A versatilidade do autor piracicabano de Luan Aversa
Edu e a Batata Batuta, uma amizade sem fim
O que pode nascer de uma ida à feira e uma pitada generosa de imaginação?
Para o escritor piracicabano Luan Cristiano Aversa, ou simplesmente “Lulis” para os amigos, o resultado é uma amizade inusitada que promete encantar os pequenos leitores.
Unindo-se ao talento da ilustradora Elisa Bezerra, Luan lança o livro infantil “Edu e a Batata Batuta: Uma amizade sem igual!”.
Uma Inspiração que Brotou da Infância
Luan Aversa
A história do pequeno Edu não surgiu do nada.
Luan buscou em suas próprias lembranças o “protótipo” de sua criação: uma batata de verdade, com braços e pernas de palitos de sorvete, que observava os alunos do alto do armário das tias Lila e Lú, em seu jardim de infância.
Essa “Batata Batuta” real, que um dia habitou o imaginário de uma criança em Piracicaba, ganha agora vida eterna nas páginas da literatura, transformando-se no símbolo do bem mais precioso que cultivamos na infância: a capacidade de fazer amigos onde menos se espera.
Do Poeta ao Autor Infantil
Luan, que já havia explorado as vivências da juventude e as paisagens de sua terra natal na antologia poética “Tapete de Capim no Asfalto” (2012/2013), agora faz sua estreia no universo infantil.
Aos 28 anos, o autor demonstra versatilidade ao transitar da densidade poética para a leveza de um enredo que celebra a simplicidade.
O Enredo: Mais que uma Ida à Feira
Na obra, acompanhamos Edu, um menino que ama o ritual de ir à feira com a mãe.
No entanto, uma edição especial desse passeio reserva um encontro inesperado.
A sinopse nos instiga: “Edu, de onde brotou essa amizade?!”.
A resposta reside na beleza do olhar infantil, que enxerga valor e companheirismo onde os adultos veem apenas o cotidiano.
A Poética das Fronteiras Invisíveis em “Todo o Resto é Poesia”
Israel Pinheiro
Existem livros que não apenas se leem, mas que se sentem com aquele “quentinho no coração”.
É assim que descrevo minha experiência com “Todo o Resto é Poesia” (Editora LiteraluX), o novo livro do pernambucano Israel Pinheiro da Silva.
Todo Resto é poesia
Aos 41 anos e em seu quarto livro, Israel nos presenteia com uma obra que é, ao mesmo tempo, um diário de viagem e um manifesto de descoberta mútua.
Inspirado por suas andanças pela Argentina, Israel divide a obra em duas partes fundamentais: Ida e Volta.
É um movimento pendular que celebra a fortuna de descobrir um novo país e, no processo, permitir-se ser descoberto por ele.
O autor utiliza o cotidiano de Buenos Aires como tela para versos que buscam o essencial.
O que mais impressiona em Israel é sua escolha pelo minimalismo.
Em tempos de excessos, ele opta pela economia: versos curtos, precisos, onde o silêncio entre as palavras carrega tanto significado quanto o que está escrito.
Outro recurso estilístico brilhante é o uso do portunhol. Longe de ser um erro, aqui ele surge como uma “língua de ponte”, um território comum construído para que leitores brasileiros e argentinos se encontrem em um abraço literário que ignora as fronteiras geográficas.
Como destaquei em minha resenha em vídeo para o canal @o.que.li, “Todo o Resto é Poesia” é um livro que te faz sorrir do início ao fim.
Ele escancara um amor sublime pela vida, pelas descobertas e pelo “outro”.
É uma leitura obrigatória para quem busca reconexão, consigo mesmo e com a beleza das pequenas coisas.
A Magnitude de um Imortal que traduz o Mundo em Palavras
J.H.Martins
No universo das letras, existem trajetórias que se constroem por décadas no silêncio da alma até explodirem em uma produtividade fenomenal.
J.H. Martins (José Henriques Martins) é a personificação dessa força.
Carioca, com cidadania Portuguesa, casado com a colunista que voz escreve.
Tem 3 filhos: Myriam, Raphael e Hannah, e dois netos incríveis Mariah e Miguel.
Presidente e membro fundador da Academia de Letras de Indaiatuba (ALI), ocupante da Cadeira nº 1, tendo como Patrono Machado de Assis.
Membro vital do Conselho Editorial do Jornal ROL, Martins não apenas ocupa espaços; ele os transforma.
Em apenas quatro anos de carreira editorial, consolidou um legado que o coloca como uma das figuras mais premiadas e essenciais da literatura contemporânea.
O Pilar do Jornal ROL e a Visão Tecnológica
Antes de mergulharmos em sua vasta bibliografia, é preciso destacar o papel de J.H. Martins nos bastidores da cultura.
Além de sua sensibilidade literária, ele exerce uma função estratégica como Editor Setorial de TI, unindo sua expertise de Engenheiro de Software à comunicação jornalística.
No Conselho Editorial do ROL, sua voz ajuda a nortear os rumos deste veículo que há 31 anos é baluarte das artes no Brasil.
Sua atuação é a síntese perfeita do homem renascentista: aquele que domina a ciência exata e a arte profunda.
Uma Bibliografia de Impacto: A Jornada de um Autor Prolífico
A produção de J.H. Martins é um mosaico de experiências vividas em três continentes.
Abaixo, percorremos sua bibliografia solo, onde cada obra é um capítulo de sua própria metamorfose:
Nath: A Jornada do Despertar (Vol. 1): O marco inicial de sua carreira pública em 2022. *
Fragmentos, Pedaços de mim: Poesia, pensamento, desabafo, amor, esperança e tudo o que há em um coração cheio de sentimentos.
Poemas de Mim Mesmo: Um mergulho introspectivo e revelador.
P.E.R.D.O.A.R. O Caminho para a Evolução Espiritual: Um guia leve e inspirador sobre evolução espiritual, autoconhecimento e transformação pessoal.
CNV. Comunicação não violenta: Um guia prático de Comunicação Não Violenta que ensina a expressar-se com empatia, escutar com clareza e transformar conflitos em diálogos construtivos.
Emergência. Onde o tempo não passa (Baseado em Fatos Reais): Onde o realismo e a urgência da vida se encontram.
Aspergir Versos: Sua voz lírica em forma de poesia
O que li este ano: Planner literário para auxiliar a organizar leituras e opiniões sobre leituras.
Leve, Livre e Solta. A sensualidade em poesia e prosa: Uma celebração da sensualidade madura, unindo poesia e prosa para exaltar o desejo, o respeito e a liberdade após os cinquenta.
Libélula da Esperança: A sensibilidade que acolhe o leitor em momentos de reflexão.
Névoa Fatal: O thriller psicológico que o consagrou como Best Seller e mestre do suspense.
Prompt – A Arte de Pensar para a IA: Sua obra mais vanguardista, onde apresenta o inovador método PODCE, unindo tecnologia e escrita.
Também tendo participações em importantes antologias e coletâneas, sendo 20 obras até o momento.
A Consagração Internacional e o Legado de um Imortal
O reconhecimento de J.H. Martins é um fenômeno sem fronteiras.
Sua atuação em instituições como a NALAP (Portugal), a AILB (EUA) e como Chanceler Honorário no Reino Unido reflete seu papel como embaixador da cultura.
As honrarias, como o Prix Parisien de Littérature e a Comenda Nelson Rodrigues, são apenas reflexos de uma vida dedicada à excelência.
Escrever sobre ele é falar de um homem que, ao lado desta colunista que vos escreve, constrói uma parceria de vida e arte há dez anos.
Ver sua obra ser estudada e premiada é a confirmação de que a literatura brasileira encontrou em J.H.Martins um de seus mais competentes operários.
O contexto geral deste livro se passa na Zona Norte de São Paulo, onde a protagonista Nath mora e estuda.
Ela é uma adolescente que está prestes a ingressar no primeiro ano do ensino médio.
E tem somente uma coisa em mente: encontrar o primeiro amor e dar o primeiro beijo.
Já no primeiro dia de aula, entre abraços e boas vindas dos colegas e amigas, ela conhece dois novos alunos, Greg e Lucas, que mudarão seu destino e a fará entender muito sobre si mesma.
No primeiro momento Nath se encanta por Lucas, o moreno skatista e pelo encanto de Greg, o loiro mais cobiçado da escola.
Acontece o primeiro beijo e ela tem um namorado. Está em êxtase! Chama suas amigas nas redes sociais como de costume para desabafar e pedir conselhos.
Por que apesar de estar feliz com seu namorado, não consegue parar de pensar nos sentimentos que o outro faz ela ter.
Nath é uma adolescente espiritualizada e acaba tendo sonhos estranhos e encontros astrais com seres de outra dimensão que será de suma importância no decorrer da estória.
Larissa, uma colega de Nath na escola, passa ser a sua arquirrival, após ela descobrir que sua colega mexe com o coração de seu namorado.
Muitas coisas estranhas acontecem com Nath, Lucas e Greg. Acontecimentos graves se dão, envolvendo esses personagens. Muitas emoções envolvem esse livro.
O livro é o primeiro da trilogia Nath, que traz uma mensagem de amor, espiritualidade, resiliência e empatia.
Um romance adolescente, com uma pegada, cômica, policial, dramática e esotérica.
Um livro que vai te prender, tenha você 13 ou 130 anos.
Assista a resenha do canal @oqueli no YouTube
Fragmentos – Pedaços de Mim
Sinopse
Fragmentos
Poesia, pensamento, desabafo, amor, esperança e tudo o que há em um coração cheio de sentimentos.
Fragmentos é assim.
A essência de uma alma cheia de virtudes e defeitos como todas, mas com a pura vontade de ser feliz.
Fragmentos é ele, nu de preconceitos e medos.
É ele, atento ao mundo, e mostrando a que veio.
Fragmentos são pedaços dele, que se somam ao mundo para fazer a humanidade mais feliz.
É uma obra escrita através de Poema, Poetrix e Aldravia.
Assista a resenha do canal @oqueli no YouTube
Poemas de mim mesmo
Sinopse
Em um mundo conturbado, cheio de muitas inconsistências , um sopro de alívio em forma de poemas, pode nos encher de animo e esperança.
Aplaque as dores, reforce sua esperança e entenda que, à vezes, a única forma de descansar é se refugiar em um cantinho, ler uma bela poesia e se deixar levar nas asas da imaginação.
Viaje nestes versos e descanse sua alma.
P.E.R.D.O.A.R – O Caminho para a Evolução Espiritual
Sinopse
P.E.R.D.O.A.R. em síntese, é um caminho na busca da evolução espiritual e a elevação da consciência humana.
A transformação para se tornar um ser humano melhor através de um processo contínuo de crescimento pessoal e desenvolvimento visando melhorar aspectos da sua personalidade, comportamento e valores para se transformar em uma pessoa mais compassiva, ética, responsável e realizada.
P.E.R.D.O.A.R. apresenta as oito áreas a serem consideradas durante esse processo de evolução espiritual.
Lembre-se de que essa transformação é um processo único e pessoal, e não há um caminho único que funcione para todos.
É importante acomodar essas áreas às suas próprias circunstâncias e objetivos pessoais.
A jornada de autoconhecimento pode ser desafiadora, mas também pode ser incrivelmente gratificante à medida que você se torna uma versão mais autêntica e melhorada de si mesmo.
Diferente de tudo que você já leu, J.H.Martins nos proporciona uma busca maravilhosa e delicada no caminho da espiritualidade.
Um livro leve, simples e muito inspirador.
CNV- Guia Rápido sobre Comunicção não Violenta
Sinopse
Em um mundo cada vez mais marcado por julgamentos e reações impulsivas, J.H. Martins apresenta o Guia Rápido para a Comunicação Não Violenta, uma introdução prática e objetiva à arte de comunicar-se com empatia e clareza.
Inspirado nos princípios da CNV, desenvolvida por Marshall Rosenberg, este guia mostra que é possível transformar a maneira como nos expressamos e ouvimos, abrindo espaço para diálogos mais significativos e conexões verdadeiras.
Com uma abordagem direta, o livro oferece ferramentas simples para lidar com conflitos do dia a dia, abordando tópicos como a distinção entre observação e julgamento, a prática da escuta empática e a importância de expressar sentimentos e necessidades de forma clara e sem acusações.
Ideal para quem busca melhorar a comunicação em ambientes pessoais, familiares ou profissionais, este guia apresenta exemplos práticos e dicas para aplicar a CNV com facilidade.
Este é um convite para pausar, refletir e escolher conscientemente palavras e ações que fortalecem vínculos e evitam desgastes emocionais.
Seja para mediar conflitos ou melhorar relacionamentos, o Guia Rápido para a Comunicação Não Violenta é uma leitura essencial para quem deseja promover a empatia e construir um mundo mais colaborativo.
Emergencia- Onde o tempo não passa
Sinopse
Esta é uma história baseada em fatos reais. “EMERGÊNCIA: Onde o Tempo Não Passa” acompanha a jornada de Mauro, que, após uma cirurgia de tireoidectomia total, é internado na emergência com complicações severas de hipocalcemia.
Preso a drenos, monitores e exames invasivos, ele encara o caos e a solidão desse ambiente, onde o tempo parece não passar e cada minuto se arrasta como uma eternidade.
Entre pacientes que chegam e partem, gritos de dor, e momentos de silêncio sufocante, Mauro não luta apenas para recuperar seu corpo, mas também para preservar sua sanidade emocional.
O amor e a presença constante de sua esposa, Isabel, tornam-se a âncora emocional que o mantém firme diante da incerteza e do desespero.
Durante essas longas horas, ele reflete sobre a fragilidade da vida e o quanto a fé e a esperança podem ser essenciais em momentos de crise.
Esta é uma história comovente e intensa, que nos faz questionar como pequenos gestos de amor e resistência silenciosa podem nos levar além do sofrimento.
No limite entre a espera e a recuperação, Mauro descobre que, mesmo quando o tempo não passa, o amor nos conduz para frente.
Aspergir Versos
Sinopse
Aspergir Versos é um convite a quem busca nas palavras o bálsamo das emoções sublimes.
Neste livro, cada poema emerge como uma gota de luz, borrifada sobre a alma com a suavidade do amor, a fortaleza da esperança e a ternura da empatia.
J.H.Martins tece, com sensibilidade, um manto de resiliência e aceitação, costurando com delicadeza a felicidade que permeia os desafios da vida.
Através de versos delicados, que ecoam como uma chuva serena, o autor transforma sentimentos universais em poesia atemporal, inspirando leitores a encontrar beleza no cotidiano e na jornada interior.
O que li este ano
Sinopse
“O que li este ano” é o companheiro ideal para todo amante da leitura.
Com espaço para registrar até 50 livros lidos, este livro é um diário literário personalizado, onde você pode anotar suas leituras, atribuir uma nota e escrever suas impressões sobre cada obra.
Se você já teve aquele momento em que não se lembrava exatamente do que achou de um livro lido há meses, este é o lugar perfeito para organizar suas reflexões e ter fácil acesso às suas opiniões.
Mais do que um simples registro, “O que li este ano” é uma ferramenta prática para acompanhar sua evolução literária, revisitar suas análises e até mesmo recomendar livros com base nas suas próprias notas.
Ideal para quem gosta de ter suas leituras sempre à mão, este diário será o seu guia pessoal para lembrar e reviver cada página que te marcou ao longo do ano.
Leve, Livre e Solta- A Sensualidade em Verso e Prosa
Sinopse
Em Leve, Livre e Solta, J.H. Martins explora a sensualidade com delicadeza e profundidade, celebrando a maturidade como um campo fértil para o desejo, o respeito e o amor.
Este livro é um convite a despir-se, não apenas das roupas, mas das convenções, inseguranças e velhas expectativas, revelando a essência de uma sensualidade refinada pelo tempo.
Nas páginas desta obra, poesia e prosa se entrelaçam para homenagear homens e mulheres que descobriram, após os cinquenta anos, que o prazer não está na pressa, mas na entrega sincera e cuidadosa.
Os versos exaltam o toque como um diálogo que acolhe e cura, onde o corpo é visto como um templo a ser admirado, não como um território a ser conquistado.
Aqui, a mulher madura assume o protagonismo de seus próprios desejos, conduzindo com segurança e convidando o parceiro ou parceira a compartilhar uma jornada de cumplicidade e respeito mútuo.
Leve, Livre e Solta transcende a juventude física, celebrando o erotismo que nasce do olhar vivido, do toque paciente e do amor que floresce com a experiência.
É uma obra para ser sentida, vivida e compartilhada, uma dança de palavras e emoções que abraça o leitor em sua humanidade mais pura.
Um tributo à beleza da maturidade e à liberdade de se ser, simplesmente, humano.
Libélula da Esperança
Sinopse
“Até um haiku de três linhas pode carregar o voo de um pássaro milenar.” – J.H.Martins
Neste livro, cada poema é um instante suspenso: a tristeza que se dissolve como neve ao sol, o amor que persiste mesmo quando mudo, a esperança que pousa frágil como asas de libélula.
São versos que falam de mudança, estações da alma, cicatrizes que viram flores e de redenção, não como um fim, mas como o rio que, depois da queda, aprende a ser mar.
“Entre a sombra e o voo, um haiku pode ser asas ou lágrima — ou ambos.” – J.H.Martins
Névoa Fatal
Sinopse
Em uma cidade onde a névoa parece respirar e guardar segredos, o silêncio é mais perigoso que a verdade.
Monte Escuro sempre foi um lugar onde nada acontece, até que um corpo é encontrado na porta da igreja, com um bilhete enigmático nas mãos: “Ele sabe.”
A morte de Rafael, aparentemente sem explicação, desperta a atenção da jornalista Isabel Martins, uma mulher movida por instinto, memória e uma inquietação que vai além do dever profissional.
Ao investigar o caso, Isabel descobre que aquela não é a primeira história mal resolvida da cidade. Sete anos antes, um jovem chamado Fabrício desapareceu sem deixar rastros.
Conforme pistas fragmentadas surgem, um caderno cheio de anotações, uma medalha marcada com iniciais misteriosas, um diário escondido e lembranças que ninguém quer revisitar, Isabel percebe que as duas histórias estão perigosamente conectadas.
Quanto mais ela avança, mais a cidade se fecha.
A fé, o poder, os silêncios coletivos e a própria névoa parecem proteger algo que não deve ser revelado.
Em Monte Escuro, perguntar demais pode ser fatal.
Entre segredos enterrados, memórias distorcidas e uma atmosfera psicológica sufocante, Isabel se vê presa em uma investigação que deixa de ser apenas jornalística e se torna pessoal.
Porque o desaparecido não é apenas parte da história.
Névoa Fatal é um thriller psicológico denso e hipnotizante, onde realidade e paranoia caminham lado a lado, e cada página conduz o leitor por uma trama de suspense, mistério e tensão crescente.
Um romance que questiona: até onde vai a verdade quando uma cidade inteira decide protegê-la… ou escondê-la?
Prompt- A Arte de Pensar para a Inteligência Artificial.Como transformar ideias em resultados com clareza, estrutura e direção
Sinopse
Vivemos uma nova era.
A inteligência artificial está acessível a todos, mas poucos realmente sabem usá-la com eficiência.
A maioria pede… poucos direcionam.
E essa diferença muda tudo.
Neste livro, você vai descobrir que o verdadeiro problema não está na IA, mas na forma como pensamos e nos comunicamos.
Por meio do método PODCE (Papel, Objetivo, Detalhe, Contexto e Estrutura), você aprenderá a transformar qualquer pedido em uma instrução clara, precisa e executável.
Mais do que ensinar prompts, este livro ensina algo muito mais profundo: — Como organizar o pensamento; — Como eliminar ambiguidade; — Como comunicar com precisão; — Como transformar intenção em resultado.
Você não vai apenas aprender a usar inteligência artificial.
Você vai aprender a pensar de uma forma que ela possa executar.
Porque, no fim, quem domina a clareza… domina os resultados.
OBRAS DO AUTOR
Nath- A Jornada do Despertar
Fragmentos- Pedaços de Mim
Poemas de Mim Mesmo
P.E.R.D.O.A.R
C.N.V
Emergência
Aspergir Versos
O Que Li Este Ano
Leve, Livre e Solta
Libélula da Esperança
Névoa Fatal
Prompt- A Arte de Pensar para a Inteligência Artificial
Do Ritmo das Baquetas aos Portais da Imaginação: A Jornada Épica de Tiago Carteano Luciano
Felipe Caterluci e o livro dos desejos
Tiago Carteano Luciano é a prova viva de que a criatividade não aceita rótulos.
Músico, programador e analista de sistemas, ele encontrou na literatura o terreno fértil para unir todas as suas paixões.
Natural de São Bernardo do Campo e radicado em Santo André, Tiago traz em seu DNA a cultura pop que moldou gerações, transformando referências de animes, clássicos do cinema e literatura fantástica em um universo literário próprio e vibrante.
Tiago C. Luciano
Toda grande história nasce de uma pergunta inquieta… “E SE?”
Para Tiago, o estalo veio em 2008, enquanto assistia ao anime Death Note.
“E se, ao invés de um caderno que mata pessoas, fosse um livro que realiza desejos?”, questionou-se.
Esse foi o embrião de Felipe Caterluci e o Livro dos Desejos (Editora Lumus).
Mas a semente da escrita foi plantada muito antes.
Aos 13 anos, Tiago leu O Hobbit, e a obra de J.R.R. Tolkien abriu uma porta definitiva em sua imaginação.
Ali ele percebeu que histórias podiam transportar o leitor para mundos vastos e inexplorados.
O que começou como rascunhos em cadernos, alimentados por essa magia, tornou-se, anos depois, uma saga épica.
E o que isso quer dizer?
Sim, caros leitores!! Este é o primeiro de uma série!!!
A série Caterluci é uma celebração às aventuras que marcaram época.
Estão presentes a grandiosidade de O Senhor dos Anéis, o espírito de grupo de Dragon Ball, o mistério de Caverna do Dragão e a camaradagem inesquecível de Os Goonies.
Ao lado do fiel cão Briso e de Henrique, o Gordo, o fiel escudeiro que traz o equilíbrio perfeito à trama, Felipe cruza portais e enfrenta desafios que testam sua lealdade e coragem.
A evolução da escrita de Tiago é nítida na continuação, Felipe Caterluci e o Último Samurai.
Nesta sequência, o autor mergulha em uma narrativa mais intensa e obscura, explorando o passado do protagonista e expandindo as fronteiras para outros mundos.
Aguardem!! Em breve vamos fazer resenha.
Para quem já devorou o primeiro volume, as notícias são animadoras.
Tiago revelou que o segundo livro já está disponivel gratuito no kindle, e já possui um terceiro livro em fase de produção, prometendo um universo completamente novo e personagens inéditos.
Mas o autor deixa um mistério no ar: “Já está nos planos um crossover no futuro”.
Eu, particularmente não vejo a hora de ler os próximos.
E se um simples livro pudesse realizar qualquer desejo…?
Felipe tinha uma vida comum em uma pequena cidade do interior até o dia em que, em seu aniversário de 12 anos, entrou em uma loja misteriosa e saiu de lá com um presente incomum: um livro antigo… com um poder que pode mudar tudo.
Mas alguns desejos são apenas para os mais corajosos.
O que parecia um sonho logo se transforma em um pesadelo quando criaturas de outro mundo surgem e elas estão dispostas a tudo para colocar as mãos nesse livro.
Quando seu avô é sequestrado, Felipe percebe que não há mais volta.
Agora, ao lado de seus melhores amigos, ele precisará atravessar um mundo mágico, perigoso e cheio de segredos, onde cada escolha pode ser a última.
Mas há algo que ele ainda não entende…
o verdadeiro poder desse livro pode ser muito maior e mais perigoso do que ele imagina.
Uma aventura eletrizante sobre coragem, amizade e descobertas.
Perfeita para fãs de histórias com:
✔ Mundos mágicos e criaturas fantásticas
✔ Mistérios que prendem do começo ao fim
✔ Personagens cativantes e jornadas épicas
Comece a ler agora… Depois da primeira página… não tem mais volta.
Lento, muy lento. Lo que en sus poemas era una hermosa bendición, en sus novelas fue una lenta, aunque dulce, tortura. Estoy hablando de Thomas Hardy y de su novela Tess d’Urberville.
Primero me enamoré de su vida y sentí curiosidad por el hombre cuyo corazón reposa con su amada Emma y su cuerpo con los grandes poetas en la Abadía de Westminster. Entonces descubrí sus perfectos, románticos y dramáticos versos; de esos que te envuelven como una cálida manta en una noche de frío, de esos que hielan tus huesos con el dolor de alguien que ha perdido al amor de su vida sabiendo que ya lo había perdido antes de que durmiera eternamente en el blanco mármol pulido.
Como un suave fuego que calienta mi cuerpo, entró en mi corazón y grabó su nombre en un tatuaje invisible y eterno. Así que decidí avanzar en nuestra relación y aventurarme con una de sus novelas porque, como ya sabéis, me atrae todo lo que la sociedad censura, aquello que se critica, porque supongo que es interesante.
La novela elegida fue Tess d’Urberville y, en su defensa, he de decir que no sé si la recomendaría o no; y digo “en su defensa” porque me ha dejado perpleja en muchos sentidos. En primer lugar, esta novela debería llevar detalladas instrucciones para aquellos valientes en los que surja la inquietud de leerla.
Es una novela densa, muy densa, y os lo dice alguien que está acostumbrada a leer novela clásica inglesa. He leído a las hermanas Brontë, a Virginia Woolf, Jane Austen, George Orwell, Oscar Wilde e innumerables poetas que se han convertido en mis amigos, amantes y arquitectos de sueños con puentes que me hacen viajar a tiempos llenos de romanticismo.
Pero sí, con esta novela he estado a nada de castigarla de cara a la pared; casi seiscientas páginas en las que las descripciones son tan densas que, cuando llegas a los sucesos interesantes, apenas recuerdas en qué punto estabas. Y ahora diréis los eruditos insufribles que las novelas clásicas son así, y tenéis razón; he leído demasiado a los clásicos como para saber que lo son, pero lo que empieza como pura poesía descriptiva termina desquiciándome con cada detalle desmenuzado del paisaje. Sin embargo, creo que no ha sido eso lo que se me ha atragantado de esta novela; lo que realmente me ha desquiciado ha sido la historia en sí misma.
Entonces entendí la magia de Thomas Hardy y que no todos estamos preparados para leerlo; es como la comida mexicana: me encanta el picante, pero cuando te comes un taco mexicano real es cuando entiendes que no estás preparada para el verdadero picante, ya que su nivel de tolerancia es mucho mayor al nuestro. Vamos, un arte.
Pues eso pasa con esta novela; no estaba preparada, pero me alegro de haberla leído. Thomas Hardy muestra la hipocresía de la sociedad en estado puro: el doble rasero con el que se medía a las mujeres y a los hombres, lo efímero que puede ser el amor que pasa al odio en dos segundos y la triste realidad de que, al final, todo se compra con dinero.
A Tess le arrebataron su inocencia, la amaron, la juzgaron y, tras empujarla al abismo, decidieron que ella era el error. Creo que por eso se me ha hecho demasiado larga: porque sufría con su dolor y, si hubiera podido adentrarme en esas páginas y rescatarla, lo habría hecho.
Así que, si me preguntáis si la recomendaría… os diría que solo para los que estén preparados para pausar su vida y avanzar lentamente con cada descripción hasta llegar a imaginar los campos, el olor a césped, el sol de la tarde con sus últimos rayos acariciando la piel de Tess, un amor que se cuece a fuego lento y una traición que asesina el corazón del lector.
Quizás por eso la novela clásica es tan difícil de leer en la actualidad, pero tal vez… deberíamos hacer caso y detenernos, dejar de correr en este mundo de locos y obligarnos a vivir la vida como la cadencia de los versos y las descripciones de Thomas Hardy: sin prisa.
E, no caso de Dilvar da Silva Teixeira, sua escrita é exatamente o encontro entre essas duas forças.
Natural de Capão da Canoa, no Rio Grande do Sul, Dilvar carrega em sua trajetória a força de quem aprendeu desde cedo o valor do trabalho, da família e da resiliência.
Segundo de seis irmãos, cresceu em um ambiente simples, mas profundamente marcado por amor, dedicação e ensinamentos que moldaram não apenas o homem que se tornou, mas também o escritor que hoje emociona e provoca reflexões.
Ainda na infância, conciliando estudos e trabalho ao lado do pai na construção civil, aprendeu lições que ultrapassam qualquer profissão: dignidade, esforço e respeito pela vida.
Ao longo dos anos, transitou por diferentes áreas, da tecnologia à marcenaria, da fotografia ao empreendedorismo, experiências que ampliaram seu olhar sobre o mundo e, principalmente, sobre as pessoas.
Mas foi durante um dos períodos mais desafiadores da humanidade que algo dentro dele floresceu.
Durante a pandemia, em meio ao silêncio e às incertezas, Dilvar viveu um profundo despertar espiritual.
Foi nesse momento que encontrou, na introspecção e na conexão com o divino, um novo propósito: compreender a essência da existência e compartilhar esse caminho com outras pessoas.
Sua jornada como escritor começou justamente por aí, com obras voltadas ao autoconhecimento, como “Semeando a Paz Interior” e “Florescer na Jornada”, livros que convidam o leitor a olhar para dentro, com sensibilidade, acolhimento e verdade.
Mas, em “O Código de Lilith”, sua escrita ganha novos contornos.
Sem abandonar a espiritualidade, Dilvar mergulha na ficção mística para conduzir o leitor por uma narrativa intensa, repleta de simbolismos, mistérios e questionamentos que atravessam séculos.
Dilvar Teixeira
Inspirado por obras como O Código Da Vinci, o autor utiliza a ficção como ferramenta para instigar, não para impor respostas, mas para despertar perguntas.
A história nasce de sua curiosidade pelos textos apócrifos, pelos manuscritos antigos e pelos conhecimentos que, ao longo da história, foram ocultados ou esquecidos.
E é nesse cenário que surge Lilith, uma figura envolta em mistério, força e liberdade.
Mais do que contar uma história, “O Código de Lilith” propõe uma experiência.
Uma jornada que transita entre o sagrado e o proibido, entre a fé e a liberdade, entre aquilo que nos foi ensinado… e aquilo que ainda ousamos questionar.
E talvez seja justamente esse o maior diferencial da obra.
Dilvar não escreve para convencer.
Escreve para provocar.
Ele escreve para acender no leitor a chama da busca interior.
Para lembrar que, muitas vezes, as respostas não estão prontas, elas nascem das perguntas que temos coragem de fazer.
Com uma escrita que une sensibilidade, espiritualidade e imaginação, o autor dá um novo passo em sua trajetória literária, mostrando que a ficção pode ser, também, um caminho profundo de conexão e transformação.
E essa história… ainda não termina aqui.
Desde as últimas páginas, o leitor percebe que há mais por vir, novos caminhos, novos mistérios e novas descobertas aguardam aqueles que decidirem continuar essa jornada.
Porque, no fim, talvez a maior verdade não esteja nas respostas reveladas… mas na coragem de buscá-las.
Entre segredos enterrados há milênios e uma verdade capaz de abalar os alicerces da fé, uma descoberta pode mudar tudo.
Quando Davi, um jovem e brilhante pesquisador de teologia em Roma, encontra um fragmento oculto dentro de um antigo códice, ele acredita ter descoberto apenas mais uma peça esquecida da história.
Mas o que está escrito naquele pergaminho vai muito além de uma simples variação das Escrituras.
O texto revela uma versão proibida da Criação, uma verdade apagada deliberadamente pela Igreja: antes de Eva, existiu outra mulher.
Uma mulher que não se curvou.
Uma mulher que escolheu a liberdade ao invés da submissão.
Seu nome: Lilith.
A partir desse momento, Davi deixa de ser apenas um estudioso e passa a ser um alvo.
Perseguido por uma sociedade secreta conhecida como os Guardiões do Silêncio, ele mergulha em uma conspiração que atravessa séculos, envolvendo manuscritos proibidos, códigos ancestrais e segredos que jamais deveriam ser revelados.
Ao lado da enigmática Helena e sob a orientação de um mentor que teme pelo pior, Davi precisa decifrar o verdadeiro significado do chamado “Nome Inefável”, uma chave que pode libertar uma verdade esquecida… ou desencadear consequências irreversíveis.
Entre o sagrado e o proibido, entre a fé e a liberdade, uma pergunta ecoa: E se a maior mentira da humanidade estiver escondida na própria origem da criação?
Entre incomodos e reflexões, um mergulho nas contradições humanas
Mediocridade e outros contos reflexivos
Em sua coletânea de contos, Victor de Almeida Daud, ou somente Vc Daud, propõe uma leitura intensa, marcada por um olhar profundo sobre o comportamento e as relações humanas.
Nem toda leitura chega para confortar.
Algumas vêm para provocar, questionar… e até causar um certo desconcerto.
Mediocridade, de Vc Daud, pela Editora Coerência, habita exatamente esse lugar.
Nascido em São Paulo, o autor construiu uma trajetória diversa, passando pela comunicação, pela engenharia civil e pela área financeira, até se dedicar à escrita, às artes e ao ensino.
E talvez seja justamente essa vivência múltipla que dê à sua escrita esse olhar atento, quase inquieto, sobre as pessoas e suas relações.
Vc Daud
Nascido em São Paulo, o autor construiu uma trajetória diversa, passando pela comunicação, pela engenharia civil e pela área financeira, até se dedicar à escrita, às artes e ao ensino.
E talvez seja justamente essa vivência múltipla que dê à sua escrita esse olhar atento, quase inquieto, sobre as pessoas e suas relações.
A construção da obra também chama atenção.
O primeiro conto, mais longo, nasce de experiências do autor em viagens.
Os textos seguintes vêm de uma tentativa de romance que acabou se transformando em histórias independentes.
Já o último conto surge como um experimento, com uma estrutura mais fragmentada e reflexões curtas.
Essa mistura dá ao livro um ritmo próprio, quase como se cada parte revelasse uma faceta diferente do mesmo olhar.
Mais do que contar histórias, Vc Daud parece interessado em olhar para dentro de seus personagens, entender suas motivações, seus medos, suas fragilidades.
Em muitos momentos, o que importa não é o que acontece, mas o que se sente.
E é justamente aí que a leitura pode causar estranhamento.
Porque Mediocridade não suaviza.
Não busca agradar.
E não tem receio de expor aquilo que, muitas vezes, preferimos não encarar.
Mas talvez seja exatamente essa a sua proposta.
Ao fugir do óbvio e abraçar o desconforto, o livro convida o leitor à reflexão, mesmo que isso venha acompanhado de incômodo.
Mediocridade é o tipo de obra que não passa despercebida.
Que provoca reações diferentes em cada leitor.
E que, de alguma forma, permanece.
Uma leitura para quem se permite ir além do conforto, e se abrir para aquilo que provoca, questiona e faz pensar.
Sete histórias, o mesmo narrador: um homem que insiste em enxergar o mundo pelas frestas, misturando desejo e frustração até que cada episódio banal se transforme numa autópsia emocional.
É aí que um supermercado vira palco de pequenos desastres íntimos, uma balconista desperta um entusiasmo tão improvável quanto breve, um cruzeiro revela tudo aquilo que ele fingiu não notar sobre si mesmo e sobre quem escolheu amar…
Com ironia ferina, autoconsciência incômoda e zero paciência para os jogos afetivos da vida adulta, esse narrador-personagem revisita momentos que não deveria ter vivido, mas viveu, assim como sentimentos que tentou ignorar, mas o perseguem.
Ao expor suas contradições com brutal honestidade, ele acaba revelando algo inquietante: talvez seja impossível rir das próprias misérias sem, no fundo, reconhecer o quanto elas nos moldam.