Nhô Juca

Encontro da Academia Sorocabana de Letras promove o documentário ‘Nhô Juca – A Rota do Trem Caipira

Card da nova edição do 'Vamos Jogar conversa Dentro?',  encontro promovido pela Academia Sorocabana de Letras para a exibição do documentário 'Nhô JUca - A Rota do Trem Caipira'
Card da nova edição do ‘Vamos Jogar conversa Dentro?’, encontro promovido pela Academia Sorocabana de Letras para a exibição do documentário ‘Nhô JUca – A Rota do Trem Caipira’

Em comemoração ao aniversário de Sorocaba (15 de agosto), a Academia Sorocabana de Letras‘, em nova edição do encontro ‘Vamos Jogar Conversa Dentro?‘, convida o público para a exibição do documentário ‘Nhô Juca – A Rota do Trem Caipira‘, seguida de uma conversa especial com seu idealizador e diretor, o jornalista Celso Fontão Jr.

Produzido por estudantes de Publicidade e Propaganda da Uniso, o documentário resgata a memória e a trajetória de Nhô Juca, um dos grandes nomes da comunicação e da cultura sorocabana, aproximando as novas gerações de sua história e de seu legado.

O encontro será no dia 21 de agosto (sexta-feira), às 19h, na Padaria Real – Av. Dr. Afonso Vergueiro, 2800 – Sorocaba/SP.

É uma oportunidade para celebrar a memória, a cultura e a história da nossa cidade em uma noite de cinema e boa conversa.

Nhô Juca

José Rodrigues da Silva (Araçoiaba da Serra1931 — Sorocaba28 de fevereiro de 1981), conhecido como Nhô Juca, foi um apresentador de rádio, ator e humorista que atuou na cidade de Sorocaba e região.

Foi ordenhador e boiadeiro. Começou a trabalhar como sambista e humorista na Rádio Cacique de Sorocaba, em 1952. Como ator, Nhô Juca trabalhou nos filmes Quelé do Pajeú (1968) e Sertão em Festa (1970). Também compôs um samba com Ataulfo Alves Júnior.

A origem do personagem Nhô Juca ocorreu após ser contratado por Salomão Pavlovsky para atuar como humorista e animador na Rádio Vanguarda de Sorocaba. Destacou-se como apresentador de programas de música sertaneja em estúdio e auditório de rádio, com 28 anos de atividade, tornando-se um artista bastante popular, principalmente com seu programa matinal. Ele também organizava eventos de cururu e shows com cantores da época. Nos circos, Nhô Juca levava aos picadeiros os quadros “Viola contra guitarra” e “Casamento do Nhonhô”.

Foi casado com Dona Maria Aparecida Dias Postali da Silva, com quem teve três filhas, Sandra Maria da Silva Soares, Maria Fernanda da Silva Machado e Maria Francine da Silva. Nhô Juca faleceu em 28 de fevereiro de 1981, em Sorocaba.

Anualmente a Prefeitura de Sorocaba realiza um Concurso Jornalístico e Publicitário na qual o troféu “José Rodrigues da Silva” (Nhô Juca) é oferecido aos ganhadores da categoria Rádio AM. (Wikipedia – A enciclopédia livre)

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O Som das Cores

O Som das Cores é uma exposição que celebra o encontro da pintura com  a música de Fefê Gurman: uma jornada criativa e intuitiva capaz de transformar e renovar sua visão de mundo

Cartaz da exposição ‘O Som das Coisas’

O ‘Som das Cores’ é uma exposição que celebra o encontro da pintura com  a música de Fefê Gurman: uma jornada criativa e intuitiva capaz de transformar e renovar sua visão de mundo.

Fefê Gurman é um artista plástico paulistano, que conviveu com os povos Shipibo da Amazônia Peruana  obtendo conexão com sua arte e espiritualidade. Respirou cultura enquanto esteve inserido na cena musical da Bahia. E foi durante a pandemia, quando vivia numa ecovila na Chapada da Contagem, que Fefê despertou nas artes plásticas um novo caminho criativo.

As obras de Fefê serão exibidas no Centro Cultural Mestre Assis do Embu de 8 de agosto a 5 de setembro de 2026.

A exposição ‘O Som das Cores’ reflete a riqueza e diversidade de sua trajetória artística e vivencial, apresentando quadros feitos com tinta acrílica e texturas.

Reconhecido por suas composições gravadas por Ivete Sangalo, Preta Gil, Lenine e Seu Jorge, mergulhou na pintura durante o isolamento, transformando emoções e vivências em mais de cem obras únicas. Essa exposição expressa em cores a música da vida.

Estrutura da Exposição

A exposição está dividida em quatro séries, permitindo ao público testemunhar a evolução artística de Fefê, sua conexão com a música e as influências que moldaram sua obra.

1.O Olhar

A série O Olhar expressa sobre os sentimentos dos observadores e também sobre o contexto do coletivo que o olho visualizar..

2.Visões

Nesta série, as obras contêm influências xamânicas que envolvem visões, sonhos e suas interpretações. As visões são mensagens de ensinamento. Esta seção contará com obras de natureza mais intuitiva.

3. Mosaico

Inspirada em murais de azulejos, esta série mostra uma maneira vibrante e colorida de pintar com influências de caleidoscópio e mosaicos.

4. Tempo

Esta série abordada influências do movimento digital com misturando formas naturais e artificiais.

https://drive.google.com/file/d/1ljtJ7dlu548KbZIbWReq5uMaAiObotZE/view

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Ancestralidade e Inovação

Ancestralidade e Inovação: agosto Indígena do Sesc São Paulo destaca o protagonismo tecnológico dos povos originários

Cartaz do projeto Agosto Indígica, do Sesc SP

Em Sorocaba, de 5 a 15 de agosto, a programação conta com bate-papos, show, cinema e palestras, convidando o público a conhecer os múltiplos significados do conceito de tecnologia para os povos indígenas

Programação completa disponível no site sescsp.org.br/agosto-indigena 
Link de fotos
Vídeos Suraras do Tapajós

Em agosto, diversas unidades do Sesc em todo o estado de São Paulo realizam ações voltadas ao Agosto Indígena com o tema Tecnologias Indígenas. A iniciativa tem como objetivo criar espaços de visibilidade para as práticas e conhecimentos de diversas etnias, propondo reflexões sobre o conceito de tecnologia que engloba tanto o universo digital quanto os métodos tradicionais e contemporâneos de manejo, subsistência, arte e ativismo político.

O projeto baseia-se nos saberes-fazeres dos mais de 300 povos originários do território hoje conhecido como Brasil. É o caso de diversos conhecimentos ancestrais, como aqueles conectados aos sistemas agrícolas tradicionais, que fazem das roças indígenas verdadeiros repositórios de biodiversidade – cultivadas com técnicas atualmente difundidas pelo termo “agrofloresta”. Além disso, as ações demonstram o mapeamento e o uso de ferramentas contemporâneas, como o audiovisual e as redes sociais, em iniciativas de valorização cultural e na defesa territorial dessas comunidades.

A programação inclui atividades como exibições de cinema, bate-papos, shows, oficinas e vivências esportivas, com ações gratuitas e para diversas faixas etárias.

Confira a programação completa do Agosto indígena no Sesc Sorocaba.

Show

Suraras do Tapajós

A apresentação celebra os oito anos de trajetória do grupo, primeiro conjunto de carimbó formado exclusivamente por mulheres indígenas no Brasil. O espetáculo reúne música, dança e elementos cênicos em um repertório que mescla canções autorais, faixas do álbum “A força que vem das águas” e homenagens a mestres do carimbó, reafirmando a arte como expressão de resistência, memória e valorização da cultura indígena.  

Dia 5/8. Quarta, às 20h. Classificação livre. Grátis. Para assistir é só chegar.   

Bate-papo

Kunhangue Nhemboaty: encontro de mulheres Guarani e partilha de narrativas

Com Dona Júlia Gimenes, Iracema Garcia (Para Yry), Ivanildes Pereira da Silva (Kerexu), Patrícia Ferreira (Yxapy) e Vanda de Lima (Keretxu). Mediação: Liz Góes, integrante da Comissão Guarani Yvyrupa (CGY).

O encontro reúne mulheres Guarani de diferentes territórios para uma conversa sobre memórias, saberes, modos de vida e resistência. A partir da partilha de experiências e histórias, a atividade convida o público a conhecer perspectivas indígenas sobre cultura, território, ancestralidade e o protagonismo das mulheres na preservação e transmissão de seus conhecimentos.

Dia 8/8. Sábado, às 15h. Gratuita, com classificação livre e vagas limitadas. Retirada de senhas 1 hora antes.

Bate-papo

Sistema agrícola do Alto Rio Negro (AM): memórias e saberes ancestrais indígenas 
Com Darli Soares, do povo Desana, Reginaldo Trema Ramos, do povo Tuyuka e Sileia Massa Alves, do povo Tukano.

O sistema agrícola tradicional do Alto Rio Negro é uma prática ancestral de povos indígenas do noroeste amazônico reconhecida como Patrimônio Cultural do Brasil. A partir da roça de coivara e do cultivo da mandioca brava, o encontro aborda como saberes coletivos, divisão de responsabilidades entre homens e mulheres e o respeito à floresta sustentam não apenas a produção de alimentos, mas também a cultura, as línguas e o modo de vida dessas comunidades.

Dia 9/8. Domingo, às 14h. Gratuita, com classificação de 12 anos e vagas limitadas. Retirada de senhas 1 hora antes.

Palestra

Letramentos indígenas: história, línguas e diversidade cultural 
Com Aly David Arturo Yamall Orellana, educador e pesquisador amazônida da nação Guarani.

A atividade propõe uma reflexão sobre a realidade contemporânea dos povos indígenas, abordando os processos de retomada de territórios, culturas e línguas, além dos desafios enfrentados por essas comunidades. Por meio do diálogo, busca ampliar a compreensão sobre a diversidade indígena, desconstruir estereótipos e concepções colonialistas, promovendo o respeito à diversidade cultural e contribuindo para o enfrentamento do racismo e da discriminação.

Dia 11/8. Terça, às 19h. Gratuita, com classificação de 12 anos e vagas limitadas. Retirada de senhas 1 hora antes.

Palestra

O Caminho do Peabiru   
Com Casé Angatu, indígena e morador no Território Tupinambá em Olivença – Ilhéus/Bahia, na Aldeia Gwarini Taba Atã.

O Caminho do Peabiru, mais do que um trajeto físico que atravessava a América do Sul – ligando o litoral do atual Brasil aos Andes -, era um território vivo de memória, encontro e conexão entre povos indígenas. Este encontro convida à reflexão sobre os saberes ancestrais, as redes de troca anteriores à colonização e o significado do Peabiru como símbolo de resistência e continuidade das culturas originárias.

Dia 12/8. Quarta, às 19h. Gratuita, com classificação livre e vagas limitadas. Retirada de senhas 1 hora antes.

Cinema

Replikka  
Direção: Piratá Waurá e Heloisa Passos | Documentário | Brasil/Estados Unidos | 16 min. | 2025.  

Tecnologia e sabedoria indígena nos levam a embarcar numa jornada espiritual e meditativa sobre memória, identidade, perda e renascimento. A resiliência do povo Wauja do Xingu, diante da destruição de sua história, é prova de que a força da ancestralidade atemporal jamais pode ser apagada.

Dia 15/8. Sábado, às 17h. Gratuita, com classificação de 12 anos e vagas limitadas. Retirada de senhas 1 hora antes.

Bate-papo

Pensamento em construção: a sabedoria indígena de Piratá Waurá encontra a experiência cinematográfica de Heloisa Passos  
Com Piratá Waurá, professor, fotógrafo e cineasta do Povo Wauja e Heloisa Passos, diretora de fotografia, diretora, produtora e professora.

A exibição de Replikka, seguida de bate-papo com os diretores, propõe um espaço de diálogo e compartilhamento do processo de construção do filme com o público. As trocas entre olhares indígenas e não indígenas, que tornaram possível a realização do filme, desdobram-se nesse encontro com o público, aprofundando reflexões sobre cinema, território, memória, patrimônio cultural e preservação.

Dia 15/8. Sábado, às 17h30. Gratuita, com classificação de 12 anos.

SERVIÇO

Sesc Sorocaba     

Rua Barão de Piratininga, 555 – Jardim Faculdade. 

Horário: De terça a sexta, das 9h às 22h. Sábados, das 10h às 19h.        

Prefira o transporte público

Terminal São Paulo

Linha 13: Santa Izabel/ Jd. Europa

Linha 71: Campolim via Raposo Tavares

Terminal Santo Antônio

Linha 65: Campolim

BRT

Linha D200: Terminal Vitória Régia/ Campolim

+ informações

facebook.com/sescsorocaba

instagram.com/sescsorocaba

sescsp.org.br/sorocaba

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CineCafé de agosto

No Sesc Sorocaba, o CineCafé de agosto convida o público a explorar os encontros entre literatura e cinema

Sesc Sorocaba (Crédito: Divulgação
Sesc Sorocaba (Crédito: Divulgação

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CineCafé de agosto do Sesc Sorocaba convida o público a explorar o encontro entre literatura e cinema em uma mostra dedicada a adaptações que traduzem para a tela grandes conflitos humanos. As obras selecionadas mergulham na complexidade de personagens marcados por dilemas entre desejo e destino, amor e posse, esperança e ruína, revelando diferentes formas de interpretar narrativas literárias por meio da linguagem cinematográfica.

As sessões acontecem às terças-feiras, às 19h, com entrada gratuita e retirada de ingressos com uma hora de antecedência na Central de Atendimento.  

Após cada exibição, o público é convidado a participar do Cinema em Reflexão. Neste mês, os encontros serão conduzidos por Cícero Santos, mestre em Letras, e Pedro Carvalho, mestre em História Social, ampliando a experiência cinematográfica por meio de conversas e análises sobre as obras exibidas e as relações entre literatura e cinema.

Confira os filmes, para não perder nenhuma sessão:

4/8 | A hora da estrela

Direção: Suzana Amaral | Drama | Brasil | 96 min. | 1985   

Sesc Sorocaba. CineCafé. A Hora da Estrela (Crédito: Divulgação)

Uma jovem migrante nordestina leva uma vida modesta até conhecer um operário. Após ser traída por uma colega, busca na cartomante a promessa de um futuro melhor, que a faz acreditar em um amor milagroso. Uma delicada e comovente história sobre ilusão e realidade, que revela o peso dos sonhos na vida de quem só tem a esperança. A atuação foi premiada no Festival de Berlim. Classificação 12 anos.

11/8 | São Bernardo

Direção: Leon Hirszman | Drama | Brasil | 110 min. | 1972   

Sesc Sorocaba. CineCafé. São Bernardo (Crédito: Divulgação)

No sertão alagoano, um mascate astuto toma posse de uma fazenda com violência e determinação. Após prosperar, casa-se com uma professora de ideais humanistas, mas a rudeza do homem choca-se com a sensibilidade dela. Tomado por ciúmes obsessivos, ele passa a viver à mercê da própria imaginação, em um drama sobre posse e destruição. Classificação 12 anos.

18/8 | O beijo no asfalto

Direção: Murilo Benício | Drama | Brasil | 98 min. | 2017

Sesc Sorocaba. CineCafé. O Beij0o no Asfalto. (Crédito: Divulgação)
Sesc Sorocaba. CineCafé. O Beij0o no Asfalto. (Crédito: Divulgação)

Baseado na peça homônima escrita por Nelson Rodrigues. Ao presenciar um atropelamento, Arandir, um bancário recém-casado, tenta socorrer a vítima, mas o homem, quase morto, só tem tempo de realizar um último pedido: um beijo. Arandir beija o homem, mas seu ato é flagrado por seu sogro Aprígio e fotografado por Amado Ribeiro, um repórter policial sensacionalista. Classificação 12 anos.

25/8 | Retrato de um certo oriente

Direção: Marcelo Gomes | Drama | Brasil | 93 min. | 2024  

Sesc Sorocaba. CineCafé..Retrato de um certo oriente (Crédito: Divulgação)

Líbano, 1949. O país enfrenta uma guerra iminente. Dois irmãos católicos, Emilie e Emir, embarcam em uma viagem ao Brasil. Durante a viagem, Emilie se apaixona por um comerciante muçulmano, Omar. Emir sofre de um ciúme incontrolável e usará suas diferenças religiosas para separá-los. Antes de chegar ao destino final, durante uma briga com Omar, Emir é gravemente ferido em um acidente com arma. A única opção de Emilie é descer em uma aldeia indígena no meio da selva para encontrar um curandeiro que o salve. Quando seu irmão se recupera, eles seguem para Manaus, onde Emilie toma uma decisão que levará a consequências trágicas. Classificação 16 anos.

Confira mais sobre essas e outras atividades da programação do Sesc Sorocaba em sescsp.org.br/sorocaba.

SERVIÇO

Sesc Sorocaba     

Rua Barão de Piratininga, 555 – Jardim Faculdade. 

Horário: De terça a sexta, das 9h às 22h. Sábados, das 10h às 19h.        

Prefira o transporte público

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Linha 13: Santa Izabel/ Jd. Europa

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​Revista Verso Diverso

​Revista Verso Diverso organiza participação de destaque na 1ª Feira Literária de Embu das Artes com escritores do Coletivo Café & Arte em Movimento

Card da 1ª Ferira Literária de Embu das Artes
Card da 1ª Feira Literária de Embu das Artes

Sob a liderança da poetisa Shirley Ferro, a iniciativa traz lançamentos literários, saraus e uma forte delegação de poetas independentes para o Centro Cultural Mestre Assis.Embu das Artes (SP) — Nos dias 1º e 2 de agosto, o Centro Cultural Mestre Assis se transformará no grande coração da literatura e das artes com a realização da 1ª Feira Literária de Embu das Artes. O evento, que promete emocionar o público e transformar vidas através dos livros, contará com uma participação de grande peso organizada pela poetisa Shirley Ferro (a Poetisa da Luz) por meio da Revista Verso Diverso.​

​A programação organizada por Shirley Ferro traz à feira uma equipe de 16 escritores, destacando a participação especial de talentos do Coletivo Cultural Café & Arte em Movimento — grupo que tem a escritora e professora Priscila Mancussi como presidente e Vânia Moreira como coordenadora.

​Entre os grandes destaques da programação organizada pela Revista Verso Diverso estão os lançamentos oficiais de peso de autoras integrantes do coletivo: Cristina Pimentel, que apresenta a obra Entre Cachos e Versos – Poesias e Reflexões, e Carina Gameiro, com o lançamento de Sobre as Águas – Poesias e Reflexões.

​Além das autoras em destaque, a delegação do Coletivo Café & Arte em Movimento presente no evento conta com um time brilhante de escritores e poetas que integram a equipe liderada por Shirley Ferro, reunindo Josemir Lemos, Clarissa Lemos, Eric Silva, Vanessa Leite, Leonardo Andreh e a própria Shirley Ferro.

​A programação cultural é um verdadeiro convite à sensibilidade. Nos dois dias de evento, Shirley Ferro conduzirá um Sarau especial, abrindo espaço e dando voz aos poetas para compartilharem seus universos criativos, declamarem poemas e aproximarem o público da verdadeira essência da poesia viva.

​A 1ª Feira Literária de Embu das Artes é uma promoção da Prefeitura Municipal, por meio das Secretarias de Cultura e Turismo, em parceria com a ACISE (Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Embu das Artes) e o CMEC Embu das Artes (Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura). O evento contará ainda com apresentações da Banda Municipal, Quinteto de Metais, Duo de Violinos, contações de histórias, painéis temáticos e diversas intervenções culturais.

​Venha prestigiar os talentos da nossa literatura, apoiar a cultura independente e descobrir como cada livro tem o poder de inspirar e transformar!

​Serviço:

​Onde: Centro Cultural Mestre Assis – Embu das Artes / SP

​Quando:
1º e 2 de agosto

​Destaques: Organização de Shirley Ferro (Revista Verso Diverso), lançamentos de livros, saraus poéticos e intervenções literárias com os escritores do Coletivo Café & Arte em Movimento.

​Realização da Feira: Prefeitura Municipal de Embu das Artes (Secretarias de Cultura e Turismo), ACISE e CMEC Embu das Artes.

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A Reinvenção do Ofício

 Baseado no texto de 1920 – R.U.R. – do dramaturgo tcheco Karel Čapek, que imaginou um mundo em que seres artificiais eram criados para trabalhar no lugar dos humanos

Card do espetáculo A Reinvenção do Ofício
Card do espetáculo A Reinvenção do Ofício

Sinopse:

Na montagem do Grupo Manto de Teatro, que tem direção de Valter Chanes, a obra dialoga com o presente sem abandonar suas origens. As guerras que continuam devastando povos, as disputas pelo poder, a lógica da produtividade e a desvalorização da vida humana aproximam o texto de Čapek do século XXI, revelando a impressionante permanência de suas questões.

A adaptação preserva o cerne da obra original e propõe uma encenação mais enxuta, reduzindo o número de personagens para concentrar a força dramática dos conflitos. Ao mesmo tempo, alguns elementos fundamentais do texto permanecem intocados, como o manuscrito de Rossum, mantido em papel. Longe de representar um anacronismo, essa escolha evidencia que as perguntas formuladas por Čapek atravessam o tempo: a tecnologia muda, mas a ambição humana, a disputa pelo poder e as consequências de nossas escolhas continuam as mesmas.

Mais do que uma história sobre robôs, o espetáculo “A Reinvenção do Ofício”, é uma reflexão sobre a condição humana. Ao revisitar esse clássico, a montagem convida o público a perceber que o verdadeiro perigo nunca esteve apenas nas invenções, mas na forma como os seres humanos decidem utilizá-las.

Para o diretor Valter Chanes, a nova montagem reafirma a potência do clássico de Karel Čapek ao lembrar que toda tecnologia carrega as marcas de quem a cria — e que o destino da humanidade continua sendo uma escolha profundamente humana. Para a atriz Patrícia Nolasco, “em um tempo marcado por guerras, deslocamentos forçados, colapso ambiental e pela ascensão da inteligência artificial, a peça deixa de ser uma previsão sobre o futuro para se tornar um espelho do presente”.

Serviço:

Espetáculo: A Reinvenção do Ofício

Elenco: Caiane Arjona, Edeméia Pereira, Eli André Corrêa, Hamilton Sbrana, Jee México, Patríca Nolasco e Valter Chanes.

Direção e dramaturgia: Valter Chanes.

Produção: Luciano Leite.

Cenário: Chico Chanes.

Temporada: dias 30 e 31/07 + 01, 02, 03, 13, 14, 15, 16, 17, 20 e 21/08.

Horário: sempre às 20:00.

Classificação etária: a partir dos 14 anos.

Entradas gratuitas e distribuídas com 01 hora antes do início do espetáculo.

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GURI tem 60 mil vagas remanescentes

GURI tem 60 mil vagas remanescentes e matrículas já estão abertas. Há cursos de canto e instrumentos, para crianças a partir dos 6 anos de idade até adultos. Não precisa ter experiência e é tudo gratuito

Aluno de violino do GURI. Foto de: Bruno Fernandes.
Aluno de violino do GURI. Foto de: Bruno Fernandes.

Fotos de divulgação baixe aqui

O GURI, Programa de Educação Musical da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, gerido pela Santa Marcelina Cultura, abriu no dia 24 de julho as matrículas para o segundo semestre de 2026. O programa oferece 60 mil vagas em 634 polos de ensino na capital, na região metropolitana, no interior e no litoral do estado. São cursos de canto e instrumentos, nos repertórios popular e erudito, sem exigência de conhecimento musical prévio. Para consultar onde tem um polo de ensino do GURI e saber mais sobre as inscrições, é só acessar o site ⁠souguri.art.br⁠.

O prazo termina no dia 28 de agosto ou enquanto houver vagas. O registro deve ser feito presencialmente no polo escolhido, com o estudante acompanhado por um responsável. É necessário apresentar foto 3×4 recente, comprovante de endereço, RG ou certidão de nascimento do aluno, RG do responsável e o comprovante de matrícula ou declaração de frequência escolar.

“O GURI é uma política pública de formação musical e desenvolvimento humano que amplia o acesso à cultura em todas as regiões do Estado. Por meio dos cursos gratuitos, crianças, adolescentes, jovens e adultos têm a oportunidade de aprender canto ou instrumento, desenvolver novas habilidades e fortalecer vínculos de convivência e cidadania”, afirma Marília Marton, secretária da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo.

Parcerias

Para realizar suas atividades, o GURI conta com o apoio e a parceria de muitas empresas e pessoas que acreditam no poder transformador da arte e da cultura.

“O apoio ao GURI reafirma o compromisso da CTG Brasil com a promoção da cultura como instrumento de desenvolvimento humano e inclusão social. Acreditamos que a arte tem o poder de transformar realidades e fortalecer o futuro e, ao investir em crianças e adolescentes, contribuímos para a construção de trajetórias com mais oportunidades.” Anaide W. Aued, coordenadora de Sustentabilidade da CTG Brasil.

“O trabalho da Santa Marcelina Cultura não se traduz apenas em enriquecimento cultural, mas em oportunidade de ascensão social para milhares de jovens. A organização sabe como utilizar a música como instrumento de empoderamento para a vida, oferecendo aos seus jovens a possibilidade de se descobrirem como pessoas por meio da magia dessa arte tão envolvente. Aqui no BofA, somos parceiros da Santa Marcelina Cultura há mais de 15 anos, e temos a oportunidade de apoiar todos os programas oferecidos, incluindo o Guri, a EMESP e o Hospitais Musicais. Seria fantástico ver ainda mais empresas se juntando a um projeto já tão comprovado e tão relevante para tantos jovens.” Thiago L Fernandes, Head de Socioambiental para América Latina, Bank of America. 

“Acreditamos que investir em cultura e formação musical também é investir em dignidade, pertencimento e transformação social. O Projeto Guri mostra que grandes projetos nascem quando conseguimos conectar desenvolvimento humano, valorização dos territórios e impacto positivo real na vida das pessoas. É uma iniciativa que dialoga diretamente com o compromisso da Sabesp de contribuir para a melhoria da qualidade de vida das comunidades onde atua”, afirma Samanta Souza, diretora-executiva de Relações Institucionais e Sustentabilidade da Sabesp. 

Patrocinadores da Santa Marcelina Cultura – O GURI conta com os patrocínios Master: CTG Brasil; Bank of America; Tauste Supermercados; Sabesp; Instituto Motiva; Instituto Ultra; Ultracargo; Ultragaz; Ipiranga; Verzani & Sandrini; Ouro: Vitafor; Via Appia; Arteris; BASF; Prata: Novelis; Caterpillar; MAHLE; Chiesi Farmacêutica; Usina Santa Maria; DM; Sicoob; Citrosuco; Capuani; Grupo Maringá; Valgroup; Santos Brasil; Instituto Center Norte; a|w; Bronze: Cipatex; Maza; Mercedes-Benz; ACIF-Franca; Apoio Cultural: Ipiranga Agroindustrial; Yamaha; Ibiuna Investimentos; Distribuidora Ikeda; Castelo Alimentos; Pirelli; Frisokar; Tegma e Paulispell, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Realização: Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura; Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas e Santa Marcelina Cultura.

Para saber mais sobre o GURI, acesse o site oficial.

Para mais informações sobre a Santa Marcelina Cultura, acesse aqui

Comunicação | Santa Marcelina Cultura    
Julian Schumacher – julian.schumacher@santamarcelinacultura.org.br
(11) 99256-7490

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