A primeira reunião dos Bacamarteiros em 2026– Foto por Bruno Alves Feitosae Diógenes José Vicente
No dia 11 de janeiro de 2026 no Paúl em Moreno foi realizada a primeira reunião do Grupo Cultural Águia Nordestina de Bacamarteiros de Moreno PE, sob a gestão do presidente Reginaldo Alfredo, no extraordinário santuário de natureza, memória, arte e tradição, com apoio da República Alternativa Cultural sob a gestão do jornalista Bruno Feitosa.
No encontro foram abordados os temas relacionados aos trabalhos, encontros e eventos que serão concretizados durante o ano 2026 em prol da preservação do acervo histórico da cultura do bacamarte.
A primeira reunião dos Bacamarteiros em 2026– Foto por Bruno Alves Feitosa e Diógenes José Vicente
Na sequência da reunião houve um momento sagrado de reflexão cultural com a excelente culinária nordestina e as canções da cultura imaterial como o forró de raiz.
Nas Entrevistas ROLianas, José Antonio Neves da Silva, ou, simplesmente, Tom Neves, ou, ainda, apenas Tonneves, o Mestre da Cultura de Imperatriz
Logo da seção Entrevistas ROLianasOleo sobre Tela – Caçada Indígena – Tonneves
Gabriela Lopes: Tom, você nasceu em Pedreiras, no interior do Maranhão, e construiu uma trajetória artística que ultrapassou fronteiras. Como foi o início desse caminho nas artes plásticas e o que mais marcou sua formação como artista?
Tonneves: Minha jornada nas artes plásticas começou em Imperatriz, no Maranhão, onde cresci cercado pela rica cultura popular e pela exuberante natureza da região. Desde cedo, eu me fascinava com as cores, formas e texturas que me rodeavam, o que despertou meu interesse pelas artes visuais.
A arte popular maranhense, com suas cores vibrantes e padrões únicos, foi uma grande influência para mim, assim como a natureza exuberante do Maranhão, com suas paisagens diversas, que também desempenhou um papel fundamental na minha formação artística.
O início da minha trajetória foi marcado por uma exploração intensa das possibilidades das artes plásticas. Experimentei diferentes técnicas e materiais, sempre buscando encontrar minha própria linguagem artística. Minha formação foi, em grande parte, autodidata, embora eu tenha contado com alguns professores e mentores que me guiaram ao longo do caminho.
A fusão entre a arte popular e a arte contemporânea foi um dos aspectos mais marcantes da minha formação. Além disso, minha conexão com a cultura e a natureza do Maranhão foi essencial para o desenvolvimento da minha identidade artística.
Minha trajetória nas artes plásticas tem sido um processo contínuo de descoberta, profundamente influenciado pela minha origem e pelas minhas experiências. Acredito que a arte deve ser uma expressão autêntica do artista e de sua relação com o mundo ao seu redor.
Óleo sobre tela –
Gabriela Lopes: Seu trabalho é fortemente marcado pelas cores, pelos frutos do Cerrado e pela identidade do povo maranhense. De que forma sua vivência no Maranhão influencia diretamente sua criação artística?
Tonneves: Minha vivência no Maranhão tem um impacto profundo na minha criação artística. Crescer em um estado com uma rica diversidade cultural e natural proporciona uma fonte inesgotável de inspiração. As cores vibrantes do Cerrado, os sabores e as texturas dos frutos locais, assim como a expressividade do povo maranhense, são elementos que se entrelaçam na minha arte.
A identidade cultural do Maranhão, com suas tradições e histórias, é uma presença constante nas minhas obras, influenciando não apenas as cores e as formas, mas também a essência e a narrativa por trás de cada peça. A conexão com a terra e com as pessoas me permite criar trabalhos autênticos e cheios de significado, refletindo a beleza e a complexidade da minha terra natal.
Gabriela Lopes: Ao longo da sua carreira, você atuou como artista, gestor cultural, conselheiro e educador. Como essas diferentes experiências dialogam entre si e fortalecem o seu fazer artístico?
Tonneves: Minhas diferentes experiências ao longo da carreira têm sido fundamentais para o meu crescimento como artista. Ao atuar como gestor cultural, pude compreender melhor a dinâmica do setor cultural e a forma como as diversas expressões artísticas podem ser apoiadas e promovidas.
Como conselheiro, desenvolvi habilidades para analisar e avaliar projetos e iniciativas, o que contribuiu para refinar meu próprio trabalho artístico. Além disso, minha experiência como educador me permitiu compartilhar meu conhecimento e minha paixão pela arte com outras pessoas, o que, por sua vez, enriqueceu minha prática artística.
Essas diferentes experiências dialogam entre si e se fortalecem mutuamente, permitindo que eu aborde meu fazer artístico de maneira mais informada, consciente e criativa.
Óleo sobre tela – Cajus amarelos – Tonneves
Gabriela Lopes: Suas obras já circularam por países como Japão, Itália, Vaticano e Estados Unidos. O que muda — ou o que permanece — quando a arte maranhense encontra o olhar internacional?
Tonneves: Quando minhas obras são vistas internacionalmente, acredito que o que permanece é a essência da cultura maranhense, que é rica e única. No entanto, o olhar internacional traz novas interpretações e perspectivas, o que enriquece ainda mais a arte.
A arte maranhense possui uma identidade forte, reconhecida e valorizada em outros países. Ao mesmo tempo, sua internacionalização permite que ela seja observada sob diferentes ângulos, o que pode gerar novas descobertas, leituras e formas de apreciação.
Gabriela Lopes: Recentemente, você recebeu o Prêmio de Mestre da Cultura Maranhense, um reconhecimento de enorme relevância. O que esse título representa para você, pessoal e simbolicamente?
Tonneves: Receber o Prêmio de Mestre da Cultura Maranhense é uma grande honraria e um reconhecimento significativo do meu trabalho e da minha dedicação à cultura do Maranhão. Esse título representa um marco importante na minha carreira, simbolizando o apreço e a valorização da minha contribuição para a preservação e a promoção da rica herança cultural do estado.
Pessoalmente, esse reconhecimento me enche de orgulho e me motiva a continuar trabalhando para manter vivas as tradições e expressões culturais maranhenses. Simbolicamente, ele reforça a importância da cultura como elemento unificador e de identidade para a comunidade, inspirando-me a seguir contribuindo para o enriquecimento cultural do Maranhão.
Sou profundamente grato por essa distinção e sigo comprometido em continuar trabalhando em prol da cultura do Maranhão.
Óleo sobre tela – Currim – Tonneves
Gabriela Lopes: Na sua visão, qual é o papel do Mestre da Cultura na preservação, transmissão e renovação dos saberes culturais do Maranhão?
Tonneves: O Mestre da Cultura desempenha um papel fundamental na preservação, transmissão e renovação dos saberes culturais do Maranhão. Eles são guardiões das tradições e dos conhecimentos ancestrais, atuando como pontes entre o passado e o presente.
Ao transmitir esses saberes às novas gerações, os Mestres da Cultura garantem a continuidade das práticas culturais que definem a identidade maranhense. Além disso, promovem a renovação desses conhecimentos, adaptando-os às novas realidades e contextos, o que é essencial para manter a cultura viva, dinâmica e relevante.
Dessa forma, os Mestres da Cultura são fundamentais para o fortalecimento da diversidade cultural do Maranhão e para a valorização de sua identidade.
Gabriela Lopes: Você também atua como professor, compartilhando seu conhecimento com novas gerações. O que mais te emociona nesse processo de ensinar arte?
Tonneves: Ensinar arte vai muito além de transmitir técnicas ou teorias. Trata-se de inspirar os alunos a enxergarem o mundo de maneira diferente, a encontrarem sua própria voz e forma de expressão.
O que mais me emociona é acompanhar o desenvolvimento deles, não apenas como artistas, mas como indivíduos que passam a observar e interagir com o mundo de forma mais crítica, sensível e criativa. Cada descoberta, cada nova perspectiva que surge, é um lembrete do impacto que podemos ter nas próximas gerações. É um privilégio fazer parte desse processo e contribuir para que deixem sua marca no mundo.
Gabriela Lopes: Para finalizar, que mensagem você deixaria para jovens artistas maranhenses que sonham em viver da arte e manter viva a cultura do nosso estado?
Tonneves: Aos jovens artistas maranhenses, eu diria que a arte é uma jornada incrível e desafiadora, mas profundamente gratificante. Nunca deixem de sonhar e de acreditar no poder da criatividade para transformar a realidade ao seu redor.
A cultura do Maranhão é rica e diversa, e vocês têm o privilégio de serem herdeiros dessa herança. Busquem inspiração nas raízes do nosso estado, mas não tenham medo de inovar e de levar nossa arte por novos caminhos. Perseverança, dedicação e paixão serão seus maiores aliados.
Mantenham viva a cultura do Maranhão, não apenas preservando suas tradições, mas também contribuindo para sua evolução. Acreditem em si mesmos e no impacto que podem gerar por meio da arte.
A exposição Mundo Heroico, do artista plástico Edélcio Ipanema, estará aberta ao público até 05/12, no Instituto Histórico Geográfico e Genealógico de Sorocaba – IHGGS
Card da Semana Cultural de Aluisio de Almeida 2025
Os fãs dos super-heróis não podem deixar de prestigiar a exposição Mundo Herico, do Artista plástico Edécio Ipanema, aberta ao público no dia 05 de novembro, durante a Semana Cultural de Aluisio de Almeida 2025, no Instituto Histórico, Geográfico e Genealógido de Sorocaba – HIGGS
Mundo Heroico conta com 36 ilustrações dos heróis que têm cativado os amantes das histórias em quadrinhos. Dentre eles, o Capitão América, Mulher maravilha, He Man e Thundercats.
A exposição permanecerá aberta até o dia 05/12, de 3° a 6° feira, das 9h às 12h, e das 13h às 16h, no Instituto Histórico, Geográfico e Genealógido de Sorocaba – HIGGS, na Rua Rui Barbosa, 84 – Além Ponte.
Sobre Edélcio Ipanema
Edélcio Ipanema – Arquivo pessoal
O Sorocabano Edélcio Ipanema foi um menino de imaginação transbordante, que mergulhava nas páginas das histórias em quadrinhos da Marvel e da DC, e, dentro dele, o gérmen do desenho começava a brotar. Aos poucos, o desejo de ser um grande ilustrador o levava a horas diárias de treino, visando aperfeiçoar seu traço.
Disciplinado, a dedicação ao dom natural o levou a receber bolsas de estudo em escolas renomadas de arte e a expor os desenhos em Sorocaba (Palacete Scarpa, Biblioteca Municipal, Câmara de Vereadores, Uniso e, recentemente, no Pátio Cianê Shopping, com a exposição Super Comics, em homenagem ao Dia Nacional do Quadrinho.
Alcançando outras fronteiras, participou da FATCON, evento GEEK em São Roque (SP), promovido pela FACENS; foi um dos desenhistas especialmente convidados para a exposição no Memorial da América Latina (São Paulo, capital), realizada para homenagear o herói nipônico Jiraya, bem como marcou presença no HQ Fest.
Como freelancer, colabora com FanArt, faz pin-ups para colecionadores e ilustra livros.
Como não poderia deixar de ser, o talento coroou-o com o reconhecimento: Embaixador Del Arte de America; honrarias outorgadas pela Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes – FEBACLA: Doutor Honoris Causa em Belas Artes, Comenda Rafael Sanzio, Comenda Pincel de Ouro 2024, Ativista Cultural, Honra ao Mérito Gonçalves Dias, Honra ao Mérito Nelson Mandela e Guardião da Paz e Justiça e membro da Academia dos Intelectuais e Escritores do Brasil – AIEB, da qual recebeu o título Destaque 2023.
Leandro Portella no Colégio Primeiro Mundo: Uma lição de vida de quem vivencia que “o importante não é o que falta no corpo, mas o que sobra no coração”
Em pé, telas de Leandro Portella, expostas na palestra realizada no Colégio Primeiro Mundo, no dia 16 de setembro de 2025. Embaixo, telas pintadas por alunos do colégio.
No dia 16 de setembro, o artista plástico e escritor Leandro Portella esteve no Colégio Primeiro Mundo, para proferir palestra aos alunos do Ensino Fundamental I (crianças de 6 a 10 anos) , decorrente do projeto sobre arte inclusiva, de autoria da professora de inglês Lídia Valladão Diniz.
Leandro Portella – Arquivo pessoal
Um exemplo de resiliência
O convite feito ao palestrante se justificou, pois Leandro Portella nasceu com uma malformação, fenda de palato, que o levou a ter problemas na fala e, consequentemente, a sofrer bullying durante toda a infância. Como forma de superar esse sofrimento, encontrou no esporte, a natação, uma prática física que dava-lhe liberdade, confiança e um espaço onde não importava o som de sua voz, mas sim o desempenho do corpo.
Entretanto, aos 17 anos, na Praia da Sununga, Ubatuba (SP), um mergulho mal calculado veio a quebrar-lhe o pescoço, tornando-o tetraplégico.
A fibra de Leandro, no entanto, própria dos heróis mitológicos, levou-o a encontrar na arte e, recentemente, na literatura, o lenitivo, a transmutação das dores físicas e morais, tornando-o um paradigma de resiliência (leia a matéria completa, publicada pelo Jornal ROL: https://jornalrol.com.br/?p=75342).
A curiosidade infantil, diante de uma história de vida digna de aplausos
Uma plateia entusiamada!
Manter dezenas de crianças sentadas e atentas a uma palestra não é um feito para qualquer palestrante. Para tal, ele há de ser um verdadeiro show man. Não obstante, Leandro Portella, mais uma vez, superou as barreiras do corpo, demonstrando a força do espírito. Da cadeira de rodas, com voz quase sussurrada e sem movimentos do corpo, sua trajetória de vida fez-se espetáculo, que encantou adultos e, principamente, as crianças, que passaram a fazer-lhe perguntas.
A curiosidade infantil
Enzo – Por que sua voz é assim? Leandro – Eu nasci assim e tive que passar por cirurgia e tratamento.
Leandro – É difícil o tratamento que você fez? Leandro – No começo foi bem difícil, sim.
Samuel – O que você queria ser? Leandro – Professor de Educação Física.
Pedro – Como você respirava na água? Leandro – Uma onda me virou de barriga pra cima e consegui respirar.
João Pedro – Você sente dor quando tocam em você? Leandro – Não sinto nada.
Beatriz – Como você descobriu o dom da pintura? Leandro – Eu conheci uma moça no hospital e ela pintava com a boca, e aí eu quis aprender também.
Aurora – Você desenha ou só pinta? Leandro – Só faço pintura.
Arthur – Você desenhou todos os quadros que pintou? Leandro – Não, as pessoas desenham pra mim e eu faço a pintura.
Nicholas – Você desenha com os pés? Leandro – Não.
Alice – Onde você faz as pinturas? Leandro – Na minha casa.
Heitor – Você já pintou uma paisagem? Leandro – Sim.
Dimitri – Qual foi a pintura mais difícil? Leandro – O estádio do Corinthians.
Pedro – Como você faz os detalhes? Leandro – Com concentração e tempo.
Gabriel – Como você limpa os pincéis? Leandro – A Cris limpa pra mim.
Júlia – Como você mexe no computador? Leandro – Por comando de voz, letra por letra.
Elisa – Como você vai ao banheiro? Leandro – A tia Cris me ajuda.
Momentos da Palestra
Cristina Silva (Técnica de Enfermagem), Leandro Portella, Lídia Valladão Diniz, Letícia Geraldo Firmino (Gestora), Alana Ferreira Melo (Coordenadora do Ensino Fundamental I e Júlia (Auxiliar de Coordenação)Telas de Leandro PortellaVista Geral do auditório, com o telão apresentandopensamentos e trechos da vida de Leandro Portella
Vista geral do auditório
Vista geral do auditório
Pensamentos e passagens da vida de Leandro Portella
Pintando a Vida com Novas Cores
Quem sou eu?
A Minha História
A Arte como Superpoder
Todos Temos um Superpoder
Prevenção de Acidentes
O que é Acessibilidade?
Inclusão é Brincar Juntos!
Eu e meu Sobrinho Gabriel“O importante não é o que falta no corpo, mas o que sobra no coração”.
Soraya Balera expõe telas na Câmara Municipal de Sorocaba com o tema Ares de Primavera
Uma das telas da mostra: ‘Sopro da Vida’ – Técnica: óleo sobre painel
“Banho-me nas bolhas tocando minha pele e transformando-as na suave brisa criativa. Transmuto o medo através das pontas de meu pincel que dança em formas e cores, dando vida, criando amores.” (Soraya Balera)
Soraya Balera
Do dia 15 ao dia 30 de setembro de 2025, o saguão ‘Salvadora Lopes’, da Câmara Municipal de Sorocaba, recebe a mostra Ares de Primavera, da artista plástica Soraya Balera.
Natural de Itapetininga (SP), e radicada em Sorocaba (SP), Soraya Balera é uma artista plástica autodidata. Ainda criança, trazia dentro de si um sonho: desenhar e pintar! Folheava as revistas de sua mãe, desenhando as formas e expressões que ali havia.
Na fase adulta começou o despertar da artista. Amava contemplar o céu e toda natureza a sua volta. Nos sonhos noturnos, também contemplando as estrelas, as flores e toda a natureza que iriam fazer parte da inspiração para a criação de seus trabalhos artísticos.
Suas obras, em óleo sobre tela, retratam a essência dos sonhos noturnos em conexão com a vida real. Sua pintura, além dos elementos da natureza, tal como flores e animais, também explora temas de cunho esotérico, xamânico e mitológico.
Telas além-fronteiras
Soraya já expôs seus trabalhos no exterior, em países como Noruega e Suíça. Em Sorocaba, participou, e foi homenageada com outras artistas, de uma mostra referente ao Dia Internacional da Mulher, na Câmara Municipal, com uma releitura da artista mexicana Frida Kahlo. Em mostras solo, partipou da Feira de Artes Plásticas, Biblioteca Municipal de Sorocaba, Shopping Pátio Ciâne e Espaços Terapêuticos em Sorocaba.
Reconhecimento
Seu talento na pintura tem sido reconhecido, sendo nomeada como Embaixadora de Arte da América pela Universidade de Piura (Peru) e empossada como Acadêmica Internacional da Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes – FEBACLA.
Tema da mostra
A mostra Ares da Primavera reúne 10 quadros, cada um, cujo preparo demandou de uma semana até três meses. Sobre a primavera, como estação escolhida para a mostra, Soraya declara, com o enlevo de uma grande artista: “É nela que minha alma conversa com o Sol, com as flores, com tudo que há de belo. As variedades de flores que iluminam meu jardim na criação artística é o que me faz feliz. É a estação que ilumina minha vida”.
O que o público vai encontrar na mostra
“Espero que as pessoas encontrem o amor que foi registrado em cada pincelada, em cada mistura de cores. Que levem e passem adiante as boas energias que puderam sentir em minhas obras expostas no saguão da Câmara Municipal de Sorocaba”, conclui Soraya Balera, com um brilho nos olhos, próprio de quem respira a arte como o oxigênio da alma.
Paralelo Entre Arte Acadêmica e Arte Naif. A oficina é parte da atividade ‘Bamo Proseá – Vivências Caipiras’
Card do evento Oficina de Pintura – Paralelo Entre Arte Acadêmica e Arte Naif
O Núcleo Educação, Tecnologia e Cultura (NETC- ProEx) da Universidade Federal de São Carlos, campus Sorocaba (UFSCar-So) convida para o evento “Bamo Proseá? Vivências Caipiras”.
No primeiro encontro, dia 07/06/2025, às 10h, acontecerá a abertura com um causo contado pelo Cumpadi Pedro e em seguida uma prosa com Elton Ferreira, Fabíola Mirella, Zeca Collares e mediação da professora Neusa Mariano.
No segundo dia, 14/06/2025, às 10h, contaremos com a oficina de artes “Paralelo entre arte acadêmica e arte Naif” com Gizela Maria. As inscrições para a oficina devem ser feitas até dia 08/06/2005 pelo link: https://forms.gle/JvotSbUBTAjVry1L7.
No evento teremos também, desde o dia 07/06, a Exposição “Bamo Proseá? Cotidiano e cultura caipira entre retratos e afetos”.
O evento contará com a exposição de pinturas de Soraya Balera, leitura de poesia e apresentação da artista visual Silvana Sarti
Card do evento Aquarela Poética
No dia 12/04 (sábado), às 19h30, o Espaço Cultural Du-Arts sediará o evento ‘Aquarela Poética‘, que apresentará ao público uma série de telas da pintora Soraya Balera, e poemas escritos a partir dessas pinturas selecionadas.
O cronograma do evento engloba também uma apresentação da artista visual Silvana Sarti.