Metacognição: uma abordagem neuroeducativa para a saúde mental
Márcia NàscimentoImagem criada por IA da Meta – 30 de janeiro de 2026, às 16:14 PM – https://www.meta.ai/create/hW4indOGIFt/?prompt_id=86ceae78-eee1-4f58-a1a7-75d16301fa59
Em tempos onde o avanço da tecnologia cresce abruptamente e a inteligência artificial passou a substituir o pensamento humano, a Educação corre o grande risco de perder a sua importância no cenário atual, assim como a humanidade, por estar deixando de praticar uma das habilidades mais essenciais para a vida que é o ato de pensar.
Todos os dias e em cada momento, são necessárias diversas tomadas de decisões e isto implica saber gerenciar as emoções e principalmente, pensar de forma estratégica, reconhecendo desta maneira os padrões mentais que estão a reger os comportamentos mediante a essas deliberações; e frente a este contexto, a metacognição se torna a chave invisível que transforma pensamento em consciência.
A princípio, é preciso entender o que significa o termo Metacognição.
É, de forma simples, pensar sobre o próprio pensamento, ou seja, é a capacidade de perceber, entender e regular como você aprende, sente, decide e age, portanto, não é só pensar, é saber que está pensando — e como está pensando.
O ato em aprender exige muito mais que meramente ir para a escola e decorar o que está sendo transmitido pelo professor em sala de aula, e a este respeito, Fonseca corrobora afirmando que:
[…] aprender a aprender envolve focar a atenção para captar informações, formular, estabelecer e planificar estratégias para lidar com a tarefa, monitorizar a performance cognitiva, examinar as informações disponíveis e aplicar procedimentos para resolver problemas e sua adequabilidade.
Para que a aprendizagem de fato aconteça, é necessário que haja não somente o foco para a captação das informações, mas que essas passem a ter tamanha relevância no campo cognitivo que atravesse o estágio do saber (captação da informação), em seguida comece a compreensão desta informação (conhecimento) e por fim, através da metacognição, venha para o patamar de saber (sabedoria, a transformação do conhecimento pela habilidade em sondar os pensamentos e refletir com consciência acerca de cada um deles).
É importante ressaltar que o cérebro e a mente são duas coisas totalmente distintas entre si, apesar de atuarem juntamente com a consciência de forma indissolúvel. O cérebro humano, como todos os órgãos que compõe o sistema físico, é de extrema e fundamental importância, porém, existe algo muito peculiar em relação à sua funcionalidade que é a sua atividade constante e ininterrupta com a mente que é a responsável por codificar todas as informações para transmitir ao cérebro todos os registros dos quais serão receptados pelo mesmo.
Segundo Pinker (1998), a mente não é o cérebro e sim o que o cérebro faz, e nem mesmo é tudo o que ele faz, como metabolizar gordura e calor. A mente é a responsável por criar os códigos e enviá-los ao cérebro por um mecanismo de engrenagem ao qual, através da decodificação dessas informações, passará a pensar sobre os códigos criados primeiramente no campo mental.
Em um cotidiano tão repleto de inúmeros compromissos e o tempo cada vez mais escasso, é natural que muitas pessoas se tornem reativas de uma forma até mesmo agressiva em suas relações, o que vem adoecendo cada vez mais, um número considerável de pessoas que necessitam cuidar da saúde mental.
Praticar a metacognição, é a maneira mais simples de se reeducar para o alcance de um nível consciencial que eleve a forma tanto de viver, quanto de agir mediante a cada decisão a ser tomada no dia a dia, e frente a este contexto a Neuroeducação, se torna um recurso totalmente eficaz, uma vez que leva o indivíduo a refletir através de seus pensamentos, em cada tipo de comportamento que esteja desenvolvendo ou que já está atuando, transformando a metacognição em consciência; que trará as mudanças necessárias ao sistema, modificando as reações automáticas, levando-as à escolhas totalmente conscientes, oportunizando desta maneira, uma vida mais leve e feliz, com a saúde mental em perfeita harmonia.
As inscrições ao II Prêmio Laurel Verbum de Literatura de Entretenimento foram prorrogadas até o dia 15 de fevereiro de 2026
Card do II Prêmio Laurel Verbum de Literatura de Entretenimento
As inscrições para o II Prêmio Laurel Verbum de Literatura de entreterimento foram prorrogadas aé o dia 15 de fevereiro de 2026.
O que é o Prêmio Laurel Verbum?
O Prêmio Laurel Verbum de Literatura de Entretenimento é uma iniciativa dedicada a descobrir e consagrar talentos literários, celebrando obras que cativam o público pela criatividade e narrativa. O prêmio busca elevar o patamar da literatura de entretenimento nacional, reconhecendo o mérito de autores que dominam a arte de contar histórias.
Como funciona?
O processo seletivo ocorre em etapas rigorosas:
Inscrição e Avaliação:
Autores submetem suas obras (físicas ou digitais), que são analisadas por uma comissão julgadora composta por especialistas do setor.
Seleção de Finalistas:
Após uma análise técnica detalhada, são selecionadas as obras que mais se destacaram em cada categoria.
Noite de Gala:
O auge da premiação acontece em um evento solene, onde os vencedores são revelados em uma celebração à cultura.
Data da premiação
23/05/2026, em Santo André (SP), na Associação dos servidores públicos municipais de Santo André.
A Experiência do Evento
A noite de premiação é um encontro artístico de alto nível, reunindo poetas, músicos e fotógrafos profissionais em uma atmosfera de celebração. Além de honrar os finalistas e seus convidados, o evento promove o networking e a confraternização com um buffet exclusivo para encerrar a noite com chave de ouro.
Categorias
Melhor Poesia, Melhor Conto, Melhor Romance de Entretenimento, Melhor Fantasia e Ficção Científica de Entretenimento, Melhor Suspense de Entretenimento, Melhor Literatura Infantojuvenil de Entretenimento, Melhor Jornalismo e Documentário de entretenimento (Reportagens/Biografia), Melhor Aventura de Entretenimento, Melhor Poesia em língua inglesa, Melhor Conto em língua inglesa.
Sergio Diniz da Costa: ‘Chove chuva, chove sem parar…’
Sergio DinizImagem criada por IA do Grok – 30 de janeiro de 2026, às 10:38 PM – https://grok.com/imagine/post/0e286cf9-8e77-4b8b-8990-1c5ead7c2f48
Final de tarde e o tempo já estava fechado, ameaçando cair outro toró, como já ocorrera no dia anterior. No entanto, sair com guarda-chuva na rua, enquanto ainda não está chovendo, é esquecê-lo no primeiro momento em que ambas as mãos estiverem vazias. Pelo menos para mim!
Eu estava, portanto, desguardachuvado, quando o céu resolveu cair sobre toda a cidade.
Relativamente longe do meu carro ─ onde o ‘tal’ se encontrava, ali inútil, tanto quanto uma roupa de mergulho num deserto ─, não me restou alternativa, senão me abrigar embaixo de uma marquise. E, comigo, aos poucos, mais a cidade inteira. Também, aos poucos, as muitas reclamações sobre as chuvas em excesso.
Sem muitas opções, enquanto esperava o tempo se recompor ─ e as pessoas, também! ─, detive-me a ouvir, discretamente, alguns comentários. Um em especial: um jovem, visivelmente apaixonado, cheio de cuidados com a bela e delicada namorada.
Pelo que deu para perceber, logo mais eles iriam a uma grande festa e ela tinha acabado de sair de um salão de beleza, onde passara horas ‘dando um trato’ no cabelo e, em contrapartida, tendo um maltrato nos bolsos.
Aquela chuva, digna de um novo Dilúvio, por conseguinte, se mostrava o suprassumo, a apoteose de todos os azares.
Enquanto chovia torrencialmente fora da marquise, sob ela a moça também começou a molhar, agora, os ombros do namorado que, visivelmente aflito, não sabia o que fazer, a fim de mitigar aquele sofrimento feminino.
Confesso que me compadeci da situação. E, dando asas à imaginação, vi naquele jovem um outro, um carioca de 18 anos, de nome Jorge Duílio Lima Meneses que, naquela situação, apelaria à chuva e a Deus: ‘Chove Chuva/ Chove sem parar…/ Pois eu vou fazer uma prece/ Prá Deus, nosso Senhor/ Prá chuva parar/ De molhar o meu divino amor…/ Que é muito lindo/ É mais que o infinito/ É puro e belo/ Inocente como a flor…/ Por favor, chuva ruim/ Não molhe mais/ O meu amor assim…’
Infelizmente, porém, sob aquela marquise, não estava ali o nosso querido Jorge Duílio, ou melhor, para o grande público, Jorge Ben* (posteriormente, Jorge Bem Jor), um guitarrista, cantor e compositor que, antes de enveredar pela música, queria ser jogador de futebol e chegou a integrar o time infanto-juvenil do Flamengo, mas, em tendo a música no sangue, seguiu a carreira e vem caminhando pelas trilhas do rock and roll, samba, samba rock, bossa nova, jazz, maracatu, funk, ska e até mesmo hip hop, com letras que misturam humor e sátira, além de temas esotéricos e de trazer influências árabes e africanas, oriundas de sua mãe, nascida na Etiópia.
Sua biografia aponta, ainda, que ele ganhou seu primeiro pandeiro aos treze anos de idade e, dois anos depois, já cantava no coro da igreja. Também participava como tocador de pandeiro em blocos de carnaval. Aos dezoito, ganhou um violão de sua mãe e começou a se apresentar em festas e boates, tocando bossa nova e rock and roll.
No início dos anos 60, apresentou-se no Beco das Garrafas, que se tornou um dos redutos da bossa nova. Em 1963, ele subiu no palco e cantou ‘Mas que Nada’, uma das canções em língua portuguesa mais executadas nos Estados Unidos até hoje, na versão do pianista brasileiro Sérgio Mendes com o grupo de hip hop norte-americano Black Eyed Peas.
Em 1968, foi convidado para o programa Divino, Maravilhoso que Caetano Veloso e Gilberto Gil faziam na Tupi. Participou, também, de O Fino da Bossa (comandado por Elis Regina e Jair Rodrigues) e da Jovem Guarda (de Roberto Carlos). Nessa época, obteve enorme sucesso com ‘Cadê Tereza?’, ‘País Tropical’, ‘Que Pena’ e ‘Que Maravilha’, além de concorrer com ‘Charles, Anjo 45’ no Festival Internacional da Canção, da TV Globo, em 1969.
Na década de 1970, venceria este festival com ‘Fio Maravilha’, interpretado por Maria Alcina. ‘País Tropical’ também teve êxito, na voz de Wilson Simonal. Ainda nos anos 70, Jorge Ben lançou álbuns mais esotéricos e experimentais, como ‘A Tábua de Esmeralda’ (1974), ‘Solta o Pavão’ (1975) e ‘África Brasil’ (1976). Embora não tenham obtido sucesso comercial, estes álbuns são considerados clássicos da música brasileira.
Não, debaixo daquela marquise não estava o inspirado Jorge Ben, mas tão somente um desconsolado jovem apaixonado, para o qual aquela chuva ruim, repentina e solidariamente, deu trégua e, assim como para a namorada, parou de molhar a todos nós.
Presentación de la obra musical Suite Guitarra Social de la cantautora Natalia Esquivel Benítez
Logo da seção Entrevistas ROLianasDe izquierda a derecha: Osvaldo Matamoros Zamora, Natalia Esquivel Benítez y Mario Solera. Foto/ 28/01/26. Crédito: Carlos Jarquín.
La tarde de este 28 de enero tuve el privilegio de asistir a la presentación del álbum musical Suite Guitarra Social de la cantautora, poeta y académica costarricense Natalia Esquivel Benítez. El evento se realizó en la Benemérita Biblioteca Nacional de Costa Rica y fue organizado por el Ministerio de Cultura y Juventud, a través de la Benemérita Biblioteca Nacional (parte del SINABI), el Área de Formación Humanística de la UTN, el colectivo cultural Trébol Carmesí y Natalia Esquivel.
La actividad inició a las 4:00 p.m. Tras la bienvenida de la Directora de la Biblioteca Nacional Miguel Obregón Lizano, la Sra. Laura Rodríguez Amador, la moderadora Nayuribes Ramírez Jiménez realizó una presentación excelente y le cedió la palabra a la artista. En su discurso, Natalia explicó:
“Suite Guitarra Social es una colección de 17 piezas originales para guitarra solista, compuestas durante una residencia artística en España en el año 2024 en Cáceres, España, y bajo la tutoría de la maestra Marta Lozano Molano. Cada pieza está inspirada en un ODS (Objetivo de Desarrollo Sostenible) de las Naciones Unidas, y busca generar conciencia ecológica, solidaridad y reflexión ética a través de la música. La obra fue apoyada por el programa Ibermúsicas y la Universidad Técnica Nacional de Costa Rica, y galardonada con el aval de declaratoria de interés cultural del Ministerio de Cultura 2024. Ha sido interpretada en recitales educativos y conciertos interdisciplinarios, y difundida a través de medios culturales como la Revista Latina y la Revista Arjeé de la UTN. Está dirigida a jóvenes intérpretes y educadores musicales, quienes encontrarán en esta Suite un repertorio accesible técnicamente y en el que se pretende entrelazar la poética sonora con el compromiso social y ecológico”.
También destacó que“Suite Guitarra Social no es solo un conjunto de piezas para concierto; es una herramienta de diálogo, una invitación a construir comunidad desde la música y un ejemplo de cómo el arte puede tener un propósito pedagógico y transformador, cumpliendo su papel en el área humanística. En tiempos que claman por una nueva ética del cuidado y la cooperación, esta obra ha sido compuesta como un faro creativo para iluminar el cruce entre el arte, la ecopedagogía y la ciudadanía global”.
Los invitados como comentaristas destacaron por sus valiosos aportes durante la presentación: el profesor de música Mario Solera y el filósofo y académico Osvaldo Matamoros Zamora. Ambos coincidieron en resaltar la relevancia de la Suite Guitarra Social en estos tiempos actuales, especialmente para niños, adolescentes, maestros y todos aquellos que desean emprender en el arte de la música, y en particular en la guitarra.
En la foto posan la cantautora costarricense Natalia Esquivel Benítez y Carlos Jarquín, durante la presentación del álbum Suite Guitarra Social, celebrada el 28 de enero de 2026 en la Benemérita Biblioteca Nacional de Costa Rica. Crédito: Gaston Umaña.
Durante el evento, también se reprodujo un video enviado desde España por la maestra Marta Lozano Molano, quien dijo: “Natalia Esquivel es una compositora excelente y estoy segura de que les va a inspirar tanto como a mí el trabajo que ha realizado. En esta Suite Guitarra Social tuve la suerte de presenciar su creación durante la residencia de composición en España con Ibermúsica. Fue una experiencia preciosa: a lo largo de la semana que estuvo aquí, tuvimos la oportunidad de conocer mejor la música social, cómo funciona, sus objetivos de desarrollo sostenible, y el trabajo musical en España, particularmente en la zona donde me encuentro”.
Disfrutamos de momentos poéticos con la cantautora Alba C. Molina, quien recitó un poema dedicado a la guitarra, de la autoría de Nayuribes Ramírez. Ligia Calderón interpretó un poema de su propia autoría, dedicado a Natalia Esquivel, y Nayuribes Ramírez nos deleitó con la lectura de uno de sus hermosos poemas.
El cierre fue sensacional: Natalia Esquivel y el maestro Mario Solera musicalizaron las 17 piezas que conforman este álbum de Suite Guitarra Social, deleitando tanto a los asistentes presenciales como a los conectados virtualmente a través de la página de Facebook de la Biblioteca Nacional.
Desde este espacio, extiendo mis más sinceras felicitaciones a Natalia por este gran trabajo, y a todas las personas involucradas, como Ibermúsica por abrir las puertas a esta distinguida compositora latinoamericana; a la compositora Marta Lozano Molano, cómplice y mentora en esta obra prominente, que ya se perfila como una verdadera referencia musical desde esta esquina del planeta llamada América Latina hacia el mundo.
En palabras de su autora: “Suite Guitarra Social es una obra y propuesta pedagógica para guitarra que conecta la música con la reflexión y los valores sociales, ideal para guitarristas, docentes de música y artistas interesados en la creación con sentido”. Edición digital y descarga inmediata tras la compra. Adquiérela aquí: https://n9.cl/907r0
Carlos Javier Jarquín (al centro, de pie) durante la presentación de la Suite Guitarra Social, en la Benemérita Biblioteca Nacional de Costa Rica. Foto: 28/01/2026. Crédito: Juan Carlos Chavarría.
Para conocer un poco más de esta obra disponible en plataformas digitales como Spotify y Youtube, te invito a leer la entrevista que le realicé a Natalia, donde profundizamos en esta joya musical por su contenido fresco, reflexivo y vigente a nivel global.
Entrevista
¿Cuáles son los temas centrales que aborda en Suite Guitarra Social?
Suite Guitarra Social aborda temas vinculados a la educación en valores, la conciencia social, la relación del ser humano con la naturaleza y la construcción de una cultura de paz. Cada pieza dialoga con los Objetivos de Desarrollo Sostenible, entendiendo la música como un lenguaje sensible capaz de provocar reflexión, empatía y transformación social.
¿Cuáles son las principales características armónicas de esta obra?
La obra se caracteriza por una armonía accesible pero expresiva, que combina tonalidad expandida, modos y recursos contemporáneos sin perder claridad melódica. La guitarra se utiliza de forma narrativa, privilegiando el color, el timbre y el gesto musical como elementos expresivos más allá del virtuosismo técnico.
¿Cuál es la influencia cultural que refleja o integra Suite Guitarra Social en su composición?
La suite integra influencias de la música latinoamericana, la tradición guitarrística iberoamericana y una mirada contemporánea comprometida con lo social y lo educativo. También dialoga con saberes ancestrales, la ecopedagogía y una visión intercultural que reconoce la música como patrimonio vivo y herramienta de identidad.
Háblanos de la pieza número 15, titulada “Iyök amì tsé”.
“Iyök amì tsé” es una pieza profundamente simbólica que rinde homenaje a los pueblos originarios y a su cosmovisión. Su título, proveniente de una lengua indígena, evoca la conexión sagrada con la tierra y el equilibrio entre los seres vivos. Musicalmente, la obra busca un carácter contemplativo, casi ritual, donde el silencio y la resonancia tienen un papel protagónico.
Integrantes del colectivo cultural Trébol Carmesí. De izquierda a derecha: Alba C. Molina, Nayuribes Ramírez Jiménez, Ligia Calderón y Natalia Esquivel Benítez, durante la presentación del álbum musical Suite Guitarra Social, en la Benemérita Biblioteca Nacional de Costa Rica. Foto: 28 de enero de 2026. Crédito: Carlos Jarquín.
¿Cuáles son los objetivos de haber convertido este álbum musical en formato libro?
El formato libro permite ampliar la experiencia artística hacia un ámbito pedagógico y reflexivo. No solo contiene la música, sino también contextos, orientaciones y posibilidades de uso educativo. El objetivo es que intérpretes, docentes y mediadores culturales puedan utilizar la obra como recurso formativo y no únicamente como material de concierto.
¿Cómo describe su experiencia al trabajar con la compositora española Marta Lozano Molano?
Ha sido una experiencia de diálogo creativo muy enriquecedora, basada en el respeto mutuo y la sensibilidad artística compartida. Marta aportó una mirada rigurosa y a la vez abierta, que fortaleció el proceso creativo y reafirmó el valor del trabajo colaborativo entre mujeres creadoras en el ámbito musical.
¿Qué retos enfrentó al emprender esta iniciativa?
Uno de los principales retos fue integrar de manera coherente la creación artística, la dimensión educativa y la gestión cultural. También implicó sostener el proyecto desde la autogestión, creyendo en el valor social de la música en un contexto donde estos proyectos requieren mucha constancia y convicción.
¿Qué significa para usted haber presentado esta obra en la Benemérita Biblioteca Nacional de Costa Rica?
Presentar Suite Guitarra Social en la Benemérita Biblioteca Nacional de Costa Rica representa un reconocimiento simbólico muy importante. Es un espacio que resguarda la memoria cultural del país, y llevar allí una obra que une música, educación y compromiso social fue un acto profundamente significativo y emotivo. Fue, asimismo, un recordatorio del valioso apoyo que, afortunadamente, he recibido a lo largo de mi camino artístico y educativo; un gesto de amistad compartida con la familia de la Biblioteca, con mis cómplices en el arte y con el público en general.
¿Puedes hablarnos de algún proyecto literario o musical en el que estés trabajando actualmente?
Actualmente trabajo en proyectos que integran poesía, música y educación, así como en nuevas obras musicales pensadas para intérpretes y contextos formativos. También desarrollo iniciativas vinculadas a la animación a la lectura y la formación musical con enfoque humanista y social, continuando la línea de trabajo que dio origen a Suite Guitarra Social.
Soldado Wandalika Imagem crida por IA do Grok – 29 de janeiro de 2026, às 13:00 PM – https://grok.com/imagine/post/6962d641-ad5c-48e8-b3f1-d160b1cab6ac
Ainda é belo apesar da escravidão que sofreu Meu povo é resiliente vive cada instante a vida venceu Sorrimos na dor sorrimos da dor a gente aprendeu Entre a luta intensa que nos oprimiu a gente apreendeu…
O Meu País Vive seus dias planificado dias felizes Enxuga as lágrimas que nos torna infelizes Corre para evolução É um campo somos jogadores na contramão
O meu país É grande É rico Tem arte Tem beleza É forte no combate Tem grandeza
Angola 🇦🇴 Revira e volta É imbondeiro na lusofonia Amor é sua maior bandeira
O meu país Tem poesia Tem música Tem txianda Tem kazukuta Inventou o kuduro Tem império Não se humilha Segue firme seu filme
O meu país Tem bondade Tem falsidade Tem amizade Da sua terra extraímos diamante Angola é!
Quando a falha deixa de ser peso e passa a ser caminho
Além do erro
Em um mundo cada vez mais intolerante à imperfeição, onde errar parece sinônimo de fracasso definitivo, o livro Além do Erro, de Júlio César Brasil, surge como um verdadeiro respiro.
Uma obra que acolhe, provoca reflexão e convida o leitor a enxergar a própria humanidade com mais coragem, maturidade e compaixão.
Nascido em Porto Alegre (RS), em 2 de julho de 1973, Júlio César Brasil é pai do Júnior e do Lucas, escritor, pensador e criador de conteúdo.
Sua trajetória profissional foi moldada em ambientes de alta responsabilidade, liderança e tomada de decisões, especialmente no Exército Brasileiro, onde desenvolveu uma visão estratégica, ética e um profundo senso de missão pública.
Essa vivência transborda para sua escrita, que carrega firmeza, clareza e, ao mesmo tempo, sensibilidade humana.
A semente de Além do Erro nasceu em 2015, em uma cena aparentemente simples, mas profundamente impactante: no aeroporto de Brasília, Júlio presenciou um pai repreendendo duramente o filho por ter errado 10 questões em um concurso no qual havia acertado 90.
Em vez de comemoração, houve desvalorização.
Ali, algo se revelou: por que damos tanto poder ao erro, como se ele anulasse tudo o que foi construído?
Por que o erro precisa ser protagonista, quando poderia ser apenas um auxiliar no processo de crescimento?
Dez anos depois, essa inquietação se transformou em livro. E não em um livro comum, mas em um convite à reconstrução interna.
Além do Erro propõe uma mudança profunda de perspectiva: errar não é uma sentença, é uma passagem.
Não é um rótulo, é um espelho. Não é o fim, é o início de algo mais consciente.
Com linguagem acolhedora, espiritualidade suave e profundidade psicológica, o autor conduz o leitor por uma jornada de maturidade emocional, onde o erro deixa de ser motivo de vergonha e passa a ser ferramenta de evolução.
Ao longo da obra, Júlio confronta a cultura do cancelamento, da vitimização e da terceirização de responsabilidades.
Ele mostra que crescer exige coragem. Coragem para:
• reconhecer os próprios erros sem máscaras, • assumir consequências sem autopunição, • aprender com a experiência, • e seguir adiante com mais consciência e solidez emocional.
O livro dialoga com temas fundamentais como liderança, ética prática, caráter, relações humanas, tolerância racional e reconstrução pessoal.
Não há moralismo, tampouco discursos indulgentes. O que há é verdade. Uma verdade que não machuca, mas liberta.
Hoje, além de escritor, Júlio César Brasil desenvolve a chamada Filosofia Evolucionista, uma abordagem racional, humanista e contemporânea voltada à liderança, à ética e à reconstrução do diálogo social.
Ele mantém canais digitais dedicados à reflexão crítica e à formação intelectual, abordando temas como comportamento humano, política, educação, liderança emocional e racionalidade aplicada à vida real.
Ele se define como alguém em constante construção, guiado mais pela busca de sentido e coerência do que por rótulos.
E talvez essa seja a essência de Além do Erro: lembrar que ninguém está pronto, ninguém está acabado, e todos estamos em processo.
Esta não é uma obra sobre perfeição. É uma obra sobre humanidade.
Não é um livro para quem nunca errou.
É para quem errou, erra e continuará errando… mas escolhe crescer.
Porque, no fim, não é o erro que define uma pessoa.
Além do Erro é um convite para esta transformação.
Com linguagem acolhedora, espiritualidade suave e profundidade psicológica, Júlio César Brasil conduz o leitor por uma jornada íntima: compreender que as falhas não nos ferem, nos revelam.
Que a imperfeição não nos limita, nos liberta. E que cada desvio carrega em silêncio uma semente de renovação.
Entre vivências pessoais, reflexões de grandes pensadores e lições colhidas ao longo da trajetória marcada por desafios, quedas e reconstruções, o autor mostra que errar é humano, mas aprender a partir do erro é divino, consciente e extraordinário.
Se você já carregou culpas, medos ou pressões por ser “perfeito”, este livro é o caminho de retorno para si mesmo, um caminho possível, honesto e profundamente transformador.