Clarões amorosos

Rita Odeh: Pensamentos ‘Clarões amorosos’

Rita Odeh
Rita Odeh
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1.
Quando juraste tornar-te a minha voz e o meu eco,
Por que é que andorinhas voaram do meu peito e o horizonte se expandiu?!
​2.
​Uma mulher basta?
= Tu és todas as mulheres numa só, por isso bastas.
​3.
O amor é como a vida, como a morte; só acontece uma vez.
​4.
Timing Amoroso
​Que horas são agora?
​São nove e… amo-te.
​5.
Espantoso! A seta que atravessou o meu coração não o fez sangrar; antes, encheu-o de amor!
​6.
Terás chegado no momento em que os meus olhos se pintaram de kohl à tua vista,
Ou estavas lá antes mesmo de o sonho nascer?!
​7.
Tudo começa como uma semente e depois cresce, exceto o nosso sonho. Chegou com o tamanho do Sol.
​8.
Somos iguais: como se fôssemos duas metades do mesmo pão.
​9.
Vou arrancar-te do teu inferno para o meu paraíso, onde não há ninguém além de: eu, tu e uma profecia.
​10.
Abraça-me, como um poeta abraça o verso final contra o seu peito.
​11.
Eles viram-me como uma mulher bonita e passaram. Tu viste-me como vinho e… embriagaste-te.
​13.
Assim como a primavera chega e percebemos que todas as estações eram apenas um prelúdio para a sua vinda, o homem do sonho chegou, e percebi que tudo o que vivi na vida era apenas um prelúdio para ele.
​14.
Maquilho os meus olhos com kohl para que as outras mulheres te possam ver neles em todo o teu esplendor, e me invejem por ti.
​15.
Por princípio, detesto a posse. Mas quando me chamas: “Minha Rita”, oh, como eu adoro!
​16.
As nossas almas não se uniram por acaso. Isto é uma questão vinda do meu Senhor.
​17.
Eras como a última peça do puzzle; quando te encontrei, tornei-me completa.
​18.
O mais estranho neste amor é que pediste a minha mão a Deus, e os anjos foram testemunhas deste pacto!
​19.
Chamam por ti e eu viro-me. Não serás tu… o meu próprio eu?!
​20.
A diferença entre o meu amado e todos os outros homens é como a diferença entre um ser humano comum e um profeta.

Rita Odeh

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Poetizo, logo vivo – XXXVIII

Pietro Costa: Poetizo, logo vivo – Pensamento XXXVIII

Pietro Costa
Pietro Costa
Imagem criada  por IA da Meta
Imagem criada por IA da Meta

O dogmatismo obsta a evolução do conhecimento.

Pietro Costa

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Luciana Fisher

Entre cicatrizes, poesia e coragem, a mulher que transformou sobrevivência em legado

Sob a Superfície
Sob a superfície

Há pessoas que escrevem para existir.

E há pessoas que existem para escrever, porque a vida, tão intensa e imprevisível, exige delas palavras que salvam, resgatam e iluminam.

Luciana Fisher é desse segundo tipo: uma mulher de 43 anos, brasileira naturalizada americana, que há 26 anos transforma Nova York no cenário onde reinventa a própria história.

Associada em Economia pela BMCC, estudante de Ciências Sociais com concentração em Economia na NYU, Luciana carrega uma mente inquieta e complexa, mas é no coração que tudo começa.

Disléxica desde criança e sobrevivente de um câncer de mama agressivo, ela aprendeu a conviver com desafios que tentaram silenciar sua voz, mas nunca conseguiram.

Luciana Fisher

Quando não está mergulhada nos estudos, ela ocupa palcos que respiram literatura e intensidade: o lendário Nuyorican Poets Café, o Bowery Poetry Club, o tradicional The Lambs Club.

Luciana declama poesia como quem costura feridas, com coragem, vulnerabilidade e uma beleza crua que só quem já caminhou por territórios difíceis consegue traduzir.

Nos intervalos entre uma performance e outra, divide a vida com seus dois companheiros inseparáveis, Stitch e Spidey, seus “caolhotes”, como ela gosta de chamar, e com a rotina de tratamentos mensais contra o câncer.

A doença ainda bate à porta, mas não dita mais as regras. Luciana, sim, escolheu viver com toda a intensidade possível.

“Sob a Superfície”: quando a escrita vira sobrevivência

Sua primeira obra, Sob a Superfície, nasceu como um gesto urgente, a necessidade de processar a vida, de deixar um legado, de transformar o medo em arte.

O câncer era agressivo e o futuro incerto.

Guardar seus poemas na gaveta seria quase um desperdício da própria existência.

Então ela fez o oposto: abriu o peito e ofereceu sua verdade ao mundo.

O livro carrega duas causas que acompanham Luciana desde sempre: o câncer de mama e a dislexia.

Publicar não foi apenas um ato criativo, foi um ato político, humano, emocional.

Um sopro de força para quem luta, tropeça, recomeça e insiste em ficar.

Hoje, Sob a Superfície já está disponível na Amazon Kindle, Uiclap e Books.by, com mais lojas entrando no circuito em breve.

As versões em inglês e espanhol também estão chegando, expandindo ainda mais o impacto dessa voz que se recusa a ser limitada por fronteiras.

E o mais bonito? Luciana está só começando.

Ela tem outras três obras em andamento, um novo livro de poesia e dois romances de suspense.

A mulher que quase perdeu a vida agora a multiplica em histórias, versos, personagens e mundos inteiros.

REDE SOCIAL DA AUTORA

SOB A SUPERFÍCIE

SINOPSE

Em Sob a Superfície, Luciana Fisher convida o leitor a uma jornada íntima através do amor, da perda, da identidade e do renascimento.

Com uma honestidade cortante e uma graça lírica, esta coletânea de poemas dá voz às lutas silenciosas que todos enfrentamos, e às verdades que nos conectam.

Os poemas de Luciana exploram temas como o luto, a transformação e o amor em suas múltiplas formas.

Cada texto é um convite à pausa, à reflexão, à busca pela própria história dentro das palavras.

Seja navegando as complexidades dos relacionamentos, lidando com a dor da perda ou redescobrindo quem se é, esses poemas oferecem acolhimento e inspiração para quem procura sentido nos momentos mais vulneráveis da vida.

A voz de Luciana Fisher é autêntica, profunda, empática e ferozmente honesta, com um ritmo que é ao mesmo tempo pessoal e universal.

Entre nesta exploração sincera da experiência humana, e descubra o que vive Sob a Superfície e Por Trás das Linhas.

Assista à resenha do canal @oqueli no YouTube

OBRA DA AUTORA

Sob a Superfície
Sob a superfície

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Resenhas da colunista Lee Oliveira




Dia Nacional da Consciência Negra

Sergio Diniz da Costa

Pensamentos: ‘Dia Nacional da Consciência Negra’

Sergio Diniz
Sergio Diniz
Imagem criada por IA do Grok
Imagem criada por IA do Grok

Mais importante do que a cor da pele é a cor do caráter. E esta cor é o transparente.

A raça negra, em contraste com a raça branca, é apenas como o dia e a noite: de dia, com o sol, externamos a alegria; de noite, com a Lua e as estrelas, sonhamos.

Muitas pessoas têm preconceito de raça, como se a raça branca, ou a negra, ou a amarela, fosse a raça mais pura, a mais perfeita. Isso nos faz lembrar as belíssimas pinturas de Da Vinci, ou de Rafael, em que o visitante de uma galeria de arte destacasse o azul, ou o vermelho, ou o amarelo deste ou daquele quadro, se esquecendo, contudo, que foram todas as cores reunidas que imortalizaram essas obras.

COSTA, Sergio Diniz da. Pensamentos soltos na brisa das tardes. Vol 2. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2014, pp. 15 e 15.

Sergio Diniz da Costa

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Poetizo, logo vivo – XXXVII

Pietro Costa: Pensamento XXXVII

Pietro Costa
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O autoritarismo levanta a voz contra a liberdade individual.

Pietro Costa

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Poetizo, logo vivo – XXXIV a XXXVI

Pietro Costa

Poetizo, logo vivo – Pensamentos XXXIV a XXXVI

Pietro Costa
Pietro Costa
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A poesia abriga todos os mundos possíveis, e os ainda passíveis de serem imaginados.

O sexismo tolhe o potencial da metade da população.

O racismo macula a história com a tinta da intolerância.

Pietro Costa

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Penso, logo vivo – XXXIII

PENSO, LOGO VIVO

Pietro Costa – Pensamento XXXIII

Pietro Costa
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O fundamentalismo asfixia a emancipação do pensamento.

Pietro Costa

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