Da Argélia ao Jornal ROL, Mohamed Rahal

Mohamed Rahal traz ao ROL as letra da Argélia, o ‘País da Brisa Ardente’, uma referência poética aos contrastes do seu território, marcado pela vastidão do Deserto do Saara e pelo litoral banhado pelo Mar Mediterrâneo

Mohamed Rahal
Mohamed Rahal

Mohamed Rahal, natural da província de Tebessa, Argélia, é poeta, artista, letrista, pesquisador de folclore, profissional de mídia, tradutor e embaixador internacional para organizações internacionais, incluindo a União Mundial de Poesia e o César.

Supervisor de mídia para veículos de comunicação árabes e internacionais.

Marcou presença em fóruns e festivais nacionais, magrebinos, árabes e internacionais, incluindo o 7º Fórum Árabe de Literatura Popular, o 4º Fórum Magrebino, o 8º Fórum Internacional de Literatura Popular e 6 fóruns nacionais e 7 dias literários nacionais na província de Tebessa, bem como encontros literários nas províncias de Annaba, El Tarf, Souk Ahras, Guelma, Mostaganem, Tissemsilt e Tizi Ouzou.

Concorreu em inúmeros concursos de poesia popular, incluindo o segundo lugar na 13ª edição do concurso Dias Literários em Tebessa, Argélia, e o terceiro lugar no Festival Nacional de Poesia Jovem em Mostaganem, Argélia. Também conquistou o quinto lugar em um concurso de poesia coloquial no Egito.

Foi indicado para o Festival Internacional da Rota da Seda das Nações Unidas, realizado nos Emirados Árabes Unidos em 2025, entre 100 poetas internacionais, e selecionado como um dos cinco poetas da África.

Integrou o primeiro fórum de poesia popular no Teatro Nacional Mouheddine Bachtarzi em Argel, Argélia. Colaborou em diversas transmissões radiofônicas em emissoras provinciais, culturais e nacionais em Argel. Recebeu convites internacionais para participar de eventos de poesia na Itália, Tailândia, Bolívia e conferências internacionais sobre inteligência artificial na Rússia 🇷🇺 e Colômbia 🇨🇴.

Também atuou no campo da música popular, escrevendo as letras de 13 canções em 5 álbuns com Cheb Aziz Dziry, de Tebessa, Argélia, e um single com o artista Mohamed Amir Mubarak, de Sidi Bouzid, Tunísia 🇹🇳. Algumas das canções foram transmitidas com traduções para espanhol e italiano em estações de rádio internacionais na Argentina 🇦🇷 e Sérvia.

Tem 38 traduções publicadas em todo o mundo, 50 artigos traduzidos sobre folclore para 10 idiomas e 20 estudos acadêmicos (15 nacionais e 5 árabes). Esses estudos foram traduzidos para 6 idiomas estrangeiros. Também contribuiu para diversas publicações.

Seus poemas foram publicados em antologias internacionais na Itália, Albânia, China, Índia, Estados Unidos, Argentina, Sérvia, França, Tadjiquistão, Afeganistão e Grécia.

Mohamed inicia sua colaboração no ROL com o poema Stille, enaltecendo a nobreza, honra, liberdade, amizade, pureza social e intelectual.

Stille

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Sigo siendo bondadoso, mis amigos me conocen.

Sigo siendo un caballero del desierto, y tengo mis propias costumbres.

Sigo siendo un hombre ambicioso, un poeta que borda palabras.

Mi nombre sigue en lo más alto, mis acciones y mi bondad me han llenado de orgullo.

Sigo siendo generoso en tiempos de necesidad, pregunten por quienes me invitaron.

Mis límites aún no se han alcanzado, mi espada sigue afilada en su vaina.

Sigo afrontando las batallas con valentía, solo, ¿quién se atrevió a desafiarme?
Sigo sin juntarme con los ignorantes y los humildes,

y los ‘Mahaf’ (un término despectivo para los fácilmente influenciables) tienen muchos que me odian.

Mi naturaleza sigue siendo leal, sigo bebiendo leche pura.

Mi miel sigue sanando a mis seres queridos.

Déjenme en paz, mi bien y mi mal son suficientes.

Mis rimas siguen ardiendo. Bien hecho
Feliz y extrovertido, rebosante de anhelo

Sigo enamorado de una virgen
Sigo cantando a ojos verdes
Sigo siendo un caballero en el desierto, cabalgando el fragante camello 🐎 Regresando a mi amada
Sigo despreciando las acciones de los engañosos
Mi origen es libre, jamás podrán humillarme

Sigo siendo amigo de diez
Sigo siendo un compañero en tiempos difíciles
Sigo siendo un apoyo en tiempos de angustia y tristeza
No me relaciono con los de baja condición, sino con los de buen carácter
Valoro a un amigo que hace que el vínculo de la amistad sea fácil de romper
Vienen y se van, luego regresan a mí

Mohamed Rahal

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A civilização ocidental

Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo

‘A civilização ocidental, precursora
dos direitos humanos’

Diamantino Bártolo
Diamantino Bártolo
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Indiscutivelmente que os Direitos Humanos pressupõem valores que a Sociedade Organizada e convencionada procura respeitar, destacando-se, qualquer que seja a sua perspectiva, a liberdade, isto é: consideremos a liberdade de expressão, a liberdade de religião, a liberdade de educar. 

A civilização ocidental, neste domínio, tem sido pioneira, aliás, poderá parecer um lugar-comum afirmar que: «o ocidente foi fundado por dois acidentes históricos, o milagre grego e o cristianismo. Podemos expressar isto com a palavra “sorte” porque estes fenómenos não foram planeadamente criados, simplesmente surgiram.» (PEREIRA, 1993:175).

A título informativo, permita-se-me, numa interpretação, certamente criticável, à Epistemologia de Popper que explicita, a partir da intuição sociológica, alguns valores, sendo a ideia de liberdade um conceito ético, ligado à tradição racionalista grega, e, assim, teríamos: uma relação entre realismo enquanto pressuposto importante; e racionalismo enquanto atitude de repercussões éticas e gnosiológicas. Os valores liberais estão assim relacionados com a Gnosiologia popperiana, que se insere na tradição ocidental, que articula o altruísmo e o individualismo, numa realidade que o ser humano não consegue disfarçar.

Na sua fundamentação implícita dos valores, Popper, a partir do dualismo crítico: Racionalismo-Irracionalismo, deixa-nos a ideia de que é impossível a redução de normas a factos, porque a opção por determinadas normas é sempre uma decisão humana.

Na verdade: «Popper não afirma que o irracionalismo esteja errado na sua ênfase, na passionalidade fundamental da natureza humana (…) já que essa irracionalidade deixaria em aberto um vasto campo para a utilização da violência como critério de resolução de conflitos. Mesmo que partíssemos do postulado de que o impulso básico da natureza humana é o amor, esta emoção não resolveria questões políticas, pois ninguém pode amar no abstracto. Tal emoção tenderia a dividir os homens entre aqueles que amamos e aqueles a quem não amamos, ou seja, teremos uma ameaça ao igualitarismo político. Esta afirmação não deve ser interpretada, como uma crítica à ética fundada no amor, mas apenas que tal emoção não conduz à imparcialidade e nem faculta a possibilidade de resolução racional de problemas.» (Ibid.:166-67).

BIBLIOGRAFIA

PEREIRA, Júlio César Rodrigues, (1993). Epistemologia e Liberalismo: (uma introdução à Filosofia de Karl R. Popper). PUC/RS, Porto Alegre/RS, Edipucrs

POPPER, Karl R, (1992). Em Busca de um Mundo Melhor, 3a Ed. Trad. Teresa Curvelo. Lisboa: Editorial Fragmentos.

Venade/Caminha – Portugal, 2026

Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo

Presidente HONORÁRIO do Núcleo Académico de Letras e Artes de Portugal

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Ser mãe

Dorilda Almeida: ‘Poema Ser mãe’

Dorilda Almeida
Dorilda Almeida
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Do Peru ao ROL, Ana Cecilia Chávez Zavalaga!

Ana Cecilia traz ao ROL a literatura do Peru, Terra do Condor, da Puma e da Serpente, animais sagrados que representam a cosmovisão espiritual inca!

Ana Cecília Cháves Zavalaga
Ana Cecília Chávez Zavalaga

Ana Cecilia Cháves Zavalaga, natural de Lima, Peru, e radicada em Baden-Baden, Alemanha, profissionalmente é especialista em relações públicas e marketing.

Na área cultural é escritora e poetisa, com seis obras publicadas: Tempos de Esperança (2020);

Para Você (2021); Essência (2022); Tempestades do Coração (2023); Seres Ocidentais da Visibilidade) (2023) e Sensações (2025).

Diretora e apresentadora do podequeste Labirinto de Letras, Através do Espelho.

Ana Cecília se apresenta aos leitores do ROL com o conto La incógnita (O enigma), uma contundante narrativa alegórica e social.

La incógnita

Imagem gerada pelo ChatGPT – https://chatgpt.com/c/69f02583-1b0c-83e9-9e35-fa8cd8fb9859

En el centro de cuatro paredes de estera, la que fue tejida con paja de juncos, ahí con los pies descalzos, ajados y sucios apoyados sobre  el suelo de arena, la que  vuela tapizando los cuerpos de individuos  incógnitos en la cima de un cerro, donde solo viven los que ya casi están muertos.

Ahí en su cerro, con el hambre devorando hasta sus huesos, una mujer envejecida por la explotación de  un sistema donde el poder de los ricos significa  el derecho absoluto a una vida digna y placentera, mientras los incógnitos esclavos modernos sobreviven ante un mundo injusto e incierto.

Sentada sobre un banco lleno de polvo y astillas frente a una tabla que simulaba la  que en sus sueños podría ser la mesa donde manjares precederían un festejo, ahí estaba ella, la incógnita, sin educación, sin nombre, ni  abolengo, la indigna, la que no tiene nada aunque muchos ignoren que tiene un alma junto a un corazón vivo y sabio habitando en lo triste de su maltratado cuerpo.

Sobre la mesa, mil retazos de telas, pedazos grandes y chicos de distintas texturas y colores, telas amontonadas,  unas sobre otras, y  ella, la incógnita deslizaba cuidadosamente  sus dedos seleccionando las telas, pues quería convertir en realidad su sueño. 

Corto con tijeras uno a unos los pedazos de tela, con aguja e hilo en las manos unió los retazos e hizo banderas. ¡Qué lindos colores! ¡Qué lindas las razas, que puso Dios sobre la tierra!

La incógnita observaba feliz las banderas, cogió una a una y las unió haciendo con ellas una  única  y larga bandera. La bandera de un mundo sin límites ni fronteras, donde no existe el hambre y no hay diferencias.

La bandera de un mundo que no conoce de guerras, donde la sangre no es la moneda con la que se paga la riqueza de pocos y el hambre de muchos que mueren en vida su triste condena.

La incógnita sueña y viste su choza con una sola bandera, espera que el mundo la entienda, no quiere más sangre y quiere un pan sobre su mesa.

Ana Cecilia Chávez Zavalaga

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A profundidade que cura

SAÚDE INTEGRAL

Joelson Mora: ‘A profundidade que cura’

Joelson Mora
Joelson Mora
Imagem gerada pela IA do Bing – 14 de abril de 2026, às 14h 

Vivemos em uma sociedade orientada pela superfície: respostas rápidas, estímulos constantes e decisões imediatas. No entanto, a ciência, assim como a experiência humana, aponta para uma verdade inevitável:

o que sustenta a vida está nas profundezas.

Os oceanos cobrem cerca de 71% da superfície da Terra e concentram 97% de toda a água do planeta  . Ainda assim, permanecem em grande parte inexplorados. Sua profundidade média é de aproximadamente 3.682 metros, podendo ultrapassar 10.900 metros nas regiões mais profundas, como a Fossa das Marianas  .

Esse dado não é apenas geográfico, ele é simbólico.

A ciência divide o oceano em zonas:

  • Zona de luz (0–200m) → onde há visibilidade e vida abundante
  • Zona de penumbra (200–4.000m) → onde a luz desaparece
  • Zona abissal (4.000m+) → escuridão total, pressão extrema  

Essa estrutura se assemelha diretamente à mente humana:

  • Superfície → consciência racional
  • Meia profundidade → emoções e memórias
  • Profundidade → inconsciente

Em termos de saúde integral, isso revela algo essencial:

não é possível cuidar do corpo e da mente apenas na superfície.

Entre os seres que habitam esse ambiente está a majestosa manta ray, a maior espécie de arraia do mundo.

Dados científicos mostram que:

  • Pode atingir até 8–9 metros de envergadura  
  • Possui um dos maiores cérebros entre os peixes, com alta capacidade cognitiva

     

  • É capaz de mergulhar a mais de 1.000 metros de profundidade  
  • Demonstra sinais de autoconsciência, como reconhecimento no espelho  

Ou seja, não estamos falando apenas de um animal, mas de um organismo que reúne:

  • Inteligência
  • Memória
  • Navegação em ambientes extremos

Do ponto de vista simbólico, a arraia representa:

  • Movimento com fluidez
  • Força sem agressividade
  • Capacidade de navegar no invisível

Diferente de arquétipos mais ‘explosivos’, como o leão ou a águia, a arraia ensina:

o verdadeiro poder não está no barulho, mas na profundidade.

Ela não disputa espaço,  ela ocupa o espaço com presença.

Quando trazemos isso para a saúde integral, percebemos três pilares fundamentais:

1. Corpo físico (superfície)

Movimento, alimentação, sono.

2. Corpo emocional (meia profundidade)

Gestão do estresse, relações, equilíbrio hormonal.

3. Corpo mental e espiritual (profundidade)

Consciência, propósito, identidade.

A maioria das pessoas cuida apenas do primeiro nível.

Mas é nos níveis mais profundos que estão:

  • Ansiedade crônica
  • Fadiga emocional
  • Desconexão com propósito

Estados de introspecção profunda (como meditação, respiração consciente e experiências expandidas) estão associados a:

  • Redução do estresse
  • Reorganização de padrões mentais
  • Aumento da percepção sensorial e emocional

Esses estados ativam regiões cerebrais ligadas à autopercepção e integração neural, algo que muitas vezes é traduzido simbolicamente em imagens, como engrenagens, luzes e padrões.

Ou seja:

o cérebro fala em símbolos quando está se reorganizando.

A arraia mergulha não por acaso.

Estudos indicam que seus mergulhos profundos podem estar ligados a:

  • Busca por alimento
  • Navegação no oceano
  • Leitura de padrões ambientais  

Na vida humana, isso se traduz como:

  • Pausar para compreender
  • Silenciar para decidir melhor
  • Recuar para avançar com precisão

A saúde integral não é construída apenas com disciplina externa, mas com profundidade interna.

Em um mundo acelerado, a verdadeira vantagem competitiva, seja na vida, no esporte ou no ambiente corporativo, está em algo raro:

a capacidade de mergulhar, organizar-se por dentro e voltar à superfície com clareza.

Porque, assim como no oceano,

é na profundidade que a vida se sustenta 

e é de lá que vêm as maiores transformações.

Joelson Mora

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O livro

José Antonio Torres: Poema ‘O livro’

José Antonio Torres
José Antonio Torres
Imagem gerada por IA da Meta. Gerada em 01 de abril ,
às 07:23

Ao despertar, abro o livro da vida.
É como se abrisse a janela da alma
e deixasse fluir de mim os melhores sentimentos.

Muitas páginas já foram escritas…
Algumas ainda por escrever.
Há muitas flores, alguns espinhos,
mas procuro sempre ressaltar
o que vale a pena se ver.

Não escrevo sobre mágoas,
pois elas em mim não residem.
Prefiro enaltecer e dar cores
aos momentos de felicidade e de amor.

Nos jardins, aromas que inebriam.
Nas estradas, novos amigos surgem. 
Mares, montanhas e luzes
nos maravilham todos os dias.

Minha pena desliza pelas folhas deste livro,
registrando cada momento.
Só desejo que, ao fim da minha jornada, não haja dor e nem lamentos.

Que eu possa transmitir a quem o ler,
que a vida, apesar das tristezas,
deve ser vivida intensamente.
Sem medos, fraquezas ou dúvidas
e atento às belezas e oportunidades de ser feliz imensamente.

José Antonio Torres

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As Magias da Sustentabilidade

Palavras que viram ação: literatura engajada marca lançamento de As Magias da Sustentabilidade

Capa do livro As Magias da Sustentabilidade
Capa do livro As Magias da Sustentabilidade

Evento na AFPESP reúne autores de todo o país em coletânea que une literatura, consciência ambiental e impacto social

São Paulo – Na manhã de quinta-feira, 19 de março de 2026, a sede da AFPESP (Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo) foi palco de um raro momento de pausa em meio à correria paulistana. O lançamento da coletânea As Magias da Sustentabilidade, realizado às 10h, transformou o espaço em um encontro de ideias, afetos e propósitos.

Mais do que uma sessão de autógrafos, o evento apresentou ao público uma proposta clara: usar a literatura como ferramenta de conscientização ambiental e transformação social.

Organizada pela escritora Maria Rosana Navarro e lançada pela Sensibiliza, a antologia reúne autores de diferentes regiões do Brasil, construindo um mosaico de vozes que dialogam com um dos temas mais urgentes da atualidade. A obra aposta em um diferencial importante: trata a sustentabilidade não apenas como discurso, mas como experiência sensível, aliando imaginação, afeto e responsabilidade.

📚 Diversidade de vozes e olhares

A coletânea se destaca pela pluralidade. Autores de cidades como Porto Alegre, Fortaleza, Bahia, Ubatuba, e tantas outras cidades contribuem com narrativas que ampliam o olhar sobre as questões ambientais no país.

Entre os participantes, a escritora Vanessa Leite reforça sua marca autoral ao transformar elementos da natureza em experiências poéticas acessíveis ao público. Já o escritor Josemir Lemos, reconhecido por sua atuação na literatura infantil, contribui com sua habilidade de abordar temas complexos de forma lúdica e envolvente.

Também integra a obra o médico e ambientalista Gilberto Natalini, cuja trajetória pública fortalece o diálogo entre literatura, política e sustentabilidade, ampliando o alcance da proposta da coletânea.

🌎 Literatura que gera impacto

Um dos pontos mais relevantes do projeto vai além das páginas do livro. Parte da renda arrecadada com a venda da coletânea será destinada à ONG Batalha Animal, que atua na proteção e cuidado de animais em situação de vulnerabilidade.

A iniciativa conecta, de forma concreta, os pilares da sustentabilidade: ambiental, social e econômico. Mostrando que a literatura pode ultrapassar o campo simbólico e gerar impacto.

💡 Inovação e propósito

O evento contou ainda com a presença do ilustre Fábio Fox, presidente da Sensibiliza, do chamado setor 2.5, modelo que une a lógica da iniciativa privada com o compromisso social, reforçando a importância de parcerias entre cultura, empreendedorismo e responsabilidade coletiva.

A proposta dialoga diretamente com um novo perfil de leitor: mais atento, mais crítico e em busca de obras que não apenas contem histórias, e sim que provoquem reflexão e ação.

🌱 Entre a magia e a realidade

Ao longo do evento, ficou evidente que As Magias da Sustentabilidade encontra um equilíbrio raro. A obra não se apoia em discursos alarmistas nem em fantasias vazias. Em vez disso, constrói pontes entre sensibilidade e consciência, oferecendo ao leitor caminhos possíveis para compreender, e enfrentar os desafios ambientais do presente.

“Quando a literatura toca o coração, ela abre espaço para a mudança”, comentou um dos participantes durante o evento.

✨ Um movimento que já começou

Com lançamento presencial em São Paulo e previsão de encontro online para reunir autores de diferentes regiões, a coletânea se consolida como um projeto que ultrapassa barreiras geográficas e amplia o diálogo nacional.

Mais do que um livro, As Magias da Sustentabilidade se apresenta como um movimento.

E, ao que tudo indica, o feitiço já começou a fazer efeito: palavras que educam, histórias que sensibilizam e ações que transformam mostram que a literatura ainda é uma das ferramentas mais poderosas para mudar o mundo.

👉 Não é apenas um livro, e deveras um convite à mudança. Garanta já o seu exemplar de As Magias da Sustentabilidade e faça parte dessa transformação. Disponível agora na Hotmart. 🌱

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