Entre vidas – A dualidade do ator e personagem

Livro de Júnior Mosko explora os desafios da relação entre ator e personagem

Capa do livro 'Entre Vidas - A Dualidade do Ator e Personagem
Capa do livro ‘Entre Vidas – A Dualidade do Ator e Personagem

‘Entre Vidas – Dualidade do Ator e Personagem’ propõe reflexão sobre identidade, interpretação e saúde emocional no universo das artes cênicas

A complexa relação entre o ator e os personagens que interpreta é o tema central do livro Entre Vidas – Dualidade do Ator e Personagem, obra escrita por Júnior Mosko. O livro convida leitores, artistas e admiradores das artes cênicas a refletirem sobre os limites entre a identidade pessoal e a representação artística, abordando questões emocionais, psicológicas e humanas presentes no processo de atuação.

Dividida em 12 capítulos, a publicação percorre temas como a construção da persona, os desafios do distanciamento emocional após interpretações intensas, a influência das experiências pessoais na composição de personagens e o impacto da imersão profunda exigida por determinados papéis.

Logo na apresentação, o autor adota um tom próximo e acolhedor, conduzindo o leitor por uma jornada de autoconhecimento e descoberta. Em vez de oferecer fórmulas prontas, Mosko propõe questionamentos sobre a maneira como as pessoas assumem diferentes papéis ao longo da vida, estabelecendo paralelos entre a experiência cotidiana e o trabalho dos atores.

Entre os assuntos abordados estão a empatia como ferramenta de interpretação, os benefícios e riscos da imersão emocional, métodos de desconexão após o trabalho artístico e a forma como o público percebe a transformação dos artistas em cena. O livro também dedica espaço a exercícios de autoconhecimento e estratégias para evitar a confusão de identidade entre ator e personagem.

A obra destaca que a atuação vai além da simples representação. Segundo a proposta do autor, cada personagem carrega traços do intérprete, ao mesmo tempo em que pode deixar marcas profundas em quem o vive. Essa troca constante cria um processo de transformação que pode ser enriquecedor, mas também desafiador.

Ao abordar aspectos psicológicos e emocionais da profissão, Entre Vidas – Dualidade do Ator e Personagem surge como uma leitura relevante para estudantes de teatro, profissionais das artes, pesquisadores e leitores interessados nos mecanismos que conectam identidade, emoção e expressão artística.

Mais do que um estudo sobre atuação, o livro apresenta uma reflexão sobre a própria condição humana, mostrando que todos, em diferentes momentos da vida, transitam entre papéis, máscaras e versões de si mesmos.

Ficha da obra

Título: Entre Vidas – Dualidade do Ator e Personagem

Autor: Júnior Mosko

Gênero: Reflexão sobre artes cênicas, psicologia da atuação e desenvolvimento humano

Temas centrais: identidade, interpretação, empatia, imersão emocional e autoconhecimento.

Fonte: Editora News – quinta-feira, junho 11, 2026

Voltar

Facebook




O Guarda-Vidas

Paulo Antônio de Azevedo lança o romance ‘O Guarda-Vidas, no qual mergulha no cotidiano dos profissionais de Itapemirim e celebra a cultura litorânea em uma narrativa de forte identidade brasileira.

O Guarda-Vidas. Enre a ficção e a rotina de que salva vidas
Capa do livro O Guarda-Vidas

O escritor mineiro Paulo Antônio de Azevedo acaba de lançar o seu mais novo romance, O Guarda-Vidas (Editora Dialética).

Paulo Antônio de Azevedo.
Paulo Antônio de Azevedo

Nascido em Paineiras (MG) e residente em Belo Horizonte, o autor, que é formado em Administração e Ciências Contábeis com pós-graduação em Auditoria pela PUC Minas, há anos mantém uma estreita ligação com o litoral do Espírito Santo, em especial com a comunidade pesqueira de Itaipava.

É desse convívio com o mar e com as pessoas simples da região que nasce a inspiração para as suas narrativas.

Azevedo já é conhecido do público leitor por obras como Onde o Mar Aprende a Amar e Onde o Mar Não Descansa, títulos que consolidaram sua trajetória voltada para histórias de forte identidade brasileira e sensível observação do cotidiano.

Em O Guarda-Vidas, ele volta a colocar o oceano no centro da trama, desta vez conduzindo o leitor para o universo desafiador das praias de Itapemirim.

O mar como elemento vivo

Mais do que traçar um perfil técnico da profissão de salvamento, o romance busca revelar os valores humanos que cercam esses profissionais.

Entre treinamentos, resgates e conflitos pessoais, a obra destaca temas como disciplina, companheirismo, superação e pertencimento.

Um dos grandes destaques do livro é a sua rica ambientação litorânea.

A dinâmica das comunidades costeiras, a praia e o próprio mar não funcionam apenas como pano de fundo estático, mas ganham contornos de “personagens vivos” que influenciam as escolhas e transformam o destino dos envolvidos.

Segundo o autor, a ideia nasceu da observação da força silenciosa das pessoas comuns que demonstram grandeza através de gestos cotidianos longe dos holofotes.


“A inspiração veio da convivência com amigos, de relatos ouvidos ao longo da vida e de cenários que conheço de perto. Procurei retratar valores universais. O mar surge como elemento transformador, capaz de aproximar pessoas e revelar fragilidades”,

Paulo Antônio de Azevedo.


Literatura de conexão humana

Com uma escrita voltada para a sensibilidade narrativa e valorização da vida comum, O Guarda-Vidas equilibra a responsabilidade e o risco da profissão com a calmaria e os silêncios do convívio simples, como as pedaladas de fim de semana.

O romance se apresenta como um convite para o leitor desacelerar e conhecer de perto o universo litorâneo capixaba, reafirmando o compromisso do autor com uma literatura humana, acessível e focada na empatia e no ato de cuidar do outro.

O livro já está disponível nas principais plataformas digitais e livrarias do país.

REDES SOCIAIS DO AUTOR

O GUARDA-VIDAS

SINOPSE

Em “O Guarda-Vidas”, Paulo Antônio de Azevedo convida o leitor a mergulhar no cotidiano intenso e pouco visível dos profissionais que vigiam o mar nas praias de Itapemirim.

Entre o sol inclemente, o vento salgado e a vigilância constante das ondas, a narrativa revela uma rotina marcada por disciplina, risco e humanidade.

Misturando ficção e realidade, o livro percorre salvamentos, treinamentos, histórias transmitidas pela memória coletiva e encontros humanos que deixam marcas profundas.

Mas vai além do ambiente de trabalho: acompanha também os momentos de descanso, as pedaladas de fim de semana, o convívio simples, o lazer e os silêncios que ajudam a recompor o corpo e o espírito de quem vive sob constante estado de alerta.

Cada episódio expõe não apenas os desafios técnicos da profissão, mas também os dilemas éticos, o companheirismo, a empatia e o esforço diário para equilibrar responsabilidade e vida pessoal.

Com descrições vívidas da paisagem litorânea e uma escrita sensível, “O Guarda-Vidas” constrói um retrato emocionante de homens e mulheres que protegem vidas no mar, e aprendem, fora dele, a cuidar da própria.

Um romance contemporâneo sobre pertencimento, coragem e a força silenciosa de quem permanece atento, dentro e fora da água.

Assista a resenha do canal @oqueli no YouTube

OBRA DO AUTOR

O Guarda-Vidas
O Guarda-Vidas

ONDE ENCONTRAR


Página Inicial

Resenhas da colunista Lee Oliveira




A Jornada de Kaíke Nanne

O olhar de quem reporta e a alma de quem sente

Como dançar com os mortos
Como dançar com os mortos

Antes de nos levar para dançar com o invisível, Kaíke Nanne já dominava a arte de traduzir o mundo visível. Jornalista de fôlego e editor de trajetória impecável, sua assinatura passou pelas redações de algumas das revistas mais influentes do Brasil, como Veja, Época e Vip.

Nelas, Kaíke lapidou um olhar aguçado, capaz de enxergar a notícia onde outros viam apenas o cotidiano, consolidando-se como um profissional excepcional que entende o peso e a responsabilidade da palavra.

No entanto, sua escrita não é fruto apenas de redações fervilhantes. Kaíke é filho de Olinda, um território onde a poesia brota do chão e a história respira pelas ladeiras.

Nascido em um berço de poetas e escritores fundamentais da nossa cultura, ele carrega em seu DNA a naturalidade de quem convive com o texto como se fosse extensão do próprio corpo.

É essa fusão entre o rigor do jornalismo investigativo e a sensibilidade do herdeiro das letras que o permite transitar por temas complexos com uma fluidez rara.

A Expedição Antropológica da Alma

É com toda essa bagagem que ele nos entrega sua obra mais recente e provocativa: “Como Dançar com os Mortos” (Editora Maquinaria).

Kaike Nanne
Kaíke Nanne

No livro, o Kaíke repórter cede lugar ao Kaíke explorador.

Ele atravessa cinco continentes e mergulha em onze culturas distintas para investigar uma questão que o Ocidente moderno tenta, a todo custo, silenciar: a nossa relação com a morte.

Mais do que um relato de viagens, a obra é uma investigação sobre a vida.

Ao visitar povos como os Toraja na Indonésia ou os oráculos dos Dogon na África, o autor nos mostra que a morte pode ser integrada à existência com uma naturalidade espantosa.

Nanne não faz proselitismo; ele testemunha.

Ele nos mostra como a consciência da finitude pode ser, na verdade, um catalisador para uma vida mais plena e vibrante.

Ao ler “Como Dançar com os Mortos”, percebemos que a técnica do jornalista excepcional serviu de base para que o poeta pudesse, enfim, nos guiar em uma valsa com o mistério. É um convite à humildade e à expansão da consciência, escrito por alguém que aprendeu a ler o mundo antes mesmo de decidir contá-lo.

REDES SOCIAIS DO AUTOR

COMO DANÇAR COM OS MORTOS

SINOPSE

Um convite à escuta cuidadosa de vozes antigas, e ainda vivas, que nos ensinam outras formas de existir, celebrar e partir.

Neste livro, o autor cruza desertos e cordilheiras, glaciares e vales vulcânicos para encontrar povos que nunca romperam o vínculo com as forças invisíveis.

Testemunha um encontro místico Sámi na noite sem fim do Ártico.

Acompanha a peregrinação de um feiticeiro Dogon em busca do oráculo sagrado.

Participa de rituais com os Toraja, que convivem com os mortos dentro de casa.

Aprende lições da floresta com os Akuntsú e os Pemon, da Amazônia, e com os Batwa de Uganda e conta o que viu, o que ouviu, o que pressentiu.

Assista a resenha do canal @oqueli no YouTube

OBRA DO AUTOR

Como dançar com os mortos
Como dançar com os mortos

ONDE ENCONTRAR


Página Inicial

Resenhas da colunista Lee Oliveira




O Canto de Resistência de Paulo Faber

A Insubmissão Diante do Esquecimento

Desafiando o Alzheimer. Minha história.
Desafiando o Alzheimar. Minha história.

Há diagnósticos que chegam como sentenças, mas há homens que os recebem como desafios.

Aos 68 anos, o niteroiense Paulo Faber encontrou-se em uma encruzilhada que testaria a fibra de qualquer ser humano.

Paulo Faber
Paulo Faber

Após enfrentar uma batalha severa contra a COVID-19 em 2020, o destino lhe apresentou um novo e implacável adversário: o Alzheimer precoce, em sua forma mais agressiva e veloz.

Poderia ser o início de um silêncio.

Mas, no caso de Paulo, foi o despertar de uma insubmissão luminosa.

Com a clareza de quem ainda detém as rédeas da própria consciência, Paulo não se rendeu à passividade do consultório.

Movido por um afeto profundo pela jornada que ainda tinha a percorrer, ele saiu em busca de respostas.

Mergulhou em centenas de estudos, conectou-se com pesquisadores e descobriu que o cérebro, esse labirinto de mistérios, guarda caminhos de fortalecimento e prevenção através de novos estilos de vida.

Hoje, no quinto ano de convivência com os sintomas, Paulo não traz apenas dados, traz vitórias.

Ele observou melhoras reais, provando que a ciência e a vontade podem caminhar de mãos dadas.

Sua primeira experiência literária nasce desse desejo de compartilhar o que descobriu, encorajando outros a dialogarem com seus médicos sobre novas possibilidades.

A Força do Guerreiro: De I-Juca Pirama à Vida Real

A alma deste livro bebe na fonte de um dos maiores clássicos da nossa literatura: I-Juca Pirama, de Gonçalves Dias.

Paulo Faber encontrou no herói tupi, “aquele que há de ser morto”, o espelho de sua própria coragem.

Assim como o guerreiro que, diante da morte inevitável, entoa seu canto para reafirmar sua linhagem e sua dignidade, Paulo usa a palavra como um escudo moral.

Ele nos ensina que ser “invicto” não significa não ter dores ou doenças, mas sim manter a essência do ser intocada, mesmo diante do inevitável.

Sua trajetória é um convite amoroso para que nunca permitamos que um diagnóstico apague quem nós somos.

Paulo Faber está escrevendo muito mais que um livro; ele está nos ensinando a chegar ao fim de nossa jornada no planeta com a cabeça erguida e o coração pleno.

É uma literatura de resistência, de afeto e, acima de tudo, de uma humanidade que se recusa a ser esquecida.

REDE SOCIAL DO AUTOR

DESAFIANDO O ALZHEIMER. MINHA HISTÓRIA

SINOPSE

“Desafiando o Alzheimer: Minha História” é o relato real e profundamente humano de um homem que se recusou a aceitar o destino imposto por um diagnóstico devastador.

Após enfrentar complicações graves da Covid-19 e, mais tarde, receber a confirmação da Doença de Alzheimer, Paulo Faber viu sua vida ser atravessada por medo, incerteza e a dolorosa sensação de perder a si mesmo.

Mas, em vez de sucumbir, decidiu lutar. Neste livro, Paulo compartilha, com honestidade, coragem e sensibilidade, a jornada que o levou da escuridão à esperança.

Ele narra como mergulhou em estudos, pesquisas e práticas que transformaram sua saúde física, mental e emocional.

Exercícios intensos, jejum intermitente, dieta cetogênica, suplementação, treinamento cerebral, manejo do sono, meditação, respiração, aromaterapia, exposição ao frio, microbiota, epigenética… cada capítulo revela uma descoberta, um passo, uma luz no túnel.

Mais do que um conjunto de estratégias, esta é a história de uma insubmissão: a recusa em aceitar que a doença define o futuro.

Paulo mostra como pequenas escolhas diárias podem reacender a vitalidade, restaurar a clareza mental e devolver o sentido da vida.

Ele descreve, com emoção, o momento em que voltou a sentir o olfato, a alegria de recuperar o equilíbrio, a confiança de dirigir novamente, a sensação de renascer.

Este livro não é um manual médico, é um testemunho.

Um convite à coragem.

Um abraço silencioso a quem recebeu um diagnóstico semelhante e às famílias.

Assista a resenha do canal @oqueli no YouTube

OBRA DO AUTOR

Desafiando o Alzheimer. Minha história.
Desafiando o Alzheimer. Minha história

ONDE ENCONTRAR


Página Inicial

Resenhas da colunista Lee Oliveira




De Moçambique para o Mundo

A Literatura de Superação e o Impacto Social de Satar Henriques

Satar Henriques
Satar Henriques

A literatura, muitas vezes, nasce do desejo de dar voz ao que está guardado no silêncio.

Para o jovem escritor, poeta e empreendedor Satar Henriques, escrever é mais do que uma arte; é uma ferramenta de transformação social e cura emocional.

Nascido na província de Manica, em Moçambique, e residente em Almada, Portugal, Satar traz na bagagem uma visão de mundo pautada na empatia e na resiliência.

Aos 23 anos, o autor já acumula experiências que vão muito além da escrita.

Formado pelo Instituto de Formação de Professores da Beira, com especialização em Necessidades Educativas Especiais, Satar dedica-se também à liderança juvenil como Diretor da FEPJ (Fundo de Experiência Profissional Jovem), onde trabalha para abrir portas meritocráticas para as novas gerações.

O Aroma das Lições de Vida

Sua obra recente, “Amor com Aroma Amargo”, é o resultado de uma partilha profunda de vivências.

Nascido de um desabafo entre amigos que enfrentavam as dores de relacionamentos passados, o livro foi construído a quatro mãos com a narradora Domingas Thomais.

A obra explora o conceito de que o amor, mesmo quando doce, pode deixar um travo agridoce.

“É para nos lembrar que nem tudo são flores”, reflete o autor.

Mas, para além da dor, a mensagem central é a redenção: o poder do perdão, independentemente de quão amargo tenha sido o aroma da experiência vivida.

Uma Literatura Comprometida com o Próximo

O processo criativo de Satar Henriques é guiado pela escuta.

Ao ouvir histórias alheias, ele mentaliza capas e conteúdos, lapidando páginas até que se tornem “obras de arte” que ressoam com o público.

Atualmente, o autor busca apoio para um projeto ainda mais denso e necessário: “A menina que sobreviveu além da dor”.

A obra trata da superação de traumas profundos relacionados ao abuso infantil, trazendo à luz o conflito interno entre o medo e a busca pelos próprios sonhos.

É uma literatura que não foge dos temas difíceis, mas que procura, em cada página, oferecer uma nova perspectiva sobre o mundo.

Empreendedorismo e Cultura

Além das letras, Satar manifesta sua criatividade através da moda com a marca BGA, reafirmando sua crença de que a juventude é o motor fundamental da transformação.

Seja através de um verso, de uma peça de vestuário ou de uma oportunidade de trabalho, Satar Henriques mostra que a sensibilidade literária pode, sim, andar de mãos dadas com a liderança ativa.

REDE SOCIAL DO AUTOR

AMOR COM AROMA AMARGO

SINOPSE

Após meses de um amor intenso, Rita descobre uma mensagem de “Leny” no celular de Marcos, seu namorado.

Palavras que queimam como brasas que revelam um segredo capaz de acabar com tudo.

Dividida entre perdoar ou partir, Rita enfrenta uma jornada de autodescoberta, confrontando a traição e o poder do perdão.

Amor com Aroma Amargo explora os labirintos do amor, onde a confiança pode ser destruída num instante, desafiando-nos a refletir sobre o que realmente significa amar.

Assista a resenha do canal @oqueli no YouTube

OBRA DO AUTOR

Amor com sabor amargo
Amor com sabor amargo

ONDE ENCONTRAR


Página Inicial

Resenhas da colunista Lee Oliveira




“Carta de um Anarquista”

Neste livro Vc Daud apresenta as nuances do pensamento libertário

Carta para um anarquista
Carta para um anarquista

O que acontece quando o rigor da Engenharia Civil encontra a fluidez da comunicação?

Para o paulistano Vc Daud essa união resultou em uma trajetória literária marcada pela busca por clareza e pelo desejo de desmistificar ideologias complexas.

Nascido em 1987, Daud trilhou um caminho diversificado antes de se dedicar integralmente à escrita e ao ensino.

Vc Daud
Vc Daud

Com passagens pelo Jornalismo e uma sólida formação em Engenharia pela UNESP Bauru, além de especialização em finanças, o autor traz para sua obra uma bagagem que mistura a lógica matemática com a paixão pela comunicação.

O Nascimento de uma Obra Introdutória

A obra “Carta de um Anarquista” não surgiu por acaso.

É o fruto de quase uma década de estudos iniciados em 2017.

O que começou como uma curiosidade despertada pelo ambiente digital transformou-se em uma pesquisa profunda em obras clássicas e contemporâneas sobre o libertarianismo e o anarquismo.

Segundo o autor, o livro é uma síntese de suas próprias reflexões lapidadas para o público geral.


“A combinação dessas leituras com minhas próprias reflexões geraram o conteúdo que compõe a obra”

Vc Daud


Fluidez e Diálogo

O grande diferencial de “Carta de um Anarquista” reside em sua forma.

Ao escolher o formato de epístola (carta), Victor Daud foge do tecnicismo acadêmico que muitas vezes afasta o leitor leigo desses temas.

O objetivo é claro: ser uma obra introdutória, fluida e atrativa, sem perder a profundidade intelectual que o assunto exige.

Para Victor, que hoje divide seu tempo entre as artes, a escrita e as aulas de matemática, a literatura é uma ferramenta de ensino e de provocação.

Ao publicar este texto, ele convida o leitor a olhar para além dos rótulos, explorando as bases de uma filosofia que preza pela liberdade individual.

REDE SOCIAL DO AUTOR

CARTA DE UM ANARQUISTA

SINOPSE

Quais os limites da liberdade?

O que é o Estado?

Imposto é roubo?

No que consiste uma sociedade capitalista?

De onde vem a desigualdade?

Neste livro em forma de carta, um anarcocapitalista conversa com o leitor, tanto do ponto de vista filosófico como do ponto de vista prático, sobre questões que atravessam a vida de qualquer cidadão.

A proposta é clara: tirar a poeira das ideias prontas que nos ensinaram desde sempre e repensar conceitos como Estado, democracia, propriedade, valor, mercado e liberdade.

Sem jargões complicados nem pretensão de ser um tratado acadêmico, o autor propõe uma jornada crítica e instigante pelos fundamentos do anarcocapitalismo, uma teoria que pode chocar à primeira vista, mas que se sustenta sobre princípios éticos e econômicos sólidos.

Concordando ou discordando, uma coisa é certa: você não sairá o mesmo desta leitura.

Assista a resenha do canal @oqueli no YouTube

OBRAS DO AUTOR

Mediocridade e outros contos reflexivos.
Mediocridade

Carta de um anarquista
Carta de um anarquista

ONDE ENCONTRAR


Página Inicial

Resenhas da colunista Lee Oliveira




Edu e a Batata Batuta: uma amizade sem igual

A versatilidade do autor piracicabano de Luan Aversa

Edu e a Batata Batuta, uma amizade sen igual
Edu e a Batata Batuta, uma amizade sem fim

O que pode nascer de uma ida à feira e uma pitada generosa de imaginação?

Para o escritor piracicabano Luan Cristiano Aversa, ou simplesmente “Lulis” para os amigos, o resultado é uma amizade inusitada que promete encantar os pequenos leitores.

Unindo-se ao talento da ilustradora Elisa Bezerra, Luan lança o livro infantil “Edu e a Batata Batuta: Uma amizade sem igual!”.

Uma Inspiração que Brotou da Infância

Luan Cristiano Aversa
Luan Aversa

A história do pequeno Edu não surgiu do nada.

Luan buscou em suas próprias lembranças o “protótipo” de sua criação: uma batata de verdade, com braços e pernas de palitos de sorvete, que observava os alunos do alto do armário das tias Lila e Lú, em seu jardim de infância.

Essa “Batata Batuta” real, que um dia habitou o imaginário de uma criança em Piracicaba, ganha agora vida eterna nas páginas da literatura, transformando-se no símbolo do bem mais precioso que cultivamos na infância: a capacidade de fazer amigos onde menos se espera.

Do Poeta ao Autor Infantil

Luan, que já havia explorado as vivências da juventude e as paisagens de sua terra natal na antologia poética “Tapete de Capim no Asfalto” (2012/2013), agora faz sua estreia no universo infantil.

Aos 28 anos, o autor demonstra versatilidade ao transitar da densidade poética para a leveza de um enredo que celebra a simplicidade.

O Enredo: Mais que uma Ida à Feira

Na obra, acompanhamos Edu, um menino que ama o ritual de ir à feira com a mãe.

No entanto, uma edição especial desse passeio reserva um encontro inesperado.

A sinopse nos instiga: “Edu, de onde brotou essa amizade?!”.

A resposta reside na beleza do olhar infantil, que enxerga valor e companheirismo onde os adultos veem apenas o cotidiano.

REDES SOCIAIS DO AUTOR

EDU E A BATATA BATUTA: UMA AMIZADE SEM IGUAL

SINOPSE

Edu, de onde brotou essa amizade?!

Edu é um menino que se encanta em ir à feira com sua mãe.

Quando chega o dia, ele mal pode esperar para irem logo.

O que Edu não contava é que, nessa ida à feira, em especial, faria uma amizade, sem igual, que marcaria sua infância da melhor forma possível.

Edu trouxe consigo o bem mais valioso que aprendemos a cultivar em nossa tenra idade: a amizade.

Assista a resenha do canal @oqueli no YouTube

OBRAS DO AUTOR

Tapete de Capim no Asfalto
Tapete de Ca0im no Asfalto

Edu e a Batata Batuta: uma amizade sem igual
Edu e a Batata Batuta…

ONDE ENCONTRAR


Página Inicial

Resenhas da colunista Lee Oliveira