar”, conta a autora, que hoje não tem dúvidas de que encontrou aquilo que deseja fazer pelo resto da vida.
Entre Cecília Meireles e Bukowski
A relação de Duda com a poesia começou cedo.
Ainda na escola, conheceu a obra de Cecília Meireles e se apaixonou por um de seus livros.
Duda Salgado
No início, tentou imitar aquela escrita que tanto a encantava.
Com o tempo, a imitação transformou-se em inspiração.
Mais tarde, outras leituras chegaram, entre elas Charles Bukowski.
Entre referências tão diferentes e o contato com muitos outros poetas, Duda começou a experimentar técnicas, explorar a escrita livre e, principalmente, descobrir a própria voz.
Ela define seu estilo como algo encontrado pelo caminho entre Cecília e Bukowski.
Uma combinação curiosa que também mostra como uma identidade literária vai sendo construída com aquilo que se lê, experimenta e transforma.
Colocando o caos em ordem
Os poemas de Pensamentos em Caos foram escritos em diferentes momentos da vida da autora, sem que inicialmente existisse a intenção de reuni-los em um livro.
Eles surgiram de maneira orgânica, quando sentimentos e pensamentos precisavam encontrar uma saída.
Duda define esse processo como uma forma de expulsar aquilo que transbordava de sua cabeça.
De verso em verso, os poemas se acumularam.
E, quando a autora decidiu olhar para tudo aquilo em conjunto, percebeu que havia um livro esperando para nascer.
O próprio título traduz bem esse processo.
Em Pensamentos em Caos, Duda reúne sentimentos, experiências e reflexões de diferentes períodos e faz aquilo que ela mesma resume de uma maneira muito particular: “Aqui misturo um pouco de cada e coloco o caos em ordem.”
Há também algo bonito na maneira como o livro se encontra com a própria trajetória da autora.
Durante anos, Duda procurou descobrir qual seria seu verdadeiro sonho profissional, enquanto continuava escrevendo.
A resposta estava nos cadernos, nas telas, nos poemas e naquela necessidade tão natural de transformar pensamentos em palavras.
Hoje, aos 35 anos, Duda sabe onde deseja permanecer: na literatura.
E Pensamentos em Caos registra justamente uma parte desse encontro entre a autora e a escritora que, de alguma maneira, sempre esteve ali.
PENSAMENTOS EM CAOS
SINOPSE
Essa é a reunião de textos que escrevi durante anos, por diversos motivos.
Coisas que internalizei e canalizei em palavras.
Talvez você se identifique com algo.
Talvez uma frase defina o que você sente.
Esse livro é uma forma de expressão livre de julgamentos ou comparações.
O entendimento é único para cada indivíduo.
Você pode achar que nada disso faz sentido e tudo bem.
Você pode achar que eu estou apenas delirando e tudo bem.
Essas palavras são formas de expressão. São sentimentos em palavras. São sentimentos em forma de arte.
É a arte que eu acreditei e tive a coragem para colocar no mundo.
Espero que te faça feliz e que te dê coragem de fazer a mudança que você tanto quer na sua vida, seja ela qual for.
Fernando Dias mostra que matemática também é diversão
Fernando Dias
Para algumas crianças, basta ouvir a palavra matemática para surgir aquele pensamento: “Isso é difícil!”.
Mas e se os números chegassem acompanhados de histórias, personagens, descobertas e brincadeiras?
É justamente essa aproximação que o professor e escritor Fernando Dias busca criar em sua literatura infantil.
Aos 28 anos, Fernando é professor, pedagogo, escritor e pesquisador.
Licenciado em Matemática e Pedagogia e mestre em Educação, possui ainda especializações em diferentes áreas da educação, gestão e comunicação.
Atua na Educação Básica, no Ensino Técnico e no Ensino Superior, além de desenvolver trabalhos relacionados à formação de professores, metodologias ativas e inovação educacional.
Toda essa experiência ajuda a explicar por que seus livros infantis seguem um caminho tão próximo da sala de aula: Fernando acredita que a matemática não precisa ser apresentada às crianças como algo distante, complicado ou assustador.
E foi justamente desse desejo que nasceu “Juca, o sapinho bom de conta“.
Quando a matemática entra na história
Juca é um sapinho curioso e carismático que vive experiências nas quais os números e os desafios matemáticos aparecem naturalmente.
Em vez de separar história e aprendizagem, Fernando aproxima as duas coisas e convida a criança a descobrir a matemática enquanto acompanha as aventuras do personagem.
A ideia nasceu da própria experiência do autor como professor.
Ao perceber o envolvimento das crianças quando o aprendizado acontece por meio de personagens, aventuras e situações próximas do cotidiano, Fernando encontrou na literatura uma ponte entre imaginação e conhecimento.
A proposta, portanto, não está apenas em ensinar conceitos.
O livro busca estimular o raciocínio, despertar a curiosidade e ajudar a criança a perceber que aprender também pode ser divertido.
Esse olhar é especialmente importante quando se trata da matemática.
Muitas vezes, antes mesmo de compreender determinado conteúdo, a criança já chega acreditando que não será capaz.
Aproximar os números de um universo afetivo e lúdico pode ajudar a construir outra relação com a aprendizagem.
Professor por escolha e por afeto
A educação ocupa um espaço central na trajetória de Fernando Dias.
Professor dedicado e apaixonado pelo que faz, ele entende que ensinar ultrapassa a transmissão de conteúdos.
Para o autor, educar também significa criar possibilidades, despertar sonhos e contribuir para transformar vidas.
A literatura tornou-se mais uma maneira de colocar essa ideia em prática.
Por meio dos livros infantis, Fernando procura despertar nas crianças o interesse pelo universo matemático e mostrar que os números podem fazer parte da vida de maneira muito mais amigável do que elas imaginam.
Membro da Academia de Letras de Indaiatuba, ele une em sua trajetória duas paixões que, à primeira vista, algumas pessoas podem imaginar distantes: literatura e matemática.
Mas “Juca, o sapinho bom de conta” mostra justamente o contrário.
Quando conhecimento e imaginação caminham juntos, uma conta pode virar descoberta, um desafio pode virar brincadeira e a matemática pode finalmente deixar de parecer um bicho de sete cabeças.
E eu confesso: se tivesse encontrado um professor como Fernando na infância, talvez minha história com a matemática tivesse sido outra.
Prepare-se para uma aventura encantadora com Juca, o sapinho mais curioso do jardim.
cansado de pukar sem rumo, JUca descobre a magia dos números ao observar crianças brincando de amarelinha.
Com a ajuda dos seu amigos, a formiga Zezé e a lagarta Lili, ele embarca em uma jornada divertida para desvendar os segredos da matemática.
Juca prova que a matemática pode ser leve, alegre e cheia de movimento, inspirando pequenosleitores a se tornarem protagonistas de seu próprio apendizado.
Uma leitura essencial para despertar a paixão pelos números e a alegria de aprender.
Feito para crianças que ama explorar e pais que buscam uma forma lúdica de induzir os conceitosmatemáticos.
Uma história que vaia encantar e educar, mostrando que aprender pode ser a maior diversão.
Vanessa Rosa da Paz faz do cotidiano território literário, onde poesia, crônica, humor, sensibilidade e inquietação revelam a beleza escondida nas coisas aparentemente simples
Vanessa Rosa da Paz
A vida cotidiana, com suas pequenas alegrias, contradições, incômodos e esperanças, é o espaço escolhido por Vanessa Rosa da Paz para encontrar inspiração.
Conhecida também como Mangaba, a autora mineira transita entre a poesia e a crônica em uma escrita marcada por seu olhar particular sobre a vida.
Natural de Betim, Minas Gerais, Vanessa tem 55 anos e é formada em Pedagogia pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), com pós-graduação em Psicopedagogia, Alfabetização e Letramento.
A relação com as palavras, portanto, atravessa tanto sua formação quanto sua atuação como escritora.
Apaixonada pelas letras e pela vida, ela é autora de dois livros: Mangaba Delirante, obra de poesias, e Flor de Lírio, coletânea de crônicas.
Da poesia para a crônica
Em Mangaba Delirante, Vanessa encontra na poesia um espaço para expressar o universo de Mangaba e seu modo muito próprio de observar e interpretar aquilo que está ao redor.
Já em Flor de Lírio, esse olhar ganha continuidade por meio das crônicas.
O cotidiano torna-se matéria para uma escrita que pode ser bem-humorada e, em alguns momentos, ácida, sem abandonar a poesia e a esperança.
A mudança de gênero literário permite que a autora explore outras possibilidades da palavra.
Se em Mangaba Delirante a expressão acontece pela poesia, em Flor de Lírio são as situações e percepções do dia a dia que encontram espaço na crônica.
Nas duas obras permanece Mangaba, identidade que acompanha a produção de Vanessa e dá liberdade para que seu olhar passe pelo humor, pela sensibilidade, pela inquietação e pelas diferentes maneiras de perceber a vida.
Literatura feita do que está ao redor
Transformar o cotidiano em literatura também significa prestar atenção naquilo que muitas vezes passa despercebido.
Um sentimento, uma lembrança, uma situação inesperada ou simplesmente outra maneira de enxergar algo conhecido podem se tornar ponto de partida para a escrita.
É desse território tão próximo que Vanessa Rosa da Paz retira parte de sua inspiração.
Entre os versos de Mangaba Delirante e as crônicas de Flor de Lírio, a autora constrói seu espaço literário experimentando diferentes formas de expressão e mantendo como fio condutor seu interesse pelas letras e pela vida.
Com duas obras publicadas e dois gêneros diferentes em sua trajetória, Mangaba segue fazendo justamente aquilo que a literatura permite tão bem: transformar em palavras a maneira particular de cada pessoa enxergar o mundo.
A vida é feita de encontros e despedidas, afetos e conflitos, lembranças, silêncios, risos e inquietações.
Em Coletânea de Crônicas – Flor de Lírio, Mangaba percorre esse universo com um olhar sensível, crítico e profundamente humano.
A vida é feita de encontros e despedidas, afetos e conflitos, lembranças, silêncios, risos e inquietações.
Em Coletânea de Crônicas – Flor de Lírio, Mangaba percorre esse universo com um olhar sensível, crítico e profundamente humano.
Ao longo destas páginas, o leitor encontrará crônicas inspiradas no cotidiano, reflexões sobre a existência, narrativas que exploram as complexidades das relações familiares e textos em que o humor surge como forma de revelar as contradições da vida.
Algumas histórias acolhem; outras provocam. Algumas emocionam; outras convidam ao debate.
Com uma escrita que combina delicadeza, ironia e profundidade, Mangaba transforma experiências comuns em literatura, sem fugir das dores, dos desencontros e das verdades que muitas vezes preferimos silenciar.
Cada crônica é um convite à reflexão.
Seja diante da beleza de um instante simples, da inquietação provocada por um conflito familiar ou de uma situação bem-humorada do cotidiano, o leitor é levado a revisitar suas próprias memórias, crenças e experiências.
Flor de Lírio é uma obra para quem acredita que a boa crônica não apenas retrata a vida, mas também a questiona.
Um livro que alterna leveza e intensidade, emoção e crítica, sempre guiado pelo desejo de compreender a complexidade da condição humana.
Assista a resenha do canal @o.que.li no YouTube.
Mangaba Delirante – Poesias – : Poesias que nascem da alma e do chão
SINOPSE
Mangaba Delirante – Poesias – é uma coletânea de poemas que percorre a memória, a fé, a dor, a infância, a perda e o reencontro.
Em versos livres, Mangaba Delirante faz da palavra um espaço de liberdade, onde a norma cede lugar à emoção, à metáfora e à força da linguagem.
A obra dialoga com a tradição modernista brasileira, com referências à literatura, à música, e à espiritualidade, sem abrir mão de uma voz própria.
Entre o sertão e a cidade, a lama e a esperança, o anonimato e o pertencimento, cada poema convida o leitor a enxergar o extraordinário nas experiências mais comuns.
Não é um livro de respostas prontas. É um livro de encontros: com o pai, com a infância, com os que sofrem, com os esquecidos, com a arte e consigo mesmo.
É um convite para ler devagar, sentir profundamente e descobrir que, muitas vezes, a poesia não explica a vida – apenas a ilumina.
Como o médico Almir Miguel Jr. transforma a prática clínica em horror psicológico
Almir Miguel Jr.
O que separa a realidade que tocamos da ilusão que a mente constrói?
Para o médico e escritor Almir José Miguel Junior, essa resposta não está apenas nos livros de medicina, mas nas brechas sutis da percepção humana.
Formado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com bagagem pela Engenharia Elétrica e pela Física.
Já tendo planos de ingressar em Teologia pela UCP de Lisboa, Almir carrega uma inquietação analítica que atravessa sua trajetória.
Professor desde os 15 anos de matemática, inglês e física.
Desde então o autor aprendeu a arte de traduzir o complexo em algo acessível, habilidade que hoje imprime com maestria em sua ficção.
Atuando como clínico geral em dois pequenos municípios da região das Missões (RS), Almir enfrenta a rotina dos plantões hospitalares.
Alem disso, divide o tempo entre a profissão, a família, ao lado da esposa Márcia e dos filhos Isabel e Gabriel, a pesca, a guitarra e a bateria (com direito a um passado nos anos 90 em uma banda cover do Pearl Jam).
Mas foram os seus 20 anos de vivência no universo médico que alimentaram sua maior reflexão literária: a distância quase invisível entre o que um paciente sente e o que os exames conseguem provar.
O Sonho de um Livro Inexistente
A gênese de O Decano de Lúcifer carrega um ar místico.
Numa madrugada, Almir acordou com a certeza absoluta de ter lido uma obra que não existia em catálogo algum.
Em vez de descartar a sensação, fez o que qualquer bom narrador faria: começou a anotar.
Somando essa intuição à observação clínica de como uma pessoa pode ser convencida, com toda a doçura, de que nunca viu o que presenciou, o autor estruturou um romance de horror psicológico denso e fascinante.
Com influências que passam por mestres como Shirley Jackson, Ira Levin e C.S. Lewis, a obra nasce da sutil manipulação da sanidade, abordando como as certezas humanas podem ser desmanteladas sem alarde.
A Tensão de ‘O Decano de Lúcifer: Episódio 1 – A Luz’
Já disponível na Amazon em formato episódico, a história apresenta Tomás, um médico do interior que há 21 anos segue à risca a regra de ouro do consultório: separar a queixa do achado, o relato subjetivo do paciente daquilo que a ciência comprova.
A vida metódica de Tomás passa por uma ruptura perturbadora quando ele desperta com a lembrança de um livro fantasma e, dias depois, descobre em seu próprio computador um capítulo inédito que nunca escreveu, antecipando o significado profundo de um evento futuro.
A partir desse momento, a narrativa mergulha em uma espiral de paranoia e observação:
• A paranoia do invisível: Tomás passa a medir os milímetros da própria casa — a cadeira três centímetros fora do lugar, a luz levemente alterada, o tom de voz com que seu nome é pronunciado.
• O registro contra o esquecimento: Cada pequena alteração é anotada e datada, funcionando como uma defesa preventiva contra o dia em que tentarão convencê-lo de que a realidade sempre foi daquela forma.
• O documento paralelo: Intercalando os capítulos, surge um texto perturbador: um manual sereno sobre como despojar um homem de suas verdades sem precisar alterar um único fato concreto.
Almir Junior entrega uma obra brilhante, onde o rigor técnico e a sensibilidade humana se fundem para questionar as bases da nossa própria memória.
Uma leitura indispensável para quem busca um suspense inteligente, atmosférico e profundamente transformador. Super recomendo!
Toda luz pode ser rebaixada, desde que o homem seja convencido de que nunca a viu acesa.”
Tomás acordou às 3h41 com a certeza de ter lido um livro que não existe.
Procurou por onze dias , catálogos, bibliotecas, sebos, alertas. Nada.
Ele é médico: há quinze anos separa o que o paciente sente do que o exame mostra.
Então fez o que sabe fazer. Decidiu escrever o livro que sonhou.
Na sexta-feira seguinte, encontrou no computador um capítulo que não escreveu.
Criado às 3h41. Descrevendo um jantar que ainda não aconteceu.
Enquanto isso, a casa. A cadeira amanhece três centímetros fora da marca.
A luz da sala parece mais baixa e o aplicativo que mede não confirma.
O nome dele, na boca da mulher, soa meio tom errado. “Sempre foi assim”, ela diz.
E há o cheiro de gás que só ele sente.
Nenhum desses fatos prova nada.
É esse o problema. Tomás mede tudo, anota tudo, guarda a verdade em caixas de fósforos, um fato por palito, a frase mais curta que ainda seja verdadeira.
Mas quanto vale uma testemunha que já não confia no próprio ouvido, no próprio nariz, na própria memória?
E, entre os capítulos, as páginas de um manual muito antigo ensinam, com a serenidade de uma aula, a arte de fazer um homem abandonar o próprio testemunho.
Episódio 1 de O Decano de Lúcifer, romance seriado de horror psicológico. Cada episódio se lê inteiro por si.
Adalberto Neto e a Arte de Dar Vida ao Caos em Red Stone City
Adalberto Neto
Há quem acredite que a imaginação tem prazo de validade ou que a literatura exige diplomas para acontecer.
O escritor paulistano Adalberto Pereira de Lima Neto, de 59 anos, provou o contrário: a verdadeira literatura nasce do olhar curioso sobre o mundo e da coragem de transformar visões em palavras.
Hoje aposentado e residente em Belford Roxo (RJ), Adalberto decidiu que nunca é tarde para dar voz à sua mente inquieta, presenteando os amantes de distopias com um dos universos mais instigantes e viscerais da ficção contemporânea.
A paixão por criar mundos não surgiu da noite para o dia.
Desde a infância, Adalberto já exercitava o dom de narrar.
Ao olhar para os aviões que cruzavam o céu, ele não via apenas máquinas, mas centenas de vidas fictícias: inventava de onde vinham, para onde iam e quais segredos carregavam.
Alimentado por influências de peso como Stephen King, André Vianco, Alexandre Callari e Manel Loureiro (autor da Trilogia Apocalipse Z), o autor desenvolveu uma escrita marcante, capaz de transmitir sentimentos reais e cruéis em meio a cenários de extrema tensão.
Uma Cidade como Organismo Vivo: O Nascimento de uma Saga
O ponto de virada para a criação do seu universo literário veio de um estalo poético e perturbador: e se uma cidade não fosse apenas tijolos e concreto, mas um organismo vivo que pulsa, reage e sangra?
Foi a partir dessa premissa que nasceu a atmosfera sufocante e magnética da série Red Stone City, uma jornada épica composta por quatro obras que se complementam e arrastam o leitor para o centro do colapso:
• ‘Sangue e Poeira’: O pontapé inicial que estabelece o ritmo ágil e impiedoso da narrativa, apresentando quatro histórias que se entrelaçam dentro de um organismo urbano doente onde ninguém está realmente seguro.
• ‘Sangue e Dor’: Uma imersão profunda, sombria e psicológica no sofrimento humano, onde cada conto é um mergulho em um pesadelo particular: do erro que não pode ser desfeito ao horror que espreita em cada esquina.
• ‘O Diário’: A obra que funciona como um vislumbre intimista e doloroso do caos, resgatando os registros desesperados de uma mãe tentando proteger sua família no auge do colapso da cidade.
• ‘Sangue e Ruínas’: O ápice épico e avassalador que encerra a saga (será?), amarrando os destinos com maestria, poeira, desespero e a eterna busca pela redenção.
Sentimentos Reais em Situações Extremas
O grande trunfo de Adalberto Neto não está apenas no suspense de dar “frio na barriga” ou nas reviravoltas de tirar o fôlego, mas na humanidade que ele injeta em cada página.
Seus personagens não são heróis inabaláveis; são seres humanos falhos, assustados e movidos pelo amor, pelo medo e pela busca incansável pela sobrevivência.
Adalberto prova que a imaginação guardada por tantos anos não estragou com o tempo, pelo contrário, maturou como um bom vinho.
Ao transformar uma cidade em um personagem vivo, o autor não construiu apenas uma distopia marcante; construiu uma ponte direta com o coração de leitores que buscam emoções brutais e verdadeiras.
Uma saga imperdível para quem ama ficção científica, suspense e o poder transformador da boa literatura nacional.
Em Red Stone, algumas estradas não aparecem nos mapas.
No meio de noites frias, rodovias desertas e cidades esquecidas, pessoas comuns começam a cruzar caminhos com algo impossível de explicar.
Um médico cansado tentando voltar para casa. Um homem fugindo da própria culpa. Viajantes que entram em postos abandonados, estradas silenciosas e construções que parecem existir fora do tempo.
Todos chegam a Red Stone carregando dores, arrependimentos e segredos que nunca conseguiram deixar para trás.
Mas a cidade percebe.
Entre desaparecimentos misteriosos, vozes na escuridão e lugares que desafiam a realidade, Red Stone revela um horror que vai muito além do sobrenatural: o confronto inevitável com aquilo que cada pessoa tenta esconder dentro de si.
Sombrio, atmosférico e perturbador, Red Stone é uma coletânea de terror psicológico onde cada conto se conecta por estradas que parecem vivas — e que sempre levam exatamente onde dói.
SANGUE E POEIRA
SINOPSE
Bem-vindo a uma cidade que respira, observa… e tem fome.
Por trás da fachada perfeita de Red Stone City, com seus desfiles patrióticos e famílias poderosas, esconde-se uma verdade brutal: cada sorriso esconde uma sombra, e as histórias bonitas são feitas de mentiras de sangue.
Neste primeiro volume da antologia de terror urbano e mitologia sombria, você caminhará por ruas onde ninguém está realmente sozinho. Prepare-se para encontrar:
Verdades Perigosas: Jornalistas obstinados que ousam cavar os segredos mais profundos da cidade e pagam o preço por isso.
O Vazio: Pessoas comuns que, de repente, despertam em mundos completamente desertos e aterrorizantes.
Predadores da Noite: Criaturas elegantes que caçam sob o manto da escuridão, seguindo seus próprios códigos de honra e uma sede insaciável de sangue.
Aqui, o perigo não está no que você vê.
Está no que está olhando para você enquanto você caminha sozinho à noite.
Entre neste universo.
Descubra os segredos de Red Stone City.
Se tiver coragem.
O DIÁRIO
SINOPSE
Ela começou a escrever para registrar a infância do filho.
Os primeiros passos. Os aniversários. As pequenas alegrias de uma vida simples ao lado da família que amava.
Então vieram os rumores.
Uma doença misteriosa.
Notícias contraditórias.
Medo.
E, aos poucos, o mundo começou a mudar.
O Diário acompanha os últimos registros de uma mãe comum diante do colapso da sociedade. Enquanto as ruas se tornam cada vez mais perigosas e a esperança desaparece, ela luta para proteger o marido e o pequeno Lucas de uma ameaça que ninguém compreende completamente.
Narrado em forma de diário, este é um relato íntimo sobre amor, perda, medo e sobrevivência. Uma história que não fala sobre heróis, soldados ou grandes líderes.
Fala sobre pessoas comuns.
Pessoas que tinham sonhos.
Pessoas que tinham famílias.
Pessoas que foram deixadas para trás.
Ambientado no universo R.S.C. — Red Stone City, este livro revela os acontecimentos que antecederam a queda do mundo conhecido e os eventos que dariam origem ao livro Sangue e Ruínas.
Abra estas páginas por sua conta e risco.
Pois em Red Stone, não garantimos finais felizes.
SANGUE E RUINAS
SINOPSE
Quando o apocalipse zumbi transforma a cidade em um território dominado pelos mortos-vivos, João se vê preso em um dos prédios do condomínio onde sempre viveu.
Cercado por ameaças do lado de fora e com recursos cada vez mais escassos, ele faz o possível para manter a si mesmo e sua mãe em segurança.
No entanto, sua maior preocupação não são os zumbis. Sua mãe sofre de Alzheimer e, embora ainda o reconheça, a doença avança de forma imprevisível.
A cada dia, João convive com o medo de que chegue o momento em que ela olhe para ele e não veja mais o filho que sempre amou.
Enquanto luta para protegê-la de um mundo em ruínas, ele também tenta preservar as lembranças que ainda os mantêm unidos.
Entre a ameaça constante dos mortos-vivos e a cruel progressão da doença, João enfrenta uma batalha silenciosa e dolorosa: salvar sua mãe de um perigo que pode ser combatido é difícil, mas impedir que ela o esqueça pode ser impossível.
Em um mundo onde a humanidade está desaparecendo, seu maior desafio é não perder o último vínculo que dá sentido à sua sobrevivência.