Todas as Helenas

Um romance sobre maternidade precoce, solidão e a urgência de apoio

Helena feita de aço e amor
Helena feita de aço e amor

Existem histórias que não pedem licença.

Elas chegam, ocupam espaço e exigem do leitor mais do que empatia, exigem reflexão.

O livro de estreia de Juliane Silvestri Beltrame é assim: um romance de camadas profundas, narrativa dura e emocionalmente potente, que ecoa a vida de muitas mulheres reais.

A protagonista, Helena, que dá nome à obra, representa tantas meninas que engravidaram cedo demais e precisaram amadurecer rápido demais.

Sozinhas, sem apoio suficiente, assumem a responsabilidade de criar um filho enquanto ainda tentam compreender a própria vida.

A força de Helena não está romantizada: ela é construída no cansaço, na renúncia e na resistência diária.

O livro fala, sobretudo, da maternidade solo imposta, daquela que não nasce de uma escolha idealizada, mas da ausência, de parceiros, de políticas públicas, de uma rede que sustente.

Mostra mulheres fortes, sim, mas também mulheres exaustas. Porque nenhuma força deveria ser sinônimo de abandono.

Ao longo da narrativa, fica evidente que todas as “Helenas” precisam mais do que coragem.

Precisam de leis que amparem, de rede de apoio, de espaço para descansar, estudar e trabalhar.

Juliane Silvestre
Juliane Silvestre

O romance não grita slogans, mas constrói essa denúncia com sensibilidade e verdade, deixando que a dor fale por si.

Curiosamente, a história não nasceu com essa intenção.

Juliane, advogada especializada em Direito de Família, natural de Campo Erê (SC), conta que a ideia inicial era escrever um conto leve, quase um mistério: um grupo de amigos, um enigma em uma pousada, um passeio por pontos turísticos de Salvador, tudo culminando em uma campanha de turismo.

Mas a escrita seguiu outro caminho.

As personagens ganharam voz própria, e a autora teve a coragem de escutá-las.

Esse deslocamento criativo talvez explique a potência do livro.

Ele não parece planejado para agradar; parece necessário.

A narrativa se impõe, conduzindo o leitor por temas como maternidade precoce, responsabilidade solitária, desigualdade e resistência feminina.

Sendo sua primeira obra publicada, o romance já nasce maduro, intenso e desconfortável, no melhor sentido.

Não é uma leitura fácil, mas é uma leitura importante.

Um livro que não suaviza a realidade e não oferece soluções mágicas, mas convida à consciência.

Porque Helena é personagem.

Mas as Helenas existem.

E seguem precisando ser vistas, amparadas e respeitadas.

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Helena feita de aço e amor

SINOPSE

Com uma narrativa emocionante e dados impactantes, Helena: feita de aço e amor revela a trajetória de uma menina-mulher que, ao invés de sonhar com a valsa aos 15 anos, carregou a dor do abandono dos pais e experimentou cedo o sacrifício da vida.

Foi mãe solo, que transformou dor em resistência e solidão, sem rede de apoio.

Acompanhamos sua luta contra o abandono paterno, a pobreza e a invisibilidade, batalhas que ecoam nos 11,6 milhões de lares brasileiros chefiados por mulheres como ela.

Entre números que escancaram a injustiça e momentos de pura poesia cotidiana, esta obra é um retrato sem filtros da maternidade solo no Brasil e da realidade de milhões de mulheres que precisam conhecer cedo a dor da rejeição e do abandono.

Mas é também um tributo à força que nasce do amor.

Das sete mulheres que se tornaram sua família improvisada aos projetos sociais que hoje replicam seu modelo de sobrevivência, Helena nos ensina: nenhuma mãe é realmente solo quando outras mulheres estendem as mãos.

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Helena feita de aço e amor
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Quando a escrita vira herança

Pai e filho constroem mundos e reflexões na literatura nacional

Reginaldo e Diogo
Reginaldo e Diogo

A literatura tem dessas coisas bonitas: às vezes ela nasce de um vínculo, de conversas à mesa, de ideias que atravessam gerações.

É assim com Reginaldo Saulo de Andrade e Diogo Vaz, pai e filho que transformaram o afeto e a criatividade em um projeto literário chamado Pai e Filho Escritores.

Naturais de Patos de Minas (MG), eles encontraram na escrita um espaço comum para criar histórias que dialogam com o presente, questionam o futuro e, acima de tudo, emocionam.

Apesar de trajetórias diferentes, a paixão pelas palavras foi o ponto de encontro.

Reginaldo, contador de formação e com MBA em Gestão Empresarial, já flertava com a arte muito antes dos livros.

Seu primeiro contato com a escrita veio por meio da música, com composições autorais que chegaram ao Spotify, como “Eu Quero Ver”, “Enquanto o Padre Diz Amém” e “I’m Leaving You”.

Já a literatura entrou em cena no fim de 2022, quando decidiu, ao lado do filho, dar vida a um projeto ousado e cheio de significado.

Desde então, a dupla já lançou três livros, todos com um ponto em comum: usar a ficção como espelho para reflexões atuais.

Em “Epic Adventure – O jogo que mudou o mundo”, pai e filho mergulham na ficção científica para contar a história de quatro adolescentes que criam um jogo de realidade virtual.

O que começa como um projeto promissor se transforma em um pesadelo quando um hacker assume o controle do sistema e faz com que a morte no jogo signifique a morte na vida real.

Entre ação, suspense e tecnologia, a obra provoca uma reflexão inquietante sobre limites, responsabilidade e as consequências do mundo digital.

“Entre dois mundos” apresenta uma narrativa mais sensível e filosófica.

Lucas, um jovem sargento em missão em um planeta distante, possível novo lar da humanidade após a destruição da Terra, acorda ferido em uma UTI e conhece Mariana, uma jovem em estágio avançado de câncer.

A partir dessa relação, ele passa a reconstruir memórias de duas vidas distintas, descobrindo que a existência pode ser muito mais complexa, coincidente e misteriosa do que parece.

O mais recente lançamento, “2057 – Heranças do Caos”, leva o leitor a um cenário pós-apocalíptico, onde sete jovens tentam sobreviver em meio a criaturas mutantes e à ausência de ordem.

A esperança de reconstrução é colocada à prova quando um cientista cruel sequestra duas das garotas para experiências que buscam controlar as mutações.

Uma história intensa sobre sobrevivência, ética e humanidade.

Além dos romances, Reginaldo também assina o conto “Fogos da Meia-Noite”, uma obra forte e necessária.

Inspirado nos recentes acontecimentos ligados à segurança pública e ao combate ao crime organizado no Brasil, especialmente no Rio de Janeiro, o texto nasce como um desabafo.

Enquanto discursos se dividem entre defender criminosos ou policiais, o conto dá voz a quem quase nunca é ouvido: as pessoas comuns que vivem sob o medo, o silêncio e os impactos diários dessa realidade.

A obra é dedicada aos policiais, trabalhadores que atuam na linha de frente, mas também é, sobretudo, um grito em defesa da população esquecida.

Mesmo reconhecendo as dificuldades enfrentadas pelos autores nacionais em um mercado cada vez mais competitivo, Reginaldo e Diogo seguem firmes.

Escrevem porque acreditam.

Porque sabem que histórias têm o poder de tocar, questionar e transformar.

Pai e filho, lado a lado, mostram que a literatura também pode ser herança, não apenas de sangue, mas de ideias, sensibilidade e coragem para contar histórias que importam.

REDES SOCIAIS DOS AUTORES

FOGOS DA MEIA NOITE

SINOPSE

A meia-noite marca o ponto onde o dia chega ao fim.

É o instante em que a culpa, o medo e a verdade se cruzam, e nenhum deles sai ileso.

Um policial à beira do colapso emocional.

Um sargento que aprendeu a resistir sem se vitimizar.

Uma menina que carrega a inocência ferida.

E um homem que, moldado pela miséria e, sobretudo por suas escolhas, se torna o próprio reflexo da injustiça que o criou.

Em meio à escuridão moral, cada um desses personagens será levado ao limite.

Entre o dever e o arrependimento, entre a vingança e a redenção, descobrem que o verdadeiro inimigo talvez esteja dentro de si mesmos.

Com linguagem intensa e sensível, Reginaldo Andrade entrega um conto policial com alma literária, uma jornada pelos labirintos da mente e pelas sombras da sociedade.

Inspirado na epígrafe de Albert Camus, Fogos da Meia-Noite fala sobre o abismo que nos habita, e sobre o “verão invencível” que ainda resiste no coração humano.

2057 – HERANÇAS DO CAOS

SINOPSE

Após ter sido devastada pela Terceira Guerra Mundial, a Terra tornou-se um campo de sobrevivência hostil, povoado por criaturas mutantes nascidas da alteração do DNA dos seres vivos por vírus e bactérias alienígenas trazidos por um meteoro.

Nesse cenário, Matheus sobrevive graças ao seu traje robótico.

Ao encontrar outros sobreviventes, ele cria novas armaduras para protegê-los, e juntos formam um grupo decidido a recomeçar em meio ao caos.

Mas a esperança se transforma em desespero quando um cientista cruel sequestra duas das garotas para usá-las em experimentos sombrios, determinado a controlar as mutações, uma delas é Anne, por quem Matheus mantém uma paixão não correspondida.

A partir daí, inicia-se uma trama eletrizante, marcada por ação, suspense e romance, onde cada decisão pode significar a diferença entre a vida e a morte.

Prepare-se para uma aventura intensa, que vai desafiar seus limites e tirar o fôlego até a última página.

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Epic Adventure
Epioc Adventure

Entre dois mundos
Entre dois mundos

Fogos da meia noite
Fogos da meia noite

2057 - Heranças do Caos
2057 – Heranças do Caos

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Amor de Alecrim

A maturidade feminina como território de recomeços

Amor de Alecrim
Amor de Alecrim

Há histórias que continuam porque ainda têm muito a dizer.

Amor de Alecrim nasce exatamente desse lugar: da escuta atenta aos leitores, do vínculo criado com personagens reais e da certeza de que a maturidade feminina é um tempo fértil de perguntas, descobertas e transformações.

A autora Ana Paula Sampaio Couto, nascida em Nova Friburgo (RJ), onde reside até hoje, é professora de Língua Inglesa há mais de três décadas.

Sua estreia na literatura aconteceu em 2021, com participações em antologias como Diário dos Confinados (Editora Resilience).

Em 2022, lançou seu primeiro romance, Amor de Manjericão, obra que marcou não apenas sua entrada definitiva na carreira literária, mas também um ponto de virada pessoal e criativo.

O impacto de Amor de Manjericão foi imediato.

Ana Paula Couto
Ana Paula Couto

Leitoras se reconheceram na protagonista, compartilharam experiências, enviaram mensagens e, principalmente, pediram continuidade.

Atenta a esse diálogo, Ana Paula decidiu, em 2023, dar sequência à história.

O novo romance foi escrito ao longo de um ano, passou por um cuidadoso processo de revisão em 2024 e foi lançado em 2025, durante a Flip, em Paraty.

Amor de Alecrim retoma a personagem central dez anos depois, agora casada e imersa em novas questões que atravessam a vida de muitas mulheres maduras.

O livro aborda temas como a relação entre mãe e filha, a síndrome do ninho vazio, a crise conjugal, a aposentadoria, as transformações nos afetos, o autoconhecimento, a independência emocional, a menopausa e as inevitáveis mudanças de paradigmas que acompanham essa fase da vida.

No primeiro romance, Amor de Manjericão, a autora apresentou um chick-lit protagonizado por uma mulher 40+, acompanhando seu processo de reconstrução após uma traição e um divórcio.

A narrativa trouxe à tona discussões sobre etarismo, maternidade e relacionamentos afetivos, inclusive quando a personagem se envolve com um homem bem mais jovem, sempre com leveza, humor e sensibilidade.

Em Amor de Alecrim, esse mesmo “tracejado” narrativo se mantém, mas amadurece junto com a personagem.

A escrita continua leve e bem-humorada, sem perder profundidade, oferecendo ao leitor um retrato honesto do cotidiano feminino e das camadas emocionais que se revelam com o passar do tempo.


“Escrevo para mulheres que, como eu, descobriram na maturidade o direito de ser imperfeitas e felizes” Ana Paula Couto


Essa frase parece sintetizar o espírito da obra: um livro que acolhe, representa e legitima as vivências de mulheres que seguem se reinventando, mesmo, e justamente, quando a sociedade insiste em colocá-las à margem.

Amor de Alecrim é uma continuação, mas também um novo começo. Um romance que confirma que crescer, mudar e se escutar não tem prazo de validade, e que a literatura pode ser um espelho generoso para quem atravessa essa jornada.

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AMOR DE ALECRIM

SINOPSE

Amanda passeou entre a dor de uma traição, um divórcio, a perda, o luto e a redescoberta do amor.

Tudo isso quando fez quarenta anos.

Teve que ressignificar a sua vida e a sua trajetória.

Nessa época, envolveu-se com Caio, uma paixão de verão, mas casou-se mesmo foi com Arthur, o seu amor de manjericão.

Passada mais de uma década, muita coisa mudou.

Amanda ainda está casada com Arthur e a Laurinha, a sua filha, foi morar fora do país.

Sente-se realizada e feliz, parece que finalmente a sorte sorriu para ela.

Tudo em sua vida está no lugar desde que se casou novamente.

“Tudo está no lugar? E essas mudanças de humor repentinas? E esses suores noturnos? De onde vem essas inseguranças? Por que me sinto distante de Arthur? Devo me aposentar? O que faço da minha vida?!!! Help!!!”

Esses são apenas alguns dos muitos questionamentos que Amanda vai viver no auge dos seus cinquenta anos, fase tão desafiadora, mas tão cheia de possibilidades para serem vividas pelas mulheres.

No meio de um mar de angústias e dúvidas, a mãe de Laurinha vai reencontrar o seu passado e descobrir a única forma de amar que a salvará de si mesma: o Amor de Alecrim.

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Amor de Manjericão
Amor de Manjericão

Amor de Alecrim
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O Conto dos Arcanos – O Livro e a Espada

Uma nova saga épica nasce na fantasia nacional

O conto dos Arcanos: O livro e a espada
O conto dos Arcanos: O livro e a espada

Dragões, espadas, reinos em perigo e heróis improváveis: “O Conto dos Arcanos – Livro e a Espada” chega ao leitor como o início de uma fantasia épica ambiciosa e envolvente, daquelas que prometem uma longa jornada, e cumprem bem o primeiro passo.

O autor Antonio Luis Borasca, ou A. L. Borasca, tem 44 anos, é natural de Itu (SP), formado em Ciências Contábeis e pós-graduado em Marketing Digital.

Embora escreva desde a adolescência, foi apenas neste ano que publicou seu primeiro livro, de forma independente, transformando em obra literária um universo que o acompanha há décadas.

Antônio Luiz Borasca
Antonio Luiz Borasca

A gênese da história remonta aos tempos de juventude, quando Borasca criava narrativas para campanhas de RPG.

Aos poucos, aquelas aventuras pensadas para o jogo ganharam corpo, profundidade e passaram a ser escritas no formato de romance.

As influências são assumidas e bem assimiladas: clássicos como Dungeons & Dragons e Spellfire, grandes sagas do cinema, como Star Wars, e, claro, a fantasia literária de Tolkien.

O Livro e a Espada é o primeiro volume de O Conto dos Arcanos, uma saga de fantasia medieval planejada para cinco livros.

A história se passa em um mundo fantástico onde a raça dos homens convive com outras raças mestiças conhecidas como therins, todos imersos em um universo de magia, lendas e mitos antigos.

O ponto de virada da narrativa é o surgimento de um poderoso artefato, capaz de alterar o equilíbrio entre os reinos.

A partir dele, personagens de origens distintas se veem envolvidos em uma grande Quest, uma jornada que colocará à prova suas convicções, alianças e coragem, e cujo desfecho pode definir o destino de todo o mundo conhecido.

Com ritmo ágil, ambientação detalhada e um universo que se expande naturalmente, O Livro e a Espada apresenta todos os elementos clássicos da fantasia épica, sem perder frescor.

É uma obra que dialoga com leitores fãs do gênero e, ao mesmo tempo, abre portas para quem está dando os primeiros passos nesse tipo de narrativa.

Mais do que um livro, o romance inaugura um projeto literário de fôlego.

Se este primeiro volume já encanta, a promessa de mais quatro livros pela frente faz de O Conto dos Arcanos uma saga para acompanhar de perto, daquelas que convidam o leitor a seguir adiante, espada em punho e imaginação acesa.

Anciosa pelo próximo!!

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O CONTO DOS ARCANOS – O LIVRO E A ESPADA

SINOPSE

Nos confins de Elyria, onde florestas se erguem protegidas por uma cadeia montanhosa intransponível, vive um povo esquecido pelos homens: os deorlings, filhos da terra e das árvores, meio felinos, meio homens.

Ali, no coração do Refúgio, Tob Caudaforte descobre algo que jamais deveria ser encontrado: o Grimório de Rangën.

Esse livro de magias, contém a localização das dez Pedras Draconianas perdidas, artefatos de extremo poder, e prisão de demônios abissais.

Enquanto isso, no reino feudal de Tyr, um escravo humano encontra mais do que sua liberdade: nas mãos de Bellenor ressurge Alvaluz, a espada que desperta apenas quando o mundo está em perigo.

Unidos por um destino que não escolheram, Tob e Bellenor iniciam uma jornada marcada por antigas lendas, perigos incontáveis e inimigos que se movem nas sombras, pois há quem deseje as dez Pedras Draconianas não para destruí-las, mas para reviver aquele que um dia quase mergulhou o mundo em trevas perenes: Orgrond, o Rei Tirano.

Uma história repleta de magia, num mundo de inúmeras raças e povos mestiços, com a presença de dragões e línguas inventadas, escrita num tom poético e descritivo que agradará aos fãs de fantasia.

O Conto dos Arcanos – O Livro e a Espada é o início de uma saga que atravessa eras e reinos, onde a magia é viva, os nomes têm peso e até o mais improvável dos heróis pode mudar o curso da história.

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O conto dos Arcanos - O livro e a espada
O conto dos Arcanos – O livro e a espada

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Traíra

Quando o terror encontra questões urgentes do nosso tempo

Traíra de Mário Augusto Poll
Traíra

Gaúcho de Rio Grande e radicado em Porto Alegre, Mario Augusto Pires Pool construiu, ao longo da última década, uma trajetória sólida e diversa na literatura brasileira.

Doutor em Educação, o autor iniciou sua carreira em 2015, publicando em coletâneas da editora Metamorfose, e desde então não parou mais: são 24 publicações, entre livros próprios, participações em coletâneas e obras acadêmicas.

Mário Augusto Pool

Seu primeiro lançamento solo veio em 2017, com a novela No Nevoeiro, que ganhou versão em inglês (In the Fog) publicada nos Estados Unidos em 2019.

De lá para cá, Pool transitou com segurança por diferentes gêneros e públicos, assinando romances como O Antiquário (finalista do Prêmio ABERST 2022), O Estampador e Cartas aos Originários, este último indicado ao Prêmio da Academia Rio-grandense de Letras em 2024 como melhor romance juvenil.

Entre os leitores mais jovens, destacou-se ainda com obras como Parada 90, Enigmas na Ilha do Presídio, Bomani e as Torres Malditas e O Vizinho Alemão, indicado ao Prêmio Jabuti em 2021 e vencedor do Prêmio Açorianos 2023 na categoria romance juvenil.

É nesse percurso de experimentação e amadurecimento literário que nasce Traíra, novela que surge a partir de um conto de terror escrito durante uma atividade coletiva entre onze autores do gênero, em uma madrugada intensa de criação dentro de uma casa de cultura.

O desafio era simples e instigante: criar uma criatura.

O resultado, porém, foi além do esperado.

O impacto da história entre os colegas escritores motivou Pool a expandir o conto e transformá-lo em uma narrativa mais profunda, que ultrapassa o terror e dialoga com temas urgentes como racismo, gênero, superação e responsabilidade ambiental.

A criatura que habita o lago não é apenas fruto da imaginação, mas uma consequência direta do descaso humano e da poluição, trazendo à trama uma lógica ambiental que amplia o alcance simbólico da obra.

Escrevendo majoritariamente para o público juvenil e adulto jovem, mas sem se limitar a rótulos, Mario Pool explora desde a ficção científica até thrillers, aventuras, mistérios e narrativas do cotidiano.

Em Traíra, segundo o próprio autor, pode estar um divisor de águas, um livro que aponta para o caminho literário que deseja seguir daqui para frente.

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TRAÍRA

SINOPSE

A criatura que emerge das águas não é apenas monstro, é vítima.

Forjada por veneno e negligência, torna-se símbolo de tudo o que a sociedade preferiu esquecer.

E diante dela, Omar precisa decidir se o enfrentamento é uma questão de ciência, justiça ou sobrevivência íntima.
Traíra é um romance que combina o vigor do thriller ecológico à profundidade de uma denúncia social.

O autor constrói uma narrativa marcada por lirismo e revolta, onde o terror do lago dialoga com a violência invisível do racismo e da corrupção.

Uma história inquietante, poética e necessária, que convida o leitor a mergulhar não apenas nas águas turvas da ficção, mas também nas sombras persistentes de nossa própria realidade.

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No nevoeiro
No nevoeiro

O conto dos homens
O conto dos homens

O antiquário
O antiquário

O estampador
O estampador

Carta aos originários
Carta aos originários

Parada 90
Parada 90

Enigma da ilha do presídio
Enigma da ilha do presídio

Bomani e as torres malditas
Bomani e as torres malditas

Contando nossas histórias
Contando nossas histórias

O vizinho alemão
O vizinho alemão

Desafios educacionais criativos
Desafios Educacionais Criativos

Traíra
Traíra

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O Sonho Louco dos Sensatos

Quando empatia e coragem decidem mudar um mundo

Há livros que chegam até nós como leitura.

Outros chegam como encontro.

O sonho louco dos sensatos pertence, sem dúvida, ao segundo grupo.

Uma obra que fala de empatia, resiliência, amadurecimento e descobertas, daquelas que não acontecem de repente, mas se constroem no caminhar.

Fernanda Sanson Durand, paulista de Santa Cruz do Rio Pardo, hoje radicada em Santos, tem 49 anos, é advogada e servidora pública da Advocacia-Geral da União.

Fernanda Sanson Durand
Fernanda Sanson Durand

Casada, mãe, corinthiana assumida, “maloqueira e sofredora, graças a Deus”, como ela mesma brinca, encontra na escrita de ficção um espaço de reflexão profunda, com forte viés psicológico e filosófico, alimentado também por seus estudos de filosofia clássica, cultivados como hobby.

A semente da história nasceu de um pensamento aparentemente simples, mas poderoso: se existem tantas crianças sem pais, por que a adoção não poderia ser sustentada por uma rede de apoio verdadeira?

Amigos que ajudam financeiramente, que dividem tarefas, que estendem a mão no cotidiano, desde o cuidado emocional até gestos práticos, como passar uma roupa ou segurar a barra quando o cansaço chega.

Mas essa ideia exige algo essencial: confiança.

A certeza de que essas pessoas não abandonarão o barco no meio da travessia.

É a partir desse ponto que O sonho louco dos sensatos se constrói.

O livro fala de sonhadores e, como todo sonhador que quer mudar o mundo, seus personagens decidem começar mudando ao menos um mundo possível.

Ao longo desse processo difícil, delicado e profundamente humano, as dores, memórias e histórias pessoais vão emergindo aos poucos, “como nhoques subindo na panela de água fervente”: inevitáveis, reveladoras, transformadoras.

A narrativa avança mostrando que amadurecer não é chegar a um destino final, mas aceitar os caminhos, os tropeços e as escolhas feitas em conjunto.

É uma história que acolhe, provoca reflexão e convida o leitor a repensar vínculos, responsabilidades e afetos.

A obra ganha ainda uma camada especial de emoção fora das páginas, quando fui convidada por Fernanda, minha primeira seguidora conhecida pessoalmente, para escrever a apresentação do livro, antes mesmo do prefácio.

Um gesto simbólico e potente, que transformou o lançamento em um momento de profunda gratidão e reconhecimento.

Apresentar uma história tão forte, escrita por alguém que acreditou em mim desde o início, tornou a experiência ainda mais marcante.

O sonho louco dos sensatos é, acima de tudo, um livro sobre pessoas comuns fazendo escolhas extraordinárias.

Um convite delicado, e corajoso, para acreditar que empatia, quando compartilhada, pode sustentar até os sonhos mais ousados.

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O SONHO LOUCO DOS SENSATOS

SINOPSE

Cinco jovens. Um professor. Um encontro que mudará tudo.

No coração de uma universidade, um grupo improvável se reúne para falar sobre a vida, a humanidade e os dilemas que raramente cabem nas salas de aula.

Entre debates sobre filosofia, ciência e valores atemporais, eles descobrem que o maior desafio não está nas respostas, mas nas perguntas que ousam fazer.

Antonia, Clara, Roberto, Yago e Luigi não sabiam que se tornariam os Sensatos e que, juntos, seriam confrontados com histórias reais capazes de abalar certezas, despertar empatia e transformar a maneira como enxergam a si mesmos e ao mundo.

Com diálogos instigantes, situações comoventes e personagens que poderiam estar na sua vida, O Sonho Louco dos Sensatos é um romance que mistura drama, humor e reflexão, convidando o leitor a desacelerar, olhar para dentro e redescobrir o poder de ser humano.

E você?

O que faria se tivesse nas mãos a chance de mudar, ou salvar, o mundo de alguém?

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Suicidas
Suicidas

O espelho de José
O espelho de José

O sonho louco dos sensatos
O sonho louco dos sensatos

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Biotecnosfera

Lucas Araújo estreia na ficção com uma reflexão poderosa sobre futuro, sociedade e inteligência artificial

Biotecnosfera
Lucas Araujo

Contador e tributarista há mais de 20 anos, Lucas Araújo sempre foi um leitor voraz de história, política, economia, antropologia e distopias.

E agora, toda essa bagagem se transforma em literatura em sua nova obra, uma ficção carregada de debates profundos e ideias instigantes, ambientada no ano de 2060.

Lucas Araujo
Lucas Araujo

A semente da história surgiu ainda na pandemia de Covid-19, quando Lucas começou a refletir sobre os rumos do planeta e os impactos sociais, econômicos e ambientais daquele período.

A partir disso, criou o cenário de um futuro não tão distante, marcado por um colapso global e por uma nova crise inesperada: uma pandemia de suicídios que abala o mundo e abre espaço para a formação de um novo modelo de sociedade.

Mas o autor vai além da distopia tradicional.

Inspirado pelo estilo filosófico de O Banquete, de Platão, Lucas constrói um livro em forma de diálogo, um grande debate entre seis integrantes de um conselho responsável por idealizar essa sociedade regenerativa, mais igualitária e ecologicamente consciente.

Nesse encontro, entram temas como política, economia, tecnologia, espiritualidade e, claro, inteligências artificiais, que fazem parte central das discussões.

Entre os debatedores, surge um sétimo personagem: Noah, o avatar do próprio autor.

Lucas escreve como se estivesse na sala, participando da conversa e reagindo às propostas, o que traz autenticidade, naturalidade e um toque humano à narrativa.

O resultado é uma obra que mistura ficção, filosofia e análise social, convidando o leitor a pensar sobre o futuro, e sobre as escolhas que podem moldá-lo.

Uma leitura provocativa, inteligente e extremamente atual.

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BIOTECNOSFERA

SINOPSE

Em um mundo à beira do abismo, devastado pelos excessos e pela desigualdade, um conselho singular se reúne para forjar um novo pacto entre a humanidade e o planeta.

Seis mentes extraordinárias propõem soluções radicais para um futuro de regeneração, da governança que escuta o “gemido da Terra” a uma economia lastreada na própria vitalidade do ecossistema.

No entanto, a chegada de uma sétima voz, forjada na complexidade e nos traumas do mundo, acende debates filsóficos e práticos acalorados, forçando o grupo a confrontar a fragilidade de suas teorias e a verdade sobre suas próprias origens e o controle da rede global.

As perguntas ressoam: “O que realmente nos trouxe até aqui?” e “Pode a lógica mais pura curar uma ferida tão profundamente humana?”.

Este livro não é apenas uma história sobre reconstrução, mas uma imersão em um diálogo intelectual eletrizante e uma experiência em si, onde a mais avançada inteligência confronta os mais intrincados desafios da existência.

Descubra se uma visão sistêmica e uma sabedoria ancestral podem, enfim, conduzir à verdadeira regeneração, ou se a indomável complexidade humana será o teste final para o futuro da biotecnosfera.

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