Ella DominiciImagem criada pelo ChatGPT – https://chatgpt.com/s/m_6a3e7f945fdc819197e4df0f9555eae9
O sublime mora em minha mente, confidente desse instante presente. No tédio exalo o que se cala obra viva, luta e fala contra o caos persistente.
Mergulho no abismo, sem alarde, irmão da música em tom grave. Que beleza há no fim que invade, e à dor, rainha tão suave, minha alma inteira arde.
Nas letras, visões tão passageiras, notas lúgubres, flores estrangeiras. Como Flores do Mal, me tomam, nu, com vaidade anarquista à flor do azul, nesta conquista derradeira.
Vozes que não sei dizer, mas que me fazem compreender. Na partitura da lembrança, ecoam cólera e esperança dor vestida de prazer.
Despeço-me, em fim tardio, do que fui — por desafio. Aceito-me, enfim, na contradição do que pulsa em meu coração: silêncio e bravio estio.
No acorde final que me invade, sou dois: saudade e claridade. O outro de mim — tão real — é pétala branda e madrigal nas marés da eternidade.
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Rita Odeh: Poema ‘Para que a terra descanse um pouco’
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Ó Deus do Universo, Tu prometeste que a injustiça deve inevitavelmente desaparecer… Então, até quando todos estes tormentos, todo este sofrimento? Até quando os pássaros morrerão, abatidos, sobre os muros da esperança? Até quando o nosso céu permanecerá apetrechado com aviões de guerra, e as brasas do ódio… sobre a terra… permanecerão acesas…? Até quando…!? Até quando permaneceremos como borboletas em teias de aranha… presos…? Até quando as crianças chorarão… famintas… nuas… as suas famílias, cadáveres espalhados pelas estradas…?! Que os vermes devoram…? Até quando…!? Até quando as hienas violarão… o sangue dos inocentes… para que eles partam, estrela… por estrela… cintilando no céu? Até quando…!? Ó Deus da Justiça… Tu prometeste: é preciso que um dia o sol dos trabalhadores… dos esmagados… dos oprimidos… dos deslocados… dos miseráveis… se levante. E que seja cortada… a mão daquele que é viciado na destruição… que arruinou e devastou… e devorou a honra… e manchou o sangue. Ó Deus da Paz, Ó Senhor dos Grandes Céus, Ó meu Deus… Ó Misericordioso… Ó Amparo dos fracos… Tu que… dizes a uma coisa… Sê… e ela é, aos mortos, levantai-vos… e eles levantam-se… Diz à ocupação… basta de obscenidades. Diz à ocupação… basta de soberba. Diz às consciências: “Acordai da vergonha do vosso sono. No rio sagrado… lavai-vos.” Ó Deus do Universo, Diz ao vento… para se acalmar um pouco… um pouco… Ó Deus da paz… Ó Deus da verdade… Ó Deus da justiça… Diz… a esta terra… para descansar um pouco… um pouco… antes que……… o julgamento chegue.
José Antonio TorresImagem criada pela IA do Gemini – https://gemini.google.com/app/cd228ad8e8d0b804?utm_source=app_launcher&utm_medium=owned&utm_campaign=base_all
A energia das águas De tão nobres Cataratas, Lavam tristezas e mágoas Que ao coração maltrata.
Denise CanovaImagem criada pala IA do Gemini – Imagem criada pela IA do Gemini – https://gemini.google.com/app/33c1163c67b73957?utm_source=app_launcher&utm_medium=owned&utm_campaign=base_all
Conheça Elias Farias, o escritor que transformou seu amor em um livro
Cidadania do Amor
Quem disse que o romance saiu de moda?
O escritor e poeta Elias Farias está aí para provar o contrário.
Paranaense de nascimento, mas morador de Limeira, no interior de São Paulo, ele transformou o seu próprio casamento em inspiração literária.
Elias Farias
Tudo começou de um jeito muito bonito e simples: Elias escrevia poesias românticas para a sua esposa, dona Maria das Dores Farias.
Ele colocava no papel aquele ditado que todo mundo conhece, mas invertido: escrevia exatamente “o que os olhos não veem, mas o coração sente”.
Com o tempo, essas declarações de amor guardadas em casa foram crescendo, e foi aí que surgiu a ideia de juntar tudo e publicar o seu primeiro livro, o emocionante “Cidadania do Amor”.
Sempre escrevendo com o coração e falando sobre os sentimentos mais sinceros, o autor não planeja parar tão cedo.
Para a alegria dos leitores, Elias Farias já avisou que vem muita novidade por aí: em breve, ele vai lançar um livro de romance novinho e, além disso, já está preparando uma história infantil.
Vale a pena acompanhar de perto os próximos passos desse escritor que usa a literatura para espalhar o amor verdadeiro pelo mundo!
Cidadania do Amor nasceu para gritar o que a cidade esconde. Mostrar que o amor é maior que todas as coisas. Maior que o prédio que arranha o céu. Maior que o hospital que não cura o coração. Maior que a delegacia que não prende a saudade. Maior que o supermercado que não mata a fome da alma. Maior que a joalheria vendendo joias que não brilham mais que o corpo da mulher amada. Mistura conto e poesia para cumprir a missão: te ensinar o amor verdadeiro. A lei que não está no papel. Está no DNA. Código do coração. A única que te liberta desta prisão com trancas abertas E transforma, como um ipê se despindo das folhas para ser flor. Que prova que quem vive de amor nunca morre. Porque no fim tudo se acaba. Mas quem ama permanece para sempre. Porque o amor suporta todas as coisas e ultrapassa o infinito. Se você já entendeu que ter a cidade toda não vale nada sem ter a si mesmo, sua cidadania está pronta. O amor é maior. E te espera na página 1. Neste livro você vai aprender:
A sair da cela com trancas abertas onde ego ferido e coração partido te prendem.
A lei do DNA: o amor verdadeiro que não está no código penal, mas cura o que a cidade adoece.
Como virar ipê: perder todas as folhas da dor e florescer em amor que nunca morre