A Última Vez

A ÚLTIMA VEZ
Da prosa à poesia: Virgínia Azevedo lança seu primeiro livro de poemas

Capa do livro 'A Última Vez', de Virgínia Azevedo
Capa do livro ‘A Última Vez’, de Virgínia Azevedo

A trajetória literária da tatuiense Virgínia Azevedo começou em 2021, quando passou a publicar poemas em suas redes sociais. Desde então, a escrita ganhou espaço cada vez mais significativo em sua vida, levando-a da poesia ao romance e, agora, de volta aos versos, com o lançamento de A última vez, seu primeiro livro de poemas.

Professora da rede municipal de ensino de Tatuí (SP), licenciada em Ciências Biológicas pela Universidade de Brasília (UnB) e pós-graduada na área de educação, Virgínia estreou na literatura em 2022, com o romance O Perfume das Sombras: A história do maior amor do mundo. Inicialmente publicado em formato e-book, o livro teve boa recepção do público e, no ano seguinte, ganhou edição impressa pela Opera Editorial.

Também em 2023, lançou A luz em seus olhos, igualmente publicado primeiro em e-book e posteriormente em edição impressa. A obra foi apresentada ao público em noite de autógrafos realizada no Museu Histórico Paulo Setúbal, em Tatuí.

A consolidação de sua trajetória literária também se manifesta em sua participação em eventos e projetos voltados à literatura. Virgínia participou da Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP), pela Casa Opera, em 2023 e 2025. Em 2024, foi convidada a apresentar seus poemas no projeto Devir, Poesia e Prosa e participou do 1º e do 3º Encontro de Escritores Tatuianos. No mesmo ano, desenvolveu um sarau literário com alunos do 9º ano da EMEF “Prof. Alan Alves de Araújo”.

Sua atuação na área da literatura estende-se também ao incentivo à escrita e à formação de novos leitores e autores. Em 2025, ministrou uma palestra sobre escrita na Escola Estadual “Prof. Lienette Avalone Ribeiro”.

Em 2026, Virgínia Azevedo dá um novo passo em sua trajetória com A última vez, seu primeiro livro de poemas. O lançamento, realizado em noite de autógrafos no Museu da Imagem e do Som de Tatuí, reuniu expressivo público e marcou uma nova etapa de sua produção literária.

Da publicação de poemas nas redes sociais à participação em importantes encontros literários e à publicação de romances e poesia, Virgínia Azevedo vem construindo, passo a passo, uma trajetória que aproxima literatura, educação e formação de leitores — e que encontra, em A última vez, uma nova forma de expressão.

A Última Vez (2026)

SINOPSE: O que permanece depois da última vez? Neste livro, Virgínia Azevedo reúne poemas que conduzem o leitor a sentimentos intensos e universais, como amor, solidão, vazio e saudade, transformando emoções profundas em versos delicados e intensos.

“Há dores que doem mais por serem eternas.”

Serviço

Autora: Virgínia Azevedo

Editora: Ópera Editorial

ISBN: 978-65-5175-117-2

Número de páginas: 69

Preço: R$44,80

Venda: Saite da Opera Editorial (https://operaeditorial.com.br/produto/a-ultima-vez/)

Outras Obras de Virgínia Azevedo

O Perfume das Sombras: a história do maior amor do mundo (2023)

SINOPSE: Dois grandes amores, separados pela intolerância e pelo tempo, desafiam perseguições, perdas e impossibilidades.

Em linguagem poética, Virgínia Azevedo constrói uma narrativa intensa sobre sentimentos capazes de ultrapassar o tempo e o próprio limite da existência.

Serviço

Autora: Virgínia Azevedo

Editora: Ópera Editorial

ISBN: 978-65-6081-010-5

Número de páginas: 151

Preço: R$55,00

Venda: Saite da Opera Editorial (https://operaeditorial.com.br/produto/o-perfume-das-sombras-a-historia-do-maior-amor-do-mundo/)

A luz em seus olhos (2024)

SINOPSE: Armand, um vampiro, reencontra dois séculos depois Carolina, sua esposa desaparecida, agora vivendo como bibliotecária e sem qualquer lembrança de seu passado.

Ao tentar reconquistá-la, ele cria uma fundação para aproximar-se dela. Entre mistérios, romance e identidades transformadas, o casal revive uma história de amor marcada pelo sobrenatural.

Serviço

Autora: Virgínia Azevedo

Editora: Ópera Editorial

ISBN: 978-6-6081-125-6

Número de páginas: 67

Preço: R$55,00

Venda: Saite da Opera Editorial (https://operaeditorial.com.br/produto/a-luz-em-seus-olhos/)

Capa do livro 'O Perfume das Sombras - A História do Maior Amor do Mundo'
Capa do livro ‘O Perfume das Sombras – A História do Maior Amor do Mundo’

Capa do livro 'A luz em seus Olhos - Duas Vidas, um Amor'
Capa do livro ‘A luz em seus Olhos – Duas Vidas, um Amor’

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Da mente inquieta ao apocalipse no papel

Adalberto Neto e a Arte de Dar Vida ao Caos em Red Stone City

Adalberto Neto

Há quem acredite que a imaginação tem prazo de validade ou que a literatura exige diplomas para acontecer.

O escritor paulistano Adalberto Pereira de Lima Neto, de 59 anos, provou o contrário: a verdadeira literatura nasce do olhar curioso sobre o mundo e da coragem de transformar visões em palavras.

Hoje aposentado e residente em Belford Roxo (RJ), Adalberto decidiu que nunca é tarde para dar voz à sua mente inquieta, presenteando os amantes de distopias com um dos universos mais instigantes e viscerais da ficção contemporânea.

A paixão por criar mundos não surgiu da noite para o dia.

Desde a infância, Adalberto já exercitava o dom de narrar.

Ao olhar para os aviões que cruzavam o céu, ele não via apenas máquinas, mas centenas de vidas fictícias: inventava de onde vinham, para onde iam e quais segredos carregavam.

Alimentado por influências de peso como Stephen King, André Vianco, Alexandre Callari e Manel Loureiro (autor da Trilogia Apocalipse Z), o autor desenvolveu uma escrita marcante, capaz de transmitir sentimentos reais e cruéis em meio a cenários de extrema tensão.

Uma Cidade como Organismo Vivo: O Nascimento de uma Saga

O ponto de virada para a criação do seu universo literário veio de um estalo poético e perturbador: e se uma cidade não fosse apenas tijolos e concreto, mas um organismo vivo que pulsa, reage e sangra?

Foi a partir dessa premissa que nasceu a atmosfera sufocante e magnética da série Red Stone City, uma jornada épica composta por quatro obras que se complementam e arrastam o leitor para o centro do colapso:

• ‘Sangue e Poeira’: O pontapé inicial que estabelece o ritmo ágil e impiedoso da narrativa, apresentando quatro histórias que se entrelaçam dentro de um organismo urbano doente onde ninguém está realmente seguro.

• ‘Sangue e Dor’: Uma imersão profunda, sombria e psicológica no sofrimento humano, onde cada conto é um mergulho em um pesadelo particular: do erro que não pode ser desfeito ao horror que espreita em cada esquina.

• ‘O Diário’: A obra que funciona como um vislumbre intimista e doloroso do caos, resgatando os registros desesperados de uma mãe tentando proteger sua família no auge do colapso da cidade.

• ‘Sangue e Ruínas’: O ápice épico e avassalador que encerra a saga (será?), amarrando os destinos com maestria, poeira, desespero e a eterna busca pela redenção.

Sentimentos Reais em Situações Extremas

O grande trunfo de Adalberto Neto não está apenas no suspense de dar “frio na barriga” ou nas reviravoltas de tirar o fôlego, mas na humanidade que ele injeta em cada página.

Seus personagens não são heróis inabaláveis; são seres humanos falhos, assustados e movidos pelo amor, pelo medo e pela busca incansável pela sobrevivência.

Adalberto prova que a imaginação guardada por tantos anos não estragou com o tempo, pelo contrário, maturou como um bom vinho.

Ao transformar uma cidade em um personagem vivo, o autor não construiu apenas uma distopia marcante; construiu uma ponte direta com o coração de leitores que buscam emoções brutais e verdadeiras.

Uma saga imperdível para quem ama ficção científica, suspense e o poder transformador da boa literatura nacional.

Super recomendo!

REDE SOCIAL DO AUTOR

SANGUE E DOR

SINOPSE

Em Red Stone, algumas estradas não aparecem nos mapas.

No meio de noites frias, rodovias desertas e cidades esquecidas, pessoas comuns começam a cruzar caminhos com algo impossível de explicar.

Um médico cansado tentando voltar para casa. Um homem fugindo da própria culpa. Viajantes que entram em postos abandonados, estradas silenciosas e construções que parecem existir fora do tempo.

Todos chegam a Red Stone carregando dores, arrependimentos e segredos que nunca conseguiram deixar para trás.

Mas a cidade percebe.

Entre desaparecimentos misteriosos, vozes na escuridão e lugares que desafiam a realidade, Red Stone revela um horror que vai muito além do sobrenatural: o confronto inevitável com aquilo que cada pessoa tenta esconder dentro de si.

Sombrio, atmosférico e perturbador, Red Stone é uma coletânea de terror psicológico onde cada conto se conecta por estradas que parecem vivas — e que sempre levam exatamente onde dói.

SANGUE E POEIRA

SINOPSE

Bem-vindo a uma cidade que respira, observa… e tem fome.

Por trás da fachada perfeita de Red Stone City, com seus desfiles patrióticos e famílias poderosas, esconde-se uma verdade brutal: cada sorriso esconde uma sombra, e as histórias bonitas são feitas de mentiras de sangue.

Neste primeiro volume da antologia de terror urbano e mitologia sombria, você caminhará por ruas onde ninguém está realmente sozinho. Prepare-se para encontrar:

Verdades Perigosas: Jornalistas obstinados que ousam cavar os segredos mais profundos da cidade e pagam o preço por isso.

O Vazio: Pessoas comuns que, de repente, despertam em mundos completamente desertos e aterrorizantes.

Predadores da Noite: Criaturas elegantes que caçam sob o manto da escuridão, seguindo seus próprios códigos de honra e uma sede insaciável de sangue.

Aqui, o perigo não está no que você vê.

Está no que está olhando para você enquanto você caminha sozinho à noite.

Entre neste universo.

Descubra os segredos de Red Stone City.

Se tiver coragem.

O DIÁRIO

SINOPSE

Ela começou a escrever para registrar a infância do filho.

Os primeiros passos. Os aniversários. As pequenas alegrias de uma vida simples ao lado da família que amava.

Então vieram os rumores.

Uma doença misteriosa.

Notícias contraditórias.

Medo.

E, aos poucos, o mundo começou a mudar.

O Diário acompanha os últimos registros de uma mãe comum diante do colapso da sociedade. Enquanto as ruas se tornam cada vez mais perigosas e a esperança desaparece, ela luta para proteger o marido e o pequeno Lucas de uma ameaça que ninguém compreende completamente.

Narrado em forma de diário, este é um relato íntimo sobre amor, perda, medo e sobrevivência. Uma história que não fala sobre heróis, soldados ou grandes líderes.

Fala sobre pessoas comuns.

Pessoas que tinham sonhos.

Pessoas que tinham famílias.

Pessoas que foram deixadas para trás.

Ambientado no universo R.S.C. — Red Stone City, este livro revela os acontecimentos que antecederam a queda do mundo conhecido e os eventos que dariam origem ao livro Sangue e Ruínas.

Abra estas páginas por sua conta e risco.

Pois em Red Stone, não garantimos finais felizes.

SANGUE E RUINAS

SINOPSE

Quando o apocalipse zumbi transforma a cidade em um território dominado pelos mortos-vivos, João se vê preso em um dos prédios do condomínio onde sempre viveu.

Cercado por ameaças do lado de fora e com recursos cada vez mais escassos, ele faz o possível para manter a si mesmo e sua mãe em segurança.

No entanto, sua maior preocupação não são os zumbis. Sua mãe sofre de Alzheimer e, embora ainda o reconheça, a doença avança de forma imprevisível.

A cada dia, João convive com o medo de que chegue o momento em que ela olhe para ele e não veja mais o filho que sempre amou.

Enquanto luta para protegê-la de um mundo em ruínas, ele também tenta preservar as lembranças que ainda os mantêm unidos.

Entre a ameaça constante dos mortos-vivos e a cruel progressão da doença, João enfrenta uma batalha silenciosa e dolorosa: salvar sua mãe de um perigo que pode ser combatido é difícil, mas impedir que ela o esqueça pode ser impossível.

Em um mundo onde a humanidade está desaparecendo, seu maior desafio é não perder o último vínculo que dá sentido à sua sobrevivência.

OBRAS DO AUTOR

Sangue e poeira
Sangue e Poeira

Sangue e Dor
Sangue e Dor

O Diário
O Diário

Sangue e Ruínas
Sangue e Ruinas

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A Dama de Negro do Chiado

Mônica Henriques encanta com a escrita acolhedora de “A Dama de Negro do Chiado e Outros Contos”

Capa do livro "A dama de negro do Chiado e outros contos" de Mônica Henriques. A imagem ilustra uma cena de rua noturna em Lisboa, com a silhueta de uma mulher em um longo vestido preto e uma criança à frente, caminhando em direção a uma igreja histórica.
Capa do livro A dama de negro do Chiado. de Mônica Henriques

Sabe aqueles livros que parecem nos convidar para sentar com uma boa xícara de café e passar horas a fio ouvindo histórias fascinantes de um amigo?

É exatamente esta a deliciosa sensação ao folhear as páginas de “A dama de negro do Chiado e outros contos”, o mais recente lançamento da talentosa escritora e advogada carioca Mônica Henriques, publicado pela Editora Patuá.

Com uma trajetória literária já consolidada, que inclui um thriller sobrenatural “O Julgamento” (Caravana, 2022) e diversas premiações em contos e crônicas, Mônica nos presenteia agora com uma coletânea vibrante, fruto de gestação afetiva e muita observação do cotidiano.

Escrever estes contos, segundo a própria autora, foi um refúgio, um remédio e uma opção de sanidade durante dias incertos da pandemia, além do resultado de suas imersões em cursos de escrita e inspirações que surgiram no piscar de olhos do dia a dia.

Uma jornada eclética por mundos, tempos e emoções

O grande charme de Mônica Henriques está na sua capacidade de brincar com o tempo.

Em “A dama de negro do Chiado”, passado, presente e futuro se entrelaçam com maestria em dez contos que transitam com elegância pela ficção científica, pelo suspense, pelo realismo mágico, pela fantasia e pela ficção histórica.

A inspiração da autora nasce dos detalhes mais poéticos da vida real: a ideia para o conto “O Senhor do Tempo”, por exemplo, surgiu quando seu marido lhe mostrou uma fotografia com o número do fotógrafo carimbado no verso.

Em um estalo criativo, a autora transformou o achado doméstico em literatura pura, antes que a ideia se evaporasse e se juntasse às nuvens no céu.

O ecletismo do livro reflete a alma da própria autora, que ama ler e escrever sobre de tudo um pouco.

Misterioso e instigante: Em “Assassinato no sarau” (finalista do V Prêmio ABERST), viajamos a 1914 para desvendar um crime, enquanto o conto que dá título ao livro nos envolve numa atmosfera enigmática e inesquecível.

Humano e reflexivo: Contos como “O manuscrito”, “O legislador” e “Rebeca – A nova geração” abordam questões humanísticas profundas e atuais, incluindo discussões sobre inteligência artificial.

Imersivo e lírico: Em “A Livraria Mágica da Rua do Ouvidor”, somos transportados para outras culturas, enquanto “O morcego da biblioteca de Coimbra” nos apresenta um morcego erudito em busca de seu descanso eterno.

Rico em pesquisa histórica: O denso e emocionante “Últimos dias de Tomás no Brasil”, nos leva ao cárcere da Ilha das Cobras em 1789. Para construir uma narrativa verossímil sobre a Inconfidência Mineira, a autora mergulhou na leitura do Autos da devassa e documentos de época.

Um convite irrecusável à arte e à imaginação

Como leitora, foi impossível não me apaixonar pela escrita envolvente, fluida e profundamente acolhedora de Mônica.

Suas histórias nos levam como em um redemoinho em espiral, provocando nostalgia, inquietação e encanto a cada virada de página.

Mais do que uma simples coletânea de contos, a obra é um lembrete poético de que, ao abrirmos a mente e o coração para o imponderável e permitirmos a arte em nossas vidas, conseguimos resistir como humanos através do tempo.

Um livro plural, fascinante, feito com carinho que transborda em cada linha. Super recomendo!

Venha você também se encantar com o universo único de Mônica Henriques.

Redes sociais da autora

A DAMA DE NEGRO DO CHIADO

RESENHA

Esse livro irá nos levar, como em um redemoinho em espiral infinita e reversa, através dos tempos, em contos que vão da fantasia à ficção científica, passando pela ficção histórica e o realismo mágico.

Nos deixará inquietos ao tratar questões humanísticas em “O manuscrito”, “O legislador” e “Rebeca – a nova geração”.

Nos envolverá em nostalgia em “O Senhor do Tempo” e “O Orbe Encantado”.

Seremos convidados a uma experiência imersiva em outros mundos e culturas ao adentrarmos “A livraria mágica da Rua do Ouvidor”.

Nos levará a desvendar um crime cometido em 1914, em “Assassinato no sarau”, e nos deixará intrigados com o mistério que move “A dama de negro do Chiado”.

Conheceremos um morcego erudito que anseia pelo descanso eterno no conto “O morcego da biblioteca de Coimbra”.

Depois, espiaremos um cárcere na Ilha das Cobras, em 1789, onde versos parnasianos foram escritos em suas paredes, e sofreremos junto ao condenado no decorrer de “Os últimos dias de Tomás no Brasil”. 

 A autora, nessa dinâmica que instiga passado, presente e futuro, nos convida a abrir a mente e o coração para o imponderável, fazendo-nos perceber que, ao permitirmos a arte em nossas vidas, resistiremos como humanos através do tempo.

Assista a resenha do canal @o.que.li no YouTube.

OBRAS DA AUTORA

O julgamento
O julgamento

A dama de negro do Chiado
A dama de negro do Chiado

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Palavras que curam ou adoecem

A Estreia Literária de Edelweiss Assis

Palavras que curam ou adoecem
Palavras que curam ou adoecem

O panorama literário nacional ganha um capítulo luminoso com a chegada da escritora Edelweiss Nascimento Assis Ribeiro de Souza.

Em sua estreia no universo dos livros, a autora traz uma bagagem que une a sensibilidade das memórias de infância à profundidade de uma sólida trajetória acadêmica.

Edelweiss Assis
Edelweiss Assis

Nascida no Rio de Janeiro, Edelweiss construiu seu amor pelas palavras nos almoços de domingo na casa dos avós maternos, o comendador Denizard’Leon e Magnólia.

Ali, entre música e conversas sobre ciência e o invisível, ela descobriu que a palavra é afeto e presença.

Na outra ponta de suas raízes, na fazenda mineira dos avós paternos, Vicente e Judith, ela aprendeu o valor do silêncio e o encanto dos causos ao pé do fogão.

Essa união entre a mente curiosa e a sabedoria da terra moldou uma profissional plural: formada em Comunicação Social, especialista em Arteterapia, Naturopatia e Psicanálise, mestre em Hipnose pela Espanha e doutoranda em Psicologia na Argentina.

Toda essa dedicação busca responder a uma pergunta que a acompanha desde menina: “Para onde vão as palavras?”.

Hoje, a autora compreende que o destino final de cada letra é o corpo, o nosso e o do outro.

Após anos dedicados à escrita acadêmica, Edelweiss faz sua transição para a literatura trazendo uma escrita acolhedora, humana e profundamente profissional.

Seu fazer literário é, como ela mesma define, um modo delicado de continuar tocando o piano invisível que ressoava nos domingos de sua infância, transformando palavras em pontes vivas de cura e conexão.

REDES SOCIAIS DA AUTORA

PALAVRAS QUE CURAM OU ADOECEM

SINOPSE

Mais do que sons ou traços no papel, as palavras são sementes.

Algumas florescem como acolhimento, pertencimento e cuidado; outras, silenciosas e invisíveis, conseguem se fixar como dores emocionais persistentes, influenciando pensamentos, sentimentos, vínculos e a forma como cada pessoa se relaciona consigo e com o mundo.

A partir de uma trajetória que integra comunicação, psicanálise, arteterapia, naturopatia, hipnose e psicologia, a autora tece reflexões sobre o poder construtivo ou feridor da linguagem que habita cada sujeito.

Revela como falas aparentemente inofensivas acabam porcristalizar crenças limitantes e favorecer sofrimentos emocionais, ao mesmo tempo em que a ressignificação das palavras permite converter dor emocional em potência, silêncio em escuta e ruptura em reconexão.

Este livro é um convite delicado e corajoso para revisitar as palavras recebidas, repetidas e internalizadas ao longo da vida e para reconhecer que, muitas vezes, o cuidado emocional começa no verbo.

OBRA DA AUTORA

Palavras que curam ou adoecem
Palavras que curam ou adoecem

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Além do espelho: Como Deus nos vê!

A jornada de fé e escuta que deu origem ao novo livro do pastor e psicanalista Cleiton Santos

Além do espelho: Como Deus nos vê. 
Cleiton Santos
Além do Espelho: Como Deus nos vê!

Unindo teologia, psicanálise e uma experiência pessoal marcante em sala de aula, o autor lança obra focada na cura interior e na transformação de relacionamentos.

Olhar-se no espelho e não gostar do que vê é uma experiência humana universal.

Muitas vezes, esse reflexo insatisfatório não está no vidro, mas no interior, uma coleção de falhas, erros e cobranças que carregamos ao longo da vida.

Cleiton Santos
Cleiton Santos

É justamente nesse ponto sensível que o pastor, psicanalista e escritor Cleiton Santos, de 55 anos, ancora sua nova obra literária: “Além do espelho: Como Deus nos vê”.

Casado, pai de dois filhos e servidor público aposentado, Cleiton construiu uma trajetória inteiramente dedicada ao cuidado com o próximo.

Unindo sua formação teológica à escuta sensível da psicanálise, ele atua há anos no aconselhamento de indivíduos e casais, ajudando-os a restaurar vínculos e a encontrar equilíbrio emocional e espiritual.

Agora, essa rica bagagem prática ganha as páginas de um livreto que promete ser um bálsamo para os dias atuais.

O choro em sala de aula e o nascimento de um propósito

A história por trás da obra, no entanto, não começou agora.

Ela teve início há mais de duas décadas, em 2002, durante uma manhã de sábado que o autor lembra com precisão.

Na época, cursando o segundo ano de Teologia, Cleiton viveu um momento de profunda crise pessoal.

“Eu me desmanchava em choro sobre a minha mesa dizendo para mim mesmo que iria ‘desistir’”, relembra o autor

Foi naquele instante de extrema vulnerabilidade que ele relata ter recebido uma direção espiritual que mudaria seu destino.

O tema do livro nasceu ali, como uma resposta imediata à sua dor.

“Comecei a escrever algumas palavras e, quando me dei conta, já tinha várias linhas e páginas escritas. Este livreto nasceu primeiro no coração de Deus para hoje abençoar outras vidas”, pontua.

Um convite para enxergar a essência, não o erro

Em um mundo hiper conectado, ditado por padrões estéticos e cobranças implacáveis de redes sociais, “Além do espelho: Como Deus nos vê!” surge como um contraponto necessário.

Segundo o autor, a sociedade contemporânea nos treina para acreditar que Deus nos enxerga com a mesma distância e decepção com que muitas vezes olhamos para nós mesmos.

O livro desconstrói essa visão.

Com uma linguagem simples, acolhedora e livre de julgamentos ou termos técnicos complexos, Cleiton propõe um diálogo direto com o leitor.

A obra não ignora as falhas humanas, mas convida a entender que o olhar divino não começa no erro, mas sim na essência de cada indivíduo.

Para o autor, o impacto dessa mudança de perspectiva é prático e profundo: “A forma como você acredita que Deus te vê muda completamente a forma como você vive”.

Mais do que uma leitura rápida, “Além do espelho: Como Deus nos vê” se apresenta como um convite delicado para o leitor silenciar as próprias acusações e se reconciliar com a própria identidade.

Uma leitura essencial para quem busca cura interior, crescimento emocional e um reencontro com a fé.

REDE SOCIAL DO AUTOR

ALÉM DO ESPELHO: COMO DEUS NOS VÊ!

SINOPSE

Além do Espelho: Como Deus nos vê

Em um mundo onde somos constantemente pressionados a corresponder a padrões externos, Além do Espelho: Como Deus nos vê, de Cleiton Santos, surge como um convite profundo à reflexão e à cura interior.

O livreto conduz o leitor por uma jornada de autoconhecimento à luz da fé, confrontando as distorções que muitas vezes carregamos sobre nossa própria identidade.

Através de uma linguagem simples, direta e sensível, o autor revela uma verdade poderosa: não somos definidos pelas nossas falhas, traumas ou pela forma como nos vemos no espelho, mas sim pela maneira como Deus nos enxerga.

Com base em princípios bíblicos, a obra traz conforto, restauração e esperança, ajudando o leitor a compreender seu verdadeiro valor e propósito.

Cada página é um lembrete de que há graça, amor e uma nova perspectiva disponível para aqueles que estão dispostos a olhar além das aparências.

Mais do que uma leitura, este livreto é uma experiência espiritual, um chamado para abandonar velhas crenças e abraçar uma identidade firmada no olhar de Deus.

Assista a resenha do canal @oqueli no YouTube

OBRA DO AUTOR

Além do espelho- Como Deus nos vê!
Além do esoelho: Como Deus nos vê!!

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Cidadania do amor

Conheça Elias Farias, o escritor que transformou seu amor em um livro

Cidadania do Amor
Cidadania do Amor

Quem disse que o romance saiu de moda?

O escritor e poeta Elias Farias está aí para provar o contrário.

Paranaense de nascimento, mas morador de Limeira, no interior de São Paulo, ele transformou o seu próprio casamento em inspiração literária.

Elias Farias
Elias Farias

Tudo começou de um jeito muito bonito e simples: Elias escrevia poesias românticas para a sua esposa, dona Maria das Dores Farias.

Ele colocava no papel aquele ditado que todo mundo conhece, mas invertido: escrevia exatamente “o que os olhos não veem, mas o coração sente”.

Com o tempo, essas declarações de amor guardadas em casa foram crescendo, e foi aí que surgiu a ideia de juntar tudo e publicar o seu primeiro livro, o emocionante “Cidadania do Amor”.

Sempre escrevendo com o coração e falando sobre os sentimentos mais sinceros, o autor não planeja parar tão cedo.

Para a alegria dos leitores, Elias Farias já avisou que vem muita novidade por aí: em breve, ele vai lançar um livro de romance novinho e, além disso, já está preparando uma história infantil.

Vale a pena acompanhar de perto os próximos passos desse escritor que usa a literatura para espalhar o amor verdadeiro pelo mundo!

REDES SOCIAIS DO AUTOR

CIDADANIA DO AMOR

SINOPSE

Cidadania do Amor nasceu para gritar o que a cidade esconde.
Mostrar que o amor é maior que todas as coisas.
Maior que o prédio que arranha o céu.
Maior que o hospital que não cura o coração.
Maior que a delegacia que não prende a saudade.
Maior que o supermercado que não mata a fome da alma.
Maior que a joalheria vendendo joias que não brilham mais que o corpo da mulher amada.
Mistura conto e poesia para cumprir a missão: te ensinar o amor verdadeiro.
A lei que não está no papel. Está no DNA. Código do coração.
A única que te liberta desta prisão com trancas abertas
E transforma, como um ipê se despindo das folhas para ser flor.
Que prova que quem vive de amor nunca morre.
Porque no fim tudo se acaba.
Mas quem ama permanece para sempre.
Porque o amor suporta todas as coisas e ultrapassa o infinito.
Se você já entendeu que ter a cidade toda não vale nada sem ter a si mesmo, sua cidadania está pronta.
amor é maior. E te espera na página 1.
Neste livro você vai aprender:

  1. A sair da cela com trancas abertas onde ego ferido e coração partido te prendem.
  2. A lei do DNA: o amor verdadeiro que não está no código penal, mas cura o que a cidade adoece.
  3. Como virar ipê: perder todas as folhas da dor e florescer em amor que nunca morre

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OBRA DO AUTOR

Cidadania do Amor
CIDADANIA DO AMOR

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Entre vidas – A dualidade do ator e personagem

Livro de Júnior Mosko explora os desafios da relação entre ator e personagem

Capa do livro 'Entre Vidas - A Dualidade do Ator e Personagem
Capa do livro ‘Entre Vidas – A Dualidade do Ator e Personagem

‘Entre Vidas – Dualidade do Ator e Personagem’ propõe reflexão sobre identidade, interpretação e saúde emocional no universo das artes cênicas

A complexa relação entre o ator e os personagens que interpreta é o tema central do livro Entre Vidas – Dualidade do Ator e Personagem, obra escrita por Júnior Mosko. O livro convida leitores, artistas e admiradores das artes cênicas a refletirem sobre os limites entre a identidade pessoal e a representação artística, abordando questões emocionais, psicológicas e humanas presentes no processo de atuação.

Dividida em 12 capítulos, a publicação percorre temas como a construção da persona, os desafios do distanciamento emocional após interpretações intensas, a influência das experiências pessoais na composição de personagens e o impacto da imersão profunda exigida por determinados papéis.

Logo na apresentação, o autor adota um tom próximo e acolhedor, conduzindo o leitor por uma jornada de autoconhecimento e descoberta. Em vez de oferecer fórmulas prontas, Mosko propõe questionamentos sobre a maneira como as pessoas assumem diferentes papéis ao longo da vida, estabelecendo paralelos entre a experiência cotidiana e o trabalho dos atores.

Entre os assuntos abordados estão a empatia como ferramenta de interpretação, os benefícios e riscos da imersão emocional, métodos de desconexão após o trabalho artístico e a forma como o público percebe a transformação dos artistas em cena. O livro também dedica espaço a exercícios de autoconhecimento e estratégias para evitar a confusão de identidade entre ator e personagem.

A obra destaca que a atuação vai além da simples representação. Segundo a proposta do autor, cada personagem carrega traços do intérprete, ao mesmo tempo em que pode deixar marcas profundas em quem o vive. Essa troca constante cria um processo de transformação que pode ser enriquecedor, mas também desafiador.

Ao abordar aspectos psicológicos e emocionais da profissão, Entre Vidas – Dualidade do Ator e Personagem surge como uma leitura relevante para estudantes de teatro, profissionais das artes, pesquisadores e leitores interessados nos mecanismos que conectam identidade, emoção e expressão artística.

Mais do que um estudo sobre atuação, o livro apresenta uma reflexão sobre a própria condição humana, mostrando que todos, em diferentes momentos da vida, transitam entre papéis, máscaras e versões de si mesmos.

Ficha da obra

Título: Entre Vidas – Dualidade do Ator e Personagem

Autor: Júnior Mosko

Gênero: Reflexão sobre artes cênicas, psicologia da atuação e desenvolvimento humano

Temas centrais: identidade, interpretação, empatia, imersão emocional e autoconhecimento.

Fonte: Editora News – quinta-feira, junho 11, 2026

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