Do Peru ao ROL, Ana Cecilia Chávez Zavalaga!
Ana Cecilia traz ao ROL a literatura do Peru, Terra do Condor, da Puma e da Serpente, animais sagrados que representam a cosmovisão espiritual inca!

Ana Cecilia Cháves Zavalaga, natural de Lima, Peru, e radicada em Baden-Baden, Alemanha, profissionalmente é especialista em relações públicas e marketing.
Na área cultural é escritora e poetisa, com seis obras publicadas: Tempos de Esperança (2020);
Para Você (2021); Essência (2022); Tempestades do Coração (2023); Seres Ocidentais da Visibilidade) (2023) e Sensações (2025).
Diretora e apresentadora do podequeste Labirinto de Letras, Através do Espelho.
Ana Cecília se apresenta aos leitores do ROL com o conto La incógnita (O enigma), uma contundante narrativa alegórica e social.
La incógnita

En el centro de cuatro paredes de estera, la que fue tejida con paja de juncos, ahí con los pies descalzos, ajados y sucios apoyados sobre el suelo de arena, la que vuela tapizando los cuerpos de individuos incógnitos en la cima de un cerro, donde solo viven los que ya casi están muertos.
Ahí en su cerro, con el hambre devorando hasta sus huesos, una mujer envejecida por la explotación de un sistema donde el poder de los ricos significa el derecho absoluto a una vida digna y placentera, mientras los incógnitos esclavos modernos sobreviven ante un mundo injusto e incierto.
Sentada sobre un banco lleno de polvo y astillas frente a una tabla que simulaba la que en sus sueños podría ser la mesa donde manjares precederían un festejo, ahí estaba ella, la incógnita, sin educación, sin nombre, ni abolengo, la indigna, la que no tiene nada aunque muchos ignoren que tiene un alma junto a un corazón vivo y sabio habitando en lo triste de su maltratado cuerpo.
Sobre la mesa, mil retazos de telas, pedazos grandes y chicos de distintas texturas y colores, telas amontonadas, unas sobre otras, y ella, la incógnita deslizaba cuidadosamente sus dedos seleccionando las telas, pues quería convertir en realidad su sueño.
Corto con tijeras uno a unos los pedazos de tela, con aguja e hilo en las manos unió los retazos e hizo banderas. ¡Qué lindos colores! ¡Qué lindas las razas, que puso Dios sobre la tierra!
La incógnita observaba feliz las banderas, cogió una a una y las unió haciendo con ellas una única y larga bandera. La bandera de un mundo sin límites ni fronteras, donde no existe el hambre y no hay diferencias.
La bandera de un mundo que no conoce de guerras, donde la sangre no es la moneda con la que se paga la riqueza de pocos y el hambre de muchos que mueren en vida su triste condena.
La incógnita sueña y viste su choza con una sola bandera, espera que el mundo la entienda, no quiere más sangre y quiere un pan sobre su mesa.
Ana Cecilia Chávez Zavalaga
A profundidade que cura
SAÚDE INTEGRAL
Joelson Mora: ‘A profundidade que cura’


Vivemos em uma sociedade orientada pela superfície: respostas rápidas, estímulos constantes e decisões imediatas. No entanto, a ciência, assim como a experiência humana, aponta para uma verdade inevitável:
o que sustenta a vida está nas profundezas.
Os oceanos cobrem cerca de 71% da superfície da Terra e concentram 97% de toda a água do planeta . Ainda assim, permanecem em grande parte inexplorados. Sua profundidade média é de aproximadamente 3.682 metros, podendo ultrapassar 10.900 metros nas regiões mais profundas, como a Fossa das Marianas .
Esse dado não é apenas geográfico, ele é simbólico.
A ciência divide o oceano em zonas:
- Zona de luz (0–200m) → onde há visibilidade e vida abundante
- Zona de penumbra (200–4.000m) → onde a luz desaparece
- Zona abissal (4.000m+) → escuridão total, pressão extrema
Essa estrutura se assemelha diretamente à mente humana:
- Superfície → consciência racional
- Meia profundidade → emoções e memórias
- Profundidade → inconsciente
Em termos de saúde integral, isso revela algo essencial:
não é possível cuidar do corpo e da mente apenas na superfície.
Entre os seres que habitam esse ambiente está a majestosa manta ray, a maior espécie de arraia do mundo.
Dados científicos mostram que:
- Pode atingir até 8–9 metros de envergadura
- Possui um dos maiores cérebros entre os peixes, com alta capacidade cognitiva
- É capaz de mergulhar a mais de 1.000 metros de profundidade
- Demonstra sinais de autoconsciência, como reconhecimento no espelho
Ou seja, não estamos falando apenas de um animal, mas de um organismo que reúne:
- Inteligência
- Memória
- Navegação em ambientes extremos
Do ponto de vista simbólico, a arraia representa:
- Movimento com fluidez
- Força sem agressividade
- Capacidade de navegar no invisível
Diferente de arquétipos mais ‘explosivos’, como o leão ou a águia, a arraia ensina:
o verdadeiro poder não está no barulho, mas na profundidade.
Ela não disputa espaço, ela ocupa o espaço com presença.
Quando trazemos isso para a saúde integral, percebemos três pilares fundamentais:
1. Corpo físico (superfície)
Movimento, alimentação, sono.
2. Corpo emocional (meia profundidade)
Gestão do estresse, relações, equilíbrio hormonal.
3. Corpo mental e espiritual (profundidade)
Consciência, propósito, identidade.
A maioria das pessoas cuida apenas do primeiro nível.
Mas é nos níveis mais profundos que estão:
- Ansiedade crônica
- Fadiga emocional
- Desconexão com propósito
Estados de introspecção profunda (como meditação, respiração consciente e experiências expandidas) estão associados a:
- Redução do estresse
- Reorganização de padrões mentais
- Aumento da percepção sensorial e emocional
Esses estados ativam regiões cerebrais ligadas à autopercepção e integração neural, algo que muitas vezes é traduzido simbolicamente em imagens, como engrenagens, luzes e padrões.
Ou seja:
o cérebro fala em símbolos quando está se reorganizando.
A arraia mergulha não por acaso.
Estudos indicam que seus mergulhos profundos podem estar ligados a:
- Busca por alimento
- Navegação no oceano
- Leitura de padrões ambientais
Na vida humana, isso se traduz como:
- Pausar para compreender
- Silenciar para decidir melhor
- Recuar para avançar com precisão
A saúde integral não é construída apenas com disciplina externa, mas com profundidade interna.
Em um mundo acelerado, a verdadeira vantagem competitiva, seja na vida, no esporte ou no ambiente corporativo, está em algo raro:
a capacidade de mergulhar, organizar-se por dentro e voltar à superfície com clareza.
Porque, assim como no oceano,
é na profundidade que a vida se sustenta
e é de lá que vêm as maiores transformações.
Joelson Mora
O livro
José Antonio Torres: Poema ‘O livro’


às 07:23
Ao despertar, abro o livro da vida.
É como se abrisse a janela da alma
e deixasse fluir de mim os melhores sentimentos.
Muitas páginas já foram escritas…
Algumas ainda por escrever.
Há muitas flores, alguns espinhos,
mas procuro sempre ressaltar
o que vale a pena se ver.
Não escrevo sobre mágoas,
pois elas em mim não residem.
Prefiro enaltecer e dar cores
aos momentos de felicidade e de amor.
Nos jardins, aromas que inebriam.
Nas estradas, novos amigos surgem.
Mares, montanhas e luzes
nos maravilham todos os dias.
Minha pena desliza pelas folhas deste livro,
registrando cada momento.
Só desejo que, ao fim da minha jornada, não haja dor e nem lamentos.
Que eu possa transmitir a quem o ler,
que a vida, apesar das tristezas,
deve ser vivida intensamente.
Sem medos, fraquezas ou dúvidas
e atento às belezas e oportunidades de ser feliz imensamente.
José Antonio Torres
As Magias da Sustentabilidade
Palavras que viram ação: literatura engajada marca lançamento de As Magias da Sustentabilidade

Evento na AFPESP reúne autores de todo o país em coletânea que une literatura, consciência ambiental e impacto social
São Paulo – Na manhã de quinta-feira, 19 de março de 2026, a sede da AFPESP (Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo) foi palco de um raro momento de pausa em meio à correria paulistana. O lançamento da coletânea As Magias da Sustentabilidade, realizado às 10h, transformou o espaço em um encontro de ideias, afetos e propósitos.
Mais do que uma sessão de autógrafos, o evento apresentou ao público uma proposta clara: usar a literatura como ferramenta de conscientização ambiental e transformação social.
Organizada pela escritora Maria Rosana Navarro e lançada pela Sensibiliza, a antologia reúne autores de diferentes regiões do Brasil, construindo um mosaico de vozes que dialogam com um dos temas mais urgentes da atualidade. A obra aposta em um diferencial importante: trata a sustentabilidade não apenas como discurso, mas como experiência sensível, aliando imaginação, afeto e responsabilidade.
📚 Diversidade de vozes e olhares
A coletânea se destaca pela pluralidade. Autores de cidades como Porto Alegre, Fortaleza, Bahia, Ubatuba, e tantas outras cidades contribuem com narrativas que ampliam o olhar sobre as questões ambientais no país.
Entre os participantes, a escritora Vanessa Leite reforça sua marca autoral ao transformar elementos da natureza em experiências poéticas acessíveis ao público. Já o escritor Josemir Lemos, reconhecido por sua atuação na literatura infantil, contribui com sua habilidade de abordar temas complexos de forma lúdica e envolvente.
Também integra a obra o médico e ambientalista Gilberto Natalini, cuja trajetória pública fortalece o diálogo entre literatura, política e sustentabilidade, ampliando o alcance da proposta da coletânea.
🌎 Literatura que gera impacto
Um dos pontos mais relevantes do projeto vai além das páginas do livro. Parte da renda arrecadada com a venda da coletânea será destinada à ONG Batalha Animal, que atua na proteção e cuidado de animais em situação de vulnerabilidade.
A iniciativa conecta, de forma concreta, os pilares da sustentabilidade: ambiental, social e econômico. Mostrando que a literatura pode ultrapassar o campo simbólico e gerar impacto.
💡 Inovação e propósito
O evento contou ainda com a presença do ilustre Fábio Fox, presidente da Sensibiliza, do chamado setor 2.5, modelo que une a lógica da iniciativa privada com o compromisso social, reforçando a importância de parcerias entre cultura, empreendedorismo e responsabilidade coletiva.
A proposta dialoga diretamente com um novo perfil de leitor: mais atento, mais crítico e em busca de obras que não apenas contem histórias, e sim que provoquem reflexão e ação.
🌱 Entre a magia e a realidade
Ao longo do evento, ficou evidente que As Magias da Sustentabilidade encontra um equilíbrio raro. A obra não se apoia em discursos alarmistas nem em fantasias vazias. Em vez disso, constrói pontes entre sensibilidade e consciência, oferecendo ao leitor caminhos possíveis para compreender, e enfrentar os desafios ambientais do presente.
“Quando a literatura toca o coração, ela abre espaço para a mudança”, comentou um dos participantes durante o evento.
✨ Um movimento que já começou
Com lançamento presencial em São Paulo e previsão de encontro online para reunir autores de diferentes regiões, a coletânea se consolida como um projeto que ultrapassa barreiras geográficas e amplia o diálogo nacional.
Mais do que um livro, As Magias da Sustentabilidade se apresenta como um movimento.
E, ao que tudo indica, o feitiço já começou a fazer efeito: palavras que educam, histórias que sensibilizam e ações que transformam mostram que a literatura ainda é uma das ferramentas mais poderosas para mudar o mundo.
👉 Não é apenas um livro, e deveras um convite à mudança. Garanta já o seu exemplar de As Magias da Sustentabilidade e faça parte dessa transformação. Disponível agora na Hotmart. 🌱
Ninguém entra duas vezes no mesmo rio
Paulo Siuves: ‘Ninguém entra duas vezes no mesmo rio’


Saí de casa e vi um ônibus passar.
Não era só um ônibus.
Era uma cápsula do tempo.
Painel digital, porta automática, câmera interna, letreiro de LED.
Só o motor barulhento não mudou —
continua o nosso velho e bom busão.
Quase nada nele parecia com os que passavam quando eu era moleque.
Os de antes gemiam, tremiam, soltavam fumaça,
tinham bancos duros e janelas que se abriam à força.
Hoje tem ar-condicionado.
Quarenta anos de tecnologia entre um veículo e outro —
e, mesmo assim, a rua era a mesma.
O ponto era o mesmo.
O asfalto era o mesmo.
Só eu não era.
O que passa pela retina é presente.
O que passa pela memória é outra cidade.
Outro corpo.
Outro tempo.
Outro eu.
Há coisas que mudam fora da gente.
Outras mudam dentro.
E há aquelas que mudam a gente por dentro.
De tempo em tempo, alguém surge lá dentro.
Um outro eu — mais ranzinza, mais cansado.
Enquanto o anterior permanece ali,
em suspensão,
esperando para ver o que vai acontecer.
Ser arguido por alguém no espelho é rotina.
Um sujeito que me encara como se fosse testemunha de um crime que eu não lembro de ter cometido.
Um desaforo íntimo.
Um confronto sem plateia.
Às vezes penso: como é que eu ainda não dei um soco naquele sujeito?
Os que morreram dentro de mim não me incomodam.
O que fumava, por exemplo — já foi tarde.
Morreu no fim de 2009.
Esses eu enterrei em silêncio.
Esses descansam.
O problema são os outros.
Os que se recusam a morrer.
Os que voltam como requerentes da própria existência.
Os que batem à porta da consciência pedindo explicação.
Os que me confrontam toda vez que o espelho acende.
E a mão…
Essa mão que amanhece sem pedir licença.
Eu olho e não reconheço a pele.
Não é a pele que eu lembro.
Não tinha tantas rugas.
Não tinha tantas histórias.
Minha memória guarda uma mão lisa — de quinze, talvez vinte anos.
Não essa pele quase sexagenária que agora habito como se fosse de outro endereço.
Às vezes não parece envelhecimento.
Parece troca de identidade sem aviso prévio.
Como se eu tivesse sido atualizado sem ler os termos do contrato.
Acho que é exatamente isso:
não somos feitos de um tempo só.
Somos sobreposições.
Camadas, pessoas.
Versões em conflito.
Arquivos vivos.
E, como a cidade, a gente muda de pele sem pedir permissão à memória.
O corpo vira outro prédio.
O rosto vira fachada velha.
O olhar vira outra rua.
E a gente caminha dentro de si como quem visita um museu sem placas.
No fim, eu acho que não envelheci.
Só acordei num corpo que ainda estou aprendendo a habitar —
enquanto versões antigas de mim continuam andando alguns passos atrás,
me olhando, em silêncio,
como quem pergunta:
“foi isso que você fez com a vida que a gente sonhou?”
Paulo Siuves
Manoel de Barros – O Poeta das Miudezas
Advertência:
Esta antologia é somente para quem ainda tem uma criança dentro de si, querendo construir mundos imaginários!

O Poeta das Miudezas
A ANTOLOGIA MANOEL DE BARROS – O POETA DAS MIUDEZAS, organizada por Verônica Moreira e Sergio Diniz da Costa, visa reunir textos de poetas brasileiros que preservam dentro de si um passado em que a tecnologia não substituía o encantamento pela beleza e a importância das coisas que, mais do que impressionar apenas os olhos, impressionavam a alma; as coisas aparentemente insignificantes e do cotidiano, como insetos e pedras, vistas com um olhar próprio das crianças que continuam brincando dentro de si.
UMA BREVE BIOGRAFIA
Manoel Wenceslau Leite de Barros (Cuiabá, 19 de dezembro de 1916 — Campo Grande, 13 de novembro de 2014), conhecido como O Poeta das Miudezas, foi um poeta brasileiro do século XX, pertencente, cronologicamente, à Geração de 45, mas formalmente ao pós-Modernismo brasileiro, se situando mais próximo das vanguardas europeias do início do século e da Poesia Pau-Brasil e da Antropofagia de Oswald de Andrade.
Foi considerado um dos maiores poetas do Brasil, e dos mais aclamados nos círculos literários do Brasil. Seu trabalho tem sido publicado em Portugal, onde é um dos poetas contemporâneos brasileiros mais conhecidos, na Espanha e na França.
Dentre os inúmeros prêmios recebidos, destacam-se o Prêmio Jabuti de Literatura (1989), na categoria Poesia, como o livro ‘O guardador de águas’ e o Prêmio Jabuti de Literatura (2002), na categoria livro de ficção, com ‘O fazedor de amanhecer’.
São características da poesia de Manoel de Barros:
Valorização do pequeno: Em vez de focar em temas grandiosos, ele dedicava seus versos a detalhes que passam despercebidos, encontrando profundidade e significado no que é mínimo e aparentemente trivial.
Perspectiva infantil: O poeta abordava o mundo com a curiosidade, a admiração e a limpidez de uma criança. Essa visão infantil não era ingênua, mas uma forma de desconstruir o olhar adulto para redescobrir o mundo com mais intensidade e encanto.
Natureza como fonte: A natureza, com seus bichos, plantas e rios, era sua principal fonte de inspiração. Ele a via como um laboratório de palavras e um espaço onde as ‘miudezas’ ganhavam voz e vida em seus poemas.
Celebração do cotidiano: Seus poemas exploravam a beleza oculta no dia a dia, nos objetos abandonados e nas experiências comuns, mostrando que a poesia está em todos os lugares, bastando saber ‘ouvir’ e ‘ver’.
REGULAMENTO
1. DO LIVRO IMPRESSO:
A antologia, com tamanho 14cm x 21 cm, e miolo colorido, será editada sob o Selo Ver-Arte.
2. DIVULGAÇÃO DA ANTOLOGIA:
A divulgação para a inscrição será feita pelo Jornal Cultural ROL (https://jornalrol.com.br), pelo Facebook (https://www.facebook.com/JCulturalRol/ e Instagram (https://www.instagram.com/@poetisa.veronicamoreira).
3. INSCRIÇÃO:
A inscrição é gratuita e permitida para autores (as) brasileiros(as) maiores de 16 anos residentes em qualquer região do país, no período de 10 de fevereiro de 2026 a 20 de março de 2026, pelo e-meio antologiamanoeldebarros@gmail.com, com o título Antologia Manoel de Barros O Poeta das Miudezas.
Observação 1: O total de coautores será de 50. Portanto, se antes do prazo final das inscrições atingir esse número, as inscrições serão consideradas encerradas.
Observação 2: No envio do texto, pelo e-meio acima, deverão seguir, por anexos, uma foto com ótima resolução, e uma biografia, com 15 linhas no máximo (observado a formatação da página, de acordo com o item 6, c), sendo que, no total de linhas poderá constar o endereço das redes sociais.
4. GÊNERO: Poema
5. TEMA: Miudezas da vida.
6. DO TEXTO:
a)apenas um texto, redigido em português, digitado no Word, e inédito, ou seja, que não tenha sido veiculado em qualquer mídia, garantindo o coautor (a) que o texto é de sua autoria e isento de plágio, de conformidade com o Item 11.1.
b) deve vir revisado. Para tanto, sugere-se o uso de um dos seguintes revisores gratuitos (mas podem ser outros): languagetool.org/pt-BR e QuilBot;
c) FORMATO DA PÁGINA:
Papel: A5;
Fonte: Bookman Old Style;
Tamanho: 12
Espaçamento: simples;
Alinhamento: justificado
MARGENS:
Esquerda: 2,5 cm;
Direita: 1,5 cm;
Superior: 2,0 cm;
Inferior: 1,5 cm;
Obs.: Se o coator (a) encontrar dificuldade de diagramar para o envio do poema, entrar em contato com os organizadores, pelo mesmo e-meio (antologiamanoeldebarros@gmail.com).
e) Quantidade de linhas: cada página deve conter no máximo 22 linhas (versos), com os espaços incluídos, entendendo-se por espaços todas as quebras de estrofes. E os autores devem observar que versos longos podem ocupar mais de uma linha na formatação.
7. VALOR DA ADESÃO:
R$ 250,00 (duzentos e cinquenta Reais), podendo ser pagos em duas parcelas de R$ 125,00 (cento e vinte e cinco Reais), com depósitos pelo Pix veronicanoe398@gmail.com, em nome de Verônica Moreira.
Obs.: O pagamento da primeira parcela deverá ser comprovado no ato da inscrição e envio do texto, da foto e da biografia. E o da segunda parcela, até o final do mês subsequente.
8. PÁGINAS EXTRAS:
Para cada página extra será acrescentado o valor de R$ 50,00 (cinquenta Reais).
9. DO RECEBIMENTO DE EXEMPLAR:
Cada coautor (a) receberá um exemplar da antologia. Em havendo interesse de obter outros exemplares, cada exemplar terá o valor de R$ 50,00 (cinquenta Reais), mais o valor do envio postal.
10. DA CONFECÇÃO DE CARDS:
Com a inscrição e o valor pago integralmente, cada coautor (a) receberá um card para a divulgação de sua participação na antologia.
11. DISPOSIÇÕES FINAIS:
11.1 Do ineditismo do texto
O coautor (a) declara que o texto é de sua autoria, inédito e isento de plágio, nos termos da Lei nº 9.610/88, responsabilizando-se expressamente por futura contestação por parte de terceiros, bem como estando sujeito às penas previstas no artigo 184 do Código Penal, que disciplina a violação dos direitos autorais.
Ver Declaração de Responsabilidade no final deste Regulamento, o qual deve ser preenchido, assinado e enviado, via scanner, para o e-meio antologiamanoeldebarros@gmail.com.
Dos Direitos Autorais e Concessão de Uso (Ver TERMO DE AUTORIZAÇÃO PARA PUBLICAÇÃO EM ANTOLOGIA ao final do Regulamento).
Pelo presente instrumento, cada coautor (a) cede aos organizadores (Verônica Moreira e Sergio Diniz da Costa) o direito de uso não exclusivo da obra para a primeira edição da antologia, em formato impresso e/ou digital, abrangendo a publicação, divulgação e distribuição da coletânea.
Os direitos autorais de cada obra individual, incluindo, mas não se limitando a, direitos de reprodução, adaptação, distribuição e comunicação ao público fora do contexto desta antologia, permanecem integralmente com os respectivos coautores.
Os organizadores comprometem-se a incluir o nome do coautor (a) em todas as reproduções de sua obra na antologia, garantindo o direito de paternidade (crédito autoral)
11.2 Da observância das cláusulas deste Regulamento
O coautor (a) fica ciente de que deve observar as disposições deste Regulamento, sob pena de a inscrição ser desconsiderada, sem a devolução do valor pago.
11.3 Dúvidas sobre o Regulamento
Dúvidas decorrentes do Regulamento, em razão de cláusulas não previstas, serão solucionadas pelos organizadores.
11.4 Data de lançamento da antologia
Salvo motivo de força maior, devidamente comunicado aos (às) coautores (as), a antologia será lançada no mês de maio de 2026;
Verônica Moreira e Sergio Diniz da Costa – Organizadores.

o Poeta das Miudezas
ANEXO
TERMO DE AUTORIZAÇÃO PARA PUBLICAÇÃO EM ANTOLOGIA
Nome _________________, nacionalidade, estado civil ___________, profissão ________________, RG ____________ CPF ______________, endereço residencial ______________________________________________________________________, pelo presente termo, autorizo VERÔNICA MOREIRA, brasileira, casada, poetisa, CPF nº 084.247.126-09, residente e domiciliada na Rua Jorcelino Miranda, 355 – Esplanada – CEP 35300-324 – Caratinga-MG, e SERGIO DINIZ DA COSTA, brasileiro, casado, jornalista, RG nº 9.718.845 e CPF nº 020.791.448-63, residente e domiciliado na Rua Belmira Loureiro de Almeida, 484 – Condomínio Piazza Del Platano – apartamento 44, Bloco P – Jardim Piratininga – CEP 18016-321 – Sorocaba (SP), a publicar, na qualidade de Organizadores, e pelo Selo Ver-Arte, na antologia Manoel de Barros – O Poeta das Miudezas, o poema __________________, cedendo-lhes os direitos patrimoniais de autor, dele decorrentes.
Declaro que o poema, cujos direitos patrimoniais foram cedidos, é de minha autoria e inédito, e que assumo, portanto, a responsabilidade que me cabe pelo seu conteúdo, perante a Lei nº 9.610/1988, que versa sobre a proteção dos direitos autorais, isentando os Organizadores ou o Selo Ver-Arte, em quaisquer processos judiciais, caso venham a ocorrer em relação ao texto enviado, devendo, contudo, os Organizadores garantir que os conceitos e pensamentos aí expressos permaneçam fiéis ao original.
Declaro, ainda, estar ciente de que a obra coletiva acima nominada poderá divulgada por todos os meios publicitários, impressos e pela internet (texto, imagem, som, vídeo, lançamentos, debates, entrevistas, entre outros.
Declaro, por fim, estar de acordo que, tão logo a publicação da mencionada antologia seja efetivada, esta autorização reger-se-á pelas cláusulas estabelecidas no respectivo Contrato de Sessão e Transferência de Direitos Patrimoniais de Autor, a ser celebrado entre os Organizadores e o Selo Ver-Arte.
Por ser verdade, firmo o presente e dou fé,
Cidade _____________, ___/____/ ____________.
_________________________________________
Nome
Assinatura Eletrônica

