O codigo de Lilith

Entre fé, mistério e despertar

O Código de Lilith

Há histórias que nascem da imaginação.

Outras… nascem da vida.

E, no caso de Dilvar da Silva Teixeira, sua escrita é exatamente o encontro entre essas duas forças.

Natural de Capão da Canoa, no Rio Grande do Sul, Dilvar carrega em sua trajetória a força de quem aprendeu desde cedo o valor do trabalho, da família e da resiliência.

Segundo de seis irmãos, cresceu em um ambiente simples, mas profundamente marcado por amor, dedicação e ensinamentos que moldaram não apenas o homem que se tornou, mas também o escritor que hoje emociona e provoca reflexões.

Ainda na infância, conciliando estudos e trabalho ao lado do pai na construção civil, aprendeu lições que ultrapassam qualquer profissão: dignidade, esforço e respeito pela vida.

Ao longo dos anos, transitou por diferentes áreas, da tecnologia à marcenaria, da fotografia ao empreendedorismo, experiências que ampliaram seu olhar sobre o mundo e, principalmente, sobre as pessoas.

Mas foi durante um dos períodos mais desafiadores da humanidade que algo dentro dele floresceu.

Durante a pandemia, em meio ao silêncio e às incertezas, Dilvar viveu um profundo despertar espiritual.

Foi nesse momento que encontrou, na introspecção e na conexão com o divino, um novo propósito: compreender a essência da existência e compartilhar esse caminho com outras pessoas.

Sua jornada como escritor começou justamente por aí, com obras voltadas ao autoconhecimento, como “Semeando a Paz Interior” e “Florescer na Jornada”, livros que convidam o leitor a olhar para dentro, com sensibilidade, acolhimento e verdade.

Mas, em “O Código de Lilith”, sua escrita ganha novos contornos.

Sem abandonar a espiritualidade, Dilvar mergulha na ficção mística para conduzir o leitor por uma narrativa intensa, repleta de simbolismos, mistérios e questionamentos que atravessam séculos.

Dilvar Teixeira
Dilvar Teixeira

Inspirado por obras como O Código Da Vinci, o autor utiliza a ficção como ferramenta para instigar, não para impor respostas, mas para despertar perguntas.

A história nasce de sua curiosidade pelos textos apócrifos, pelos manuscritos antigos e pelos conhecimentos que, ao longo da história, foram ocultados ou esquecidos.

E é nesse cenário que surge Lilith, uma figura envolta em mistério, força e liberdade.

Mais do que contar uma história, “O Código de Lilith” propõe uma experiência.

Uma jornada que transita entre o sagrado e o proibido, entre a fé e a liberdade, entre aquilo que nos foi ensinado… e aquilo que ainda ousamos questionar.

E talvez seja justamente esse o maior diferencial da obra.

Dilvar não escreve para convencer.

Escreve para provocar.

Ele escreve para acender no leitor a chama da busca interior.

Para lembrar que, muitas vezes, as respostas não estão prontas, elas nascem das perguntas que temos coragem de fazer.

Com uma escrita que une sensibilidade, espiritualidade e imaginação, o autor dá um novo passo em sua trajetória literária, mostrando que a ficção pode ser, também, um caminho profundo de conexão e transformação.

E essa história… ainda não termina aqui.

Desde as últimas páginas, o leitor percebe que há mais por vir, novos caminhos, novos mistérios e novas descobertas aguardam aqueles que decidirem continuar essa jornada.

Porque, no fim, talvez a maior verdade não esteja nas respostas reveladas…
mas na coragem de buscá-las.

O CODIGO DE LILITH

SINOPSE

Entre segredos enterrados há milênios e uma verdade capaz de abalar os alicerces da fé, uma descoberta pode mudar tudo.

Quando Davi, um jovem e brilhante pesquisador de teologia em Roma, encontra um fragmento oculto dentro de um antigo códice, ele acredita ter descoberto apenas mais uma peça esquecida da história.

Mas o que está escrito naquele pergaminho vai muito além de uma simples variação das Escrituras.

O texto revela uma versão proibida da Criação, uma verdade apagada deliberadamente pela Igreja: antes de Eva, existiu outra mulher.

Uma mulher que não se curvou.

Uma mulher que escolheu a liberdade ao invés da submissão.

Seu nome: Lilith.

A partir desse momento, Davi deixa de ser apenas um estudioso e passa a ser um alvo.

Perseguido por uma sociedade secreta conhecida como os Guardiões do Silêncio, ele mergulha em uma conspiração que atravessa séculos, envolvendo manuscritos proibidos, códigos ancestrais e segredos que jamais deveriam ser revelados.

Ao lado da enigmática Helena e sob a orientação de um mentor que teme pelo pior, Davi precisa decifrar o verdadeiro significado do chamado “Nome Inefável”, uma chave que pode libertar uma verdade esquecida… ou desencadear consequências irreversíveis.

Entre o sagrado e o proibido, entre a fé e a liberdade, uma pergunta ecoa:
E se a maior mentira da humanidade estiver escondida na própria origem da criação?

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OBRAS DO AUTOR

Semeando a paz interior
Semeando a paz interior

Florescer na Jornada
Florescer na jornada

O Código de Lilith de Dilvar Teixeira
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Mediocridade

Entre incomodos e reflexões, um mergulho nas contradições humanas

Mediocridade e outros contos reflexivos.
Mediocridade e outros contos reflexivos

Em sua coletânea de contos, Victor de Almeida Daud, ou somente Vc Daud, propõe uma leitura intensa, marcada por um olhar profundo sobre o comportamento e as relações humanas.

Nem toda leitura chega para confortar.

Algumas vêm para provocar, questionar… e até causar um certo desconcerto.

Mediocridade, de Vc Daud, pela Editora Coerência, habita exatamente esse lugar.

Nascido em São Paulo, o autor construiu uma trajetória diversa, passando pela comunicação, pela engenharia civil e pela área financeira, até se dedicar à escrita, às artes e ao ensino.

E talvez seja justamente essa vivência múltipla que dê à sua escrita esse olhar atento, quase inquieto, sobre as pessoas e suas relações.

Vc Daud
Vc Daud

Nascido em São Paulo, o autor construiu uma trajetória diversa, passando pela comunicação, pela engenharia civil e pela área financeira, até se dedicar à escrita, às artes e ao ensino.

E talvez seja justamente essa vivência múltipla que dê à sua escrita esse olhar atento, quase inquieto, sobre as pessoas e suas relações.

A construção da obra também chama atenção.

O primeiro conto, mais longo, nasce de experiências do autor em viagens.

Os textos seguintes vêm de uma tentativa de romance que acabou se transformando em histórias independentes.

Já o último conto surge como um experimento, com uma estrutura mais fragmentada e reflexões curtas.

Essa mistura dá ao livro um ritmo próprio, quase como se cada parte revelasse uma faceta diferente do mesmo olhar.

Mais do que contar histórias, Vc Daud parece interessado em olhar para dentro de seus personagens, entender suas motivações, seus medos, suas fragilidades.

Em muitos momentos, o que importa não é o que acontece, mas o que se sente.

E é justamente aí que a leitura pode causar estranhamento.

Porque Mediocridade não suaviza.

Não busca agradar.

E não tem receio de expor aquilo que, muitas vezes, preferimos não encarar.

Mas talvez seja exatamente essa a sua proposta.

Ao fugir do óbvio e abraçar o desconforto, o livro convida o leitor à reflexão, mesmo que isso venha acompanhado de incômodo.

Mediocridade é o tipo de obra que não passa despercebida.

Que provoca reações diferentes em cada leitor.

E que, de alguma forma, permanece.

Uma leitura para quem se permite ir além do conforto, e se abrir para aquilo que provoca, questiona e faz pensar.

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MEDIOCRIDADE

SINOPSE

Sete histórias, o mesmo narrador: um homem que insiste em enxergar o mundo pelas frestas, misturando desejo e frustração até que cada episódio banal se transforme numa autópsia emocional.

É aí que um supermercado vira palco de pequenos desastres íntimos, uma balconista desperta um entusiasmo tão improvável quanto breve, um cruzeiro revela tudo aquilo que ele fingiu não notar sobre si mesmo e sobre quem escolheu amar…

Com ironia ferina, autoconsciência incômoda e zero paciência para os jogos afetivos da vida adulta, esse narrador-personagem revisita momentos que não deveria ter vivido, mas viveu, assim como sentimentos que tentou ignorar, mas o perseguem.

Ao expor suas contradições com brutal honestidade, ele acaba revelando algo inquietante: talvez seja impossível rir das próprias misérias sem, no fundo, reconhecer o quanto elas nos moldam.

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OBRAS DO AUTOR

Mediocridade e outros contos reflexivos.

Carta de um anarquista de Vc Daud

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Diário de um Bobo

Entre risos e verdades, Koringa transforma o cotidiano em arte e reflexão

Diário de um Bobo. Entre risos e reflexões Crônicas do cotidiano
Diário de um bobo

Radialista, artista e eterno bobo da corte, Hilton Rufino reúne em livro um olhar bem-humorado e sensível sobre o dia a dia.

Há quem transforme histórias da vida em espetáculo.

Hilton Luiz Rufino, conhecido pelo público como Koringa, o Bobo da Corte, é desses artistas que fazem do riso uma ponte… e do humor, uma forma de dizer verdades.

Hilton Ruffino , o Koringa
Hilton Ruffino, o Koringa

Com uma trajetória que atravessa décadas, Hilton Rufino construiu sua carreira levando alegria por onde passa.

Radialista formado em Comunicação Social, palhaço, mágico e animador de palco, ele atua desde 1989 encantando públicos de todas as idades com apresentações que misturam música, brincadeira, interação e, claro, muito humor.

Radicado em Indaiatuba desde 1997, Koringa se tornou uma figura conhecida e querida na cidade e região, participando de eventos, projetos culturais e ações sociais que marcaram gerações.

De festas infantis a eventos corporativos, de programas de rádio e televisão a festivais internacionais, como sua participação em Cuba, em 2023, sua arte sempre esteve presente, levando leveza e conexão.

Mas, para além dos palcos, existe também o olhar observador.

A ideia do livro nasce justamente desse outro espaço: das palavras.

A partir de colunas semanais escritas para jornais da região, Hilton reuniu textos que, juntos, formam uma obra que reflete o cotidiano com humor e sensibilidade.

Inspirado na figura medieval do bobo da corte, aquele que, por meio da leveza, conseguia dizer verdades desafiadoras, o autor constrói uma narrativa que diverte, mas também faz pensar.

É um humor que não é vazio.

É um humor que observa, traduz e, muitas vezes, revela.

Com linguagem acessível e um olhar atento aos detalhes do dia a dia, o livro se torna um convite para enxergar a vida por outra perspectiva mais leve, mais humana e, quem sabe, até mais verdadeira.

Entre risadas e reflexões, Koringa nos lembra de algo essencial: Às vezes, é no riso que encontramos as verdades mais profundas.

E talvez seja justamente essa a maior arte, transformar o cotidiano em algo que toca, diverte… e permanece.

REDES SOCIAIS DO AUTOR

DIÁRIO DE UM BOBO

SINOPSE

Mais do que um registro de época, a obra é um mosaico de instantes vividos entre 2019 e 2021, onde humor e crítica caminham juntos, revelando que, às vezes, rir é a forma mais lúcida de compreender a realidade.

Um livro leve, humano e provocador, que mostra que o bom humor pode ser também uma forma de sabedoria.

OBRA DO AUTOR

Diário de um bobo. Entre risos e reflexões Cronicas do cotiadiano
Diário de um bobo

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A saga do Aedo de Copas

Entre versos e intensidade, a poesia sensível de Léo Abreu

A saga do Aedo de Copas
A saga do Aedo de Copas

Após a estreia com o envolvente “Ouro, Prata e Silêncio”, em que misturou aventura, mistério e relações humanas, o autor baiano Leonardo Abreu Amorim Neves apresenta agora um novo lado de sua escrita: mais íntimo, mais denso e profundamente poético.

Léo Abreu
Léo Abreu

Formado em Comunicação Social, músico, compositor e poeta, Léo Abreu carrega em sua trajetória uma forte ligação com a arte em suas diversas formas.

Natural de Paramirim, no interior da Bahia, construiu um caminho marcado pela música, pela literatura e pela participação em coletivos artísticos, experiências que ecoam diretamente em sua escrita.

Em A Saga do Aedo de Copas, essa multiplicidade se revela de forma ainda mais intensa.

O livro é um mergulho na poesia, ora mais rebuscada, exigindo atenção e contemplação do leitor, ora mais contemporânea, direta e pulsante.

Os poemas se organizam por temas, formando capítulos que conduzem o leitor por diferentes estados emocionais, quase como uma travessia interna.

É uma leitura que desafia e acolhe ao mesmo tempo.

Se, por um lado, a linguagem mais elaborada convida a uma leitura cuidadosa, por outro, o conteúdo é profundamente humano, sensível e bem definido, tocando em sentimentos universais e experiências que ecoam em quem lê.

O prefácio, por si só, já prepara o leitor para essa jornada, com uma força e uma beleza que antecipam o que está por vir.

Mais do que uma coletânea de poemas, a obra se apresenta como uma construção artística consistente, em que cada palavra parece escolhida com intenção, ritmo e emoção.

A Saga do Aedo de Copas é um convite.

Um convite a sentir, a refletir e a se permitir mergulhar em uma escrita que não tem pressa, mas tem profundidade.

Um livro para ser lido com o coração aberto, em que a poesia não apenas se apresenta…
Mas permanece.

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Ouro, Prata e silencio
Ouro, Prata e Silêncio

A saga do Aedo de Copas
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PROMPT: como dominar a IA no dia a dia

Capa do Livro Prompt

PROMPT — A Arte de Pensar para a Inteligência Artificial: o livro que ensina a conversar com o futuro

Por muito tempo, dominar uma ferramenta significou aprender botões, comandos e menus. Hoje, em plena era da inteligência artificial, a habilidade mais valiosa mudou de forma e talvez de essência. Não se trata mais apenas de saber usar tecnologia, mas de saber pensar com ela.

É nesse contexto que surge o 12º livro do escritor J. H. Martins: PROMPT — A Arte de Pensar para a Inteligência Artificial, uma obra que não apenas acompanha a revolução tecnológica, mas a traduz em algo profundamente humano: linguagem, intenção e clareza de pensamento.

Do despertar à consciência digital

A trajetória de J. H. Martins é, por si só, um reflexo da transformação que vivemos. Desde o lançamento de Nath: A Jornada do Despertar, em 2022, o autor vem construindo uma obra marcada por evolução constante, não apenas literária, mas também conceitual.

Se antes o despertar era interno, agora ele é também tecnológico.

Neste novo livro, Martins não ensina apenas a usar inteligência artificial. Ele propõe algo maior: ensina a pensar melhor para obter melhores respostas.

O poder escondido nas perguntas

Vivemos cercados por ferramentas poderosas como ChatGPT, Copilot, Gemini e tantas outras. Mas poucos percebem que o verdadeiro diferencial não está na tecnologia em si, e sim na forma como nos comunicamos com ela.

O conceito central do livro gira em torno de uma ideia simples, porém transformadora:

A qualidade da resposta depende da qualidade da pergunta.

E é justamente aqui que PROMPT — A Arte de Pensar para a Inteligência Artificial se torna essencial.

A obra revela, com linguagem acessível e ao mesmo tempo profunda, que escrever um prompt eficiente não é um ato técnico; é um exercício de raciocínio, organização mental e intenção estratégica.

Um livro para o agora e para o que vem depois.

Mais do que um manual, o livro funciona como um guia prático para diferentes perfis:

  • Profissionais que desejam aumentar a produtividade;
  • Empreendedores que querem escalar resultados;
  • Estudantes que buscam aprender mais rápido;
  • Escritores, criadores e pensadores que querem expandir ideias;

Mas talvez o maior mérito da obra seja outro: ela democratiza o uso da inteligência artificial.

Não importa se o leitor é iniciante ou avançado, Martins constrói pontes entre o conhecimento técnico e a aplicação cotidiana.

A inteligência artificial não substitui você; ela amplifica você.

Em um momento em que muitos ainda temem a IA, o livro traz uma visão equilibrada e inspiradora:

A inteligência artificial não veio para substituir o ser humano, mas para expandir sua capacidade de pensar, criar e decidir.

E, nesse cenário, saber escrever prompts se torna uma nova alfabetização.

Por que este livro importa?

Porque ele responde a uma pergunta silenciosa que todos já começaram a fazer:

“Como eu uso a inteligência artificial de verdade?”

A resposta está nas páginas desta obra, não como fórmulas prontas, mas como um convite à evolução pessoal e intelectual.

Onde encontrar

O livro já está disponível para quem deseja dar esse próximo passo:

Uma leitura que muda mais do que resultados, muda mentalidades!

Há livros que informam. Outros ensinam. Alguns poucos transformam.

PROMPT — A Arte de Pensar para a Inteligência Artificial pertence a essa última categoria.

Porque, no fim, dominar a inteligência artificial não é sobre tecnologia.

É sobre aprender a pensar melhor.

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Campos das Laranjeiras

Entre encontros e despedidas: um romance sobre sentir, amar e crescer

Campos das Laranjeiras
Capos das Laranjeiras

Em seu livro, o autor retrata as nuances da vida adulta e a intensidade dos sentimentos que marcam nossas escolhas.

Algumas histórias não são feitas de grandes acontecimentos, mas de sentimentos.

Daqueles que chegam de forma inesperada, transformam tudo… e, às vezes, partem antes mesmo que estejamos prontos para deixá-los ir.

É nesse território sensível que nasce Campos das Laranjeiras, romance de estreia de Leandro Pereira Andrade.

Leandro Andrade
Leandro Amdrade

Aos 31 anos, Leandro, professor de Língua Portuguesa e Literatura, carrega em sua trajetória o olhar atento de quem observa a vida em seus detalhes mais sutis.

Natural de Munhoz, no sul de Minas Gerais, e residente há uma década em Pouso Alegre, o autor encontra inspiração justamente nos encontros cotidianos, nas pequenas cidades e nas relações humanas que se constroem e, muitas vezes, se transformam.

A ideia da obra surge dessas reflexões: compreender os sentimentos que marcam o início da vida adulta, suas incertezas, desejos e fragilidades.

Em Campos das Laranjeiras, conhecemos Marisa, uma jovem professora de literatura que vive o delicado equilíbrio entre seus sonhos e as dúvidas que acompanham essa fase da vida.

Marcada pela perda do pai ainda na adolescência, ela carrega consigo uma sensibilidade que influencia suas escolhas e sua forma de se relacionar com o mundo.

É nesse contexto que surge Carlos, um homem mais velho, também marcado por sua própria história.

Entre eles, nasce uma conexão intensa, daquelas que não pedem explicação, apenas acontecem.

Um amor que não se mede pelo tempo, mas pela profundidade.

Ao lado da amiga Lila, presença constante em sua vida, Marisa percorre um caminho de autodescoberta, tentando compreender o que significa amar, permanecer… e partir.

O romance conduz o leitor por uma narrativa sensível, que valoriza a beleza dos instantes efêmeros e a complexidade das emoções humanas.

Mais do que contar uma história, o livro convida à reflexão sobre aquilo que sentimos, mesmo quando sabemos que nem tudo foi feito para durar.

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CAMPOS DAS LARANJEIRAS

SINOPSE

Na encantadora cidade de Campos das Laranjeiras, Marisa, uma jovem professora de literatura, vive o intenso dilema entre embarcar em uma jornada acadêmica em Lisboa e permanecer na cidade onde cresceu.

Marcada pela ausência do pai e pelas memórias que moldaram sua essência, ela se vê dividida entre o anseio de conhecer o mundo e o apego às raízes que a fizeram sonhar.

Nos encontros casuais com o proprietário de um bar charmoso, Carlos, um homem grisalho, atraente e mais velho, Marisa descobre uma conexão inesperada que a faz questionar suas certezas sobre amor e destino.

Enquanto Lila, sua melhor amiga e estilista, luta por seus próprios sonhos e tenta superar feridas do passado, o prazo para a viagem a Lisboa se aproxima e partir significa também arriscar-se a deixar para trás tudo o que conhece.

Poderá a saudade do pai, envolta em silêncios e segredos, guiar Marisa rumo a um caminho de redenção?

E até que ponto o sentimento que floresce em Campos das Laranjeiras mudará o seu futuro?

Entre encontros, memórias, paixão e o desejo de recomeçar, Campos das Laranjeiras explora a força dos laços humanos e a delicada poesia que se revela nas pequenas escolhas do dia a dia.

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OBRA DO AUTOR

Campos das Laranjeiras
Campos das Laranjeiras

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Porque fábulas acalmam

O poder das fábulas no cuidado emocional das crianças

Porque fábulas acalmam
Porque fábulas acalmam

Obra une ciência, afeto e imaginação para ajudar crianças a compreenderem e regularem suas emoções desde cedo.

Em um mundo cada vez mais acelerado, em que até as emoções parecem precisar de respostas rápidas, surge um convite delicado e necessário: o de desacelerar e escutar.

Escutar o que a criança sente, o que ela ainda não consegue dizer, mas que, muitas vezes, revela por meio da imaginação.

É nesse espaço sensível entre o sentir e o compreender que nasce o trabalho de Sonia Ribeiro Gonçalves e Alex Ferreira, autores que transformaram a prática clínica em um caminho de cuidado acessível e profundamente humano.

Sônia Ribeiro Gonçalvez e Alex Ferreira
Sonia R. Gonçalvez e Alex Ferreira

Sonia, psicóloga, mestre em Neuropsicologia e especialista em Neurodesenvolvimento, construiu sua trajetória ouvindo com atenção o universo emocional das crianças, respeitando seus tempos, acolhendo seus silêncios e compreendendo que nem tudo pode ser traduzido em palavras.

Já Alex Ferreira, psicólogo, neuropsicólogo e gerontólogo, traz em sua experiência um olhar ampliado sobre o cuidado emocional ao longo da vida, construindo pontes entre gerações e reforçando que o afeto e a escuta são essenciais em qualquer fase.

A ideia do livro “Porque fábulas acalmam” nasce justamente desse encontro entre prática, sensibilidade e ciência.

Baseada na Teoria Polivagal e nos estudos da neurociência, a obra propõe uma abordagem inovadora e, ao mesmo tempo, profundamente simples: utilizar histórias e fábulas como instrumentos de regulação emocional.

Mais do que entreter, as narrativas de “Porque fábulas acalmam” tornam-se ferramentas terapêuticas, capazes de acessar o sistema emocional da criança de forma leve, simbólica e segura.

Em vez de impor controle, o livro sugere acolhimento.

Em vez de corrigir, propõe conexão.

Destinado a psicólogos, educadores e pais, o conteúdo oferece caminhos práticos para ajudar crianças a compreenderem suas emoções desde cedo, fortalecendo, assim, sua qualidade de vida emocional no futuro.

No fim, a mensagem é simples, mas poderosa: Cuidar das emoções na infância é um gesto de amor que ecoa por toda a vida.

E talvez, entre tantas técnicas e teorias, a resposta esteja em algo que sempre esteve ao nosso alcance, uma boa história, contada com presença, afeto e escuta.

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PORQUE AS FABULAS ACALMAM

SINOPSE

Você sabia que ouvir histórias pode ser mais poderoso do que qualquer técnica de disciplina?

Que uma fábula bem contada pode ser a chave para acalmar uma criança agitada, ansiosa ou insegura?

Este livro é um convite encantador para pais, educadores e terapeutas mergulharem na mágica conexão entre contos de fadas, teoria polivagal e autorregulação emocional.

Unindo neurociência, ludicidade e poesia, os autores revelam como narrativas simbólicas tocam o sistema nervoso da criança, ativando o “Guardião da Calma”, uma metáfora poderosa que ensina os pequenos a lidarem com emoções de forma leve e segura.

Com linguagem acessível, orientações práticas e meditações guiadas , Por que Fábulas Acalmam? transforma ciência em aconchego, teoria em afeto, e comportamento em conexão.

Como seria se, em vez de controlar, você pudesse acalmar com histórias?

Descubra o poder terapêutico das fábulas e ofereça às crianças um presente que elas levarão para a vida toda: a capacidade de se autorregular com amor, segurança e imaginação.

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PORQUE FABULAS ACALMAM
Porque fabulas acalmam

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