Grupo musical do GURI Sorocaba

Grupo musical do GURI Sorocaba faz dois concertos na região em junho

Coral e Percussão do GURI Sorocaba. Foto de: Vinícius da Matta.
Coral e Percussão do GURI Sorocaba. Foto de: Vinícius da Matta.

Grupo de Coral e Percussão formado por jovens de até 18 anos se apresenta nos dias 18, no Sesc Sorocaba, e 28, em Votorantim, ambos com entrada gratuita

Fotos de divulgação, baixe aqui

Arte, cultura, cidadania e desenvolvimento humano. O GURI é o programa de educação musical da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, gerido pela Santa Marcelina Cultura, que engloba tudo isso. Em 30 anos, já transformou a vida de mais de 1 milhão de crianças, adolescentes e jovens em todo o estado. Muitas famílias e comunidades também foram beneficiadas.

E quem estuda música no GURI, pode fazer parte dos grupos musicais. A Temporada 2026 de Concertos entra em um dos meses mais movimentados do ano. Em junho, serão 59 apresentações em todo o Estado. No dia 18/06 (quinta-feira), às 16h, o Coral e Percussão do GURI se apresenta no Sesc Sorocaba. O concerto terá transmissão ao vivo no canal SouGURI do YouTube.

No dia 28/06 (domingo), o grupo vai até a cidade vizinha Votorantim para se apresentar no Auditório Municipal Francisco Beranger, às 17h. O Coral e Percussão do GURI Sorocaba tem o patrocínio Master das empresas Tauste Supermercados, Sabesp e Instituto Motiva e o patrocínio Ouro da empresa Vitafor; a parceria da Prefeitura Municipal de Sorocaba e o apoio das prefeituras de Guareí e Tietê. A entrada é gratuita.

Sob a regência do maestro convidado Luis Anselmi, o grupo interpreta o programa Te Dedico Essa Canção, com canções de compositores como Tom Jobim, Cartola, Alceu Valença e Douglas Germano, além de peças do repertório coral contemporâneo, como The Seal Lullaby, de Eric Whitacre. Completam o repertório arranjos e composições que exploram a combinação entre canto e percussão, ampliando as possibilidades sonoras do grupo. 

Grupos musicais – Do instrumento ao canto, as formações são as mais diversas. Há orquestras e bandas sinfônicas, orquestras e cameratas de cordas, de violões, os corais, as big bands, e os grupos de choro, percussão e música instrumental brasileira. São 29 formações e a partir do segundo semestre serão 32 Grupos Musicais em todo o estado – com a estreia de três novos conjuntos.

Estude música de graça – No GURI tem cursos para crianças, adolescentes, jovens e adultos que querem aprender a cantar e tocar um instrumento, do popular ao erudito. Não precisa ter conhecimento musical prévio e nem o próprio instrumento. Tem oportunidades para diferentes níveis de aprendizado. Basta ir até um polo do GURI mais próximo com os documentos pessoais, escolher um curso disponível e se matricular. Mais informações no site do GURI.

Serviço

Coral e Percussão do GURI Sorocaba

18 de junho, quinta-feira, às 16h

Sesc Sorocaba

Rua Barão de Piratininga, 555, Jardim Faculdade, Sorocaba, SP

Entrada gratuita

28 de junho, domingo, às 17h

Auditório Municipal Francisco Beranger

Av. Ver. Newton Vieira Soares, 291, Centro, Votorantim, SP

Entrada gratuita

*Programação sujeita a alteração

Coral e Percussão do GURI Sorocaba

O canto e a percussão estabelecem uma relação ancestral e profundamente conectada à expressão musical coletiva. Criado em 2012, o Coral e Percussão do Guri de Sorocaba desenvolve um trabalho que integra música, cena e movimento, explorando diferentes linguagens e repertórios. Ao longo de sua trajetória, o grupo participou de importantes montagens cênico-musicais, como Calungá (2012), ao lado de Naná Vasconcelos, com apresentações no Teatro Sérgio Cardoso e no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo. O grupo já apresentou o musical West Side Story no Teatro do Sesc Sorocaba. Também, em parceria com Tião Carvalho e Gabriel Levy, dedicou-se à exploração de ritmos nordestinos, com apresentação no Auditório Municipal Francisco Beranger, em Votorantim. O grupo esteve sob a regência de Pablo Trindade, Gisele Cruz, Regina Kinjo, Felipe Senna, Emerson Tineo, Fabiana Almeida e Luís Anselmi.

Patrocinadores da Santa Marcelina Cultura – O GURI conta com os patrocínios Master: CTG Brasil; Bank of America; Tauste Supermercados; Sabesp; Instituto Motiva; Instituto Ultra; Ultracargo; Ultragaz; Ipiranga; Verzani & Sandrini; Ouro: Vitafor; Via Appia; Arteris; BASF; Prata: Novelis; Caterpillar; MAHLE; Chiesi Farmacêutica; Usina Santa Maria; DM; Sicoob; Citrosuco; Capuani; Grupo Maringá; Valgroup; Santos Brasil; Instituto Center Norte; a|w; Bronze: Cipatex; Maza; Mercedes-Benz; ACIF-Franca; Apoio Cultural: Ipiranga Agroindustrial; Yamaha; Ibiuna Investimentos; Distribuidora Ikeda; Castelo Alimentos; Pirelli; Frisokar; Tegma e Paulispell, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Realização: Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura; Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas e Santa Marcelina Cultura.

Para saber mais sobre o GURI, acesse o site oficial.

Para mais informações sobre a Santa Marcelina Cultura, acesse aqui

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O que não conseguimos ver em Rothko

Bianca Agnelli

‘O que não conseguimos ver em Rothko’

Card da crítica de arte 'O que não conseguimos ver em Rothko'
Card da crítica de arte ‘O que não conseguimos ver em Rothko’

O que faz de uma obra de arte uma obra de arte?

Sua técnica? O que ela me faz sentir? O preço que alcança em um leilão? A quantidade de pessoas que fingem tê-la entendido?

Ao traduzir para o italiano o livro de Péricles Gasparini, Cornici Alternative, Arte o Ribellione?, fui obrigada a me fazer exatamente esse tipo de pergunta. Na introdução, Gasparini não se questionava apenas sobre o valor de suas próprias criações, mas também sobre o que transforma um objeto em uma obra e uma obra em algo digno de ser preservado e transmitido ao longo do tempo. Quanto desse valor pertence ao artista e quanto, por outro lado, ao olhar que o reconhece?

São perguntas que carreguei comigo e que ressoavam com surpreendente intensidade diante das telas monumentais, imponentes e quase assustadoras de Mark Rothko.

O artista nasce para ser incompreendido, e sobre isso não há discussão. A melhor arte é aquela que te faz duvidar de si mesmo, não é?

Acredito que a arte mais ‘apreciável’ seja aquela que me provoca um turbilhão no estômago. Uma sensação que se parece com um atordoamento.

De qualquer forma, quando cheguei ao Palazzo Strozzi, em Florença, eu estava mentalmente pronta para ser atordoada: qualquer coisa, desde que não permanecesse indiferente.

Spoiler: diante das majestosas pinceladas amarelas, vermelhas e escuras, talvez eu tivesse esperado sentir algo a mais.

Mas talvez, como dizem algumas mulheres com a autoestima comprometida, “o problema sou eu”.

E ainda assim, Rothko provavelmente teria apreciado essa reação. E, na verdade, talvez desconfiasse da reação oposta.

Porque Mark Rothko não queria que suas pinturas fossem simplesmente admiradas. Não lhe interessava que alguém pensasse “que belas cores” e seguisse para a próxima sala. Ele queria provocar algo muito mais incômodo, uma espécie de confronto.

Observando as obras reunidas no Palazzo Strozzi — na exposição visitável até 23 de agosto de 2026, com mais de setenta peças provenientes de alguns dos mais importantes museus do mundo, do MoMA ao Metropolitan de Nova York, da Tate de Londres ao Centre Pompidou de Paris, que percorre praticamente toda a trajetória artística de Rothko, desde os primeiros trabalhos figurativos até os grandes campos de cor que o tornaram célebre — tive a mais vívida percepção de que o verdadeiro focus de suas pinturas não eram as cores, mas o espectador.

Rothko nasceu na Letônia com o nome de Marcus Rothkowitz e emigrou para os Estados Unidos ainda criança. Ao longo da vida, atravessou guerras, migrações, crises econômicas e mudanças culturais imensas. Ainda assim, em vez de pintar o mundo exterior, acabou retirando de suas telas quase tudo: pessoas, paisagens, objetos, histórias. No fim, restaram apenas cor, luz e silêncio.

Uma escolha um tanto insana, se pensarmos bem. Como se um escritor eliminasse a trama para ver se o leitor ainda permanece.

Em 1950, Rothko visitou Florença com sua esposa Mell e ficou profundamente impactado pelos afrescos de Beato Angelico no Museu de San Marco e pelo Vestíbulo da Biblioteca Medicea Laurenziana, projetado por Michelangelo. O Palazzo Strozzi construiu parte do percurso justamente em torno desse diálogo inesperado, estendendo a mostra também a esses lugares da cidade que o marcaram tão profundamente.

A parte que mais me tocou, porém, não é a dimensão mística que todos associam a Rothko.

Foi a provocação, o tapa de Rothko. Especialmente o imagino direcionado à elite do Four Seasons de Nova York. Não tanto porque suas obras não foram aceitas, mas porque ele próprio as retirou antes que se tornassem apenas o pano de fundo de algum jantar de mil dólares… Um gesto que considero elegantemente vingativo, infinitamente mais punk do que muitas provocações contemporâneas.

Senti isso em suas telas: a transgressão descarada de uma superfície pintada com um cuidado quase religioso. Como se dissesse, veja você o que enxerga em tudo esse escuro.

Como se dissesse: se você não vê nada, talvez o vazio seja você.

Talvez seja também por isso que Rothko continue dividindo as pessoas. Sua arte não oferece apoios, não conta uma história, não sugere realmente o que você deveria sentir.

Ela te deixa sozinha em uma sala com você mesma e com um retângulo amarelo do tamanho de uma parede.

E, ao que parece, para muitos de nós, essa já é uma experiência suficientemente extrema.

Bianca Agnelli

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Convergências e Divergências

EXPOSIÇÕES

Convergências – A Poesia Virtual de Tchello D’Barros
Mostra individual e itinerante de poemas visuais

Poemas sem Palavras, de Juliano Lobato
Mostra Itinerante de Poemas Virtuais

Card da exposição Convergências e Divergências - A Poesia Virtual de Tchello D'Barros
Card da exposição Convergências – A Poesia Virtual de Tchello D’Barros

Card da exposição Poemas sem Palavras, de Juliano Lobato
Card da exposição Poemas sem Palavras, de Juliano Lobato

Caro leitor, nesta exposição, podemos constatar que cada obra apresentada funciona como um experimento único sobre a capacidade dos signos de gerar novos signos. Isso por se tratar de um processo contínuo de associações, deslocamentos e ressignificações.

A produção de Lobato aproxima-se de um aspecto da semiótica contemporânea: o de compreendê-la como semiose ilimitada. Isso pelo fato de se compreender que nenhum signo possui significado definitivo, pois todo significado gera novas interpretações.

Cabe dizer também que na produção de Lobato apresenta uma correlação entre Intensivismo e Poema-Processo. Talvez seja esta contribuição o que há de mais singular na sua exposição. O Intensivismo, formulado por Wlademir Dias-Pino, já apontava para uma poesia baseada na intensidade da informação visual e não na linearidade da leitura verbal.

Já o Poema-Processo radicalizou essa perspectiva ao libertar definitivamente o poema da palavra. E, a partir desses dois movimentos, Lobato vai além mar ao mergulhar profundamente nesses novos horizontes. Enquanto pesquisadora desta vertente literária, ouso dizer que Wlademir Dias-Pino deve estar muito satisfeito com a produção de Lobato.

Para Juliano Lobato, apresentar a exposição em Cuiabá tem significado especial. “Cuiabá ocupa um lugar importante na história da poesia visual brasileira, sendo berço de artistas e movimentos que influenciaram gerações. Expor essas obras ao público é uma forma de reconhecer essa herança cultural e fortalecer o diálogo entre a produção contemporânea e a comunidade.

Além de apresentar ao público a produção contemporânea de dois importantes nomes da poesia visual brasileira, as exposições também buscam aproximar os mato-grossenses do legado de Wlademir Dias-Pino, referência internacional da arte e da literatura experimental e um dos principais expoentes das vanguardas poéticas surgidas em Mato Grosso”. Vale a pena conferir!!!

Serviço

Exposição: Convergências

Artista: Tchello D’Barros

Exposição: Divergências – Cada leitor é o verdadeiro autor da poesia de cada poema

Artista:
Juliano Lobato

Período: 7 a 21 de junho de 2026

Local: Museu do Morro da Caixa D’Água Velha, Cuiabá/MT

Entrada: Gratuita

Classificação:
Livre

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Dime

Teresa Mascarenhas

Dime: del susurro de la bossa nova al grito del rock

Capa de lançamento da música ‘Dime’

“La inspiración existe, pero tiene que encontrarte trabajando”. Este poderoso aforismo de Pablo Picasso resuena con gran intensidad cada vez que alguien se enfrenta a la hoja en blanco. La creación encierra su propia magia, su luminosidad y su enigma; es, en esencia, un acto íntimo y solemne donde nunca se tiene certeza absoluta de lo que puede acontecer sobre el papel o bajo el pulso del instrumento. 

En ocasiones, el texto nace de una idea preconcebida, de una palabra o de un verso que emerge de manera automática. Sin embargo, hay un instante preciso en el que todo adquiere un nuevo significado, un rumbo distinto; y es precisamente en ese giro inesperado donde reside la verdadera autenticidad. 

Eso fue justamente lo que ocurrió con “Dime”. Inicialmente, los versos nacieron de una búsqueda de paz y equilibrio; anhelaba encontrar palabras de serenidad para un mundo que, con frecuencia, olvida su valor esencial. No obstante, a medida que escribía, el ruido exterior comenzó a filtrarse en la piel, en el cuerpo: las noticias, la desolación ante tantos muros erigidos, y esa indiferencia que parece haber ganado terreno en nuestra sociedad. Fue entonces cuando la guerra, y sobre todo sus secuelas, se convirtieron en el eje central de la obra. 

De esta manera los versos surgieron con naturalidad y “Dime” se transformó en una interrogante incómoda: “¿es esto la vida?”, “es esto la paz”. Más allá de la estructura técnica, la pieza se convirtió en una interpelación directa a nuestra propia conciencia. Al trabajar en ella, comprendí que la canción funcionaba como un espejo roto donde se reflejan las contradicciones más profundas de nuestra época; no es sólo música, es una invitación honesta a mirar de frente nuestra propia fragilidad y a reconocer el vacío que queda cuando las certezas se desmoronan. 

La pieza nos obligaba a cuestionar si realmente estamos construyendo un futuro común o si, por el contrario, estamos permitiendo que la indiferencia normalice lo inaceptable. Es esa incomodidad, la de mirar la oscuridad que nos rodea, la que otorga a la canción su verdadera razón de ser: no busca dar respuestas, sino instalar en el oyente la misma urgencia que nos invadió a nosotros al componerla. Es en última instancia, un intento por rescatar esa humanidad que a veces olvidamos sostener cuando el miedo nos gana la partida. 

Y tras la urgencia de escribir esta canción, me senté junto a John Adam Mascarenhas, músico y compositor gibraltareño, para darle forma y textura. Dejamos que los versos respiraran y comenzamos a experimentar. Inicialmente, la melodía pesentaba una cadencia delicada, casi etérea, como una bossa nova, género que invita a la introspección y a la calidez. No obstante, frente a esa premura del mensaje, la canción solicitaba algo más. Fue un proceso de metamorfosis orgánica: los acordes se endurecieron, el ritmo se aceleró y los instrumentos cobraron una nueva potencia. La bossa nova dio paso al pop-rock, en ese lenguaje sonoro conseguimos la potencia que necesitábamos, y esa necesidad de cuestionar nuestra realidad. 

Pasamos de una idea de paz a una canción que cuestiona, indaga y, sobre todo, invita a reflexionar sobre nuestro papel en este mundo. Hemos querido capturar la belleza de lo que podríamos ser frente a la realidad que somos. 

El pasado viernes 5 de junio, esta canción fue lanzada a todas las plataformas digitales, y para nosotros no es sólo música; es el resultado de un proceso creativo que nos ha enseñado que, a veces, la realidad te obliga a decir lo que no esperabas escribir. Esperamos que en sus versos y en su música no sólo se encuentre la pregunta, sino el motivo para volver a mirar al otro sin miedo, con respeto y humildad, y quizás comenzar a construir puentes, los mismos que hemos dejado caer tantas veces. Al final del día, no es la música la que cambia el mundo, sino las personas que la oyen en su humildad. 

Les invito a sumergirse en este viaje sonoro y a compartirlo con nosotros a través de nuestro canal de YouTube:

Teresa Mascarenhas

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Poeta brasileira é selecionada por Dilson Stein

Poeta brasileira é selecionada por Dilson Stein, descobridor de Gisele Bündchen, e une literatura e moda em trajetória inédita

Foto divulgação
Foto divulgação

A poeta, escritora, artista e colunista do ROL Suziene Cavalcante foi selecionada por Dilson Stein, renomado descobridor de talentos responsável por revelar supermodelos como Gisele Bündchen, Alessandra Ambrósio e Caroline Trentini.

Entre milhares de perfis acompanhados pelo Projeto Dilson Stein, Suziene destacou-se por sua fotogenia, autenticidade, expressividade e forte presença diante das câmeras. O reconhecimento foi além da seleção oficial: Dilson Stein demonstrou interesse pelo trabalho e pela imagem da artista, interagindo com suas publicações e convidando-a a conhecer mais de perto o universo da moda.

Com a conquista, Suziene passa a integrar o Projeto Dilson Stein New Models, ampliando sua visibilidade junto a agências e ao mercado publicitário. O feito ganha relevância por unir duas áreas raramente associadas: a literatura e a moda.

A seleção consolida um momento singular em sua trajetória, projetando a poeta para novos espaços de atuação artística e representando um marco simbólico na aproximação entre poesia, comunicação visual e universo fashion.

Além de ter sido escolhida no Projeto Dilson Stein News Models, o próprio Dilson Stein, por meio de seu perfil oficial no Instagram, registrou curtidas em fotografias da poeta (e agora Modelo), demonstrando atenção e descoberta ao seu perfil e à sua expressividade diante das câmeras. Em contato realizado via direct, o descobridor de talentos manifestou alegria em descobrir o potencial fotográfico e artístico da poeta e agora modelo Suzi Cavalcanti, convidando-a a conhecer mais de perto o universo da moda através do Projeto Dilson Stein.

A interação reforçou a impressão positiva causada pela beleza, autenticidade e presença marcante de Suziene nas fotos das redes sociais.

Dessa forma, consolida-se um feito histórico: a primeira vez, na História do Brasil, que a literatura e a poesia também adentram as passarelas, catálogos de moda e marcas no universo model.

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Mulheres do Brasil

Centro Cultural Casa Kennedy recebe a exposição

‘Mulheres do Brasil’ nesta sexta-feira (05)

Card da exposição Mulheres do Brasil
Card da exposição Mulheres do Brasil

O evento reúne o talento de diversos artistas plásticos locais, curadoria especializada e apresentações musicais de Caio Galdino e Rebeca Ramos

ITAPETININGA/SP – Arte, sensibilidade e a celebração da identidade feminina tomam conta do cenário cultural da cidade. No dia 05 de junho, às 19 horas, o Centro Cultural Brasil Estados Unidos – Casa Kennedy abre as portas do Auditório Margha Bloes para o vernissage da exposição coletiva “Mulheres do Brasil”.

A mostra reúne as obras de diversos artistas plásticos da cidade, que trazem em suas telas, homenagens e reflexões sobre a pluralidade da mulher brasileira. A curadoria do evento é assinada pelas também artistas plásticas Ana Elisa Bloes Meirelles de Arruda e Miranda e Walkiria Paunovic, garantindo uma narrativa visual coesa, rica e emocionante.

Arte e Música em Sintonia

Para tornar a noite de abertura ainda mais memorável, a programação cultural contará com uma apresentação musical ao vivo. Os músicos Caio Galdino e Rebeca Ramos serão os responsáveis por embalar o público com um repertório selecionado especialmente para dialogar com a atmosfera sensível e poderosa da exposição.

“A exposição ‘Mulheres do Brasil’ é mais do que uma mostra de arte; é um espaço de voz, homenagem e reconhecimento da força feminina através do olhar dos nossos artistas locais”, destacam as curadoras.

Serviço

  • Evento: Exposição “Mulheres do Brasil”
  • Data: 05 de junho (Sexta-feira)

  • Horário: 19h
  • Local: Auditório Margha Bloes – Centro Cultural Brasil Estados Unidos (Casa Kennedy)
  • Atrações Musicais: Caio Galdino e Rebeca Ramos
  • Curadoria: Ana Elisa Bloes Meirelles de Arruda e Miranda & Walkiria Paunovic
  • Entrada: Gratuita

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El diablo viste de Prada 2

Maria Beatriz Muñoz Ruiz

El diablo viste de Prada 2: Destronar el poder no es evolución

Maria Beatriz Munoz Ruiz
Maria Beatriz Muñoz Ruiz

“No tuvimos un saludo perfecto, y desde luego no tuvimos una despedida perfecta. Pero tal vez eso solo signifique que no somos perfectos. Y tal vez deberíamos, simplemente, ser imperfectos juntos”.

Esta es la única frase de la película que me hizo ladear la cabeza y sonreír; el resto me pareció aburrido, propio de uno de esos telefilmes que ponen en la televisión los domingos al mediodía y que quizás, de vez en cuando, merezca la pena sustituir por la siesta. Lo siento, estoy siendo demasiado dura con El diablo viste de Prada 2, pero es que tenía las expectativas por las nubes.

Amé la primera entrega: la transformación de Andy, la tiranía de Miranda, esa buena trama amorosa con un triángulo que nos tenía a todas en ascuas, y la crudeza de un mundo en el que todos se pisotean por el poder y el liderazgo. Sinceramente, esperaba mucho más de esta secuela. El nuevo interés amoroso de Andy es plano, aburrido y se aparta de la trama con la misma facilidad con la que espantas a una mosca molesta. Por otro lado, Miranda ha perdido por completo su esencia, y algunos personajes secundarios de la oficina me parecen cien por cien prescindibles; no aportan nada, son una minúscula neblina que olvidas en cuanto la cámara cambia de plano.

Puede que lo único con un poco más de sustancia sea la evolución de Andy. Su lucha interna por querer hacer periodismo serio le impide ver una gran verdad: si tus artículos no interesan, ya puedes ser la mejor escritora del planeta, que jamás llegarás a nada. Porque la realidad de la vida es esa: escribimos para que nos lean. Personalmente, odio y envidio a partes iguales a esas personas que crean contenido absurdo y se vuelven virales. Pero hay que aceptar que saben conectar con el público; usan un vocabulario inapropiado, tonto y vulgar, pero llegan. ¿Nunca os habéis parado a pensar que quizás ese contenido está meticulosamente diseñado bajo una minuciosa campaña de marketing? Bueno, admitamos que no todos hacen ese estudio; algunos simplemente ganan la lotería probando suerte. Pero el caso es que se les sigue en redes y se les lee, y esa es la valiosa lección que aprende Andy mientras madura y descubre lo que realmente quiere en la vida.

Sí, me ha quedado una reflexión muy profunda, pero la verdad es que lo único bueno de la película es el vestuario. Como siempre, es espectacular, aunque me ha sabido a poco teniendo en cuenta que todas las que amamos El diablo viste de Prada lo hacemos por la moda y el glamur.

Un humilde consejo para los guionistas: dejad de humanizar a las villanas y de hundirlas en la miseria para que el resto de criaturas inferiores tengan su momento de gloria. Miranda ya demostró ser humana en la primera parte; aquí la han rebajado tanto que daban ganas de quitarle la dirección de la revista y enviarla a su casa a hacer ganchillo.

Así que os voy a contar un secreto: en la primera película ninguna queríamos ser Andy. En nuestro fuero interno, todas deseábamos ser la despiadada Miranda: con poder, carácter, fuego y autoridad.

Maria Beatriz Muñoz Ruiz

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