Da Itália ao Jornal ROL, Elisa Mascia!
A literatura de Elisa Mascia reflete a alma da bela Itália, Berço do Renascimento, Berço da História e Cultura, O Coração do Barroco e da Ópera!

Elisa Mascia, natural de Santa Croce di Magliano, e atualmente residindo em San Giuliano di Puglia, Itália, é uma escritora prolífica, palestrante, radialista, oradora, crítica literária, poeta bilíngue (italiano e espanhol), jurada de concursos de poesia, entrevistadora e ativista cultural, e atua também como editora de livros.
Membro da Immortal Academy, coordenadora na Itália e diretora de Comunicação e Eventos da prestigiada Alpap Academy e membro executivo da International Book Capital Foundation.
Membro registrada e cofundadora da Wiki-Boezia e possui uma página oficial na Wikipédia. Seu nome também consta no GroWikipedia.
Desempenha um papel fundamental no Panorama International Literary Festival, que conta com o apoio da UNESCO. Atuou como coordenadora do festival de 2021 a 2024 e como diretora da edição de 2025, recebendo o prêmio de Melhor Curadora Nacional do Mundo.
Elise também é uma figura de destaque na seção de artes e escultura do Panorama International Art Festival e uma das lideranças da Bienal Internacional de 2023.
As contribuições de Elisa vão além dos festivais literários; como editora de uma publicação voltada a escritores e uma distinta embaixadora cultural, ela conquistou inúmeros prêmios.
Elisa Mascia inicia sua jornada ROLiana com o poema O guerreiro do amor, abordando a resiliência após o luto ou o fim de um relacionamento, a superação da dor, a aceitação do silêncio e o amadurecimento emocional em busca do amor verdadeiro.
O guerreiro do amor

Não bastou para você cair uma, duas ou cem vezes.
Você não valorizou as experiências que depositou na espada cravada na pedra de uma história de fadas e reis.
Havia também o cavaleiro e a imperatriz,
agora eles aceitaram a metáfora de se tornarem vento e poeira estelar, pétalas de rosa que escrevem a música do silêncio.
Seu silêncio não é silencioso,
é eloquente como o de uma mãe que compreende seu filho mesmo quando ele não fala.
Espalha pétalas de suave dignidade de seus dedos,
enche a taça da amargura,
há muito jogou fora a suntuosa tigela de açúcar usada para adoçar o café.
Talvez o mel âmbar
tenha se dissolvido em rios no mar da tristeza,
chegou a hora de separá-lo da água e, com maestria, compreender juntos
com discernimento
o mistério do cavaleiro que chamou aquele cavalo branco de volta para si na esperança de um novo,
desejado encontro com o amor eterno.