Lucas Araújo estreia na ficção com uma reflexão poderosa sobre futuro, sociedade e inteligência artificial

Contador e tributarista há mais de 20 anos, Lucas Araújo sempre foi um leitor voraz de história, política, economia, antropologia e distopias.
E agora, toda essa bagagem se transforma em literatura em sua nova obra, uma ficção carregada de debates profundos e ideias instigantes, ambientada no ano de 2060.

A semente da história surgiu ainda na pandemia de Covid-19, quando Lucas começou a refletir sobre os rumos do planeta e os impactos sociais, econômicos e ambientais daquele período.
A partir disso, criou o cenário de um futuro não tão distante, marcado por um colapso global e por uma nova crise inesperada: uma pandemia de suicídios que abala o mundo e abre espaço para a formação de um novo modelo de sociedade.
Mas o autor vai além da distopia tradicional.
Inspirado pelo estilo filosófico de O Banquete, de Platão, Lucas constrói um livro em forma de diálogo, um grande debate entre seis integrantes de um conselho responsável por idealizar essa sociedade regenerativa, mais igualitária e ecologicamente consciente.
Nesse encontro, entram temas como política, economia, tecnologia, espiritualidade e, claro, inteligências artificiais, que fazem parte central das discussões.
Entre os debatedores, surge um sétimo personagem: Noah, o avatar do próprio autor.
Lucas escreve como se estivesse na sala, participando da conversa e reagindo às propostas, o que traz autenticidade, naturalidade e um toque humano à narrativa.
O resultado é uma obra que mistura ficção, filosofia e análise social, convidando o leitor a pensar sobre o futuro, e sobre as escolhas que podem moldá-lo.
Uma leitura provocativa, inteligente e extremamente atual.
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BIOTECNOSFERA
SINOPSE
Em um mundo à beira do abismo, devastado pelos excessos e pela desigualdade, um conselho singular se reúne para forjar um novo pacto entre a humanidade e o planeta.
Seis mentes extraordinárias propõem soluções radicais para um futuro de regeneração, da governança que escuta o “gemido da Terra” a uma economia lastreada na própria vitalidade do ecossistema.
No entanto, a chegada de uma sétima voz, forjada na complexidade e nos traumas do mundo, acende debates filsóficos e práticos acalorados, forçando o grupo a confrontar a fragilidade de suas teorias e a verdade sobre suas próprias origens e o controle da rede global.
As perguntas ressoam: “O que realmente nos trouxe até aqui?” e “Pode a lógica mais pura curar uma ferida tão profundamente humana?”.
Este livro não é apenas uma história sobre reconstrução, mas uma imersão em um diálogo intelectual eletrizante e uma experiência em si, onde a mais avançada inteligência confronta os mais intrincados desafios da existência.
Descubra se uma visão sistêmica e uma sabedoria ancestral podem, enfim, conduzir à verdadeira regeneração, ou se a indomável complexidade humana será o teste final para o futuro da biotecnosfera.
Assista à resenha do canal @oqueli no YouTube
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