Bacamarteiros

Bruno Alves Feitosa

A primeira reunião dos Bacamarteiros em 2026

A primeira reunião dos Bacamarteiros em 2026
A primeira reunião dos Bacamarteiros em 2026 – Foto por Bruno Alves Feitosa e Diógenes José Vicente

No dia 11 de janeiro de 2026 no Paúl em Moreno foi realizada a primeira reunião do Grupo Cultural Águia Nordestina de Bacamarteiros de Moreno PE, sob a gestão do presidente Reginaldo Alfredo, no extraordinário santuário de natureza, memória, arte e tradição, com apoio da República Alternativa Cultural sob a gestão do jornalista Bruno Feitosa.

No encontro foram abordados os temas relacionados aos trabalhos, encontros e eventos que serão concretizados durante o ano 2026 em prol da preservação do acervo histórico da cultura do bacamarte.

A primeira reunião dos Bacamarteiros em 2026 - Foto por Bruno Alves Feitosa e Diógenes José Vicente
A primeira reunião dos Bacamarteiros em 2026 – Foto por Bruno Alves Feitosa e Diógenes José Vicente

Na sequência da reunião houve um momento sagrado de reflexão cultural com a excelente culinária nordestina e as canções da cultura imaterial como o forró de raiz.

É o início de um marco da trajetória do ano 2026.

Saiba mais sobre os bacamarteiros: https://pt.wikipedia.org/wiki/Bacamarteiro

Logo do Grupo Cultural Águia Nordestina de Bacamarteiros de Moreno

Bruno Alves Feitosa
Correspondente do Jornal Cultural ROL pela cidade de Teresina (PI)

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Tonneves

Nas Entrevistas ROLianas, José Antonio Neves da Silva, ou, simplesmente, Tom Neves, ou, ainda, apenas Tonneves, o Mestre da Cultura de Imperatriz

Logo da seção Entrevistas ROLianas
Logo da seção Entrevistas ROLianas

Oleo sobre Tela - A Caçada Indígena - Tonneves
Oleo sobre Tela – Caçada Indígena – Tonneves

Gabriela Lopes: Tom, você nasceu em Pedreiras, no interior do Maranhão, e construiu uma trajetória artística que ultrapassou fronteiras. Como foi o início desse caminho nas artes plásticas e o que mais marcou sua formação como artista?

Tonneves: Minha jornada nas artes plásticas começou em Imperatriz, no Maranhão, onde cresci cercado pela rica cultura popular e pela exuberante natureza da região. Desde cedo, eu me fascinava com as cores, formas e texturas que me rodeavam, o que despertou meu interesse pelas artes visuais.

A arte popular maranhense, com suas cores vibrantes e padrões únicos, foi uma grande influência para mim, assim como a natureza exuberante do Maranhão, com suas paisagens diversas, que também desempenhou um papel fundamental na minha formação artística.

O início da minha trajetória foi marcado por uma exploração intensa das possibilidades das artes plásticas. Experimentei diferentes técnicas e materiais, sempre buscando encontrar minha própria linguagem artística. Minha formação foi, em grande parte, autodidata, embora eu tenha contado com alguns professores e mentores que me guiaram ao longo do caminho.

A fusão entre a arte popular e a arte contemporânea foi um dos aspectos mais marcantes da minha formação. Além disso, minha conexão com a cultura e a natureza do Maranhão foi essencial para o desenvolvimento da minha identidade artística.

Minha trajetória nas artes plásticas tem sido um processo contínuo de descoberta, profundamente influenciado pela minha origem e pelas minhas experiências. Acredito que a arte deve ser uma expressão autêntica do artista e de sua relação com o mundo ao seu redor.


Óleo sobre tela –

Gabriela Lopes: Seu trabalho é fortemente marcado pelas cores, pelos frutos do Cerrado e pela identidade do povo maranhense. De que forma sua vivência no Maranhão influencia diretamente sua criação artística?

Tonneves: Minha vivência no Maranhão tem um impacto profundo na minha criação artística. Crescer em um estado com uma rica diversidade cultural e natural proporciona uma fonte inesgotável de inspiração. As cores vibrantes do Cerrado, os sabores e as texturas dos frutos locais, assim como a expressividade do povo maranhense, são elementos que se entrelaçam na minha arte.

A identidade cultural do Maranhão, com suas tradições e histórias, é uma presença constante nas minhas obras, influenciando não apenas as cores e as formas, mas também a essência e a narrativa por trás de cada peça. A conexão com a terra e com as pessoas me permite criar trabalhos autênticos e cheios de significado, refletindo a beleza e a complexidade da minha terra natal.


Gabriela Lopes: Ao longo da sua carreira, você atuou como artista, gestor cultural, conselheiro e educador. Como essas diferentes experiências dialogam entre si e fortalecem o seu fazer artístico?

Tonneves: Minhas diferentes experiências ao longo da carreira têm sido fundamentais para o meu crescimento como artista. Ao atuar como gestor cultural, pude compreender melhor a dinâmica do setor cultural e a forma como as diversas expressões artísticas podem ser apoiadas e promovidas.

Como conselheiro, desenvolvi habilidades para analisar e avaliar projetos e iniciativas, o que contribuiu para refinar meu próprio trabalho artístico. Além disso, minha experiência como educador me permitiu compartilhar meu conhecimento e minha paixão pela arte com outras pessoas, o que, por sua vez, enriqueceu minha prática artística.

Essas diferentes experiências dialogam entre si e se fortalecem mutuamente, permitindo que eu aborde meu fazer artístico de maneira mais informada, consciente e criativa.


Óleo sobre tela – Cajus amarelos – Tonneves

Gabriela Lopes: Suas obras já circularam por países como Japão, Itália, Vaticano e Estados Unidos. O que muda — ou o que permanece — quando a arte maranhense encontra o olhar internacional?

Tonneves: Quando minhas obras são vistas internacionalmente, acredito que o que permanece é a essência da cultura maranhense, que é rica e única. No entanto, o olhar internacional traz novas interpretações e perspectivas, o que enriquece ainda mais a arte.

A arte maranhense possui uma identidade forte, reconhecida e valorizada em outros países. Ao mesmo tempo, sua internacionalização permite que ela seja observada sob diferentes ângulos, o que pode gerar novas descobertas, leituras e formas de apreciação.


Gabriela Lopes: Recentemente, você recebeu o Prêmio de Mestre da Cultura Maranhense, um reconhecimento de enorme relevância. O que esse título representa para você, pessoal e simbolicamente?

Tonneves: Receber o Prêmio de Mestre da Cultura Maranhense é uma grande honraria e um reconhecimento significativo do meu trabalho e da minha dedicação à cultura do Maranhão. Esse título representa um marco importante na minha carreira, simbolizando o apreço e a valorização da minha contribuição para a preservação e a promoção da rica herança cultural do estado.

Pessoalmente, esse reconhecimento me enche de orgulho e me motiva a continuar trabalhando para manter vivas as tradições e expressões culturais maranhenses. Simbolicamente, ele reforça a importância da cultura como elemento unificador e de identidade para a comunidade, inspirando-me a seguir contribuindo para o enriquecimento cultural do Maranhão.

Sou profundamente grato por essa distinção e sigo comprometido em continuar trabalhando em prol da cultura do Maranhão.


Óleo sobre tela – Currim – Tonneves

Gabriela Lopes: Na sua visão, qual é o papel do Mestre da Cultura na preservação, transmissão e renovação dos saberes culturais do Maranhão?

Tonneves: O Mestre da Cultura desempenha um papel fundamental na preservação, transmissão e renovação dos saberes culturais do Maranhão. Eles são guardiões das tradições e dos conhecimentos ancestrais, atuando como pontes entre o passado e o presente.

Ao transmitir esses saberes às novas gerações, os Mestres da Cultura garantem a continuidade das práticas culturais que definem a identidade maranhense. Além disso, promovem a renovação desses conhecimentos, adaptando-os às novas realidades e contextos, o que é essencial para manter a cultura viva, dinâmica e relevante.

Dessa forma, os Mestres da Cultura são fundamentais para o fortalecimento da diversidade cultural do Maranhão e para a valorização de sua identidade.


Gabriela Lopes: Você também atua como professor, compartilhando seu conhecimento com novas gerações. O que mais te emociona nesse processo de ensinar arte?

Tonneves: Ensinar arte vai muito além de transmitir técnicas ou teorias. Trata-se de inspirar os alunos a enxergarem o mundo de maneira diferente, a encontrarem sua própria voz e forma de expressão.

O que mais me emociona é acompanhar o desenvolvimento deles, não apenas como artistas, mas como indivíduos que passam a observar e interagir com o mundo de forma mais crítica, sensível e criativa. Cada descoberta, cada nova perspectiva que surge, é um lembrete do impacto que podemos ter nas próximas gerações. É um privilégio fazer parte desse processo e contribuir para que deixem sua marca no mundo.


Gabriela Lopes: Para finalizar, que mensagem você deixaria para jovens artistas maranhenses que sonham em viver da arte e manter viva a cultura do nosso estado?

Tonneves: Aos jovens artistas maranhenses, eu diria que a arte é uma jornada incrível e desafiadora, mas profundamente gratificante. Nunca deixem de sonhar e de acreditar no poder da criatividade para transformar a realidade ao seu redor.

A cultura do Maranhão é rica e diversa, e vocês têm o privilégio de serem herdeiros dessa herança. Busquem inspiração nas raízes do nosso estado, mas não tenham medo de inovar e de levar nossa arte por novos caminhos. Perseverança, dedicação e paixão serão seus maiores aliados.

Mantenham viva a cultura do Maranhão, não apenas preservando suas tradições, mas também contribuindo para sua evolução. Acreditem em si mesmos e no impacto que podem gerar por meio da arte.

Gabriela Lopes

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Concreto de Gelo

No espetáculo, um arquiteto está recluso em seu estúdio de 15 m² há alguns dias e faz uma retrospectiva de sua vida. O Transtorno Dismórfico Corporal (TDC) é o tema desta nova produção teatral

Concreto de Gelo - Foto Divulgação
Concreto de Gelo – Foto Divulgação

SAÚDE MENTAL E ETARISMO SÃO TEMAS DE ESPETÁCULO CYBERPUNK

Concreto de Gela – Foto divulgação

Concreto de Gelo é o título do 60º espetáculo da Cia. das Artes Dramáticas (CAD)e fecha a trilogia de saúde mental abordadas em outros textos de Julio Carrara: Castelos de Areia (transtorno bipolar) e Voar é com os Pássaros (sociopatia). O Transtorno Dismórfico Corporal (TDC) é o tema desta nova produção teatral.

Vivemos sob uma luz artificial que ilumina tudo, menos a realidade. Em A Sociedade do Espetáculo (1967), Guy Debord descreve uma sociedade onde as imagens, a mídia e o consumo substituem a experiência real, criando uma forma de dominação social onde a vida se torna uma representação, alienando os indivíduos e transformando o ‘ser‘ em ‘parecer‘, com a cultura de massa controlando a consciência e o comportamento. As redes sociais, o uso excessivo de filtros e a ditadura da beleza potencializaram significativamente o TDC criando um ambiente propício para a comparação social e a internalização de padrões de beleza inatingíveis.

No espetáculo, um arquiteto está recluso em seu estúdio de 15 m² há alguns dias e faz uma retrospectiva de sua vida. Diagnosticado com TDC e viciado nas redes sociais, ele é vítima de etarismo. A partir daí, seus pensamentos obsessivos e inseguranças relacionados a supostos ‘defeitos’ na aparência ficam exacerbados.

A encenação tem a estética Cyberpunk – subgênero visual e temático da ficção científica que mistura ‘alta tecnologia e baixa qualidade de vida(Hich tech, low life) e é ambientada em São Paulo que, segundo dizem, é a cidade mais Cyberpunk do Brasil. 

Concreto de Gela – Foto divulgação
Concreto de Gela – Foto divulgação

BREVE HISTÓRICO DA CIA. DAS ARTES DRAMÁTICAS (CAD)

A Cia. das Artes Dramáticas (CAD) foi fundada por Julio Carrara em 25 de março de 1995 em Votorantim. As apresentações eram realizadas nos centros comunitários, escolas estaduais e na primeira sede do Teatro de Bolso Tatiana Belinky, que funcionou durante todo o ano de 1999 no prédio da subsede do Sindicato dos Têxteis. Em dezembro de 2000, Danielzinho e o Sono, de Ricardo Gouveia foi o primeiro espetáculo encenado no Teatro Municipal Francisco Beranger inaugurado nessa ocasião. 

Com a profissionalização do grupo, em 2005, as montagens passaram a ser apresentadas em São Paulo. Depois da Chuva, O Anjo Maldito, Adega dos Anjos e João Magriço foram algumas delas, alcançando grande repercussão do público e da crítica.

O ano de 2017 marcou a execução de mais um projeto: a série Contos Radiofônicos. Durante dois anos foram produzidos 150 audiodramas do gênero noir (caracterizado por pessimismo, fatalismo e histórias sombrias) para o canal Cadnoar. (https://youtube.com/cadnoar)

Em 8 de dezembro de 2019, o espetáculo A Onça e o Bode inaugurou a nova sede do Teatro Tatiana Belinkyna cidade de Sorocaba. Mas devido à pandemia de COVID-19, as atividades passaram a ser virtuais e o canal CAD Quarentena teve seu lançamento no Youtube. Até o momento foram exibidos 209 programas entre leituras dramáticas e bate-papos com dramaturgos cujo objetivo é traçar um panorama do teatro brasileiro. (https://youtube.com/CADQuarentena)

Bereca, a Intrometida, escrita e dirigida por Elvira Gentil, marcou a reabertura do Teatro, em fevereiro de 2024. Nesse mesmo ano aconteceram duas edições da Mostra de Monólogos (dedicadas à Elvira Gentil e Gabriela Rabelo), a Mostra de Dramaturgia (dedicada à Regina Helena de Paiva Ramos) e o Sarau Bocas da Cidade.

A Cia. das Artes Dramáticas (CAD)recebeu inúmeros prêmios em Festivais de Teatro, incluindo os de Melhor Direção em sua trajetória de três décadas. E para celebrar essa data, Concreto de Geloentra em cartaz.

Concreto de Gela – Foto divulgação

Ficha Técnica

Texto, Direção e Sonoplastia: Julio Carrara

Com: Luciano Schwab

Vozes em off: Alexandre Valentim, Ana Lúcia Mendes, Daniel Nunes, Igor Ogri, Jee México, Otávio Balieiro, Roberto Borenstein e Silmara Gussi

Depoimentos em vídeo: Antonio Carlos Bernardes, Cibele Troyano, Cláudia Dalla Verde, Gabriela Rabelo, Regina Helena de Paiva Ramos e Rosane Gofman.

Poema Sem Eufemismos de Leila Miccolis – escrito especialmente para o espetáculo

Máscara Olé (pintura e colagem): Fernando Castioni

Cenografia e Figurinos: Ana Duarte

Iluminação: Luciano Schwab

Maquete: Santiago Ribeiro

Cenotécnica: Marcelo V. Hessel 

Fotos, Design Gráfico e Vídeos: Alexandre Valentim

Interprete de Libras: Afenda Assessoria (Walkiria Santos Costa) 

Realização: Cia. das Artes Dramáticas (CAD) e Teatro de Bolso Tatiana Belinky

Produção e Supervisão Geral: Julio Carrara

Concreto de Gela – Foto divulgação

Serviço

Espetáculo: CONCRETO DE GELO

Texto e Direção: JULIO CARRARA

Poema: LEILA MICCOLIS

Ator: LUCIANO SCHWAB

Gênero: CYBERPUNK

Classificação: 16 ANOS

Duração: 50 MINUTOS

Temporada: DE 16 DE JANEIRO A 8 DE FEVEREIRO DE 2026 (DE SEXTA A DOMINGO) 

Horários: SEXTAS E SÁBADOS ÀS 20:30 HORAS E DOMINGOS ÀS 19:30 HORAS

Local: TEATRO DE BOLSO TATIANA BELINKY

Endereço: ALAMEDA FRANCA, 864 – VILA NOVA SOROCABA

Capacidade: 20 LUGARES

ENTRADA GRATUITA (Os ingressos estarão disponíveis no local com uma hora de antecedência e também podem ser reservados pelo Whatsapp: 11 943372368 com Julio Carrara)

O espetáculo começa pontualmente. Não será permitida, em hipótese alguma, a entrada após o início da sessão
Este espetáculo foi produzido com recursos da Lei Aldir Blanc através do Ministério da Cultura, Secretaria da Cultura de São Paulo e Secretaria de Cultura de Sorocaba.

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Raízes 2 – Religiosidade

Documentário ‘Raízes 2 – Religiosidade’ estreia no YouTube e valoriza música sacra e patrimônio histórico de Caratinga

Documentário 'Raízes 2 – Religiosidade', de Nathan Vieira
Documentário ‘Raízes 2 – Religiosidade’, de Nathan Vieira

Nesta segunda-feira (15), às 20h, o YouTube recebe a estreia do documentário ‘Raízes 2 – Religiosidade‘, idealizado e dirigido pelo músico e jornalista Nathan Vieira. A produção apresenta o registro exclusivo da gravação ao vivo do projeto homônimo, realizado na Igrejinha Histórica de São João Batista, um dos espaços mais simbólicos do patrimônio cultural de Caratinga (MG).

O documentário conduz o público por uma experiência sensível e intimista, onde música sacra, espiritualidade e memória se entrelaçam. A noite registrada marcou um encontro singular entre arte e fé, valorizando compositores caratinguenses em um cenário carregado de significado histórico e afetivo para o município.

Além das performances musicais, a obra reúne entrevistas enriquecedoras que contextualizam a importância histórica, religiosa e cultural do templo, destacando seu papel na formação da identidade local e na preservação da memória coletiva.

Viabilizado com recursos da Lei Aldir Blanc, o projeto reafirma o compromisso com a valorização da cultura, da música autoral e dos espaços históricos, fortalecendo o diálogo entre tradição e contemporaneidade.

O documentário estará disponível gratuitamente no YouTube. O público é convidado a se inscrever no canal e ativar as notificações para acompanhar mais conteúdos culturais como este.

Serviço

📺 Estreia: Documentário Raízes 2 – Religiosidade

🗓 Data: Segunda-feira (15)

Horário: 20h

📍 Plataforma: YouTube

Perfil no Instagram: https://www.instagram.com/nathanvieira_oficial?igsh=MTJ4M2xya2V2Ymo4Yw==

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Exposição Mundo Heroico

A exposição Mundo Heroico, do artista plástico Edélcio Ipanema, estará aberta ao público até 05/12, no Instituto Histórico Geográfico e Genealógico de Sorocaba – IHGGS

Card da Semana Cultural de Aluisio de Almeida 2025
Card da Semana Cultural de Aluisio de Almeida 2025

Os fãs dos super-heróis não podem deixar de prestigiar a exposição Mundo Herico, do Artista plástico Edécio Ipanema, aberta ao público no dia 05 de novembro, durante a Semana Cultural de Aluisio de Almeida 2025, no Instituto Histórico, Geográfico e Genealógido de Sorocaba – HIGGS

Mundo Heroico conta com 36 ilustrações dos heróis que têm cativado os amantes das histórias em quadrinhos. Dentre eles, o Capitão América, Mulher maravilha, He Man e Thundercats.

A exposição permanecerá aberta até o dia 05/12, de 3° a 6° feira, das 9h às 12h, e das 13h às 16h, no Instituto Histórico, Geográfico e Genealógido de Sorocaba – HIGGS, na Rua Rui Barbosa, 84 – Além Ponte.

Sobre Edélcio Ipanema

Edélcio Ipanema - Arquivo pessoal
Edélcio Ipanema – Arquivo pessoal

O Sorocabano Edélcio Ipanema foi um menino de imaginação transbordante, que mergulhava nas páginas das histórias em quadrinhos da Marvel e da DC, e, dentro dele, o gérmen do desenho começava a brotar. Aos poucos, o desejo de ser um grande ilustrador o levava a horas diárias de treino, visando aperfeiçoar seu traço.

Disciplinado, a dedicação ao dom natural o levou a receber bolsas de estudo em escolas renomadas de arte e a expor os desenhos em Sorocaba (Palacete Scarpa, Biblioteca Municipal, Câmara de Vereadores, Uniso e, recentemente, no Pátio Cianê Shopping, com a exposição Super Comics, em homenagem ao Dia Nacional do Quadrinho.

Alcançando outras fronteiras, participou da FATCON, evento GEEK em São Roque (SP), promovido pela FACENS; foi um dos desenhistas especialmente convidados para a exposição no Memorial da América Latina (São Paulo, capital), realizada para homenagear o herói nipônico Jiraya, bem como marcou presença no HQ Fest.

Como freelancer, colabora com FanArt, faz pin-ups para colecionadores e ilustra livros.

Como não poderia deixar de ser, o talento coroou-o com o reconhecimento: Embaixador Del Arte de America; honrarias outorgadas pela Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes – FEBACLA: Doutor Honoris Causa em Belas Artes, Comenda Rafael Sanzio, Comenda Pincel de Ouro 2024, Ativista Cultural, Honra ao Mérito Gonçalves Dias, Honra ao Mérito Nelson Mandela e Guardião da Paz e Justiça e membro da Academia dos Intelectuais e Escritores do Brasil – AIEB, da qual recebeu o título Destaque 2023.

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Festuris Gramado 2025

Abertura do Festuris Gramado 2025 conta com participação especial de Júnior Mosko

Festuris Gramado 2025
Festuris Gramado 2025

Na noite de inauguração da edição 2025 da feira Festuris Gramado — um dos mais importantes encontros do turismo na América Latina — o artista e palestrante Júnior Mosko foi convidado a participar da sessão de abertura, marcada para as 19h30 no Palácio dos Festivais, em Gramado (RS). 

Abertura do Festuris Gramado 2025

Um momento de significado e responsabilidade

A cerimônia de abertura reuniu autoridades estaduais e municipais, além de representantes de entidades do turismo. O vice-governador do Rio Grande do Sul, Gabriel Souza, participou no papel oficial em nome do governo estadual, que investiu no evento como parte de sua estratégia de fomento ao setor. 

Para Júnior Mosko, a presença na abertura representa não apenas visibilidade, mas também o protagonismo de um artista comprometido com cultura, turismo e a dimensão humana da arte — em perfeita consonância com os valores da feira.

A atmosfera da noite de abertura

A abertura no Palácio dos Festivais teve um ambiente inspirado: luzes, discurso institucional, fluidez de networking e uma plateia formada por profissionais de turismo, representantes de destinos, marcas e imprensa. O evento marcou oficialmente o início da programação, que se estenderá até o dia 9 de novembro. 

Além dos itens protocolares, a edição reforça três grandes eixos: legado, luxo e diversidade. A homenagem – o Troféu Silvia Zorzanello – foi entregue na véspera da abertura e trouxe o clima emocional que antecedeu a cerimônia principal. 

Da esquerda para a direita, Adriano Rodrigues e Junior Mosko
Da esquerda para a direita, Adriano Rodrigues e Junior Mosko

A contribuição de Júnior Mosko

Como convidado especial da sessão, Júnior Mosko teve a oportunidade de compartilhar sua visão — que une dança, criação e alma — com um público voltado ao turismo, cultura e negócios. Sua participação simboliza a intersecção entre arte e setor turístico, mostrando como experiências culturais podem enriquecer destinos e conectar pessoas.

Para os organizadores e para o próprio artista, essa é uma parceria que se traduz em impacto: fortalecer o turismo regional, elevar o valor da arte como catalisadora de experiências, e conectar o local ao global em um momento de retomada e crescimento.

Próximos passos

Com a abertura cumprida, a Feira segue agora com uma intensa agenda de painéis, lançamentos, espaços temáticos e rodadas de negócios. A presença de Júnior Mosko nessa primeira noite também lança o tom: de que arte, turismo e propósito caminham juntos.

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Festival do Cinema Italiano no Brasil

Sorocaba, está entre as cidades parceiras no Brasil, em transmitir os filmes, da 20° edição anual do Festival do Cinema Italiano no Brasil

Card da 20° edição anual do Festival do Cinema Italiano no Brasil
Card da 20° edição anual do Festival do Cinema Italiano no Brasil

Sorocaba está entre as cidades parceiras no Brasil, em transmitir os filmes da 20° edição anual do Festival do Cinema Italiano no Brasil, através do link deste festival cinematográfico e internacional, o qual é uma realização da Câmera de Comércio Italiano em São Paulo-Br. ( a ITalcam.) e da Embaixada da Itália no Brasil.

Esta parceria foi viabilizada em razão das parcerias das instituições culturais: Societá Culturale Italiana di Sorocaba, Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Leras e Artes – FEBACLA, das Secretarias Municipais de Sorocaba: da Cultura e a de Turismo, da Presidência da Câmara Municipal local, e com o CINE-VAGÃO, local, onde os filmes de conceituados diretores italianos serão projetados nesta cidade, que tem em sua população 38% de descendentes de italianos.

Até 29 de novembro de 2025, alguns filmes deste festival, poderão ser assistidos presencialmente durante a programação semanal as terças-feiras, no CINE-VAGÃO LOCAL, ou pelo site: https://festivalcinemaitaliano.com/

Da esquerda para direita: o presidente da Societá Culturale Italiana di Sorocaba: eng°. Valdir Paezani, o empresário Presidente da Câmera de Comércio Italiano em São Paulo-Br. Graziano Messara, o Chanceler da Cultura Nacional Brasileira na FEBACLA Hamilton Vieira e o Dr. Luíz Antônio Zamunner, Secretário Municipal de Cultura de Sorocaba
Da esquerda para direita: o presidente da Societá Culturale Italiana di Sorocaba: eng°. Valdir Paezani, o empresário Presidente da Câmera de Comércio Italiano em São Paulo-Br. Graziano Messara, o Chanceler da Cultura Nacional Brasileira na FEBACLA Hamilton Vieira e o Luíz Antônio Zamunner, Secretário Municipal de Cultura de Sorocaba
Hamilton Vieira, com a atriz e curadora do 20° Festival de Cinema Italiano no Brasil, Erica Bernardini
Hamilton Vieira, com a atriz e curadora do 20° Festival de Cinema Italiano no Brasil, Erica Bernardini

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